História Amante Sombrio - Kim Seokjin. - Capítulo 28


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang
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Palavras 1.453
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura, beijinhos 😘💟

Capítulo 28 - CAPÍTULO 27.


O Sr. H jogou a serra sobre a bancada de trabalho e limpou as mãos com uma toalha.

Que droga, pensou.



O maldito vampiro estava morto. Havia tentado de tudo para despertar o macho, até o cinzel, e revirara completamente o celeiro durante o processo. Havia sangue de vampiro por toda parte.



Pelo menos a limpeza seria fácil.



O Sr. H se dirigiu para as portas duplas e as abriu. Justo naquele momento, o sol despontava sobre uma colina longínqua e uma encantadora luz dourada se estendia suavemente por toda a paisagem. Deu um passo para trás quando o interior do celeiro se iluminou.



O corpo do vampiro explodiu em chamas, a poça de sangue sob a mesa virou uma nuvem de fumaça. A suave brisa da manhã carregou para longe o fedor de carne queimada.



O Sr. H caminhou até lá fora, olhando a neblina que começava a se dissipar sobre o gramado dos fundos. Não estava disposto a assumir que havia fracassado. O plano teria funcionado se não encontrasse aqueles policiais e não precisasse utilizar dois dardos suplementares com seu prisioneiro. Só precisava voltar a tentar.



Não fora daquela vez que pôde satisfazer seu gosto pela tortura, e mal via a hora de continuar.



Por ora, entretanto, precisava dar um tempo nos assassinatos de prostitutas. Aqueles estúpidos policiais serviram também para lembrá-lo de que não podia agir quando bem entendesse e que podiam prendê-lo.



Não que tivesse medo de ser apanhado, pois isso não passaria de uma inconveniência. Mas se orgulhava da perfeição de suas operações.



Por isso que escolhera prostitutas como isca. Imaginara que se uma ou duas apareciam mortas, não seria motivo de escândalo. Era menos provável que tivessem uma família que chorasse por elas, por isso, a polícia não estaria tão pressionada para prender o assassino. Quanto à inevitável investigação, teriam muitos suspeitos entre os cafetões e marginais que trabalhavam nos becos. Havia tantos, que a polícia poderia escolher.



Mas isso não significava que pudesse se tornar descuidado. Ou abusar do Vale das Prostitutas. Retornou ao celeiro, guardou suas ferramentas e foi para a casa principal. Checou suas mensagens antes de tomar uma ducha.



Havia várias.



A mais importante era de Stanley Riddle. Evidentemente, o rapaz havia tido um encontro perturbador na noite anterior e havia ligado pouco depois da uma da madrugada.



Era bom que estivesse procurando consolo, pensou o Sr. H. E provavelmente, chegara a hora de terem uma conversa sobre seu futuro.



Uma hora mais tarde, o Sr. H se dirigiu à academia, abriu as portas e as deixou destrancadas.



Os redutores, aos quais ordenara prestar contas em uma reunião com ele, começaram a chegar pouco depois. Podia ouvi-los falar em voz baixa no vestíbulo ao lado de seu escritório. No momento em que se aproximou deles, calaram-se e ficaram olhando para ele. Vestiam trajes de trabalho negros e seus rostos estavam sombrios. Apenas um deles ainda não estava descolorido. O corte à escovinha do cabelo negro do Sr. X destacava-se dos outros, assim como seus escuros olhos castanhos.


Quanto mais tempo um redutor permanecia na Sociedade, mais suas características físicas individuais iam se perdendo. Os cabelos castanhos, negros e ruivos ficavam cinzentos; os matizes amarelados ou louros avermelhados e o bronzeado da pele iam desbotando até atingirem o branco total. O processo geralmente demorava uma década, embora ainda não se notassem alterações no rosto de X.

Fez uma rápida contagem. Como todos os membros de seus dois esquadrões principais estavam ali, trancou as portas externas da academia e escoltou o grupo ao porão. Suas botas ressoaram forte e nitidamente na escada de metal.


O centro de operações preparado pelo Sr. H nada tinha de especial ou fora do comum. Tratava-se simplesmente de uma antiga sala de aula com doze cadeiras, um quadro-negro, uma televisão e uma tribuna na frente. A escassa decoração não era apenas um disfarce. A distração que a alta tecnologia podia causar não era bem-vinda. As dinâmicas de grupo eram o propósito e o foco daquelas reuniões.



– Contem-me o que aconteceu ontem à noite – disse ele, olhando para os assassinos. – Como foi?



Escutou os relatórios, não levando desculpas em consideração. Só haviam matado dois vampiros na noite anterior. E ele lhes passara a cota de dez.

E era uma desgraça que H. um novato, tivesse sido o responsável por ambas as mortes. O Sr. J cruzou os braços sobre o peito.



– Qual foi o problema?



– Não conseguimos encontrar nenhum – disse o Sr. M.



– Ontem à noite, eu encontrei um – disse o Sr. H, ríspido. – Com bastante facilidade, poderia acrescentar. E o Sr. X, dois.


– Bom, o resto de nós não conseguiu – M olhou para os outros –, o número deles nessa região diminuiu.



– Não se trata de um problema geográfico – murmurou uma voz lá atrás.



O olhar do Sr. H correu pelos redutores, detendo-se na escura cabeça de X, sentado nos fundos da sala. Não lhe causou nem um pouco de surpresa que o assassino tivesse falado.



Estava demonstrando ser um dos melhores que já tivera, embora fosse um recruta novo. Com magníficos reflexos e vitalidade, era um grande lutador, mas, como acontecia com todas as coisas possuidoras de uma força excessiva, era difícil de controlar. Por isso, o Sr. H o havia colocado em um grupo no qual havia outros com séculos de experiência. Mas era consciente de que X. era capaz de dominar qualquer grupo composto por indivíduos inferiores a ele, mesmo que remotamente.



– Importa-se de elaborar um pouco mais sua formulação, Sr. X? – ao Sr. H não interessava absolutamente sua opinião, mas queria mostrar o novo recruta aos outros.



O Sr. X deu de ombros despreocupadamente, e sua lentidão ao falar era quase insultante.



– O problema é a motivação. Se alguém fracassa, não acontece nada. Não há consequências.



– E o que sugere exatamente? – perguntou o Sr. H.


X. se esticou para frente, agarrou M. pelo cabelo e lhe cortou a garganta com uma faca.



Os outros redutores retrocederam de um salto, inclinando-se para tomar posições de ataque, apesar de que X. voltou a se sentar, limpando com os dedos a folha da faca com a maior calma.



O Sr. H fez uma careta de desagrado, mas conseguiu se controlar imediatamente.


Atravessou a sala até M. O redutor ainda estava vivo, tentando respirar e conter a perda de sangue com as mãos.



O Sr. H se ajoelhou.



– O resto de vocês pode ir embora. Agora. Nós nos reuniremos amanhã pela manhã, e espero escutar melhores notícias. Sr. X, você fica.



Quando X. desafiou a ordem e fez um movimento para se levantar, o Sr. H o aprisionou na cadeira, tirando o controle dos músculos de seu corpo. O homem pareceu momentaneamente impressionado, e tentou desvencilhar seus braços e pernas.



Era uma batalha que não ganharia. Ômega sempre outorgava uma série de vantagens adicionais aos redutores-chefes. E esse tipo de domínio mental sobre os companheiros assassinos era uma delas. Quando a sala ficou vazia, o Sr. H tirou uma faca e apunhalou M. no peito. Houve um clarão e depois um estalo enquanto o redutor se desintegrava.



Do chão, o Sr. H olhou com ferocidade para X.



– Se alguma vez voltar a fazer algo assim, denunciarei você ao Ômega.



– Não, não o fará – apesar de estar à mercê do Sr. H, a arrogância de X. era desmedida –, não acredito que queira que Ômega pense que não consegue controlar seus próprios homens.



O Sr. H. levantou-se.


– Tome cuidado, X. Subestima o gosto que Ômega tem pelos sacrifícios. Se eu o oferecesse como um, ficaria muito satisfeito – o Sr. H se aproximou de X. e correu um dedo por sua face.



– Se prendesse você e o chamasse, ele adoraria desembrulhar você como um presente. E taí uma coisa que gostaria de assistir.



X. atirou a cabeça para trás bruscamente, mais zangado do que assustado.



– Não me toque.



– Sou seu chefe. Posso fazer com você o que bem entender – o Sr. H agarrou com uma mão o queixo de X. e introduziu o dedo polegar entre os lábios e os dentes dele. Puxou o rosto do redutor para frente: – Então, cuidado com seus modos, jamais volte a matar outro membro da Sociedade sem minha permissão expressa, e nos daremos muito bem.



Os olhos castanhos de X. arderam.



– O que me diz agora? – murmurou o Sr. H, estendendo a mão e alisando o cabelo do homem para trás. Era cor de chocolate.



X. balbuciou qualquer coisa.



– Não escutei – o Sr. H apertou o dedo polegar contra a parte macia e carnuda debaixo da língua de X., afundando-o até que apareceram lágrimas nos olhos do homem. Quando aliviou a pressão, fez-lhe uma carícia rápida e úmida sobre o lábio inferior. – Eu disse que não escutei.



– Sim, sensei.



– Bom garoto.



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