História Amando um Uchiha e um Senju. - Capítulo 10


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Categorias Naruto
Personagens Hashirama Senju, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kizashi Haruno, Madara Uchiha, Mebuki Haruno, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Tobirama Senju
Tags Madasaku, Tobisaku
Visualizações 36
Palavras 2.862
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou postando assim tudo de uma vez, porque vou começar a escrever o ápice da história. Boa leitura <3

Capítulo 10 - Perda e Revelação.


Fanfic / Fanfiction Amando um Uchiha e um Senju. - Capítulo 10 - Perda e Revelação.

A confusão lá fora chamou atenção dos demais que estavam no baile, agora havia gente no grande jardim. O Uchiha tinha a cabeça de Sakura desmaiada em seu colo, Tobirama falava no telefone desesperado dando informações do local para que trouxessem uma ambulância. No meio do tumulto apareceu Mekubi e Kizashi, a mãe de Sakura pulou quando viu a filha, se agachou ao lado do pequeno corpo tentando ouvir sua respiração.

 

- O que aconteceu com a minha filha? O que vocês fizeram? – Kizashi gritava com os dois.

 

- N-não sabemos... ela, ela... – Tobirama não conseguia falar.

 

- Saia de perto dela Uchiha! – Rosnou o mais velho, afastando o de sua filha.

 

Minutos depois, a ambulância chegou, Mebuki e Kizashi entraram junto com a filha que agora tinha uma mascara respiratória em seu rosto. Tanto o Uchiha quanto o Senju foram para seus carros e desapareceram na pista rumo ao hospital. Não sabia o que havia acontecido, o impacto foi grande, mas não entendiam o porque de tanto sangue. Madara olhou para as mãos que continham sangue dela, começou a tremer a culpa era dele, ele a empurrou. Tobirama tremia desesperado, não queria que nada disso tivesse acontecido, ele não devia ter brigado com o Uchiha, ele causou isso.

Chegaram praticamente juntos no hospital, naquela hora eles não eram mais inimigos brigando pelo amor da mesma mulher, agora eram apenas dois homens preocupados com o amor de suas vidas. Nada era mais importante que a vida dela, nada mais importava só Sakura importava.

Entraram juntos e perguntaram na recepção sobre a garota e logo subiram, ambos tinham a respiração tensa e a expressão preocupada. Ao chegarem no andar viram Mebuki e Kizashi sentados numa cadeira, os dois estavam assim como eles preocupados, Mebuki tentava acalmar o marido e o mesmo tinha as mãos no rosto. Ele viu os dois ali e não se importou, queria apenas saber se sua pequena estava bem.

Os segundos pareciam horas, os minutos dias. Ninguém falava com eles, não sabiam se ela estava bem, ninguém dava informações. Kizashi estava sem paciência.

 

- Vou ver o que está acontecendo. – Falou impaciente se levantando brusco, chamando atenção dos dois homens. – Nem ousem me seguir. – Olhou para os dois.

Antes que pudesse dar o primeiro passo, um médica apareceu.

 

- Boa noite, meu nome é Tsunade Senju. – Ela olhou para o primo que estava ali e ficou confusa.

 

- Ótimo, outra Senju. – Kizashi foi grosso. Ela apenas o ignorou e continuou.

 

- Senhor Haruno, eu sinto muito. Mas a placenta acabou se rompendo, e sua filha perdeu o bebê.

 

O tempo ali parecia ter parado com a informação. Tanto o Senju quanto o Uchiha arregalaram os olhos.

 

- O-o que? – Perguntou Mebuki.

 

- Não sabiam? A filha de vocês estava gravida de poucas semanas. Pra ser mais exata ela estava entrando no segundo mês de gestação. – Ela falou séria.

 

O mundo dos dois parecia ter caído diante do seus pés. Não, não podia ser verdade. Sakura não podia estar grávida. 

 

- Como? Quer dizer... – Kizashi estava sem reação

 

- Senhor e Senhora Haruno, o feto não suportou o impacto. Eu sinto muitíssimo. Ela esta na UTI. Mas não corre risco de vida, assim que for transferida para um quarto podem vê-la, mas por favor não contem nada sem a presença de um médico e eu recomendo que ela faça um acompanhamento com o psicólogo. – Assim Tsunade saiu deixando todos ali com seus próprios pensamentos.

 

- Você sabia disso? – Rosnou Kizashi para o Senju.

 

- N-não, ela e eu... – Ele olhou para o Uchiha que estava com a expressão mais atônica que ele.

 

 Kizashi olhou para Madara e suspirou alto, ainda não entendia o que estava acontecendo, mas não queria olhar para nenhum dos dois!

 

- Saiam, não quero vê-los aqui. Se algum de vocês ousar tentar se aproximar da minha filha, eu mesmo os mato. Entenderam? – Gritou tão alto que chamou atenção de todos. – Vão, saiam daqui! – Falou indo em direção a eles.

 

- Querido... – Mebuki segurou o marido. – Se acalme. – Seus olhos estavam marejados. – Por favor, vão embora. – Ela pediu para os dois.

 

 Assim cada um seguiu para o seu carro.

 

 

Madara

 

Não pode ser, não é verdade... eu sou um monstro. Fiz a mulher que eu amo perder meu filho, meu filho? Será que era meu? Deus eu queria voltar para a noite que a conheci e deixar tudo pra lá. Essa dor que estou sentindo é descomunal. Nunca desejei a morte, mas agora isso seria um alivio para o que estou sentindo. Mas não! Mereço sofrer e sentir isso, a culpa é minha... Sakura meu amor me perdoe.

 

Autora

 

Madara estava sem chão, socava sem parar o volante do carro, sentia nojo de si mesmo. Num impulso socou com tanta força o vidro de seu carro que acabou rachando e quase quebrando o pulso. Então permitiu-se chorar, as lágrimas saíram silenciosas e grossas pelo rosto másculo dele.

 

 

Tobirama

 

Minha pequena estava esperando um filho meu, eu não posso acreditar nisso não posso acreditar que ela perdeu nosso pequeno por minha culpa. Sakura, eu sinto tanto. Me perdoe, por favor me perdoe. E essa dúvida, não! O filho era meu, não dele. Por favor pequena, fica bem e volta pra mim.

 

Autora

 

O Senju chorava descontroladamente, gritava dentro do carro puxando os fios prateados com força. Queria sentir dor, sentir tudo o que ela sentiu. Desejou morrer naquele instante, queria trocar sua vida e devolver o pequeno para ela. Não sabia como seria sua vida dali pra frente, só sabia que tentaria a todo custo se redimir com ela.

 

A duvida crescia no peito dos dois, precisavam saber quem era o pai do filho de Sakura. Mas assim como a duvida a culpa também crescia em ambos. Não saiam do hospital, um sabia que o outro estava ali, mas tomavam o maior cuidado para que os pais de Sakura não os visse, tentavam a todo custo vê-la mas eram impedidos pelas recepcionistas que diziam que somente as pessoas autorizadas podiam subir. O Senju ainda tinha sua prima que lhe dava informações, segundo ela Sakura ainda não havia acordado e isso já fazia dois dias. A loira explicou que nesses casos o corpo demora pra se recuperar do choque.

Naquela tarde os dois estavam no estacionamentos quando viram uma longa cabeleira loira entrando no hospital. Conheceram na hora quem era, Ino a melhor amiga de Sakura. Esperaram que ela saísse para que pudessem falar com ela.

 

Ino ficou sabendo do acontecido por Neji, ela foi no dia seguinte para o hospital e foi recebida por Mebuki aos prantos contando o que aconteceu. A loira não suportou e chorou junto com a mais velha. Tinha se apegado ao pequeno mesmo que não pudesse vê-lo ou ouvi-lo. Mas ela e Sakura faziam planos que incluíam ele, Ino seria madrinha do bebê da rosada e receber uma noticias assim acabou com a loira. Não pode ver a amiga aquele dia, por sorte, apena Mebuki falou com ela e a alertou a voltar quando Kizashi estivesse mais calmo, porque o mesmo queria conversar com ela. Ino sabia que ele iria fazer mil perguntas sobre a condição de Sakura. Então se preparou mentalmente pra isso, claro que contaria tudo.

Então naquela tarde foi para o hospital com o psicológico pronto, ao chegar no quarto onde amiga estava, suspirou pesado e deixou as lágrimas correrem. Kizashi e Mebuki estavam silenciosos.

 

- Eu sinto muito... – Disse a loira pegando a mão da amiga que ainda se encontrava desacordada. – Prometo que ficarei do seu lado, como havia prometido antes. Só por favor, fica bem. – Ela pediu entre o choro.

 

Kizashi suspirou alto fazendo a loira o olhar.

 

- Você sabia, não é? – Foi direto.

 

- Sim... – Ela respondeu com receio.

 

- O que ela pretendia escondendo isso? Porque você não veio direto contar para nós? – Ele tinha um tom de voz um pouco alto.

 

- Ela disse que contaria no momento certo. E prometi não contar nada pra ninguém por que ela me pediu. – Ino falou

 

- Não importa garota! Olha o que aconteceu com a minha filha, se você tivesse vindo me contado o que estava acontecendo tudo poderia ter sido evitado! – Berrou Kizashi

 

- Importa sim! Sua filha é minha melhor amiga, ela confia em mim. Não quebraria sua confiança por nada nesse mundo. Então o senhor pode berrar o quanto quiser, nunca vou quebrar uma promessa. Nunca! – Ela berrou de volta.

 

- Por favor, vamos ficar calmos alguém pode entrar... – Pediu Mebuki.

 

- Está tudo bem senhora Haruno, eu já estou indo! – Ino ia sair mas Kizashi a parou fechando a porta novamente.

 

- O Senju era o pai? – Novamente foi direto.

 

- E-eu não sei... – Ela disse cabisbaixa.

 

- Como não sabe? Eles namoravam, só pode ser dele. – Mebuki falou.

 

- Sakura... – Suspirou. – Bom a Sakura, não namorava apenas o Senju... – Sentiu a respiração pesar com o olhar dos dois. – Ela também estava com o Uchiha.

 

- O que? – Kizashi gritou incrédulo. Mebuki arregalou os olhos. – Então ela nem ao menos sabia quem era o pai, aqueles dois corromperam da minha filha? – Rosnou

 

- Senhor, eu não sei quem é o pai, mas ela sabe. – Ino se virou para a amiga. – Por favor, não seja duro com ela. Sakura já sofreu muito. – Ino abriu novamente a porta e saiu deixando os dois ali perplexos.

 

Ino apertava o mil vezes o botão do elevador que não aparecia nunca, queria sair dali o mais depressa possível. Finalmente do lado de fora pode soltar o ar de seus pulmões. O sol quente entrava entre seus poros e ela levantou a cabeça fechando os olhos e pensando na amiga. Sentiu uma sombra e frangiu o cenho, abriu os olhos e viu o Uchiha a encarando. Ah não! Ela pensou.

 

- Você é a amiga da Sakura não é? – Ele levantou uma sobrancelha.

 

- Sim. – Disse ríspida.

 

- Preciso conversar com você, podemos ir para um café? – Perguntou.

 

- Não. – Ela se virou para ir embora e sentiu ele a puxar pelo pulso. – Me largue! – Rosnou.

 

- Uchiha, essa sua mania de ficar agarrando garotinhas é extremamente chato. – O Senju apareceu e Ino se soltou do moreno.

 

- Tsc. Sempre interrompendo, não é, Senju? – Eles se fitavam com fogo.

 

- Se me dão licença! – Ino virou-se para ir embora e Tobirama se pôs na frente.

 

- Por favor. Preciso de algumas respostas ou vou enlouquecer. – Ao contrário do Uchiha o Senju era educado e gentil. Entedia o porque de Sakura o amar, o mesmo tinha uma semblante agoniante e o deixava extremamente sexy. – Acredito que meu, “amigo” ali também. – Ele olhou para o Uchiha.

 

- Ok. Só porque você foi educado. – Ela fitou o Uchiha que apenas revirou os olhos e cruzou os braços. – Tem uma cafeteria aqui no hospital.

 

Se encaminharam para o hospital, encontraram uma mesa um pouco afastada do campo de visão dos outros. Ino não queria que os pais de Sakura a visse com os dois e muito eles queriam. Se sentaram e Ino suspirou alto, sabia que isso seria difícil.

 

- Como ela está? – O Uchiha se pronunciou.

 

- Continua desacordada... Os médicos dizem que é normal porque o corpo dela sofreu um grande trauma.  – Contou a loira.

 

- Mas ela vai acordar, não é? – Era visível a preocupação do moreno. O semblante aflito dele fez o coração da loira amolecer, ele era um estupido mas viu o quanto estava preocupado com a amiga.

 

- Segundo os médicos... Sim. O que nos resta agora é esperar. – Ino juntou as duas mãos sobre a mesa.

 

- Ino, Ino não é? – Ela assentiu. Tobirama colocou a mão dele sobre a dela. – Eu preciso saber... nós precisamos saber. – Ela engoliu a seco, sabia o que viria. – O filho que Sakura esperava, era de um de nós?

 

- O que? Claro, Sakura não tinha mais ninguém! – Afirmou ela.

 

- Mas é aquele cara do baile, eles pareciam íntimos. – Disse o moreno o que fez o prateado assentir com a cabeça.

 

- Neji é louco por ela. – Ino mentiu um pouquinho. Claro que Neji queria algo com a amiga, mas não era necessariamente louco por ela. Só disse isso para provocar os dois e mostrar a eles que Sakura podia muito bem arrumar um cara melhor. – Mas são apenas amigos.

 

- Então um de nós é o pai. – Ino assentiu. – Quem? – O semblante do prateado estava sério com a pergunta de Madara.

 

- Eu não sei, ela não me contou. – Falou

 

- Está mentindo. – Afirmou o prateado.

 

- Não estou, Sakura não me contou quem era o pai. E na verdade eu perguntei apenas duas vezes, na primeira quando vocês a deixaram naquele morro e ela disse que seu filho não teria pai. E a segunda na noite do baile onde eu mesma disse que tudo bem ela não saber quem era, mas Sakura me afirmou que sabia quem era.

 

Ao ouvirem que “Seu filho não teria pai” sentiram uma pontada forte no peito, pareciam ter ouvido a voz da rosada ali. Ino podia ver o que aquelas palavras causaram nos dois. Mas manteve sua postura rígida diante dos dois, não podia amolecer.

 

- Olha, eu amo a Sakura e amava aquele serzinho que crescia dentro dela...– A voz da loira saiu falha e um nó na garganta se fez presente, mas logo se recompôs. – Eu sei o que estão sentindo agora,  Sakura sofreu muito e quando acordar e perceber o que aconteceu irá sofrer ainda mais. Então por favor a deixem em paz.

 

- Não posso simplesmente deixa-la. – Afirmou o Uchiha.

 

- Ino, sua amiga é muito importante pra mim. – O prateado falou, arrancando um suspiro do moreno que Ino julgou ser de ciúme.

 

- Ela não pareceu tão importante quando a deixaram sozinha em um morro. Sabe o quanto foi difícil acha-la? Sabe o estado que ela se encontrava quando finalmente a encontramos? Sakura estava desolada, sem chão. Quando finalmente parou de chorar apenas repetia pra si mesma que jamais deixaria que o pai. – Encarou um depois o outro. – Tocasse em seu bebê. Dali em diante ela seguiu sozinha, fez planos. Vocês não podem simplesmente aparecer depois de tudo e bancarem os papais preocupados. Então sim, deixem ela em paz. – Ino se levou e encarou os dois novamente. – A dor que ela vai sentir quando acordar, vai ser a pior que já sentiu em toda sua vida. Então se a amam mesmo ficaram longe dela. – Assim a loira deixou os dois e foi embora.

 

 As palavras da loira pesaram em seus ombros, ela estava certa. Eles haviam a abandonado e agora estavam ali querendo reparar algo que foi causado pelo dois.

 

- Uchiha...  – Chamou o Senju que fitava a mesa. – Eu não vou desistir dela e sei que você também não. Então seja qual for a escolha dela, eu vou respeitar e espero o mesmo de você. – O olhou firmemente.

 

- Que assim seja, Senju. – O Uchiha se levantou e foi embora.

 

 

Sakura

 

 

Eu o vi, vi os olhos tão iguais ao do pai. Ele veio correndo pra mim e eu o peguei no colo abraçando forte. Seus bracinhos em volta do meu pescoço me segurando firme, a respiração ofegante pela corrida e sua testa levemente suada e o sorriso largo de felicidade. Ele disse que estava feliz, seu rosto alegre me fez sorrir involuntariamente. Ele me abraçava e eu o abraçava de volta.

- Preciso ir mamãe... – Disse me olhando com aqueles olhinhos brilhantes.

 

- Não, fica mais com a mamãe, filho... – Eu pedi mas ele já se remexia no meu colo.

 

Eu o larguei no chão com cuidado e me abaixei pra poder o olhar naqueles olhos lindos...

 

- Mamãe, eu amo você.

 

- Eu também amo você, pequeno.

 

O vi sorrir terno para mim e caminhar lentamente em direção a uma luz muito forte, o desespero tomou conta de mim e eu gritei para ele voltar, mas estava longe demais... e por fim. Desapareceu.

 

Ouvia barulhos em minha volta e não reconhecia nenhum som, sentia meus olhos pesados e meu corpo estava dolorido como se eu estivesse deitada a dias. Não me mexia e nem conseguia, parecia que algo estava em cima de mim. Abri os olhos lentamente e só enxergava branco, olhei para meu corpo coberto com um lençol fino, meu corpo levemente inclinado e ao meu lado uma cabeleira loira dormindo em uma cadeira e ao seu lado outra cabeleira rosa. Então percebi onde estava...

 

- M-mãe... – Senti uma ardência em minha garganta.

 

Ela acordou juntamente com meu pai, seus olhos inchados e preocupados pousaram em mim.

 

- Filha... – Então vi uma lagrima cair entre seu rosto maduro. – Eu sinto tanto... – Ela apenas apertou minha mão.

 

Então pude me lembrar do meu sonho, do meu pequeno se despedindo de mim... aquilo era um sonho? Ou realmente aconteceu? Ele estava mesmo me dizendo adeus? Não, por favor Deus, isso não pode ser verdade. Levei involuntariamente a mão sobre minha barriga, queria senti-lo de algum jeito. Mas... nada. Lembre-me daquela noite, da dor, do desespero que senti. Meu bebezinho... eu não posso tê-lo perdido. Meu Deus se isso for verdade, me leve também... 


Notas Finais


Confesso, chorei escrevendo esse capítulo.


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