História Amigo de um Deus, mas namorado de um Demonio? - Capítulo 11


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 996
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Harem, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


CAPITULO 10

semana de provas começando na semana que vem, então vamos postar logo esse capitulo neh? hahaha

até as notas finais e boa leitura :3

Capítulo 11 - A resposta para tudo?


*Na minha sala tem um Deus e um demônio, e os dois estão prestes a começar uma guerra...*

Capítulo 10 – Convivendo com eles

 

Quando vi Clírius parado na frente da sala, só pude bater minha cabeça na mesa e dar um longo suspiro. Tudo que eu queria era um pouco de paz e, queria saber como esses dois fizeram para entrar na escola desse jeito. Pensei um pouco de cabeça baixa, até começar a ouvir comentários vindos de todas as partes da minha sala.

“Eles são amigos?”, “Ele conhece uns meninos muito lindos!” ou algo assim. Levantei a cabeça lentamente e dei de cara com Clírius parado ao meu lado esperando que eu olhasse para ele. Ao olha para ele, ouvi um tipo de um suspiro e vi uma expressão aliviada em seu rosto.

“Pensei que estava se sentindo mal...” Ele disse num tom preocupado, o que me fez ficar confuso. Ele estava preocupado comigo? Mas isso é possível? Acabei ficando imerso num universo totalmente feito das minhas dúvidas sobre o ser que estava parado a minha frente. Fui tirado de meus pensamentos pelo professor.

“Bom, já que vocês já são amigos, vou deixar vocês sentarem juntos...” O professor deu uma pausa antes de continuar, enquanto eu já ficava nervoso. “Igor, trate de ensiná-lo corretamente para que ele possa nos acompanhar!” Ele alertou, e eu afirmei.

Uma cadeira foi colocada do meu lado para que possamos fazer as lições. Tentei ao máximo não falar com ele e me concentrar nos cálculos, em quanto ele apenas observava, até que sua boca abriu:

“Tá errado Igor” Ele falou, me assustando um pouco. Dei um pequeno pulo na cadeira. Olhei para a conta novamente, mas não enxerguei nada de errado.

“Como você tem tanta certeza?” perguntei ignorante. Ele apenas colocou o dedo sobre um número, foi quando percebi que a multiplicação estava errada. Me surpreendi, afinal, ele nunca tinha ido pra escola, não sabia que ele era assim inteligente. Durante todos os cálculos ele me explicava como fazer, de uma maneira clara e fácil de entender.

Finalmente o sinal para o fim das aulas tocou, fazendo todos comemorarem e se levantarem rapidamente. Arrumei minhas coisas lentamente, e fui andar na direção de Zack, que me esperava na porta, quando percebi que Gus e Clírius se encaravam e se devoravam com os olhos, senti uma certa tensão no ar. Mudei de direção, e fui com os dois, ver o que estava acontecendo.

“Olha só, é bom que você não me faça cometer um crime aqui mesmo nessa escola” Gus falava com a irritação ultrapassando os limites.

“Um Deus não deve cometer crimes, quer virar mais um dos meus súditos?” Clírius falava ignorante. Apesar deles brigarem sempre que se encontram, Clírius não parecia se importar, ou não queria brigar. Respirei fundo antes que pudesse dar sermão nos dois, mas quando abri a boca pra falar um barulho de celular saiu do Gus.

“Que droga, agora não.” Ele disse vendo que o barulho continuava. “Você me paga velho sem graça” Ele disse, logo depois correu em direção do corredor, e pude ver uma forte luz rápida no reflexo da janela. Respirei fundo mais uma vez, e olhei para Clírius que me olhava com um “olhar morto”.

“Você tá bem Clírius?” Perguntei vendo que ele parecia fraco. Ele apenas assentiu com a cabeça, mas ao tentar levantar da cadeira caiu de joelhos no chão. Corri para segura-lo, foi quando toquei na sua pele e me assustei. “desde quando sua pele é fria desse jeito?” Perguntei preocupado. Ele me olhou como se quisesse falar algo mas não pudesse, foi então que lembrei que Zack estava na porta assistindo a tudo. “Zack! Vai pegar uma bolsa de água quente e traz aqui, eu acho que ele não ta se sentindo muito bem.”

Zack assentiu e correu para a enfermaria, que era no terceiro andar. Sabendo que ele iria demorar uns minutos, me abaixei ficando na frente de Clírius e puxei uma parte da minha camisa para baixa, mostrando a área do pescoço onde ele mordia.

“Vai Clírius, eu sei que você ta com fome.” Falei preocupado, mas ele só negava com a cabeça “Clírius! Eu to mandando você beber, você vai morrer desse jeito!” falei aumentando o tom. Recebi como resposta um olhar de culpa, logo depois ele cravou suas presas no meu pescoço.

Segurei a mão dele em quanto ele bebia desesperadamente, senti sua temperatura aumentar e fiquei aliviado, mas logo minha visão começou a embaçar. Dessa vez ele não parou, foi como se ele pedisse por mais. Pensando bem, ele não havia tomado o suficiente na noite passada, imagino o quão fraco ele devia estar. Consegui me manter acordado até ele parar de tomar, senti meu sangue voltar a correr no meu corpo, dando um pequeno alívio de mais uma vez ter sobrevivido.

“Igor, você tá roxo...” Ele falou fazendo com que eu apoiasse minha cabeça na sua mão, me olhou por alguns segundos antes de voltar a falar “Me desculpa Igor, eu não queria.” Ele disse,  e com a visão limitada consegui ver algumas lágrimas se formando nos olhos vermelhos, e logo escorrendo lentamente pela pele pálida. Levei minha mão ao seu rosto enxugando algumas lágrimas que escorriam.

“Eu sabia...” Falei achando a resposta para a minha maior dúvida “Até vocês tem sentimentos...” Falei rouco tentando recuperar minhas forças. Ouvi um estalo na porta, logo depois enxerguei o rosto de Zack, que foi ficando cada vez mais nítido.

“Igor, o que aconteceu?” Perguntou preocupado e olhando para Clírius. Ele apenas fez uma expressão confusa como se não soubesse o que havia acontecido também “Não faço ideia de onde vocês se conheceram, mas me ajuda a levar ele pra casa dele.” Disse apoiando meu braço esquerdo no ombro. Clírius apoiou o meu braço direito, o que foi um pouco doloroso já que ele havia mordido aquele lado. Os dois caminharam comigo até a minha casa, onde consegui recupera mais das minhas forças...

 

Continua...

 


Notas Finais


Bem longo esse! Ta bem merda mas to aprendendo ainda hahah

o que vocês acham que vai acontecer no próximo capitulo?
Até o próximo!!


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