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História Amantes.- Sentimentos reprimidos. - Capítulo 3


Escrita por: e PiperDrogada


Notas do Autor


Imagem meramente ilustrativa.- Uma rosa azul, porque eu amo rosas assim.
Boa leitura seus gay❤

Capítulo 3 - Cê já contou pros seus amigos de nós?


Fanfic / Fanfiction Amantes.- Sentimentos reprimidos. - Capítulo 3 - Cê já contou pros seus amigos de nós?

Daniel p.o.v:

Eu não sei o que aconteceu com o Artur ontem à noite no jantar. Ele estava muito feroz com a Luana, tenho certeza que agora ela declarou guerra contra ele, isso é péssimo. Afinal, como amigo eu tenho certeza que...

"ISSO VÁ EMBORA! E NÃO ME CHAME MAIS DE AMIGO."

É mesmo... Ele disse isso, afinal? O que deu nele? O que poderia estar acontecendo com meu melhor amigo de anos, para ele simplesmente odiar minha namorada? É estranho.

Segurava o celular vendo as mensagens que mandei nessa manhã, ele não respondeu nenhuma delas, recebei um fodendo vácuo dele.

— Devia parar de mandar mensagens para esse filha da puta!— Luana diz, se jogando no sofá para descansar.

— Para Luana! Deixa de ser fresca, são essas atitudes que deixaram ele irritado.— Desliguei a tela do celular e pus na mesa, estava bem cansado hoje, passei a noite pensando nisso.

— Ah, vai comprar pão e leite que vai ganhar mais!— Revirei os olhos e assim me levantei pegando meu celular e as chaves da moto.

Peguei a minha moto, havia uma padaria aqui por perto, de uma amiga minha de um certo tempo, ela faz ótimos pães.

A dona da padaria, minha amiga, é muito legal, e as vezes ela me dá um desconto em algumas coisinhas que levo muito.

— Oi, Bom dia Raquel.— Pus as chaves e o capacete no balcão de madeira.— Me dê um quilo de pão francês.— Ela se vira e abre um sorriso sutil e gentil.

— Olá Daniel, meu freguês favorito! Como vão as coisas?— Raquel é muito simpática, uma grande amiga. Eu podia confiar nela para contar sobre isso.

— Não vou mentir, não.— Pego o leite na prateleira ao lado do balcão.— Briguei com o meu melhor amigo, ele não vai com a cara da minha namorada.

— Ela fez algo para ele ficar assim? Talvez ele saiba de algo que você não sabe.— Foi pegando os pães e pondo em uma sacola.

— Até onde sei, não.— Ponho duas garrafas de leite No balcão para pagar.— No primeiro dia que apresentei ela, ele está diferente. Mais possessivo, irritante.

— Se eu fosse você, iria até a casa dele e conversava melhor, sem a sua namorada, apenas os dois.— Estendeu a sacola de pão para mim e assim pegou o dinheiro que pus no balcão.

— Okay, obrigado.— Paguei os pães e fui para casa.

Luana precisou ir para a casa dos pais dela então nem estava mais lá, aproveitei e fui para a casa do Artur conversar com ele. 

Espero que ele esteja calmo, não sei se lidaria com ele de mal humor hoje.

Cheguei à casa dele. A porta estava trancada, mas ele tinha a chave reserva escondida em uma planta. Abri a porta e entrei.

Estava tudo silêncio na casa, um cenário de filme de terror, ainda tinha um prato quebrado no chão. Fui até o quarto dele e abri a porta devagar para ver se ele estava ali.

— Artur?— Fiquei paralisado com o que vi.

Ele me disse que aquela garota era apenas uma amiga dele, em uma mensagem que mandei antes do jantar, mas ele estava dormindo de conchinha com ela, como um casal.

Aquilo me irritou bastante, ele estava agindo como um mentiroso desgraçado.

— Oi?— Artur deveria ter acabado de acordar por causa do barulho.

— Volte a dormir com essa vagabunda.— Fiquei bem aborrecido pela mentira dele, então até gritei.— Você não muda mesmo, né?

— Quem ele chamou de vagabunda, Artuzinho?— A garota acabava de despertar, assim se sentando na cama.

— Você!— Falei.

— Mas que caralho!— Se levantou com raiva, já estava preparada para me bater.

— Artur está só te usando para ter prazer, como as outras mulheres.— Falei, em defesa.

— Outras? Como assim, em?— Olhou para Artur, esperando resposta.

— EU QUERO DORMIR CARALHO!— Artur se cobre com a coberta e assim se vira para nós.— Saiam os dois!

— Acorda agora vagabundo cafajeste!— A menina bate em Artur e ele só falta pular da cama.

— Hã?— Estava 100% acordado agora.— O que você está fazendo aqui Daniel? Fui claro no que disse ontem!

— Eu queria conversar, mas você está ocupado.— Começava a sair, estava bem frustrado com aquilo sendo sincero.— Pensei que você levaria à sério o que te falei na ligação.

— Mas você sabe que estou com Débora há uma semana?

Não é possível, Ele nunca fica com uma garota por mais de duas horas ou seila, trinta minutos.

— Fico feliz, mas você ainda fica irritado com a Luana? O que ela fez para você afinal?

— Vou deixa-los vocês sozinhos.— Débora sai do quarto deixando apenas nós dois.

— Sinceramente, não sei dizer muito bem.— Esse idiota está apenas sendo possessivo e isso não é legal.— Mas acho que ela não é a mulher certa pra você Daniel.— Artur diz com uma cara de tristeza e meio sem jeito.

— Somos amigos a muito tempo, não vou simplesmente sumir do mapa só porque comecei a namorar.— Respondi.

— Só larga ela, voltamos à nossa amizade normal, como antigamente.— Ele tem propostas idiotas igualmente à ele, sendo bem sincero não sei se concordar ia ajudar.

— Mas eu amo ela!

— Mentira!— Fiquei ainda mais chocado, até senti um certo frio no corpo com uma única palavra dele.— Eu vejo em seus olhos o que você realmente sente por ela Daniel.— Artur estava com seus olhos fixos em mim, como se eu fosse um criminoso e ele um policial me interrogando, uma pressão intensa.

— Eu...

— Se a amasse tanto quanto diz, sentiria um sentimento intenso e seus olhos iam mostrar todo seu sentimento.— Afastou-se devagar e fui ficando bem menos intimidado.— Porém isso não é o caso e talvez você saiba disso.— Sim, eu sei... Mas me recuso a aceitar isso.

— Vou indo...— Preciso me retirar, isso é doloroso.

Continua...


Notas Finais


Artur metaforando kkk


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