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História Amante de negócios - Capítulo 5


Escrita por: Rian_harper

Capítulo 5 - Reavaliação duvidosa


  Arthur havia descoberto que trabalhar para richard era basicamente correr de um lado para o outro com uma bomba, não sabia que momento iria explodir, mas sabia que qualquer passo poderia ser seu ultimo, ele liga para o john o motorista perguntando que lojas seu chefe tinha ido naquela semana, sabia que não podia de modo algum perguntar a richard, precisava descobrir por si mesmo.


Acaba conseguindo o endereço de uma botique de luxo no centro da cidade indo até lá, nunca pensou que entraria em um lugar como aquele, as roupas na vitrine ternos tão caros que faziam ele querer desviar o olhar a todo momento, colocando os pés dentro do pequeno prédio sentiu o ar caro quase o expulsando, sentia vergonha do seu terno que mesmo estando em bom estado era obviamente inferior a qualquer coisa naquele lugar, só podia pensar que esse era outra forma de o torturar, mostrando que aquele trabalho realmente não era para ele.


— Com licença? Quer ajuda com algo. — Uma jovem atendente olha arthur dos pés a cabeça seu olhar era óbvio, ela estava julgado o garoto — Precisa de alguma informação? Está procurando um outro lugar?


— Vim buscar uma encomenda, para o sr.darrow. — A atendente não se move fitando o garoto, o que ela queria que ele fizesse? Ligasse para o próprio richard, talvez chamar ele pessoalmente? — Eu realmente preciso dessa encomenda então se você não pode me ajudar, vou achar alguém que ajude.


— Desculpe, mas não posso permitir você passar daqui. — A garota ainda sorria, mesmo que aquilo fosse claramente uma ameaça, Arthur da um passo para frente e a atendente vai para o lado ficando em seu caminho — Por favor se retire ou terei que chamar a polícia.


— Eu só estou fazendo meu trabalho, acredite eu tenho mais medo do sr.darrow que da polícia. — Arthur percebe outra mulher descendo as escadas, ela era mais velha que a atendente, ela ajeita os óculos e observa a discussão interresada, arthur não daria o braço a torcer, tinha chegado longe demais para ser demitido por algo tão idiota — Eu estou vivenviando o inferno por isso eu vou pegar essa encomenda, se você chamar a polícia vai ser um alívio tirar minhas ferias na prisão.


— Deixe que eu resolvo isso, você pode voltar para o balcão. — a mulher mais velha interrompe antes que a atendente pudesse falar qualquer coisa, a garota se afasta assustada assentindo para a mulher — Você, garoto, me siga.


A mulher sobe novamente as escadas e Arthur decide seguir o que ela disse, agora mais calmo ele podia analisar melhor a mulher, ela tinha cabelos castanhos acizentados curtos, usava uma blusa lilas com mangas bufantes e uma calça preta, Arthur não sabia dizer se seu olhar era desafiador ou brincalhão, era difícil dizer.


— Então você trabalha pro rick? — arthur assente letamente, ela tinha acabado de chamar seu chefe de rick? Como se... ele fosse uma pessoa de verdade? com um apelido de verdade. — Eu fiz o primeiro terno sobre medida para aquele garoto, quando eu não era nada além de mais uma costureira por ai, mesmo depois de tanto tempo ele insiste em pedir aqui, sei que ele podia pagar alguém melhor.


— ... Eu não entendo muito sobre costura, mas eu achei as roupas na vitrine realmente boas. — A mulher sorri agradecida pelo elogio, eles chegam no ateliê dela e enquanto ela procurava algumas caixas arthur continua — tudo aqui parece tão chique, me faz me sentir mal estar usando um terno tão barato.


— Aquela garota não sabe de nada, o preço não é sobre a roupa é o nome que os ricos se importam. — Ela pega uma caixa e um dos cabines com um terno dentro de um saco de tecido — Esse seu terno pode ser barato, mas essa cor foi moda na fashion week a alguns anos, o corte inspirado no trabalho dos ternos italianos, alguém criou esse terno para no futuro você poder comprar em uma loja de departamento, minhas criações um dia chegaram lá também.


— Obrigado, isso me deixou muito melhor. — Arthur gostou da mulher, ela parecia gentil mesmo estando bem acima do garoto na hierarquia, por isso arthur sente na liberdade de perguntar algo — Você parece conhecer bem o sr. Darrow... Ele sempre foi...


— Infernal? Eu ouvi o que você disse sobre o seu trabalho. — Arthur engole em seco, ela não contaria para richard, certo? A mulher sorri novamente com aquela expressão ambígua — Claro que não, rick é um doce, ele só não sabe demonstrar para as pessoas.


— Um doce? — Arthur não consegue segurar a ironia em sua voz, aquilo só podia ser uma piada de mal gosto, como aquela mulher podia ver richard como uma boa pessoa? — Ele me pediu para vir aqui comprar sapatos novos porque os meus fazem barulho demais, cada vez que faço algo difícil ele me manda fazer algo impossível.


— E você acha que ele trata todos assim? As secretarias deles mal sabia matematica básica, ele nunca mandaria uma delas para cá. — Arthur inclina a cabeça confuso o que ela queria dizer — as pessoas que ele desafia até os limites são as que ele acredite terem potencial, posso apostar que seu desejo por mostrar para ele que estava errado fez você se esforçar ainda mais no trabalho.


— ... Sim, eu... melhorei muito, mas... ele não pode tratar pessoas assim... ele está me enloquencendo! — A mulher ri pegando outra caixa abrindo ela e pegando um sapato luxuoso — tudo que eu faço parece não ser o suficiente, ele me destrata como se eu fosse nada.


— Sério? Seria destratar fosse pedir para comprar outro sapato quando se percebe que a sola está soltando, além disso pagar com seu dinheiro? — Arthur olha para os seus sapatos, a sola do pé esquerdo estava se soltando na ponta, mas uns dias e ele teria que trocar — Ouça o conselho da cindy aqui, richard é uma pessoa complexa, as vezes é difícil entender o que se passa na cabeça dele, mas se fosse entende ele não é uma má pessoa.


Arthur fica pensativo, séria possível? Richard tinha alguma bondade? Cindy não parecia mentir, estava convicta sobre aquilo, mas arthur não podia acretitar, seu carrasco não tinha nenhuma grama de bondade ele sabia bem daquilo, e tinha certeza que aquilo nunca ia mudar.



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