História Amantes - Capítulo 2


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Categorias Dan Stevens, David Morrissey, Dominic Cooper, Emma, Orgulho e Preconceito, Razão e Sensibilidade
Personagens Christopher Brandon, Edward Ferrars, Elinor Dashwood, Margaret Dashwood, Marianne Dashwood
Tags Jane Austen
Visualizações 17
Palavras 967
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quanto tempo sem postar aqui...
Capa: Elinor.

BOA LEITURA!

Capítulo 2 - Em frente


Fanfic / Fanfiction Amantes - Capítulo 2 - Em frente

DEVONSHIRE, DIAS DEPOIS

[...]

Margaret estava com sua mãe do lado de fora da casa, ambas olhavam a paisagem bucólica pensando em Marianne e Elinor. Os ventos eram suaves e o barulho das ondas do mar batendo nas pedras era tranquilizante.

- Estou com saudades das minhas irmãs. – Margaret disse enquanto fazia um colar de conchas do mar. – Elas vão demorar muito em Londres?

- Eu espero que sim. – Mary arfou. – Na cidade elas vão poder se distrair, conhecer pessoas novas... e esquecer o passado.

- O que aconteceu com aqueles homens, mama? – Margaret desgostou. – Willoughby amava Marianne e Edward gostava de Elinor, era tão claro e óbvio. Porque eles não se casaram?

Mary tocou os cabelos cacheados da filha. – É realmente difícil compreender os adultos.

Margareth largou o colar no chão e entrou em casa, chateada e zangada ao mesmo tempo, e Mary continuou a olhar o céu, lembrando de suas meninas e torcendo para que estivessem bem.

[...]

LONDRES, SEMANAS DEPOIS

[...]

John Dashwood estava em sua carruagem indo em direção a casa da sra. Jennings ver suas meia-irmãs Marianne e Elinor. Apesar de terem crescido separados e não possuírem grande intimidade e amizade, John estava preocupado com as garotas. A cidade inteira comentava que Marianne havia perdido seu brilho e sua alegria por causa de Willoughby e agora os comentários se voltaram para Elinor, por causa do casamento de Edward. John sentiu vontade de fazer algum bem as irmãs. Pensou em leva-las para ficar em Norland Park por alguns dias, pois com certeza elas gostariam de ver sua antiga casa, porém, Fanny não deixou John seguir a diante com essa ideia.

Assim, restou a John a única alternativa de fazer visitas as irmãs. Não havia muito o que conversar com elas, mas já se sentia contribuindo com alguma coisa. Toda a vez que ele chegava de visita acontecia a mesma coisa: Marianne se trancava no quarto e restava apenas Elinor para ficar fazendo sala e servir um chá. Depois de uma hora fazendo companhia para a irmã, John levantou-se para ir embora.

- Adeus, Elinor. – John sorriu.

- Obrigada por ter vindo. – Elinor o levou até a porta.

No mesmo minuto que John saiu, o Coronel Brandon chegou trazendo um buque de flores. Aquele encontro foi o suficiente para Dashwood criar esperanças entre Elinor e o Coronel. John não via a hora de chegar em casa e contar a Fanny sobre o que presenciou.

- Como vai senhor Dashwood? – Brandon o cumprimentou.

- Bem, obrigado. – John sorriu. – Veio visitar Elinor? – Ele perguntou tendencioso.

- Sim, vim trazer uma boa notícia. – Brandon respondeu. – O filho da sra. Charlotte nasceu, e avisei para a sra. Jennings que viria buscar a srta. Elinor e a srta. Marianne para ver o bebê.

- Estou muito feliz em ouvir isso, vou apressar Marianne. – Elinor convidou Brandon a entrar. – Sente-se por favor, talvez demoremos um pouco para nos aprontar.

- Está bem. Pegue, para você. – Brandon entregou o buque para Elinor e John não tirava os olhos deles, buscando perceber cada movimento e cada gesto que fizessem para comentar para sua esposa Fanny.

- É muito amável, obrigada. – Elinor pegou o buque. – Com licença.

Em seguida, Elinor entrou para o quarto. Com certa dificuldade convenceu Marianne a ir ver o filho de Charlotte. Marianne nesse dia em especial estava muito sensível, era difícil esquecer os momentos que passou com Willoughby e constantemente ficava a imaginar como estaria sendo a vida dele casado com a sra. Sophia. Marianne ficava triste toda vez que o imaginava feliz, pois casado com uma mulher tão rica com certeza estaria servido de muitas regalias. Seu sofrimento aumentava quando se comparava com a esposa de Willoughby. Marianne tinha pouco dinheiro. E como esquecer do dia em que Willoughby a deu um cavalo de presente e Marianne teve que recusar por não ter condições financeiras de sustentar um animal como aquele?

Depois de conversar com Brandon, investigando se ele tinha sentimentos por algumas de suas irmãs, John Dashwood foi embora. O Coronel sorriu ao ver Marianne, dessa vez ela o cumprimentou brevemente, o que já foi um bom começo, já que nas outras vezes ela nem o olhava nos olhos. Colocando as duas irmãs na carruagem, Brandon ia na frente, dirigindo-as para Cleveland, onde ficava a casa de Charlotte. No caminho, Elinor percebia o jeito calado de Marianne.

- Vai ser bom pra nós esse passeio, só assim para você sair um pouco daquele quarto.

- Não vai fazer muita diferença, Elinor. – Marianne respondeu olhando a janela melancólica. – Estou me mudando do quarto da sra. Jennings para ficar no quarto da sra. Charlotte.

Elinor arfou. – Você tem que fazer um esforço e parar de pensar no Willoughby.

- Você não pensa mais no Edward? – Marianne rapidamente replicou.

- Não. – Elinor foi sensata. – Ele agora é um homem casado, não faz sentido eu ficar cobiçando um homem que já tem esposa.

- Oh Elinor... – Marianne entristeceu. – Porque não sou como você? Que consegue olhar pra frente e seguir seu caminho.... Eu estou sempre olhando para trás.

- O tempo e a maturidade fortalecerão sua razão. – Elinor quis ajudar.

- Eu sou como o Coronel Brandon. – Marianne olhou Brandon cavalgando mais a frente. – Ele segue fiel a primeira mulher que amou, tanto que cuida da filha que ela deixou, mesmo depois que ela morreu. O Coronel se apegou ao amor, por isso eu o admiro. Assim como eu, o primeiro amor dele será para sempre.

- É diferente Marianne. Você deseja amar Willoughby o resto de sua vida e ninguém mais. – Elinor olhou o Coronel passando. – Já Brandon estaria disposto a se casar de novo.

- Então nesse caso estou sozinha. 

Marianne encostou a cabeça no ombro de Elinor e juntas permaneceram em silêncio até chegaram em Cleveland.

[...]



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