História Amarga Vitória - Jungkook e Suga - Capítulo 26


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Jackson, Jeon Jeongguk (Jungkook), Mark, Min Yoongi (Suga), Personagens Originais, Yugyeom
Tags Aposta, Bts, Crossover, Escritora, Got7, Irmãos, Jackson, Jungkook, Mark, Suga
Visualizações 34
Palavras 1.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ecchi, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Capturado


Liguei para Mark, contei a ele tudo oque estava acontecendo por telefone mesmo. Precisava desabafar e pedir um conselho de irmão.

-- MEU DEUS. -- foi tudo oque ele disse depois da minha explicação.

-- Eu não sei oque faço mark, eu ainda tenho bambam na minha cola embora ele não tenha mais dado notícias, tudo estava confuso na minha cabeça.

-- Antes de qualquer coisa lembre-se que você nao é obrigada a ficar com nenhum dos dois Kyora...se não quiser é so falar.

-- Eu sei disso mas....

-- Mas oque? Ai meu deus, nao vai dizer que esta gostando dos dois

-- Não, dos dois não mas....Jeon... -- Minha fala foi cortada quando bateram na porta. -- Espere 1 min mark depois te ligo.

-- ok, Cuidado -- desligamos a ligação e olhei pelo olho mágico. Meu corpo gelou, era Bambam e Jackson...junto com um homem que eu não conhecia.

Tentei fingir que não estava em casa fazendo silêncio, mas a cada batida meu coração se desesperava, eles não iriam embora.

-- Kyora...sei que está aii -- bambam disse sorrindo, não tinha alternativa a não ser abrir a porta -- Aaa, que bom que está ai. Podemos entrar?

Dei passagem para os três entrarem, bambam sentou-se em meu sofá cruzando as pernas. Jackson e o outro homem ficaram em pé ao lado dele como verdadeiros lacaios.

-- Oque veio fazer aqui bambam?

-- Nossa porque tão hostil? -- O sorriso pretencioso não saía de seu rosto.

-- Estou com sono, ja é tarde!! -- Falei sentando em um dos bancos do balcão.

-- Bom, parece que para receber um certo alguém você não se importa com as horas -- o encarei perplexa; será que ele sabia sobre Jungkook e Yoongi saber do plano?

-- É que...eu não te contei nada porquê....É

-- Não precisa se explicar. Eu ja sei de tudo.

-- JA? -- exclamei assustada, minhas mãos suavam frio.

-- Sim. Aliás, vim te parabenizar, Deu tudo certo. Você é um gênio Kyora!!

Doque ele estava falando?

-- A essa hora, Jeon deve estar bem longe. Pensei que iria separa-los mas você deu um jeito de mandar um deles embora, eu nunca pensei que podesse fazer algo assim. -- Quando ele completou sua frase, percebi que ele achava que eu tinha tramado tudo. Era pra ser algo bom, mas saber que jungkook havia partido sem Yoongi me arrebatou. Bambam me olhava ainda sorrindo, ele caminhou ate mim que ainda tinha uma cara espantada e segurou meus ombros.

-- Parece que a senhorita Kyora Nikaule faz mesmo de tudo para proteger a família -- Aproximando o rosto de meu ouvido sussurrou -- você é uma menina má Kyora!! Obrigado. -- logo depois se afasto -- Jackson, Yugyeom Vamos!

Yugyeom....Nao pode ser, ele também era um aliado de bambam, com certeza um espião. Os 3 homens sairam de meu apartamento.

           [...] Quebra de tempo.

-- Passaram-se 4 dias desde então. Liguei várias vezes para perguntar como minha família estava. Mark me disse que tudo estava bem, e que nunca mais havia visto Jeon e nem mesmo Yoongi na casa. Suspirei fundo, não iria atrás deles. Bambam ja havia ganhado essa guerra agora que Jeon estava longe. Mas ainda sim me culpava por deixar Yoongi sozinho nessa. E se bambam o matasse?

Vesti um vestido branco, com mangas ate os pulsos e detalhe tomara que caia nos ombros. Prendi meu cabelo e coloquei uma sapatilha cor bege. Levando minhas necesser comigo. 

Desci ate o saguão, comprimentei os funcionários. A polícia era tão negligente que nem mesmo voltaram para dizer se conseguiram algo sobre a investigação.

Adentrei a empresa que a tanto eu não visitava. Hong Saeng-Nim nome prestigiado em relação a exposições e vendas de artes, uma empresa ladra com funcionários ladrões e um dono pior ainda. Bati na porta de bambam; bati novamente mas ninguém veio me atender. Girei a maçaneta e a porta estava trancada, desci novamente até o terrio.

-- Por favor, Bhuwakul não está?

-- A não senhora -- a recepcionista que ja nao era a mesma daquele dia me disse sorrindo -- ele disse que iria tratar de negócios em outra cidade e pediu para interditar sua sala.

-- Entendi...mas porquê interditar? Está quebrada?

-- Não sabemos o motivo senhora!

Agradeci a moça, sentei-me em uma das cadeiras de espera. A empresa era o único lugar que havia provas, era óbvio que Bambam nunca deixaria sua sala aberta a mercer de qualquer um. Quando a recepcionista se distraiu fui devagar ate o elevador.

Tentei abrir a porta de bambam mais uma vez, estava realmente trancada. Quanto mais eu sacudia a porta, mais achava que estava louca. Dentro da sala eu conseguia ouvir gemidos. Aquilo passou a me assustar, eu tinha que abrir aquilo.

A sala de bambam tinha um aparelho ao lado, além de uma tranca. Impressão digital e chaves. Lembrei que jeon havia aberto a porta de meu apartamento uma vez, mas como ele fez aquilo? Rapidamente peguei um grando de cabelo como nos filmes, fui algumas pesquisas na internet e acreditem que se acha de tudo la. A parte da trancada estava resolvida, eu precisava dar um jeito na impressão digital.

-- Oque os irmãos fariam...oque fariam? -- como um flash, o dia em que vi eles carregando algo para dentro da empresa na noite do jantar com bambam me veio a mente...eles usavam luvas, era isso...luvas.

Corri para a sala mais próxima, por sorte achei um faxineiro.

-- Com licença senhor, eu cheguei hoje. Gui recrutada para a equipe de limpeza mas não tenho nada para fazer um teste, poderia pelo menos me dar duas luvas?

-- Claro, aqui está -- o homem estendeu luvas limpas para mim -- está muito bem vestida para quem vai ser faxineira -- ouvi sua voz dizer antes que eu fosse embora.

-- É, primeira boa impressão sabe? -- sorri sem graça. Voltando para a porta de bambam, orei para que ninguém passasse naquele corredor.

Me curvei um pouco, com o granpo desdobrei formando um fio de metal e depois o dobrando virando um "V" com as duas pontas, empurrei o trinco de dentro e girei. Rapidamente a porta destrancou, mas ainda faltava a impressão.

Levei um susto quando ouvi passos de alguem, rapidamente me levantei e passei a arrumar meu vestido.

-- Ei, essa sala está interditada. -- uma moça bem vestida falou

-- Sim eu sei, so estava limpando -- mostrei as luvas e a mulher arqueando as sobrancelhas deu as costas.

abri minha pequena bolsinha que sempre carregava comigo e tirei meu pó, passei o dedo no pó e depois com um fita  coloquei no dedo deixando minha impressão digital desenhada. Depois peguei as luvas e coloquei apenas uma, pegando a fita com minha impressão digital, carimbei em meu dedo com a luva. O pó teria ficado borrado, esperando que a maquina desse um bug na hora de reconher e abrir. Coloquei o dedo na máquina, fechei os olhos mas deu negativo. Tentei mais uma vez e nada, mais uma vez e mais uma, minha esperança ja estavam se acabando quando frustrada dei um tapa na máquina, a luz ficou verde a tranca da porta se abriu.

-- Não acredito nisso...-- falei boquiaberta. Com cautela entrei na sala e a fechei por dentro, estava escura. Quando liguei a luz quase gritei

-- Meu deus....Yoongi? -- ele estava amarrado em uma cadeira, usando um terno todo amarrotado e sangrando, seu rosto machucado e desacordado. Cai em prantos. 



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