História Amarelo é a cor mais quente - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Kushina Uzumaki, Menma Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki
Tags Hentai, Hinata, Jessiyou, Menhina, Menma, Namoro, Naruhina, Naruto, Short Fic, Traição
Visualizações 128
Palavras 6.147
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi, oi! então, eu demoreeeei muito p atualizar. Normalmente ñ sou assim, mas eu estava muito sem conseguir continuar esse capítulo.
estava esperando o banner p/ postar, mas ainda ñ o recebi. Eu achei q já estava pronto, mas não sei. E eu tenho vergonha de chegar e falar c a menina q tá fazendo o banner, ñ quero ser chata :(

eu ia postar esse capítulo ontem no niver do Narutin, mas não consegui. Eu o terminei 21h e ainda tinha 6k de palavras p/ revisar, fiquei coom preguiça. Mas tá aq meus parabéns pro nosso Naruto <3, mesmo que atrasado kkki

Capítulo 2 - Capítulo I


Sábado; 8h50 da manhã.

Sentiu-se nervosa mais uma vez. Quando disse para o seu pai que faria uma viagem com o namorado para a Flórida, ele não gostou muito da ideia, mas ela insistiu que precisava de um descanso por causa das aulas. O que era uma mentira, já que suas notas estavam altíssimas. De qualquer forma, falar para seu pai que vai conhecer a família do namorado era uma péssima ideia. Principalmente porque ela não havia apresentado Menma para Hiashi. 

— Você tem certeza? — pergunta pela milésima vez quando o vê colocar as malas no chão. Ele abre um sorriso divertido diante da expressão sôfrega dela. — Não é engraçado, Menma! Se a sua mãe não gostar de mim? E o seu pai? Meu Deus! Vou ter um ataque. 

— Desde que embarcamos no avião, você só sabe falar que a Kushina não irá gostar de você e blábláblá — ele debocha se aproximando dela. — Não se preocupe Hinata. Não tem como alguém não gostar de você. 

— Pra começo de conversa — ela cruza os braços e levanta as duas sobrancelhas ao mesmo tempo —, tem sim! O professor de Biologia da faculdade me odeia. 

— Isso porque você interrompe a aula dele o tempo todo — o moreno revira os olhos. 

— Se ele não estivesse errado na maioria do tempo — retruca de forma insolente e dá de ombros. — Mas isso não vem ao caso!

— Mas foi você que começou... 

Ela vira o corpo para frente e observa a porta branca. Deveria tocar a campainha, mas lhe falta coragem. Está tão nervosa que não quer falar algo idiota para os pais do seu namorado, muito menos o irmão. Mas por que se importava com o irmão? Ela deveria dizer umas boas para aquele pervertido! Pervertido porque ele não parava de mandar mensagem na primeira semana de namoro deles. Enchia o saco de Menma fazendo perguntas indecentes. 

Ela puxa a pequena mala para frente do corpo e observa enquanto Menma dava três batidas na porta. 

Não acredito! — a porta é aberta de supetão e uma mulher alta de cabelo ruivo aparece. É como se ela já estivesse esperando pelas batidas. — Meu bebezinho! Minato! Nosso filho chegou. 

Hinata observa constrangida, a mulher abraçar Menma. Não porque a cena a deixa constrangida, mas porque não sabe o que fazer. Deve coçar a garganta? Dar oi? Esperar que a mulher note sua presença? Depois que ela se afasta de Menma, olha para Hinata com uma expressão surpresa. 

— Hinata! — a mulher grita e a abraça. Bom, está aí sua resposta. ‘’Sorria e acene, Hinata. Sorria e acene.’’ — Enfim vou conhecer a garota que roubou o coração do meu bebê. 

— Mãe... — as bochechas dele estão vermelhas. — Não me chame assim. 

— Oi — cumprimenta tímida depois que a mulher à solta do abraço. 

— Sua namorada é um amor! — a ruiva aperta a bochecha de Hinata e abre um sorriso largo. — Minato! Venha ver quem chegou! Onde esse homem se enfiou? 

— Fique calma — um homem mais alto aparece. Hinata percebe que a expressão dele é de espanto. — Estava terminando de preparar os cookies para o café. 

— Isso! Nós preparamos um café especial para a chegada de vocês — a mulher bate as mãos e entra. — Venham, venham.

— Onde está o Naruto? — Menma pergunta ao entrar na casa com Hinata logo atrás. 

— Na piscina — ela aponta para algum lugar que Hinata não reconhece, mas imagina que seja a parte de trás da casa. — Deixe as malas aí na sala, seu pai leva para o quarto. Aliás, Menma — ela se vira com um olhar severo para os dois, fazendo Hinata se encolher um pouco, agora entende a expressão espantosa de Minato segundos antes —, vocês dormirão em quartos separados! E não me venha com ‘’mas mãe’’. 

— Mas mãe... 

— Sua mãe é um amor — ela se apoia no ombro dele e sussurra no seu ouvido, recebe um revirar de olhos. — Posso ir ao banheiro? 

— Claro, querida! — a ruiva coloca a mão na cintura e depois vai até a escada. — É no segundo andar, você vai pegar o corredor dos quartos e então vai virar e vai ter o banheiro. Fácil de achar. 

— Posso ir com... — Menma não consegue terminar a frase porque Kushina se aproxima dele de forma rápida e segura seu braço. — Eu só ia mostrar onde é o banheiro! Que saco...

Hinata abafa uma risada enquanto observa os dois discutindo baixo. Quer dizer, é possível ouvir tudo o que Kushina fala, mas se for comparar desde que chegaram, esse deve ser o ‘’baixo’’ dela. Subiu as escadas devagar, como se tivesse medo de encontrar algum bicho esperando para devorá-la. Quando o corredor está vazio, ela apressa o passo para virar o corredor. 

Sem tempo de se esquivar ou dar um passo para o lado, seu corpo acaba trombando em outro muito mais alto e forte. Segurando um gritinho, ela sente todo o seu estômago pular para cima ao dar de bunda no chão. 

— Caramba, essa queda foi horrível — a voz rouca e grossa a tira dos seus devaneios.

Quando sobe o olhar, é impossível não evitar de manter a boca fechada. 

Já viu vários homens. Já sonhou com vários homens. Mas ele. O que falar dele? Se disser que é um deus grego está mentindo. A boca repuxada para o lado em um sorriso divertido, os olhos de um azul intenso e as bochechas com três risquinhos. Como, se ele não fosse chamativo o bastante, ainda havia o cabelo loiro dele. De um amarelo tão intenso que fazia seus olhos arderem. 

Ele não tem nada de deus grego, é o próprio diabo por dentro de um corpo e uma aparência perfeitamente bela. 

— Você está babando — ele brinca e novamente a tira dos seus pensamentos mais horríveis. — Eu deveria ter segurado você se soubesse que ficaria retardada. 

— N-Naruto? — se arrepende por gaguejar, mas que culpa tem?

— A gente se conhece... — então ele arregala os olhos em reconhecimento. — Esses olhos claros e... — Hinata percebe que ele seca seu corpo, mais precisamente o decote da sua roupa. — Você é a Hinata! Namorada do meu irmãozinho... 

— Sou? — pergunta débil. Havia se esquecido de tudo ao redor por alguns minutos. — Ah, meu Deus! Sou. Sou sim. Sou, né?

— Você não parece ter certeza — ele estende a mão e Hinata pensa seriamente se deveria aceitar a ajuda. — Vamos, garota. 

Sem saída, ela levanta a mão hesitante, mas a impaciência dele não deixa que estenda totalmente o braço. Ele segura a mão dela e percebe que é menor do que imaginou. Já tentou imaginar quantos centímetros ela teria só pelas fotos que seu irmão postava no Instagram. O que é bem errado e estranho imaginar quanto de altura tem a namorada do seu irmão. 

Ele a puxa para cima sem medir a força. Aquilo a faz tropeçar e cair para cima dele. 

— Você tem uma coordenação motora péssima — ele provoca enquanto observa-a se empertigar alguns passos de distância. 

— Você me puxou muito forte! — protesta irritada. — Não deveria estar na piscina ou sei lá o que? 

— Sim, mas...

— E porque você está andando apenas de short sabendo que o seu irmão chegaria hoje? — ela desvia o olhar do abdômen definido dele e tem total certeza de que suas bochechas estão em tom avermelhado. 

— Por que está fazendo mais de trinta graus lá fora e bom — ele ri —, eu moro aqui. Eu posso andar da forma que quiser. Ou não posso?

— É uma ótima observação — ela faz uma cara de pensativa por alguns segundos, sem olhar para ele. 

Naruto não consegue evitar de se sentir encantado por aquela garota. E não uma simples garota. A namorada do seu irmão. Já tinha achado ela bonita na primeira vez que Menma mandou uma foto sem que ela percebesse, mas vendo-a pessoalmente é totalmente diferente. É, sem dúvida alguma, a garota mais bonita que já conheceu. 

Ele deu um passo para o lado, querendo tirar esses pensamentos da cabeça. Seu irmão está no andar de baixo e ele pensando em como a namorada de Menma é gostosa. Que péssima pessoa ele é. Uma vergonha. 

— Acho que você estava indo ao banheiro, certo? — ele observa a garota de estatura pequena confirmar com um aceno. — Fique à vontade. 

— Não se você ficar andando pela casa sem camisa — aquilo era para ter sido um pensamento, mas acabou não contendo a boca fechada. Se virou a tempo de vê-lo abrir um sorriso sacana antes de virar o corredor. 

Suspira devagar ao fechar a porta do banheiro. O cheiro do sabonete que havia sentindo ao ficar próxima dele estava por todo o pequeno cômodo. Sente que esse fim de semana não será nada agradável.

Quando voltou para o andar de baixo, encontrou Naruto, Menma, Kushina e Minato na sala, conversando. Desceu as escadas e pigarreou para chamar a atenção deles. Estava em uma casa de gigantes, era a única que media 1,60. Mas não era desculpa para que eles não notassem sua presença. Ou era?

— Ah! — Menma se levanta do sofá e corre até ela. — Essa é a Hinata, irmão. Minha namorada. 

— A famosa Hyuuga — ele se aproxima devagar com um sorriso de canto. — Muito prazer, Hinata. 

— Sim, hum... — ela segura a mão dele e força um sorriso. Ao menos, dessa vez, ele estava usando uma camisa. Mesmo que, na sua mente, ainda vê a imagem do abdômen super definido dele. — Desculpa se eu demorei Menma. Minha irmã ficou me enchendo de mensagens! Hiashi quer saber se chegamos bem.

— Sem problemas, querida — quem fala é Kushina, ela se aproxima da roda que os três formaram, com Naruto sorrindo de forma sacana e Menma com o braço no ombro de Hinata — Estávamos conversando sobre a sua comida favorita.

— O que? — ela arregala os olhos, virando o rosto em busca de respostas na expressão de Menma. — Não precisa se incomodar! Eu como qualquer coisa e...

— Pior que é mesmo — Menma interrompe com uma gargalhada. — Mas não se preocupe Hina, minha mãe é uma ótima cozinheira. 

Hina...? — Naruto repete de forma lenta e casual. Menma e Kushina estão tão ocupados planejando o que fazer para o almoço que nem perceberam. 

— Decidido então! Vou fazer lasanha — a ruiva bate palmas enquanto caminha saltitante até a cozinha. — Minato, vem me ajudar. 

Hinata observa a forma apaixonada que o pai de Menma olha para sua esposa. É incrível. Ele passa por ela e abre um sorrisinho. A família Uzumaki é uma pérola mesmo! Como poderia, Menma ser o único a nascer com cabelo escuro? Hinata já havia percebido a semelhança de Naruto e Minato, mas pessoalmente é mais assustador ainda. 

— Ei, Hina — Menma sussurra no seu ouvido, dando um beijo na sua bochecha. — Tá a fim de tomar um banho na piscina?

— Estou sim — ela responde com um sorriso. Menma a puxa em direção a escada. Antes de subir, seus olhos encontram os de Naruto e percebe que ele estava olhando para seu corpo. Mais precisamente sua bunda.

Isso tinha como piorar? 

— Eu vou esperar vocês lá — ele diz e pisca para ela. 

É, bom. Tinha sim. 

{...}

10H30 da manhã.

Desde que viu Menma e Naruto sem camisa, foi impossível não comparar os corpos. Naruto era tudo mais que Menma. Mais alto, mais forte, mais esguio, mais bonito... Essa última parte era uma coisa péssima de se pensar. Mas não conseguia evitar. Seu corpo reagia de forma estranha quando estava perto do loiro. Ah! E o que falar do cabelo dele? E as marquinhas estranhamente fofas nas bochechas dele? 

Naruto é muito iluminado. Mas a personalidade dele é horrível. A todo momento faz piadas idiotas, é sarcástico e debochado. E, para complementar, ele é ridiculamente arrogante. Sabe que é bonito e se aproveita disso. Nossa, como ela não o suporta. ‘’Isso é só tesão acumulado’’, é o que Sakura diria se estivesse aqui. Mas ela não estava, então Hinata se sentia em uma péssima situação.

Na qual consistia em: se sentir super e interiormente atraída pelo irmão mais velho do seu namorado. E, como se fosse alguma entidade castigando-a por algo que fez a alguém, ele ficava a todo momento secando seu corpo. Principalmente seus seios. O que deveria deixá-la irritada, mas não consegue. 

Se Menma não percebeu a troca de olhares, ele é muito idiota. Ou confia muito nela a ponto de nunca – dando ênfase no nunca – imaginar que a mesma está pensando se o beijo do irmão é bom. 

— Vou pegar umas bebidas — Menma fala alto para que Naruto possa ouvir. 

A única coisa que consegue pensar é em pedir para que ele não a deixe sozinha com Naruto. Quando ele some dentro da casa, Naruto se aproxima da borda da piscina, observando-a com um sorriso cínico. 

—Então, Hina  — ele força a última palavra fazendo Hinata revirar os olhos. — Você faz faculdade com o Menma, não é?

— Não a mesma — ela responde olhando para qualquer lugar que não seja na direção dele. — Eu faço Jornalismo. O Menma faz Direito.

— Uau — ele parece genuinamente surpreso, o que chama a atenção dela. — Eu sempre imaginei você como uma professora de português. 

— Por que? — pergunta curiosa.

— Porque você é baixinha, sabe? Tipo, muito. Bastante. Pra caralho. 

— Já entendi! — ela bufa cruzando os braços abaixo dos seios. Aquilo faz Naruto olhar diretamente para o busto empinado. — P-pare. 

— Parar com o que? — ele abre um sorriso malicioso.

— De olhar par...

— E aí? — Menma chega de repente, fazendo Hinata pular da cadeira assustada. — Estão falando sobre o que?

— Sobre seu mau desempenho na cama — Naruto ri e mergulha. 

— Sério? — pergunta atônito. 

— Não — Hinata revira os olhos. — O que a gente vai fazer hoje? 

— Hum... — ele se aproxima e beija o canto da boca dela. — O que você quer fazer?

‘’Transar com o seu irmão.’’

Engasgou-se com a própria saliva e Menma se assustou, mas deu leves batidinhas nas costas dela, desesperado e confuso. Naruto observou a cena e não conseguiu evitar de sorrir. Ele sabia, ou só era muito convencido mesmo. Mas ele sabia – ou achava saber – que os pensamentos de Hinata eram sobre ele. Porque, mesmo que seja totalmente errado, os dele são sobre ela. 

{...}

15H30 da tarde.

Passou o resto das últimas quatro horas tentando evitar de se esbarrar com Naruto. Foi difícil, é claro. Afinal, como poderia ignorar uma pessoa como ele? Mesmo que não quisesse e sua mente a alertasse que era errado, não conseguia controlar seus olhos e sempre que ele estava perto do seu campo de visão, era difícil não olhar para ele. Era, mesmo que seja idiota de se dizer, impossível. 

Naruto e Menma são sim parecidos, até demais. Quer dizer, pelo menos quando viu fotos do Naruto pelo celular do namorado. Até comentou sobre serem gêmeos apesar da cor do cabelo, a altura e os risquinhos na bochecha, algo que ela acha incrivelmente sexy e que, mesmo se sentindo mal, queria que Menma também tivesse. Ela é uma péssima namorada. Horrível, para dizer o mínimo. Como é possível dizer estar apaixonada por Menma, mas desejar secretamente o irmão dele?

Menma é um ótimo namorado. Quis se relacionar com ele por trazer paz ao seu espírito. Não foge do que está acostumada; paz, calmaria e nada tumultuado. Mas Naruto? O que dizer dele? Não o conhece nenhum pouco, mas a forma como ele faz seu coração disparar apenas ao sorrir... é diferente, é incrível, é inesperado e nada calmo. 

Apesar de Naruto ser três anos mais velho que ela, a personalidade dele ainda é de um adolescente que sabe que é bonito e se aproveita disso. Maturidade? Nenhuma. Não conseguiu deixar de pensar que Menma ficou com a maturidade do irmão mais velho e Naruto com toda a beleza possível – do mundo. Porque é inegável: Naruto é o ser mais deslumbrante que já pisou na terra.

Menma tinha ficado em casa para conversar com alguns familiares e Hinata decidiu dar uma volta pela Flórida, afinal, quando é que se tem a chance de dar uma volta pelas lojas mais caras e luxuosas de Jacksonville. Insistiu para que Menma não se preocupasse com ela, pois não é nem uma tonta e sabe se virar, caso estivesse perdida, ligaria para ele. 

Observou um vestido lilás tomara que caia e percebeu que ele era a sua cara. Não pestanejou sobre o preço e decidiu comprá-lo. Hanabi morreria de inveja quando a visse com esse vestido. E ela usaria hoje com Menma. Convidaria ele para irem em um restaurante e ela faria um agrado a ele. Culpa? É claro. Mas o que os olhos não veem, o coração não sente, certo? 

Quando saiu da loja, seu telefone tocou. Ao ver quem era, abriu um sorriso curto. 

— Estava pensando em você agora mesmo — atende. 

— Que coincidência! — ouve a voz fina e infantil do outro lado da linha. — Eu também estava pensando em você. Taí’ o motivo pra eu ter ligado.

— Adorável — faz uma voz doce. — Como sempre, não é?

— Sem enrolação! — afasta o celular do ouvido quando Hanabi grita. — Quero saber de tudo! Me conta, vai.

— Me admira você não ter me ligado às oito da manhã — ri ao ouvir um resmungo irritado de Hanabi. — Está tudo bem. Kushina e Minato são incríveis! Você ficaria de queixo caído ao ver a casa deles. Fiquei com medo dos dois não gostarem de mim, mas acho que causei uma boa impressão. E a piscina deles? Minha nossa! Aliás, você tem que ver o vesti...

— Não quero saber disso! — é interrompida. — Quero saber do Naruto. Como ele é pessoalmente, se ele é legal... você conversou com ele?! A voz dele é tão bonita quanto ele?

— Ah... — faz um muxoxo com a boca quando ouviu o verdadeiro motivo de Hanabi ter ligado para ela. — Ele é tudo o que você imagina. E mais ainda. 

— É sério? — ouve gritinhos. — Não acredito! Hinata do céu, você é muito sortuda, garota. Nem tanto, né... ficou com o irmão tedioso ao invés do divertido.

— Olha só — a voz sai mais fria do que imaginou e a linha do outro lado ficou muda na mesma hora —, eu realmente não quero ouvir você falando mal do meu namorado. Eu gosto do Menma, entendeu? Se me ligou para isso, então tchau. 

— Não! Espera... — a voz de Hanabi sai baixa. — Desculpe. 

— Não — responde ríspida. — E também  não quero ouvir você falando sobre o Naruto. Estou tentando ignorá-lo nas últimas horas e não quero ouvir você....

— Por que está me ignorando? — ouve uma voz grossa e sexy perto do seu ouvido, aquilo a assusta tanto que não consegue evitar de deixar o celular cair no chão. — Assustei você?

— Só pode ser brincadeira — sussurra para si mesma quando se vira para o lado e dá de cara com belos pares de íris azuis. 

— Não entendi... — ele levanta a sobrancelha esquerda, mas a expressão é de total divertimento. 

— Não estava falando de você — estreita os olhos e se abaixa para pegar o celular. — Não sei o que você ouviu, mas...

— Ouvi que você estava tentando me ignorar. E, pensando melhor — diz ele com uma expressão falsa de decepção —, é verdade. Você estava mesmo me ignorando depois da piscina. 

— Você está me seguindo? — olhou ao redor e depois para ele.

— Eu estava passando e vi você, então eu vim dar um oi — sorriu malicioso —, mas parece que você não quer falar comigo. 

— Não, espera! — fala alto ao ver que ele estava caminhando para longe dela. — Desculpe, tudo bem? É só que...

— Que...? — encoraja virando-se para encará-la. Seus olhos vão do decote avantajado da blusa até a calça apertada dela. 

— Por que você me olha dessa forma? — pergunta irritada e baixo, como se alguém estivesse ouvindo e fosse falar para todo mundo.  

— De que forma, Hina? — a forma sarcástica de como ele pronuncia seu nome não passa despercebida. — Você é bem maluca. 

— Maluca?  — repete perplexa. — Você tem sorte de ser irmão do meu namorado, minha mão está coçando pra te dar um soco.

Ele levanta as duas sobrancelhas, surpreso por aquela troca de humor inesperada. Mas acha engraçado. Hinata é tão pequena que qualquer tentativa de briga dela não passa de piada para ele, porque ela parece um pinscher de tão miúda. 

— Talvez não seja sorte — ele encolhe os ombros. — Talvez seja azar.

— O que? — perguntou confusa. 

— Sabe — se aproximou alguns passos, encurtando a distância. Hinata quis recuar, mas seus pés pareciam grudados ao chão —, não consigo deixar de pensar em você. 

— N-não...

— De como você ficaria fodidamente gostosa gemendo meu nome — a voz baixa e rouca dele corta sua linha de raciocínio. 

— Do que você tá falando? — murmurou baixo, atordoada.

— Falando do que, Hinata? — então tudo ao redor muda drasticamente. Naruto estava sim próximo dela, mas a expressão dele era de preocupação. A mão dele estava tocando sua testa e seus olhos não paravam de analisá-la. Estava... imaginando? — Você está bem? Parece estranha..., está doente?

— Era coisa da minha mente? — sussurra baixo e ele não entende. — O que você estava dizendo?

— Eu disse que ser irmão do Menma talvez seja um azar — respondeu despreocupado, a mão ainda na testa dela. O rosto dele está tão próximo que a única coisa que Hinata consegue ver é seu cabelo amarelo e o azul intenso do seus olhos. 

— Ah — suspirou aliviada por aquilo não ter sido imaginação. É claro que ela entendeu o que ele quis dizer com aquilo, mas ainda sim... o que estava acontecendo? 

— Então... — ele pingarreia, um pouco constrangido —... você ficou estranha do nada. Fiquei um pouco preocupado. 

— É culpa sua! — diz se afastando, aquilo o surpreende, mas não totalmente. Não precisa ser um gênio para perceber que a garota fica tensa na presença dele. — Isso está errado. Muito errado. Meu Deus. 

— O que é errado? — pergunta de maneira cínica. Ele sabia o errado que ela estava falando, afinal, ele começou a repetir aquela palavra desde o encontro embaraçoso dos dois nessa manhã. 

— Pare de...de — procurou alguma palavra na sua mente — ... foder com a minha cabeça! 

— Bom — ele cruza os braços e levanta o queixo de forma arrogante —, não sei do que está falando, Hinata. Talvez o sol da Flórida esteja mexendo com a sua cabeça. 

 — Pode ter certeza de que esse sol não é mais quente do que você e... — arregala os olhos ao perceber o que tinha acabado de falar. Naruto segura uma risada e também sua vontade de a beijar ali mesmo. Hinata fica uma graça quando está com vergonha. — Merda! Seja um bom irmão e se mantenha longe de mim. 

— Eu não sou bonzinho — provoca sorrindo de canto. 

— Eu sou apenas a namorada dele, tudo bem se eu o magoar — sua voz sai desesperada e Naruto fica sério —, mas você é o irmão. Isso está errado. Muito errado. 

— Tudo bem, Hinata — diz seco — vou me manter afastado de você. 

— Obrigada — agradece aliviada. Observa Naruto girar nos calcanhares e se afastar dela a passos firmes. Olhou para o telefone e viu que tinha dezenas de mensagens de Hanabi. Agradeceu por ter desligado a chamada assim que recuperou o celular. Olhou para cima, em direção ao sol. — Desculpe, mas você, comparado ao Naruto, não é nada. Não fique bravo, mas você já viu a cor do cabelo dele? É tão amarelo que ofusca qualquer coisa e...

Ouve alguém tossir de leve e abaixa a cabeça, olhando na direção da pessoa. Percebeu que algumas pessoas estavam olhando para ela com curiosidade. Cerrou os olhos e começou a andar na direção oposta da qual Naruto foi. Precisa de uma boa vodca. Mesmo que seja apenas quatro horas da tarde. 

{...}

— Hina...

Shh... — ela o interrompe. — Você vai negar sexo a sua namorada?

— Não, mas meus pais estão lá embaixo — ele fala, um pouco nervoso. Hinata se senta na barriga dele e se inclina para baixo, beijando o seu pescoço. 

— É? — ela chupa fortemente o canto da boca dele e isso provoca um gemido baixo. — Eles não vão subir, temos algum tempinho. Eu preciso disso.

E não, não precisava. Mas queria precisar. Um pouco estranho, mas querer transar com o seu namorada é a última coisa que passa por sua cabeça, porém seu subconsciente estava gritando para que ela fizesse isso. E bom, nunca foi de negar sexo, que mal teria? 

É claro que os riscos dos pais de Menma aparecerem são grandes, mas não demoraria muito. Tinha decidido que iria beber, mas quando viu a mensagem de Menma dizendo que estava com saudades, não se aguentou e pediu para que ele a buscasse na praça principal da cidade e a levasse para casa, porque segundo sua mentira, estava um pouco cansada do sol. E, tecnicamente, não é uma mentira. 

Estava realmente cansada do sol, mas esse sol tem nome.

— Tudo bem, Hina — ele geme por fim, cedendo ao desejo. 

Hinata desce o corpo, sentindo o membro ereto dele contra sua parte intima que estava latejante. Sim, não há como negar que seu corpo quer isso, apesar da sua mente achar que quer. Porque, convenhamos, não há como negar a atração do seu corpo. E, afinal, foi ela quem o puxou para o quarto e começou a beijá-lo, dois segundos depois sentando-se em cima dele. 

Menma pressionou seus seios de forma doce. Mas não queria isso, não assim. Coloca as mãos sobre as dele e aperta com mais força seus peitos, viu os olhos dele se arregalaram um pouco. 

— Não se preocupe — sorri maliciosa. — Não vou quebrar, Men. Pode apertar. 

Ela notou que ele estava receoso, então o guiou mais alguns segundos até tirar as mãos e ele continuar o processo, mas de forma certa dessa vez. Passou as unhas pintadas de vermelho pelo tórax dele e suspirou. Mas não de prazer e sim de decepção. Não é igual ao do Naruto e dúvida muito de que um dia será. Fecha os olhos e joga a cabeça para trás, rebolando devagar no pênis dele. 

— Hinata — ouve Menma sussurrar, a voz rouca de tesão. — Não que eu esteja reclamando, o que não estou..., mas o que está acontecendo? Por que está querendo transar às seis da tarde? 

Porque quero transar com seu irmão e estou me sentindo fodidamente culpada por isso. 

— Cale a boca — pede de forma sexy, mordendo o lábio inferior. 

Ele não disse. Desceu as mãos pela curva da cintura dela, parando no quadril. 

— Quero você — sussurra perdida em pensamentos, os olhos fechados com força. — Quero você, Na...

— O que? — ele perguntou, um pouco confuso. 

— Quero você, Naossa — engasga-se levemente, tentando reverter a situação. Olha para Menma e a expressão dele não é de acusação, e sim confusão, suspira aliviada por ele não ter entendido. — Desculpe, minha gagueira acabou voltando.

— Pensei que tinha superado esse problema — ele fala com a sobrancelha levantada, mas seu tom de voz é preocupado. — Mas isso acontece, você gagueja quando fica nervosa. 

Por fim, observou-o incrédula. Os dois pararam para falar sobre sua gagueira? Como isso pode acontecer? Como pode estar rebolando seminua no pau dele e Menma querer falar sobre a gagueira dela? Bom, é claro que foi ela quem começou, mas ele não precisava continuar. 

Saiu de cima dele, apesar da sua parte intima estar molhada, algo no resto do seu corpo estalou para que não fizesse aquilo. A verdade é que está morrendo de medo de falar algo inadequado, mais precisamente o nome de alguém. 

O que foi? — ele pergunta se levantando e se sentando na cama. 

— Nada, Men — usa o apelido para que soasse mais amável. — É só porque comecei a pensar nos seus pais e bom, não quero fazer sexo pensando neles. É estranho — força uma risada. — Podemos fazer isso mais tarde. 

— Bom, hum — ele coça a cabeça olhando para o volume na cueca preta. — Mas vou precisar me aliviar, você me deixou duro pra caralho. 

Ela sorri olhando-o sair do quarto, quando a porta é fechada, se deita na cama, suspirando pesadamente. Não há dúvidas, ela realmente precisa de uma bebida bem forte. 

{...}

Ainda não consegue acreditar que conseguiu sair de casa sem Menma. A noite na cidade da Flórida é bem clara, o que a deixa mais confiante. Disse para Kiba que iria até a loja ver o vestido que a mulher reservou para ela, e teve que insistir muito para conseguir ir sozinha. Até perdeu a conta de quantas vezes repetiu para Kushina que estava tudo bem e ela não iria se perder. 

Disse que iria a pé para aproveitar da bela vista que a Flórida tem, já que é a primeira vez que viajava para outro país. Isso foi uma desculpa muito convincente, porque Kushina até a encorajou. 

Quando Menma foi buscá-la na praça, viu que tinha um bar próximo a casa dos pais dele. Marcou mentalmente o trajeto para não se esquecer. Quando vê a pequena placa cintilante, suspira aliviada. Por alguns segundos realmente pensou que estava perdida e a ideia de ligar para Menma a assustou. 

Como poderia olhar para ele por mais tempo sem pensar no que teria falado se não tivesse se tocado a tempo. Entrou no bar e não conseguiu conter a surpresa ao ver como era bonito por dentro. As luzes neon davam um ar totalmente diferente, parecia muito mais uma boate do que um bar. Ou deveria ser uma boate, e as boates da Flórida são diferentes das do Japão. 

Senta-se no balcão e um homem vem atendê-la. O cabelo ruivo é um tom mais escuro do que o normal, abre um sorriso curto para ele. 

— O que vai querer? — ele pergunta. 

— Hum... — analisa a estante de bebidas, mas não sabe qual escolher. — Quero a mais forte. 

— Tem certeza? — ele olha para ela com uma expressão desconfiada. Hinata percebe que se aquele homem tivesse sobrancelha, com toda certeza estaria com uma levantada. 

— Tenho. 

Ele se afasta e Hinata vira o corpo na cadeira redonda para olhar ao redor. A música está abaixa, é possível ouvir a conversa animada de um grupo de adolescentes. Sorri para si mesma. Não consegue evitar uma pontada de arrependimento por ter saído do Japão. Isso é culpa dele, se não tivesse tornado a situação complicada para ela, com toda certeza não estaria arrependida agora. 

— Está aqui, a melhor bebida da casa — o ruivo volta, provocando um leve susto nela. Hinata volta-se para o balcão. 

— Pode deixar a garrafa aqui — ela diz, engolindo o líquido transparente de uma vez só. Fez um careta ao sentir o amargo e a quentura. — Por favor. 

— Hum — ele se apoiou no balcão. — Você está bem? Sabe, quando pedem uma garrafa inteira de vodca para beber pura, é sinal de que está com problemas. 

— E qual problema você acha que eu tenho? 

— Talvez tenha matado alguém e esteja arrependida — deduz. — Ou foi traída. Vodca é a bebida dos cornos. É o que dizem. Não estou julgando nem nada. Embora eu ache que a primeira opção é a mais viável. 

— Por que? — pergunta. Pega a garrafa que estaá sob o balcão e enche o pequeno copo novamente. 

— Acho difícil alguém trair você — ele fala, chamando a atenção dela. — Sabe, se fosse eu, não trocaria você por nenhuma outra mulher. 

— Oh — é o único som que sai da sua boca. 

— Obrigado Gaara, eu também não a trocaria por nada nesse mundo — a voz logo atrás de si a faz se engasgar com o líquido. 

Depois de tossidas fortes, finalmente se vira para trás, vendo Naruto. Ele está com um sorrisinho de lado. Hinata volta a atenção para o ruivo, que apenas dá de ombros e se afasta. Observa Naruto sentar-se na cadeira ao seu lado. 

— O que está fazendo aqui? — pergunta por fim. 

— Eu sempre venho aqui —ele  responde de forma despreocupada. 

— Está me seguindo? — pergunta desconfiada, levantando a sobrancelha esquerda. 

— Por que eu estaria? — ele levanta os ombros e ri. — Afinal, você não deveria estar em uma loja provando um vestido? 

— B-bom... — gagueja sem se conter. — Certo, mas... não conte para eles. 

— Contar o que? — se finge de desentendido. Ele observa o fino vestido branco no corpo dela. Seus olhos passeiam do rosto fino dela até as coxas levemente amostras. 

— Obrigada — agradece. Pega novamente a garrafa e enche o copo, bebendo-o logo em seguida. 

Você não fica muito sexy bebendo — ele pende a cabeça para o lado, achando graça da careta dela. 

— Ninguém fica — murmura. Olha para ele e novamente Naruto está ofuscando todas as cores ao redor. Como é possível? Como é possível que ele ofusque algo neon?

— Por que está bebendo? 

— Por sua causa — responde balançando o copo vazio. Ele levanta as sobrancelhas devagar, atordoado com a resposta direta dela. — Já disseram que você é um babaca?

— Já. 

— Já disseram que não dá pra ficar perto de você sem ter vontade de fazer sexo com você? — pergunta, não se importando mais. A bebida é forte mesmo, provavelmente a Hinata sã nunca perguntaria isso. 

— É a primeira vez que ouço isso. 

Hinata estreita os olhos na direção dele e vê a expressão surpresa no seu belo rosto. Os olhos azuis percorrendo-a por completo. 

— Meu Deus — solta o copo e apoia a cabeça nas mãos. — Eu conheci você hoje e quero muito te beijar. É errado querer isso, mas não consigo deixar de pensar que se você não fosse irmão de Menma, eu não hesitaria. 

— Sabe — ele se inclina na direção dela —, você não ajuda em nada. Primeiro, chegou hoje de manhã com uma calça super apertada e um decote. Depois, colocou um biquini que mal cobria seus peitos e porra, eu já estava imaginando-os durinhos na minha boca. Então, eu vejo você aqui. Com um vestido branco praticamente transparente. Se você se sente mal, imagina agora como eu estou me sentindo. 

Suspira devagar, processando tudo o que ele acabara de dizer. É claro que viu os olhares dele sobre si, mas pensou que Naruto estivesse apenas tentando provocá-la, porque era nítido o quanto se sentiu incomodada com a presença dele. E ele havia percebido na mesma hora o quanto mexia com ela. 

— Minha cor preferida era preto, depois mudei para o azul. Por fim decidi ficar com o roxo, porque combina muito comigo — ela ri de si mesma e Naruto levanta uma sobrancelha. — Então eu vi você. Agora não consigo decidir. 

— Decidir o que? 

— Decidir qual é a cor que mais combina comigo — diz virando o corpo completamente para o lado, ficando de frente para ele. — Você acha que o preto fica bem entre as minhas pernas? Que tal o azul? É sexy, não é? 

— Não estou entend...

— E o amarelo? — ela sorri de canto, a bebida estava sim presente, mas só a fez criar coragem para algo que queria a muito tempo. — Você acha que o amarelo ficaria bem em mim? 

— Hinata... — ele arregala os olhos, entendendo a situação. 

— Naruto eu quero que você me responda qual a cor que mais combina comigo — pede, a voz saindo num sussurro quase inaudível. Fecha os olhos com força, não acreditando no que vai falar. — Me diz qual dessas cores é a mais quente. Ou melhor, me mostre. 

Suas sobrancelhas perfeitamente desenhadas se alinharam e não conseguiu evitar de repuxar a boca para um canto, quase como se tivesse levado um choque. E bom, havia levado mesmo. Não literalmente, mas quase. Sempre achou a expressão ‘’palavras são mais fortes do que atitudes’’ algo totalmente ridículo, mas o que acabara de ouvir o acertou como um soco no estômago. Observou os olhos pequenos dela fechados com força e a boca avermelhada por causa do álcool levemente aberta. 

— O que você... — ele faz uma pausa, observando a pequena mulher abrir os olhos e encará-lo com intensidade — disse?

— Disse que eu quero saber qual é a cor mais quente — ela repete, mas sua voz denota impaciência, deixando-o intrigado. Percebe como a troca de humor dela é rápida. 

— Azul — ele responde se lembrando do filme. Havia visto uma vez e percebido o quão ruim era, de qualquer forma, não sabia como responder aquilo. Então forçou uma risadinha para que ela achasse ser uma piada. 

— Daquele filme, né? — ela fecha um olho como se fizesse força para se lembrar de algo, então abre um sorrisinho sexy para ele. — Não. Eu quero uma resposta mais esclarecedora. 

— Eu posso te ajudar — ele entra no clima, mesmo sabendo que não deveria fazer aquilo. Mas foda-se! Não é a palavra que usa para qualquer coisa? Então foda-se.

— Hum... — murmura passando a língua pelo lábio inferior e aquilo o faz colocar a mão sobre a calça jeans, chamando a atenção dela. — Você sabe que é errado, não sabe?

— É proibido — ele corrige e aquilo provoca uma risada nela. — E o proibido é sempre o mais gostoso 

E Naruto não poderia estar mais disposto para ajudá-la nessa questão. E ele pretende ser bem justo na resposta. 

Aproximou o rosto devagar, seu membro estava tão duro que a qualquer momento explodiria, e não no bom sentindo. Como aquela garota fez aquilo apenas com palavras? 

— Por favor, eu realmente preciso de você — e dessa vez era verdade. Totalmente. Porque dessa vez ela estava falando para a pessoa certa.  


Notas Finais


espero que não tenha errros! eu revisei certin, mas vai que né, qualquer coisa so falar gente.

o próximo será o último e terá um 18+ sem censura nenhuma, rs! TÁ BOM O PROXIMO VAI TER PUTARIA DO COMEÇO AO FIM, PREPAREM-SE! Juro, eu nunca fiz algo tão pornografico quanto o próximo capítulo, to morrendo ainda sem acreditar, minha nossa!
e será bem grande gente, mais de 10k de palavras, eu acho!



OKAY, AGORA: tem uma parte da fic que eu sublinhei uma frase, ela é da sinopse de uma fanfic NaruHina de uma amiga minha! Quando eu tava escrevendo, eu lembrei e fiquei: NOSSA EU PRECISO FAZER ISSO!
vou deixar o link da fic da @sunrays: https://www.spiritfanfiction.com/historia/gorgeous-17121080
Sabe aquela NaruHina que te deixa: eu preciso de mais capítulos? então, foi assim que me senti com essa fic, com apenas dois capítulos me encantou de uma maneira incrivel! Eu fiquei por dias querendo mais e mais! Então, pra quem gosta de uma NaruHina de boa qualidade, aí está!!!!!
UM AVISO SOBRE ESSA FANFIC: Ela tem o risco de deixar você apaixonado(a) e triste ao mesmo tempo! Se for sensivel, leia e peça para que ela poste mais capítulos KKKKKKK

Minha homenagenzinha p/ fic dessa garota mais que incrivel que eu conheci!


espero que gostem, até o próximo <3


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