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História Amante - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Notas finais do capítulo foram atualizadas (2020) se puderem dar uma lida ao terminar, agradeceria!

Capítulo 1 - Capítulo Único (ou não, se muita gente quiser continuação)


Título: Amante

Autora: Toynako   

Série: Sherlock (BBC)

Casal: Sherlock x John

Classificação: +13

Gênero: Shounen-ai

Criada em: 15/08/19

––x.I.x––

Amante

 

  Os sons dos ventos marítimos passavam fortemente pela praia, fazendo o ar ficar mais gélido do que deveria ser. Seria uma tarde de outono como todas as outras, se não fosse o fato de existir dois corpos postados na beirada da água, de mãos dadas, obviamente afogados.

“— A ruiva, chama-se Willow e a morena Tara.” – explicou o inspetor Lestrade, segurando um tablet em suas mãos, avaliando os arquivos da polícia.

“— Mais alguma informação sobre elas?” – questionou John, colocando lentamente um par de luvas branco.

O menor aproximou-se do corpo, olhando brevemente em volta em busca de quem realmente deveria estar ali. A área toda estava demarcada e haviam vários policiais ao redor, afugentando os turistas que, obviamente não iriam para a praia em uma tarde de outono por conta do frio do ambiente.

“— Sherlock está com os outros dois corpos.” – o inspetor aproximou-se, tendo compreendido a dúvida no olhar do médico.

“— Dois homens, correto?” – um suspiro longo escapou de seus lábios, abaixando-se ao lado do corpo para dar início ao minucioso trabalho.

“— Sim, ambos ainda não identificados. Por isso Sherlock está primeiro neles, em busca de informações.”

Com um respirar fundo, Watson voltou ao seu trabalho, avaliando o que estava ao seu alcance. Logicamente o mesmo não tinha uma perspicácia igual ao de Sherlock, mas buscava auxiliar no que era bem-vindo. Com cerca de dez minutos sua investigação pessoal, conseguira a hora mais exata da morte bem como notar uma estranha contusão na cabeça de ambas. Provavelmente ocasionado pelos corais que existiam por esta região.

“— Mais um casamento acabado?” – questionou Sherlock, aparecendo no lugar, dando uma rápida olhada.

“— Elas eram amantes de alguém?” – John levantou-se, recuando um passo, dando lugar para que o amigo investigasse.

“— Não, são casadas. Os outros dois que vi também eram.”

“— Casadas... Uma com a outra?”

“— Há alguma outra forma de laço matrimonial que seja aceito na Inglaterra?” – um sorriso fino brotou em seus lábios, voltando atenção ao outro ao lado “— Que me lembre, você não mostrou nenhum receio ao meu possível interesse em rapazes que alegou logo que nos conhecemos.”

“— Como?” – corou, olhando para Lestrade que apenas engasgou com o nada e tratou de sair de perto “— Na-não era exatamente isto a que me referia... Não tenho nada contra, apenas..” – calou-se, notando o sorriso do detetive ampliar-se “— Você está brincando comigo..?”

“— Lento como sempre, John.”

O olhar divertido do detetive fizera John engolir em seco, recuando um passo – deixando-o trabalhar em paz. O mesmo não sabia dizer há quanto tempo sentia alguma coisa estranha sempre que encarava-o. Como se pequenas agulhas fossem espetadas em seus dedos, um formigamento duvidoso que espalhava-se pelo corpo. Logicamente não era nenhum problema de saúde, já que por garantia fizera um check-up em si mesmo.

Um barulho de celular acabou tirando a atenção dos próprios pensamentos de John, onde ao pegar o aparelho, ficou encarando por alguns instantes a tela. Era sua atual namorada, Brenda, uma moça gentil e divertida que trabalhava na cafeteria perto do hospital.

“— Ela não possui mais interesse no relacionamento.” – comunicou Sherlock, olhando com uma pequena lupa a garota ruiva.

“— Como?” – piscou os olhos, abaixando o celular e ignorando-o por hora, fitando o amigo “— Elas iam se separar?”

“— Estou falando de você. ”

“— De mim..?”

“— Atenda a...” – parou o que fazia, erguendo o rosto em direção ao outro “— Qual é o nome dessa mesmo?” – questionou, já que não era uma informação digna de ser guardada.

“— Brenda... E como soube que era ela ligando?”

“— Simples, você sempre encara a tela do celular por alguns instantes antes de atender, e esse tempo se amplia em cerca de dois segundos a mais quando estamos em um caso. Claramente você se questiona se é hora apropriada para atender ou se escutar a voz da garota é algo que queira mesmo neste momento.” – deduziu.

“— Incrível...”

“— Para completar, ela sempre deixa chamando o aparelho até que o próprio celular desligue a ligação... Por sinal, você tem mais dois toques, antes dela escutar a sua voz pela caixa de mensagens.”

“— Vou atender.” – disse firme, dando um suspiro e afastando-se mais, virando-se de costas para pegar um pouco de privacidade.

“— Deveria ressaltar que nem você tem interesse mais na relação..? ” – murmurou baixo, dando de ombros.       

Sherlock observou por mais alguns instantes John de costas, voltando sua atenção para as garotas diante de si logo em seguida. Observou-as bem, conseguindo juntar as informações com os rapazes que encontrou anteriormente.

Sendo assim, levantou-se e ajeitou bem sua roupa, erguendo a gola do seu casaco. Não demorou muito em buscar o amigo com os olhos, ainda vendo-o mais afastado, perto do mar, conversando ao telefone.

 Essa era a única parte de John que não conseguia entender, o porquê da necessidade constante de estar em um relacionamento. O trabalho já deveria dar tudo o que o mesmo precisaria, contato físico não era algo tão importante assim a ser levado em conta. Eram apenas respostas feitas e criadas por sinapses, nada que uma das drogas que a si usava – e claramente não usava mais – não providenciasse. Soava como se fosse incompleto o que dava para aquele homem. Guardou logo sua lupa, indo até o menor e pegando o aparelho dele.

“— John está comigo agora.” – avisou firme para quem quer que estivesse do outro lado da linha, desligando o aparelho.

“— Sherlock!” – exaltou-se, vendo-o devolver o aparelho, olhando feio para o outro.

“— Não temos tempo para uma noite de sexo, John. Estamos em um caso.”

“— Como você..”

“— Você estava com o mesmo sorriso de sempre, quando alguma de suas namoradas oferta que você passe a noite na casa delas. ” – cortou-o da pergunta que iria fazer.

Claramente John ficou chateado com a atitude do amigo, encarando-o com repreensão. Sabia que Sherlock era mimado, mas agir com pessoas em volta que não o conheciam direito, fazia-os o odiar a primeira vista – ou primeiro monólogo explicativo.

Deu um suspiro fundo, levando a mão ao rosto e passando por esse, acalmando-se enquanto guardava o aparelho. Não havia muito que ser feito, estavam em um caso realmente e iria gentilmente explicar para sua namorada que não poderia aceitar o vinho com queijo que a mesma havia ofertado. Respirou fundo outra vez ao tirar a mão do rosto, não estava tão apaixonado pela moça como imaginou a princípio. Brenda era linda, delicada, uma mulher perfeita que muitos homens ficariam aos pés dela. No entanto não era alguém que realmente fez John ficar aos seus pés.

Sempre havia essa questão, no início do namoro era tudo perfeito. Até os casos começarem a vir e, querendo ou não, priorizava-os... Depois dos casos, Sherlock ocasionalmente o chamava em momentos inoportunos, só para que no fim usasse o seu celular ou fizesse alguma pergunta sem nexo. E, como um ciclo que se repetia, priorizava o amigo. Talvez, estivesse casado com o trabalho igualmente o detetive ou, no pior dos casos, sendo o amante do próprio detetive.

“— Certo Sherlock... Vamos.” – suspirou, dando de ombros e concordando, seguindo com o mais alto.

—X—

 

O resto da noite decorreu em investigações, com mais outros dois casais homossexuais encontrados mortos em pontos diferentes da cidade, tudo indicando que o suspeito havia uma clara preferência em suas vítimas. Sherlock avaliava tudo com calma, animado com a agitação do caso, não tendo nenhum decente em semanas. Por mais mórbido que fosse, o detetive alegrava-se internamente ao se deparar com um novo conjunto de pistas – consequentemente, corpos.

Já o médico, este era o lado que balanceava toda a agitação do outro homem. Sendo a âncora que o prendia ao lugar, evitando que seguisse a deriva e não houvesse mais retorno. A cada olhar brilhante diante de um novo corpo, havia uma repreensão séria no rosto de John, que logo fazia o mais alto entender que estava exagerando.

Se balanceavam, e todos viam isso a volta. Tanto o detetive fazia bem ao médico, quanto o reverso era verdadeiro – mais verdadeiro ainda que o primeiro.

Ao chegarem em casa – o antigo apartamento 221B da rua Baker –, após uma série de pistas tomadas e anotadas mentalmente por Sherlock, o dia já havia amanhecido há poucas horas. Watson finalmente tirara o casaco grosso que usava, deixando-o na cadeira dependurado por hora.

“— Por hora, irei tomar um banho e tirar um cochilo, avisei que chegaria mais tarde hoje ao serviço.” – informou o médico, vendo a porta retornar a abrir.

“— Bom dia meninos.”

“— Bom dia senhora Hudson. ”

O único a responder fora John, já que Sherlock não demorou em seguir ao sofá, deitando-se neste e ficando a encarar o teto, prendendo-se no próprio palácio mental. A senhoria não importou-se, entrou mais no apartamento, trazendo uma bandeja de frescos e quentinhos biscoitos, recém assados por esta.

“— Achei que poderiam estar com fome.” – sorriu-lhes gentil.

“— Só a senhora mesmo, um anjo.” – riu baixinho, indo até a senhora, sorrindo mais e pegando a bandeja “— Vou fazer um chá para acompanhar, será melhor cochilar tendo ingerido algo.”

“— A noite de vocês fora agitada, não?” – a mulher seguiu-o até a cozinha, tomando a dianteira “— Sente-se, por favor, eu faço.” – ofereceu-se prestativa.

“— Sim... Ao que parece quem quer que esteja fazendo isso, busca por casais homossexuais...” – comentou ao sentar-se à mesa.

“— Oh, meu deus...” – chocou-se, levando uma das mãos aos lábios, logo começando a preparar o chá “— Você e Sherlock precisam tomar cuidado.”

John olhou incrédulo para a senhoria do apartamento, ainda com um pedaço dos biscoitos que a mesma fez, em seus lábios. Talvez por conta do período acordado, estivesse lento e demorara mais que o normal para entender o que a mesma havia insinuado.

“— Quê?” – arregalou os olhos, pegando o biscoito e tirando-o de sua boca “— Eu e Sherlock não somos um casal...”

“— Querido, para mim não precisam esconder.” – riu baixinho, preparando o chá ainda “— Está claro na forma como se olham, todos percebem e poucos comentam.”

“— Todos percebem? O que quer dizer com todos percebem?” – levou uma das mãos ao rosto, tendo que respirar fundo “— Eu estou namorando com Brenda... A senhora sabe.”

“— Namoro de fachada, não? A importância que dá a garota é inferior a que dá ao Sherlock.”

Desta vez o loiro calou-se, engolindo em seco e não possuindo uma resposta condizente para ser dado à senhora. O olhar mestiço entre azulado e cinza abaixou-se, encarando a mesa como se houvesse algo extremamente importante ali que precisasse de total observação.

Era vergonhoso não possuir uma resposta condizente para a pergunta da mulher mais velha, John sabia exatamente disto. Só nunca esperou ouvir com todas as letras o que seus relacionamentos eram.

Namoro de fachada?

Qual a necessidade de algo do tipo. Não devia uma resposta a alguém, não devia nem dizer sobre sua vida privada a rainha. Muito menos havia preconceito quanto a casais homossexuais. Então qual seria o motivo de um simples comentário remexer tanto o próprio interior?

Orgulho ferido?

“— John...?” – a voz doce e preocupada da senhora Hudson trouxe o outro de volta, fazendo encará-la meio perdido.

“— Sim...?” – como não soube o que responder, apenas rebateu com outra pergunta, vendo-a servir o chá “— Obrigado...”

“— Como é mesmo que Sherlock vive falando para você...?” – questionou-se após deixar a xícara na mesa, pensando um pouco “— Oh, sim!” – um sorriso amoroso surgiu em seus lábios, dando uma leve palminha no ar “— Você observa, mas não enxerga.” 

“— Do que a senhora está..”

“— Tente enxergar a verdade.” – cortou-o, impedindo que continuasse “— Bem... Agora tenho que ir, há outros biscoitos no forno. Tenha um bom dia.” – despediu-se, seguindo para sair.

John ainda ouviu a senhora despedir-se de Sherlock e este a ignorar – com toda certeza por estar em seu palácio mental –, antes do abrir e fechar de porta. Respirou fundo, voltando a atenção para a xícara de chá diante de si e para a bandeja de biscoitos ao lado. Acabou por levantar-se, colocando alguns biscoitos em um pires e seguir com sua xícara de chá até a poltrona que gostava de ficar.

Desde que chegara ao apartamento, o assento era o que mais achava confortável, podia sentar-se no mesmo e passar longos minutos apreciando um bom e quente chá, nada melhor do que isso para agraciar um pouco do frio que fazia do lado de fora. Sem contar, que diante de si, era praticamente onde Sherlock sempre deitava-se para contemplar os próprios pensamentos, para perder-se em um lugar cheio de labirintos que só o mesmo sabia decifrar.

O liquido descia suave por sua garganta, o fazendo relembrar as breves e recentes palavras da senhoria do apartamento. A mesma já havia insinuado por diversas vezes que houvesse um envolvimento entre os dois, mas nunca de uma forma tão firme. Acabou por fechar os olhos, pendendo a cabeça para trás, querendo um pouco de sossego dos próprios pensamentos.

Observava mas não enxergava? O Watson deveria enxergar?

Lentamente o menor volta a ajeitar-se em sua poltrona, comendo um dos biscoitos que a senhora Hudson havia preparado, voltando o olhar finalmente para o ser de olhos fechados, deitado a sua frente. E por algum motivo, algum misterioso motivo, o coração batera acelerado. O olhar percorria o corpo esbelto, notava o delicado mover das mãos, postas sobre o peito, acompanhando a respiração suave. Bem como os lábios rosados e levemente volumosos. Sherlock era um homem bonito, com toda a certeza. E este fator ia desde o corpo, até os cachos dos negros cabelos.

Enxergando, John via o quanto Sherlock era atraente. Não apenas fisicamente, mas como a personalidade dele o cativava. O homem deitado era um conjunto de emoções confusas, de sensações que o faziam sempre o seguir, sempre querer estar perto.

Sempre o priorizar.

O olhar focou encantado um leve lamber dos lábios, imaginando que seria por estarem secos demais que o amigo fizera o ato. E neste momento, sentiu vontade de beijá-lo.

“— Não..” – balbuciou John, arregalando os olhos.

O médico levantou-se às pressas com o conjunto de pensamentos que assolaram sua mente em um momento apenas. Era tão obvio todo o motivo que sentia-se envergonhado por notar agora – em pensar que imaginara a princípio estar com alguma doença. E, mais envergonhado por sentir algo pelo amigo. O impulso do levantar fora tão exasperado e rápido, que o chá da xícara acabou por voar e acertar as mãos do moreno, fazendo-o assustar-se e sair imediatamente dos pensamentos.

“— John!?” – questionou preocupado, sendo tirado dessa forma de seus pensamentos.

Sherlock sentou-se em seguida ao acontecimento, balançando as mãos para tentar secar um pouco do chá que havia derramado – o estrago em suas roupas era grande –, no entanto logo tratou de encarar o amigo, vendo-o atônito diante de si, com um conjunto de feições e reações um tanto peculiar demais para ele.

“— Resposta do que encontrou?” – deduziu o conjunto de reações dele, tentando limpar-se, só não sabia exatamente qual era a pergunta e qual era a resposta.

O menor não conseguiu responder nada, mantinha-se em pé, fitando-o e respirando de maneira apressada, apenas tendo corado quando ouvira a voz e a indagação referente ao que encontrou.

“— Ah... ” – Sherlock entreabriu os lábios, em um leve espanto, acabando por sorrir logo em seguida “— Essa resposta encontrou.” – negou com a cabeça, levantando-se “— Lento como sempre, John.”

“— E-eu...” – abaixou o rosto, não sabendo o que responder.

“— Não perca seu tempo inventando desculpas, não para mim, sabe que não adiantará. Se quer saber há quanto tempo, iniciou desde o caso envolvendo Irene Adler.” – respondeu-lhe, notando um leve estreitar dos olhos no mais velho “— Viu! Exatamente isso. Ciúmes.”

“— Como!?” – exasperou-se, corando mais “—  Não pode estar falando sério. Eu, com ciúmes? E... De você? Não que eu tenha um sentimento por..”

“— Lembre-se, não vai conseguir esconder de mim.” – sorriu mais, divertindo-se com as caras do amigo “— Agora, se me der licença, preciso de um banho.”

O menor ficou no mesmo lugar, segurando uma xícara de chá pela metade, encarando o amigo o contornar e seguir ao corredor, sumindo ao entrar no quarto. Havia muitas dúvidas em sua mente, e todas de modo confuso guiavam para que realmente existisse um interesse amoroso no outro. No entanto, não era algo para ser pensado agora, primeiro iria limpar a bagunça, tomar um banho e dormir.

Talvez fosse o sono apenas, pregando uma peça.

Internamente desejava que fosse o sono, já que não conseguia ver-se sendo um amante. Afinal, Sherlock era casado com o trabalho.

 

FIM

(15/08/19)


Notas Finais


Heya~
Agradeço por terem lido e ficaria contente se deixassem um comentário sobre o que acharam!
Esse ano (2020) comecei a fazer commissions de fanfics, se tiverem interesse deem uma olhadinha~
Commission de Fanfics
- Tabela de preços:
> 1.000 palavras -> 20 reais
> 2.000 palavras -> 25 reais
> 3.000 palavras -> 30 reais
> Acima de 4.000 palavras negociar sobre preço.
> Observação: A quantidade de palavras pode ser alterada para finalização da história, sem custos adicionais. Ex: 1000 palavras virar 1100 palavras.
- Qual gênero é permito?
> Ação; Amizade; Angust; Aventura; Comédia; Crossover; Darkfic; Death Fic; Drama; Ecchi; Ficção Científica; Furry; Humor; Humor Negro; Lemon; Paródia; Poesia; Romance; Shoujo-ai, Shounen-ai; Songfic; Suspense; Terror; Tragédia; Universo Alternativo e Yaoi.
> Basicamente todos, no entanto conteúdo adulto +18 apenas no gênero Boys Love/Yaoi.
> Conteúdo adulto não pode ser comissionado por pessoas menores de 18 anos.
- A fanfic após finalizada será postada no Nyah e Spirit. Caso queira que esta seja de teor pessoal, será cobrado 10 reais a mais do total, até 3.000 palavras. Após isso negociar sobre.
- O prazo para a entrega da fanfic (até 3.000 palavras) será de até dois dias úteis. Acima de 4.000 palavras negociar sobre prazos.
- O pagamento será realizado no ato do pedido, via Paypal, da preferência do cliente. Para pedidos acima de 4.000 palavras, pode haver dois parcelamentos.
- Será conversado a respeito da commission apenas por Twitter: @Toynako.


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