História Amando um Uchiha e um Senju. MadaSaku - TobiSaku - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Hashirama Senju, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kizashi Haruno, Madara Uchiha, Mebuki Haruno, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Tobirama Senju
Tags Madara, Madasaku, Sakura, Tobirama, Tobisaku
Visualizações 370
Palavras 4.373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capitulo seguido sim!

Capítulo 2 - Prazer entre os dedos e ajuda inesperada.


Fanfic / Fanfiction Amando um Uchiha e um Senju. MadaSaku - TobiSaku - Capítulo 2 - Prazer entre os dedos e ajuda inesperada.

 

 

A semana demorou uma eternidade para passar. Sakura já tinha perdido as esperanças de que algum dos dois Senju entrasse em contato com ela. Por um momento pensou que tivesse anotado o número errado afinal estava um pouco alta. Mas viu que apenas estava inventando desculpas para si mesma, era óbvio que eles não ligariam para ela, afinal, ela era apenas uma criança. Naquela manhã estava no pátio do colégio com Ino, era hora do intervalo e Sakura estava impaciente queria ir embora. Ela havia contado tudo pra Ino sobre o que tinha acontecido naquela festa e como os Senju tinham defendido ela.

 

- Eu já disse, eles não vão me ligar Ino. Não vou ficar me iludindo. – Sakura suspirou para a amiga que era insistente em perguntar se algum deles haviam ligado.

 

- Ai testa, mas eles te defenderam dos Uchiha e te acharam bonita. – Insistente Ino.

 

- Porquinha, eles foram apenas educados comigo.

 

- Eu não acho que um homem ia ir pra cima de outro só por educação, ele não iria pedir seu número se não quisesse ao menos sair com você.

 

- Chega Ino, eles não querem nada comigo, sou apenas uma criança pra eles. Aposto que nem devem mais lembrar de mim! – Sakura deu um suspiro fundo e sentiu seu celular vibrar no bolso da saia. Ao pegar e ler a mensagem sorriu involuntariamente e mostrou a tela para Ino.

 

Oi flor de cerejeira. Eu sei que disse que mandaria mensagem, mas fiquei ocupado no trabalho durante a semana toda. Mas enfim, quer sair comigo amanhã a tarde?  Tobirama.

 

- Você dizia? – Ino zombando da amiga.

 

- Tá, que trabalho é esse que você não consegue nem ao menos dois minutos pra mandar uma mensagem? – Sakura guardando o celular no bolso

 

- Ei, você não vai responder? – Ino perguntou

 

- Não. Pelo menos ainda não, ele me fez esperar e eu também vou deixa-lo  esperando. – Sakura convencida.

 

- Você é má, acho que está andando muito comigo. – Disse Ino fazendo a amiga gargalhar.

 

Depois do intervalo voltaram para a sala de aula e o resto da manhã seguiu normalmente. Quando chegou na hora de ir embora Sakura resolveu ir até uma cafeteria e ler um pouco. Não gostava de ir direto para casa afinal ninguém estaria lá mesmo. Entrou na cafeteria e pediu um café forte e sem açúcar. Enquanto se perdia na leitura alguém sentou a sua frente.

 

- Ai está o novo brinquedinho dos Senju. – Aquela voz... Sakura levantou os olhos e viu aquele ogro que quase quebrou seu pulso sentado a encarando.

 

- O que quer? – Perguntou ríspida. – Tem outras mesas que você pode sentar. – Indicou com a cabeça.

 

- Porque? Aqui pra mim está ótimo. – Respondeu com um sorriso cínico no rosto.

 

- Então eu saio. – Pegou a mochila, o livro e o café e ia se levantar. Mas novamente ele a segurou. – Me solta! – Rosnou pra ele.

 

- Quer parar de gritar? Está chamando atenção das outras pessoas. Eu só quero conversar. – Disse o homem a olhando sério.

 

- Não tenho nada pra falar com você. Me deixa em paz! – Se soltou e caminhou até a saída.

 

- Me diz pelo menos seu nome. – Ele era insistente e isso a deixava irritada.

 

- Não te interessa, Uchiha. – Disse a ultima palavra com desprezo. E voltou a caminhar

 

- Bem como eu esperava do novo brinquedinho dos Senju. – Riu debochado. Ela parou e o encarou.

 

- Eu não sou brinquedinho de ninguém! – Ela bufou para ele e seguiu seu rumo.

 

 

 

     Madara

 

 

Garota irritante, quem ela pensa que é? Ninguém fala daquele jeito comigo. Ela ainda vou encontra-la novamente. Sei muito bem de onde é aquele uniforme a vida dessa garota vai virar um inferno! Não sei porque diabos me aproximei dela aqui, mas não importa aqueles Senju me pagam, agora que conheço seu novo brinquedinho vai ser fácil atingi-los. Eles não perdem por esperar.

 

Autora

 

Sakura chegou em casa, subiu para o seu quarto e bateu a porta. Estava com o sangue fervendo, ela não queria mesmo ter olhado na cara daquele ser desprezível novamente. Não depois do jeito que ele a tratou, a chamando de criança. Afinal porque ele queria saber seu nome? Esse pensamento rondou sua cabeça rosada. Lembrou-se da mensagem que Tobirama havia lhe enviado, puxou o celular e decidiu responder.

 

Oi, ah não se preocupe pela demora. Eu aceito sim, onde vamos?  - Sakura

 

Antes de guardar o celular dentro do bolso sentiu o vibrando novamente.

 

Em um lugar especial é apenas o que vou contar. - Tobirama

 

Ele respondeu e ela sorriu.

 

Certo. Que horas e onde nos encontramos? – Sakura

 

 As 15:00 pm, eu vou te buscar. Não se preocupe. – Tobirama

 

Sakura tinha um sorriso bobo no rosto, apenas respondeu “ok” e foi pro banho.

 

Tobirama

 

Finalmente decidi mandar mensagem pra rosinha, queria ter entrado em contato antes mas estava em duvida se deveria mesmo fazer isso. Ela é muito gostosinha mas menor de idade. Não que eu seja velho, mas não quero complicação. Sou advogado e sei as consequências de me envolver com uma garota tão nova. Mas não me aguentei, aquela menina tem algo que realmente me deixou louco, talvez por ter enfrentando aqueles Uchihas malditos, eu não sei. Mas quero vê-la novamente.

 

- Quem é a vitima ? – Meu irmão entra na minha sala enquanto eu guardo meu celular e o fito com semblante irritado. – Não vai me dizer que é a rosada? – Ele ri e eu apenas fico o olhando. – Nossa irmão, não sabia que gostaria de ir preso, sabe muito bem as consequências de se relacionar com garotas tão jovens.

 

- Eu sei Hashirama, não precisa me lembrar. Só vamos dar uma volta, não tem nada de mais nisso. – Digo para ele mas tentando convencer a mim mesmo.

 

- Sei... só toma cuidado. Isso pode dar merda e explodir na empresa. – Ele me alerta como se eu não soubesse.

 

- Estou a par disso também, agora por favor saia. Preciso terminar meus relatórios. – Ele fecha a porta e me perco nos meus pensamentos. Ele tem razão e eu sei disso, mas quero pelo menos vê-la uma ultima vez.

 

Autora

 

No dia seguinte Sakura acorda com uma ponta de ansiedade, não sabia o que esperar do seu “encontro” com Tobirama, se é que possa ser chamado de encontro, afinal ele não tinha comentado nada sobre. Não fazia a menor ideia de onde ele a levaria só disse que seria em algum lugar “especial” tratou de vestir uma saia jeans azul escura e bem apertada. Sua cintura era bem alta o que deixou a rosada livre pra escolher uma moletom cropped na cor branca e nos pés claro seus coturninhos. Deixou o cabelo curto solto e passou apenas um gloss, não queria se arrumar tanto. Estava passando seu perfume quando ouviu um carro buzinar na frente de sua casa, olhou pela janela do quarto e viu uma bmw  branca parada e do lado de fora o prateado usando uma bermuda de moletom cinza, uma camiseta de mangas longas pretas e um colete e pequenas botas. Sakura desceu correndo e abriu a porta e fechando logo em seguida. Quando ele a viu sorriu largo, que fez ela pensar no sorriso lindo que ele tinha.

 

- Oi Sakura, você está muito bonita. – Tobirama olhando ela de cima em baixo. O que a fez corar.

 

- Oi, obrigada, você também está bonito. – Ele sorriu e abriu a porta do passageiro para ela.

 

- Então onde vamos? – Perguntou ela curiosa.

 

- Você é bem curiosa não é? Bom, você vai gostar do lugar. – Ele respondeu ligando o carro.

 

O caminho todo eles foram conversando. Sakura contou um pouco sobre a família dela.

 

- Então você é filha do juiz Kizashi Haruno? Isso sim me pegou de surpresa. – Tobirama disse enquanto dirigia.

 

- Porque? O que tem de mais?

 

- Ah eu sou advogado, seu pai já pegou alguns casos meus e do meu irmão, ele é um bom homem. – Respondeu

 

- Não creio que você é advogado também, bom eu consegui entrar em Harvard e vou para lá ano que vem. – Disse animada

 

- Parabéns, você realmente merece. Harvard é uma universidade muito respeitada tenho certeza que vai se dar muito bem lá.

 

- Obrigada. – Ela olhou para fora e viu que estavam bem fora da cidade. – Está pretendendo me sequestrar? – Disse ela um pouco nervosa.

 

- O que? Claro que não, já estamos chegando. – Sakura apenas assentiu e se encolheu no banco de couro do carro.

 

Depois de mais ou menos 15 minutos eles pararam em frente ao um grande portão de ferro que estava bem enferrujado. Tobirama saiu do carro, tirou uma chave do bolso e abriu o portão empurrando com força até que se abrisse totalmente. Voltou para o carro e seguiu o caminho por uma estrada cumprida e cheia de árvores em volta.

 

- Ok, agora estou definitivamente preocupada. – Sakura disse

 

- Calma rosada, não tem o que temer, olha lá chegamos. – Ele apontou com o dedo.

 

 Os olhos de Sakura brilharam com a imensa casa que havia ali, a construção era do século XIX. Bem antiga e linda, mas um pouco maltratada pelo tempo, suas janelas estavam quebradas, havia vidros por todo o chão. A pintura descascada, mas mesmo assim era linda demais.

 

- Gostou? – Ele perguntou para ela.

 

- É linda, é sua?

 

- Agora é da minha família. – Ele respondeu

 

- Agora? – Ela estava confusa.

 

- Sim, essa casa pertencia aos Uchiha, faz alguns anos que é nossa. Mas eles vivem querendo ela de volta. –

 

- Por isso que suas famílias não se dão bem? – Perguntou ela curiosa e ele apenas suspirou.

 

- É, mais ou menos isso. A anos atrás uma Senju se apaixonou por um Uchiha e eles se casaram, mas sabemos que os Uchiha são gananciosos e tomaram toda a herança da Senju a moça na época ficou sem nada, sem casa, sem família e acabou se suicidando. Por isso são ricos hoje em dia. A nossas custas. – Ele riu. – A casa era dos meus primeiros ancestrais então passou a ser dos Uchiha e depois de alguns anos a compramos de volta.

 

- Nossa, que horror. – Sakura levou a mão na boca. – Agora entendo porque se odeiam tanto.

 

- Vamos mudar de assunto, sim? Quero te mostrar como é lá dentro.  – Ele e levou para a porta da frente e a abriu. O cheiro de mofo estava muito forte, a casa toda tinha uma imensa camada de poeira. Tobirama pegou na mão de Sakura que ficou surpresa com o toque do rapaz. Eles caminharam até uma sala de musica e ali havia um piano, ao contrário de todos os outros instrumentos o piano estava totalmente inteiro e sem pó. Ele se sentou no banco e deu tapinhas para que ela se sentasse ao lado dele.

 

- Você toca? – Perguntou ela surpresa.

 

- Uhum, eu gosto de vir aqui pra tocar. – Ele respondeu.

 

- Porque vir tão longe pra tocar piano? – Sakura estava confusa.

 

- Eu gosto do silencio que esse lugar tem, me sinto bem aqui. Então venho pra cá compor.

 

- E sempre trás garotas pra cá? – Ela soltou mas se arrependeu.

 

- Na verdade, você é a primeira que eu trago. – E ela realmente era. Sakura sorriu envergonhada

 

- Toque uma de suas canções pra mim? – Pediu ela.

 

- Não sei se você merece. – Ele empurrou ela com os ombros.

 

- Ah qual é, você me trouxe aqui. Provavelmente irá me trancar no calabouço depois junto com todas as suas outras vítimas. O máximo que pode fazer é tocar pra mim.  – Brincou ela devolvendo o empurrão.

 

- Está bem, mas vai ter que prometer que não irá resistir quando eu te pegar. – Ele tinha um sorriso malicioso nos lábios o que fez a rosada ter segundas intenções. Então ele começou a tocar uma melodia calma, os dedos eram ágeis e se moviam lentamente contra as teclas. Sakura sentiu seu corpo ser atingido pela melodia e seu coração aquecer.  Quando acabou ele olhou para Sakura que estava com os olhos fechados. Pensou em como ela era linda. E tocou seu rosto com as costas da mão. O toque fez a rosada abrir os olhos lentamente e aqueles orbes verdes o encarar surpreso. Tobirama levou a mão para a nuca de Sakura e colou suas testas. A respiração do prateado estava descompensada e a dela também.

 

- O-o que está fazendo? – Perguntou ela.

 

- O que eu deveria ter feito naquela sexta feita. – Olhou novamente nos olhos dela e a beijou, a língua dele explorava a dela calma e intimamente. Quando se separaram em busca de ar Sakura o olhou.

 

- Vem, quero te mostrar o resto da casa. – Ela apenas assentiu e deixou ser guiada por ele, visitaram vários outros cômodos a casa era maravilhosa, uma pena estar em um estado tão deplorável. Saíram de lá ao anoitecer, no caminho de volta eles conversaram normalmente. Quando ele finalmente parou na frente da casa da rosada. Antes que ela pudesse sair ele a segurou pelo pulso a puxando para o banco.

 

- O que foi? – Ela perguntou confusa.

 

- Me desculpa, não queria ter te forçado a fazer alguma coisa. – Ele se referindo ao beijo.

 

- Você não forçou, eu gostei. – Ela disse corando e olhando para as pernas nuas.

 

- Eu também... – Pousou a mão grande dele na coxa dela. E engoliu a seco com o toque. Sakura se aproximou mais e dessa vez quem tomou a iniciativa foi ela. O beijou novamente, mas esse beijo era mais sedento e desejoso.

Tobirama passou as mãos grandes em toda a coxa dela e apertou fazendo a rosada gemer dentro de sua boca e ele rir satisfeito.

- Não solta esses gemidos... eu não vou conseguir me segurar. – Ele já estava ficando duro.

 

- A culpa é sua. – Ela respondeu, sua intimidade já estava pulsando.

O Senju a puxou para mais perto de si segurando sua cintura firmemente, enquanto a beijava cheio de desejo. Ele colocou uma das pernas dela em sua coxa deixando as pernas da mesma propositalmente abertas, ele acariciava a parte de dentro das coxas de Sakura e sentia a pele dela se arrepiando com os toques, o sentia apertar e arranhar sua carne e ela apenas arfava. Ele subiu mais a mão e tocou a intimidade dela por cima da calcinha.

 

- Tobirama... – Seu nome saiu dos lábios dela como um gemido e sentiu seu membro pulsar.

A estimulou por cima da calcinha enquanto ela gemia baixinho entre o beijo. Com a outra mão subiu o cropped apertando suavemente um dos seios dela por cima do sutiã. Levou a mão para as costas dela e soltou o sutiã e conseguiu finalmente segurar o seio médio entre a mão. Colocou a calcinha dela de lado e acariciou seu clitóris suavemente Sakura gemeu baixinho.

 

- Você está tão molhada... – Ele queria tirar toda a roupa dela e fode-la ali mesmo. Desceu mais passando o dedo na entrada de sua intimidade, forçou  pra poder entrar e ela o impediu.

 

- E-eu sou virgem. – Essas três palavras fizeram seu membro pulsar forte dentro da calça.

 

- Tudo bem, hoje eu só vou te faze gozar. – Voltou a estimular o clitoris dela, subindo o cropped juntamente com o sutiã expondo os seios médio, ele abocanhou um deles. Passando a língua e mamando de leve. Enquanto seus dedos trabalhavam na intimidade encharcada da garota.

 

- Continua... – Ela pediu num sussurro.

 

- Goza pra mim Sakura. – Ordenou ele. Movendo os dedos mais forte fazendo ela arfar.

 

- Ah... Tobirama... – Ela gozou nos dedos dele, enquanto o mesmo chupava seus seios lentamente. Ele se afastou e tirou os dedos da intimidade dela e levou até a boca lambendo.

 

- Docinho. – Deu um sorriso malicioso. Ela virou um pimentão com essa atitude.

 

- E-eu preciso ir... – Disse ela com a respiração pesada e o rosto totalmente vermelho.

 

- Eu quero te ver de novo, tá bom? – Pediu.

 

- S-sim. Eu também quero. -  E ela realmente queria.

 

Ao se despedirem Sakura entrou correndo em sua casa, passou por seus pais e foi direto para o quarto deitando na cama. Levou sua mão até a intimidade molhada e mordeu o lábio inferior com força. Ela tinha um misto de excitação e ansiedade percorrendo o corpo, ele disse que queria vê-la de novo, mas seria pra terminar o serviço? Ele tinha dito que iria somente a fazer gozar “hoje”. Então ele queria vê-la de novo pra terminar ou porque gostou dela? Essa duvida penetrou fundo na mente da rosada.

 

Tobirama

 

Não acredito que tive ela literalmente entre meus dedos e não pude fode-la, essa garota mexe comigo de um jeito louco! Eu queria muito estar dentro dela. Meu pau está latejando e doendo, preciso me aliviar e vai ser aqui mesmo. Pensa Tobirama, pensa em quando puder fode-la, romper aquele pequeno pedacinho de pele se afundar nela.

- aaah Sakura... – Gozei entre meus dedos. E agradeci mentalmente por meu carro ter películas escuras.

 

Autora

 

 

Era segunda-feira, Sakura e Tobirama trocaram várias mensagens durante o domingo e tinham combinado de se ver na terça-feira, ele queria leva-la para assistir um filme, só não disse onde eles iriam assistir.

Sakura estava esperando Ino do lado de fora do colégio, estava bem impaciente já que a porquinha estava quase atrasada e consequentemente iria atrasa-la também. Ao olhar para rua um jaguar  preto passou lentamente, os vidros eram completamente pretos e não conseguia ver quem dirigia. Mas a rosada ficou encantada pelo carro afinal era uma maquina e ela gostava muito de carros.

A atenção de Sakura foi direcionada pra uma certa loirinha vindo quase correndo em sua direção.

 

- Está atrasada porca! – Sakura cruzando os braços sobre o peito.

 

- Desculpa testa, mas eu acabei dormindo de novo. – Ino estava ofegante pela correria.

 

- Vamos logo. – A amiga apenas assentiu e seguiram para a entrada. Sakura olhou novamente e o carro havia parado do outro lado da rua. Ela gostaria muito de saber quem estaria dirigindo.

 

A aula passou normalmente, logo era hora de ir embora. Mas Sakura decidiu ficar mais um pouco precisava passar na biblioteca devolver alguns livros. Perdeu a noção do tempo enquanto lia um livro, já deveria estar em casa. Ao sair do prédio notou o céu completamente escuro.

 

Sakura

 

Ah não, não pode chover. Não agora. Aguenta ai tempo, me deixe chegar em casa antes não quero mesmo me molhar. Mas era tarde os pingos grossos já caiam forte sobre meu corpo e logo a chuva se tornou mais forte e senão bastasse isso tinha um vento que levantava tudo inclusive minha saia que eu não conseguia manter no lugar. Ah que ódio porque não fui embora com a Ino. Pensei em ligar para o meu pai para que ele me buscasse, mas sei o quanto é ocupado. Mas sinceramente não estava afim de pegar chuva. Decido seguir me caminho normalmente, mas sinto que estou sendo seguida e isso me faz apressar os passos. Olho sobre os ombros e vejo o jaguar preto, meu coração acelera. Agora estou correndo pelas ruas tentando me livrar daquele carro que me acompanha praticamente ao meu lado! Até que não aguento mais correr e ele para, eu tinha vontade de gritar mas já não tinha mais folego.

 

- O que você quer? Porque está me seguindo? – Grito desesperada e vejo o vidro abaixar. – Seu filha da... – Sussurro quando vejo quem é e que está rindo da minha cara.

 

Madara

 

Passei o dia andando pelas redondezas do colégio da rosada, vou me aproximar dela pra tocar os Senju de alguma maneira já que se empenharam tanto em protege-la. Já tinha passado do almoço e nada daquela garota sair, resolvo dar mais uma volta e quando vejo ela esta caminhando lentamente pela calçada e eu resolvo segui-la. A mesma começa a andar mais rápido quando percebe que está sendo seguida, o vento levanta a saia rodada dela mostrando a polpa da bunda. Ela é bem gostosinha, tinha notado isso naquele dia e sinceramente se o Senju não tivesse me impedido eu teria comido ela bem gostoso. Ela começou a correr, aposto que está com muito medo. Isso me faz rir, adoro causar medo nas pessoas, eu sei que sou sádico. Ela do nada para e fita meu carro eu também acabo parando.

 

- O que você quer? Porque está me seguindo? – Grita desesperada e eu abaixo o vidro do meu carro rindo muito da cara dela.

 

- Quer uma carona? – Pergunto ainda rindo.

 

- Nem fodendo eu vou entrar ai com você, pode dizer porque está me seguindo? – Tenho que admitir ela fica gostosa molhada assim.

 

- Não estava te seguindo. – É só o que digo, mas na verdade eu estava sim.

 

- Ata, eu acredito seu velho pervertido! – Ela grita, mas eu não sou velho, tenho 29 anos ela que é uma criança.

 

- Entra ai, eu te levo pra casa. – Ofereço a carona mesmo sabendo a resposta. Mas fico preocupado com ela nessa chuva, com um corpinho pequeno desses certamente vai ficar doente se continuar tomando essa chuva forte. Ela apenas nega com a cabeça com um semblante confuso. – Entra na merda do carro garota! Não vou fazer nada com você, olha só seu estado.

 

- Não vou. Me deixa em paz seu troglodita! – Ela rosna pra mim e se vira indo embora, mas antes de dar dois passos tropeça e cai de joelhos em cima da calçada.

 

Instintivamente levo meu corpo pra fora do carro e corro até ela que ainda está no chão, tento pega-la no colo e mesma se debate tentando me afastar e gritando coisas que eu nem quero repetir.

 

- Para com isso sua irritante, não está vendo que está sangrando? – Aponto pro joelho dela jorrando.

 

- Ai ai, está doendo. – Ela diz segurando a perna.

 

- Vem, eu te ajudo. – Segurou ela pela cintura a colocando de pé. É fácil pois é tão leve que poderia fazer isso o dia todo. Ajudo a entrar no meu carro mesmo ela hesitando várias vezes, essa garota só me da dor de cabeça!

 

 Quando finalmente consegui fazer ela entrar, passei o cinto pelo seu pequeno corpo e fui para o banco do motorista.

 

- Você é um ogro até quando tenta ajudar! – Ela rosna no meu ouvido, que vontade de soca-la

 

- Você é muito chata garota, eu te fiz um favor e olha só estou completamente encharcado agora. – Rebato

 

- Não te pedi pra me ajudar, foi porque quis troglodita! – A olho muito irritado, minha vontade era de coloca-la para fora do meu carro. Mas meu consciente diz que é errado.

 

- Essa sua boca linda não sai palavras que não sejam insultos? – Não tinha notado que havia dito que a boca dela era linda. Vi ela corar com meu comentário e isso me deixou feliz por dentro. – Eu vou te levar pra um hospital, certamente vai precisar dar pontos nisso ai.

 

- Ok, obrigada. – Ela diz num tom de deboche e eu apenas reviro os olhos.

 

- Vai me dizer seu nome agora ou terei que ficar te chamando de irritante?

 

- Sakura. – Ela diz de uma vez. Nome bonito. Flor de cerejeira

 

- Me chamo Madara, não posso dizer que é um prazer. – Vejo ela bufar.

 

Seguimos o caminho em silencio, tirei do porta luvas um pano e dei para ela colocar no joelho. Notei que ela estava com frio e liguei o ar quente do carro. Isso a fez relaxar e se afundar no banco de couro e os pequenos tremores sessarem. Seu corpo é tão pequeno, a camiseta colada no corpo, consigo ver os bicos dos seios médios duros, isso da um gás pra minha imaginação. Tento afastar esses pensamentos, mas é difícil com ela molhadinha assim.  Ao chegamos no estacionamento do hospital tiro meu cinto e me encaminho a porta do passageiro. Abro e ela tira seu cinto, tento ajuda-la mas como sempre é muito carinhosa, nega minha ajuda. Tenta dar alguns passos e quase cai novamente e eu a seguro pegando ela no colo a fazendo bufar.

 

- Acredite, não estou gostando disso também. – Desdenho e ela revira os olhos.

 

Adentro o hospital com ela nos meus braços, vejo que atenção de todos se voltam a nós e eu não me importo com isso. Todos ali me conhecem e certamente devem estar pensando besteiras, afinal não tenha uma reputação muito boa com as mulheres. Uma enfermeira se aproxima e eu conto o que houve, claro omitindo que estava seguindo ela. A enfermeira a leva para uma sala e ficam lá por uns 30 minutos e eu estou impaciente aqui. Estava quase entrando lá pra saber se ela estava bem quando a porta se abre e a fecho saindo escorando nas paredes e mancando.

 

 - Deixa eu te ajudar. – Eu fui até ela esperando ouvir suas negações, que dessa vez não veio e eu fiquei surpreso. – Olha só, sem recusas. – Digo debochado

 

- Só me leva pra casa. – Ela pediu e eu assenti.

 

Entramos e eu ligo o carro, saímos rapidamente daquele lugar, odeio hospitais.

 

- Onde você mora? – Pergunto.

 

- No bairro das flores. – Diz sem emoção, conheço esse bairro é de classe alta, ela deve ter pais ricos.  Assim continuo o trajeto sendo guiado por ela.

Quando finalmente chegamos, olho a imensa casa onde ela mora, a rosada tem mesmo pais afortunados. Mas, espera. Já estive nessa casa.

 

- Você é filha do juiz Haruno? – Pergunto antes dela sair do carro.

 

- Sim, porque? – Responde seca, que novidade.

 

- Nada. – Ela me encara por algum tempo.

 

- Bom, obrigada por me ajudar mesmo sabendo que foi você que causou meu acidente. – Eu apenas reviro os olhos. Não vejo ela se aproximando e viro meu rosto pra responder e acabo recebendo um beijo dela, que certamente seria na bochecha. Ela se afasta rápido assustada e completamente corada.

O toque macio dos lábios dela nos meus só me fizerem querer mais. Mas não, eu não posso.

 

- E-eu... vou indo. – Ela saiu do carro apressada e eu a olho entrar na imensa casa. Deito minha cabeça para trás sentindo-me como um adolescente. O que porra é essa que está acontecendo comigo? 

 

 


Notas Finais


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