História Amigos Com Benefícios - Capítulo 3


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Categorias Ariana Grande, Justin Bieber
Personagens Ariana Grande, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amigos Com Benefícios, Ariana Grande, Hentai, Jariana, Justin Bieber, Melhores Amigos, Sexo Sem Compromisso
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Palavras 2.453
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores!
Eu demorei, mas para não ficar repetitivo, eu demorei pelos tristes estudos que não me deixam em paz! Me perdoem o capítulo sem revisão, espero que eu compense vocês com o final do capítulo!
JÁ SÃO 01:20 DA MANHÃ MEU PAI!

Boa leitura! :-)

Capítulo 3 - Plano Insano


Fanfic / Fanfiction Amigos Com Benefícios - Capítulo 3 - Plano Insano

Filadélfia – Pensilvânia

Justin Drew Bieber


– Você o quê? – George gritou e sua cara era uma mistura de espanto e divertimento. Ele era o meu segundo melhor amigo – Ariana, obviamente, a primeira – desde o ensino médio. Igual a mim, ele era o encanto entre a garotas naquela época, mas nunca foi muito de se exibir. Ele era um pouco mais quieto comparado a mim, mas isso não significava que era calmo. Se metia mais em brigas do que eu poderia contar nos dedos, na verdade ela se mete até hoje, porém sempre saía ileso das brigas por ser rico.

Devem se perguntar, por que eu não pego logo o dinheiro dele e me "compro" uma casa? Ok, saiu meio estranho. Perguntam-se, por que ele não poderia me emprestar uma grana para comprar talvez um apartamento barato ou qualquer coisa? Porque seus pais simplesmente não gostam de mim.

Digamos que no tempo da escola eu o incentivava a sair para festas, baladas, essas corridinhas – rachas, na verdade – de carros que os estudantes faziam entre si, porque parecia que todos os garotos tinham um carro, e alguém sempre acabava em um acidente. O meu já capotou, o que ocasionou uma cicatriz na costela, e é o mesmo que foi ginchado esses dias, e George já destruiu três carros com essas corridas sem noção; um começou a pegar fogo, o outro capotou e um foi cortado os freios por um babaca que a gente odiava e George quase morreu. Sim, ele parou no hospital e ficou quase uma semana. Antes que o carro batesse em algum lugar, ele conseguiu pular dele, mas quebrou o braço durante a queda e torceu o pulso. Parece exagero falando deste modo, mas infelizmente era verdade.

Acho que isso já era motivo suficiente para eles me odiarem. Também acho porque eu não tinha tanto dinheiro como eles, mas fazer o quê.

Vamos esquecer o passado, neste momento eu contei tudo o que estava sentindo – pelo menos achava que estava sentindo – por Ariana e, não foi apenas um choque para ele que acompanhou nossa amizade por tantos anos, como também foi para mim falar isso em voz alta.

– Eu me senti atraído por ela. – disse simples.

– O que? – praticamente berrou e começou a sorrir.

– Para de gritar, caralho! – disse encarando as redor enquanto fazíamos nossa caminhada semanal.

– Como assim você ficou excitado? Com a Ari? – revirei os olhos, não o encarando e tentava acelerar o ritmo, mas quem disse que ele me deixaria em paz depois de soltar essa bomba?

– Não foi exatamente excitado – menti. Porque claramente se aquilo não foi uma ereção dura igual uma pedra completamente insatisfeita, eu não sei o que era. – Ela apenas esqueceu de que eu estava lá e acabou andando nua pela casa. Eu sou um homem, por favor. Respeite minhas origens.

– Ohh… – sua boca se formou em um perfeito O e eu apenas tentava evitar seu olhar e as lembranças do seu delicioso corpo totalmente inocente para mim. – E… Como era? – Lhe dei uma encarada mortal e ele começou a rir alto, que nem um louco. Qual era o problema dele?

– Mas falando a verdade, se fosse qualquer outro homem não conseguiria se controlar.

– Aposto que nem você conseguiu direito. Quero apenas ver como será a convivência de vocês depois disso. – um sorriso malicioso surgiu em meus lábios.

– Eu tenho um plano.

– Um plano? Vai se mudar para outra casa? 

– Não, claro que não. Eu apenas tenho uma ideia.

– Ok, então… – após um instante de silêncio, ele voltou a dizer. – Tem certeza que vai dar certo seja lá o que está pensando? Não tô sentindo firmeza.

– Relaxa George. – ri quando colidimos um com o outro na corrida boba que apostamos. No meio do caminho quando estávamos chegando a não sei aonde, eu estava um pouco mais na frente, porém vi ele me alcançar e gritar;

– Se alcançar aquela velinha ali na frente, te deixo 67 dólares mais rico. – a velinha tinha acabado de atravessar a rua que estava a uns bons 13 metros de distância.

Seria moleza.

E eu obviamente ganharia.

Mas o destino é cruel, frio e insensível, e aquele filha da mãe do George me ultrapassou e quase matou a velinha de susto. Eu teria ficado puto, mas ver a velinha pegar a bengala dela e atirar na cabeça dele foi uma boa coisa de se ver.


∆∆∆


Após chegar da corrida rápida com George e já estar em casa, apenas esperando Ariana, pensei  na conversa que apenas me motivou mais para o que iria fazer a seguir.

Fazer Ariana me desejar.

Bem, parece meio idiota tentar fazer sua melhor amiga e parceira de anos, que só te vê apenas como um amigo, tentar fazer sentir desejo por mim. Mas eu estava bastante confiante. Nenhuma única mulher que eu já desejei escapou de minha garras, e mesmo não sendo especialista na área, eu tinha meus truques. Sei que posso fazer isso, era apenas questão de tempo e teria que fazê-la se acostumar com a ideia, por ser tão inocente. Até mesmo tinha pensado em lhe oferecer uma proposta onde poderíamos transar quando e onde quisermos, porém sendo apenas amigos. Mas, não parecia uma boa ideia, com toda certeza que eu tenho ao conhecê-la há tantos anos, ela recusaria na mesma hora e sairia correndo por aquela porta. Mas… tinha o meu outro plano, que pensaria mais tarde, já que acabei de ouvir a tranca da casa abrindo, dando indícios de que ela acabou de chegar.

– Olha só quem chegou! – disse com a voz tranquila e corri para ajudá-la a retirar a jaqueta e a bolsa, colocando em cima da mesinha. Com esse mínimo toque, de deslizar as mãos pelos seus braços agora nus, pensei no quanto seria bom fazer isso novamente.

– O que há com você? – disse ela, com o tom engraçado, mas ao mesmo tempo cansado. Eu sabia o quão duro era estudar naquela faculdade e ainda ter que pensar em mim, e no emprego. Era muito coisa para uma mulher da idade dela. Muitas responsabilidades que eu tenho certeza que nunca conseguiria gerenciar.

– Nada, ué. Apenas ajudando minha doce e querida melhor amiga. – ela arqueou uma e me encarou divertida. Seus olhos não só continham uma emoção, como também um toque de malícia.

– Você está bem? – ela colocou sua mão sobre minha testa, fingindo medir minha temperatura e eu senti meu sorriso se alargar ao estar tão próximo do seu rosto. – Normalmente, não é tão carinhoso.

– Ah… Eu posso ser muito carinhoso. – sorri lascivo e ela contraiu os lábios, fazendo uma expressão que não soube adivinhar e se empertigou, andando até a cozinha.

– Que tal comermos algo? Uma pizza se pedirmos, talvez? – disse ela, engolindo o seco. Estranhei sua atitude, mas não comentei.

– Tanto faz para mim. – disse. – Aliás, se alguém ligar perguntando de algum emprego, me diga, porque você sabe não é? A vida de um trabalhador não é fácil. – ela gargalha alto.

– Você nunca trabalhou. Bem, na verdade sim mas, foi demitido nós quatro empregos que tentou trabalhar e olha que não durou nem uma semana! – fechei a cara para ela e soltei o ar, aguardando ela ligar para a pizzaria. 

Assim ela pediu nossos dois sabores favoritos; o meu chocolate e o dela calabresa, Ariana voltou a sala e começou a assistir a série de televisão que estava passando na tv. 

– Logo eu terei que trabalhar de novo. – resmungou e contive meu rugido irritado. Se quisesse que ela me desejasse como faria isso se ela não estava em casa? Ela percebeu minha cara irritada e respondeu: – Não se preocupe. No fim de semana vou estar livre, totalmente livre e no próximo mês estarei de férias! – ela se levanta animada assim que diz isso.

– Vou ter que te esperar sozinho então. – falei com carência e observei ela caminhar até seu quarto, começando a se arrumar.

Tudo bem, meu plano já estava quase praticamente montado em minha cabeça, só tinha que esperar pelo momento certo.

– Ariana! – gritei com a mesma que apareceu vestindo seu uniforme do trabalho na farmácia e cabelo amarrado em um rabo de cavalo alto. – Você estará livre esse final de semana e nos outros certos? – ela assentiu e antes que desse meia volta, retornando ao seu quarto, ela comentou;

– E aqueles planos que você pretendia fazer comigo? – sorri e minha cabeça caiu de forma lenta para o lado.

– São os planos que teremos que fazer juntos. E então? Topa?

– Se for divertido, eu aceito! – ela sorriu, indo ao seu quarto e retornando, com uma bolsa no ombro. – Tchau Justin! Não coma minha pizza quando eu chegar! E o dinheiro está lá em cima do balcão. – ela passaria por mim, mas agarrei seu pulso por instinto, fazendo ela me abraçar. Queria apenas tocá-la uma única vez hoje. – Melhores amigos se abraçam, não é? – ela comentou rindo enquanto retribuía o abraço, e eu concordei.

Melhores amigos fazem muitas coisas… – disse baixinho em seu ouvido e me afastei, vendo o questionamento em seus olhos. Ela forçou um sorriso e saiu rapidamente pela porta, a trancando. Suspirei, triste por não tê-la aqui. Sempre ficava entediante.

Para passar o tempo, passei a pensar nos meus planos para passar o fins de semana com Ariana.

Ela com certeza não cairia naquele papo furado que eu fazia com todas as mulheres que gostaria – e conseguia – levar para cama. Ariana era, de algum jeito extremamente excitante e animador, diferente de qualquer mulher que tive o prazer de conhecer. Ela era tímida, mas sabia ser extremamente severa. Uma mulher engraçada, de bom coração e humor, sabia ser bastante intrometida às vezes. É educada ao extremo, e isso é um defeito para quando ela quer se divertir, tirando o fato de que ela é reservada e o seu modo de escapar de coisas fúteis, como festas e sair para algum bar qualquer na região, mas mesmo assim, encarando de frente a dura realidade de pagar as contas, estudar para faculdade, trabalhar e ainda ter tempo para cuidar de um homem como eu, era impressionante, de um jeito constrangedor para mim, obviamente.

Tudo o que quero dizer com isso tudo era que; ela era totalmente oposta de si mesma. Uma hora, ela parece uma mulher inocente, totalmente tímida e com uma gentileza que chegava a ser docemente demais. Porém, uma hora ela se mostra ser uma mulher sensual, que sabia como provocar, me lançava aqueles olhares malicioso – sem nem mesmo perceber! – e isso acabava com a minha razão e me fazia querer fazer ela minha de todas as maneiras! Era frustrante. Totalmente frustrante ter uma mulher gostosa na minha casa e não poder fazer absolutamente nada com ela. Apenas imaginar.

E, eu sabia, por experiência própria, que não era melhor que a realidade. E isso me deixava ainda mais furioso.

Então, meu triste plano de levá-la para cama, seria fácil e o mais rápido que meu corpo conseguir suportar. Corri para o seu quarto, por ela não estar em casa, e procurei pela sua escrivaninha alguma folha de papel ou uma caneta. Por instinto, avistei seu guarda-roupa, com as gavetas de calcinhas entreabertas. Talvez ela nem sentisse falta…

Não! Não iria me permitir fazer isso! Não estava tão desesperado a esse ponto! Não mesmo! Não era desse jeito e nem me submeteria a ser só porque estou totalmente louco para me enterrar naquela mulher. Me concentrei no meu objetivo inicial e saquei tudo o que precisava. Voltei para a sala, e me joguei no chão, colocando o caderno e a caneta em cima daquela mesinha no meio da sala. Teria que dar certo.

Saquei o controle e coloquei em músicas favoritas, colocando o volume no máximo. Foda-se os vizinhos, eles também me odeiam. Enquanto minha banda favorita tocava na caixa de som, pensei em um título para aquela lista insana. Ou devo dizer... Plano Insano.

Hum… Já sei!


Sete passos para levar Ariana para cama.


Primeiro de tudo, por que raios sete? Porque era meu número preferido e não tinha ideia para mais que isso. E também, era um título bem óbvio, então não sei se deveria colocá-lo, mas já que minha imaginação não era das melhores, seria esse mesmo. Bem, vamos aos passos.


1. Assistir um filme com cenas quentes. Ela poderia ficar excitada e isso já seria um grande avanço, considerando que nunca a vi deste modo. Apenas imagino mesmo.

2. Levá-la para sair e bebermos juntos. Era uma grande curiosidade minha arrancar algo dela sobre o que exatamente ela pensa de mim, ou o que ela gostaria de fazer. Não faço a mínima ideia, mas gostaria de ver essa cena.

3. Dançar com ela. Se dançássemos, poderia tocar seu corpo, não de forma exagerada, óbvio, e ela até poderia gostar das minhas mãos tocando seu corpo e fazê-la pensar nisso como algo bom e que ela queira… Só não faço a mínima ideia de como.

4. Sair com ela para comprar roupas íntimas. Além de ser uma visão bastante quente, vou poder elogiar seu corpo e então, ela poderá ter a mínima ideia de que eu sinto algo por ela. Agora era só saber como convencê-la a sair.

5. Dormir em sua cama. Sim, eu pensei nisso há um bom tempo e já tinha uma vaga ideia do que fazer. Teria que estragar propositalmente minha cama de algum jeito e não teria lugar para dormir. E o sofá não era nem opção porque era totalmente desconfortável, nem um mendigo dormiria lá, e não havia colchão. Ela nem teria escolha!

6. Ensiná-la a nadar. Ariana não sabia nadar  e morria de medo de entrar em qualquer rio ou piscina, então, não seria apenas prazeroso para mim ensiná-la, mas também, ajudaria ela a superar seu medo medonho de água. Seria uma experiência muito divertida e prazerosa. E o bônus era ver ela de biquíni, que imagem!

7. Beijá-la. Porque eu quero e eu posso. Sem mais nem mesmo nesse passo, e em algum momento teria que acontecer.


Seria isso então. Eu a teria para mim nem que eu tenha que trazer os anjos para a terra! Se esses passos, se nenhum deles der certo, eu desisto da minha vida. Literalmente. Orgulhoso de como estou me esforçando para fazer algo tão prazerosamente errado, me despertei ao ouvir a campainha tocar. A pizza!

– Alguém pediu pizza? – um homem moreno totalmente vestido de roupas de fast food vermelho e branco perguntou e eu assenti.

– Um instante. – corri até o balcão, pegando os 14 dólares do mesmo e entreguei ao entregador.

– Obrigado! Tenha um ótimo final de semana! – me entregou a pizza e eu assinei o pequeno papelzinho de entrega – sejam lá como essa porra se chame – e ele foi embora, me fazendo saborear o doce sabor da vitória. 

– Ah, e o quão bom ele vai ser! 






Notas Finais


Gente, esse plano não será apenas em um final de semana, ok? Será em vários kkkkkk não deu para entender mas a cada passo aí será para um final de semana. Não teve muito momento Jariana e para ser sincera, eu odiei esse diálogo, então acho que eu vou reescrever mais tarde. Me desculpem a demora e chegar com só esse capituluzinho, mas eu garanto, terceira vez que digo isso, que vai ser melhor! Amo vocês!🖤


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