História Amigos Desde Infância - Capítulo 72


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Categorias Amor Doce
Personagens Castiel
Tags Amor Doce
Visualizações 156
Palavras 1.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Amores, eu gostaria de agradecer aos 140 favoritos, que eh muita coisa pra mim. Eu quero desejar boas vindas aos novos leitores, e que o de tempo quero deixar claro que amo vcs♡. Tanto pelos favoritos tanto, pelos comentários maravilhoso que me incentivam a continuar postando. E me deixa muito feliz que sempre estão ansiosos por novos caps. Bom era isso, mais uma vez obrigado♡♡♡

Chega de melacao ne? Boa leitura♡

Capítulo 72 - Sempre tem alguém pra estragar


Fanfic / Fanfiction Amigos Desde Infância - Capítulo 72 - Sempre tem alguém pra estragar

Dei um soco na barriga dela com todo o meu ódio acumulado no punho. Ela veio pra me dar um tapa mas consegui desviar, ficando atrás dela. A peguei pelo cabelo  e puxei fazendo ela cair pra trás. Fui em cima dela e comecei a socar sem pensar em quantos dias ficaria de suspensão. Meus ouvidos pareciam tapados pela adrenalina, eu comecei a ouvir quando ela me pegou distraida, me dando um tapa. Ela aproveitou e me empurrou, agora ela estava em cima. Antes que pudesse me encostar se quer, vi ela ser puxada pra longe e de cima de mim. Levantei rápido e vi que era Rosa espancando ela agora. Alex segurou ela e a Diabrah foi andando pra trás até estar a uma certa distância de nós. Seu rosto, horrível. Lambi os lábios e senti gosto de metal. Sangue. Passei os dedos no canto do lábio inferior e olhei. Era sangue mesmo. Droga. Diabrah respirou fundo e recuperou sua pose de puta-invejosa-e-enojada. Ela cuspiu sangue e me olhou. Nossa, que medo do olhar dela, meu deus, to tremendo. Entendam a ironia, ela é a coisa mais ridícula que já vi na vida.

-- Você vai pagar, Lívia. E vai ser muito pior.  -- Diabrah ameaçou e saiu da rodinha que tinha com a gente. 

-- To morrendo de medo! -- eu e a Rosa dissemos ao mesmo tempo, se inclinando pra frente e tremendo as mãos. Parecia ensaido. Convivência ne. Andei até o Cass, ele me abraçou e me deu um beijo na testa.

-- Eu não quero ficar mais nessa escola. -- eu disse e Lys e Rosa se aproximaram. Estávamos no intervalo ainda. Tinham mais três aulas. 

-- Vamos pra casa então. Vocês vão? -- Cass disse e eles negaram. 

-- Eu sei o que vão fazer, em vou poupar meus ouvidos e meus olhos. Vamos ficar. -- ela disse com graça e eu ri sem graça. Vi Cass sorrir. Nós não íamos... eu acho. 

Todo mundo estava voltando pra sala, e quando o número de pessoas estava menor, vi a diretora vindo e entrando no pátio. Pelo visto estava me procurando. Arregalei os olhos e puxei o Castiel pelo braço pro estacionamento.  Rosa e Lys a perceberam ela e foram pras suas aulas. Viemos de moto hoje. 


Chegamos em casa e assim que pisei o pé no apartamento, suspirei. Fui direto pro quarto. Tirei toda a roupa, menos a lingerie, ficando semi nua. Fui pro closet e peguei uma outra roupa. (N/F). 

Fiz um coque e fui pro banheiro. Cass ja estava no quarto, mexendo no celular. Estava deitado na cama, mas na ponta, com as pernas ainda no chão. Deitado só com o tronco. Passei por ele e fui pro banheiro, hora de cuidar do meu rostinho ne! Kit!

-- GATONA! DELÍCIA! -- ouvi ele gritar e olhei pelo reflexo do espelho com cara de "Ai meu Deus". Meu cenho era franzido mas havia um sorriso bobo em meu rosto. Ele estava sorrindo mas continuava mexendo em seu celular. Queria que caisse na cara dele. Pra que falar??? -- AIII!!!

Ri alto. Ele sentou na cama e passou a mão um pouco pra bochecha pro nariz. Ele ficou com bico. Me aproximei dele, deixando o kit de primeiros socorros em cima da pia. Sentei em seu colo e passei os braços pelo seu pescoço. Fiz bico também. 

-- O que foi, bebê? -- perguntei beijando seu bico. Ele fez bico, apesar que sei que é um truque, eu estou adorando essa truque. 

-- O celular caiu na minha cara.

-- Ta doendo aonde? -- perguntei o puxando pra mais perto. -- eu vou dar um beijinho pra sarar.


Sorriu. Esse sorriso lindo.


-- No meu nariz


Beijei seu nariz. Sorriu mais.


-- Na minha bochecha.


Beijei estalado.


-- Mais algum lugar, amor? -- perguntei sorrindo sabendo onde ele iria falar. 

-- Sim. Tem uma lugar que está doendo muito. -- fez falsa cara de dor. -- minha boca, linda.

-- Você é muito sacana ne, Castiel?? 

-- Ah qual é!!!??? Justo no melhor lugar você não vai beijar??? -- perguntou apertando minha cintura. 

-- É claro que vou, mas queria ver até onde você ia -- eu disse roçando nossos lábios. 

-- Pode ter certeza que iria muito longe pra apenas ter você.  -- disse e me beijou. 

Puta merda.

Que saudade desse tipo de beijo. Selvagem. Apressado. Afiado.

Sua língua invadiu minha boca, o que eu queria que fizesse a tempo. Apertou minha bunda, me fazendo morder seu lábio. Quando mordi, teve um espaço pra pegar mais ar e nos beijarmos por mais tempo. Nossas línguas eram sincronizadas e sabiam onde ir. E eu adorava isso. Agarrei seu cabelo e consegui, por incrível que pareça, aprofundar mais o beijo. O ar nos faltou e separamos os nossos lábios. Mordeu meu lábio e deu um selinho no mesmo.

-- Eu vou odiar fazer isso, mas tenho que cuidar dos machucados do meu rosto, amor. -- eu disse e sai, contra sua vontade, do seu colo. Ouvi ele bufar. Fui no banheiro e continuei o que estava fazendo antes de um celular cair no rosto de um ser que por a caso eu amo demais. É a vida ne. 

Bom, limpei o sangue seco, passei gase ( o que ardeu pra caralho ) e coloquei mini band-aids. Ah, eu não falei, mas tinha também na minha bochecha esquerda e na sobrancelha. 

Voltei pro quarto e não encontrei o Cass. Olhei por todo o quarto e nada. Fui pra cozinha e não. Ia olha na sala, mas vi ele de cara. Estava na varanda de costas.  Fui até ele andando devagar, e no "caminho", fiquei pensando se chegava fofinha, ou se dava um susto nele...... prefiro a segunda. 

Quando eu ia chegar perto dele, o mesmo virou gritando. QUEM LEVOU O SUSTO FOI EU! 

-- AAAAAAH!!! -- gritei e fui um pouco pra trás. Ele começou a rir e eu comecei a bater nele. -- Porque. Você. Fez. Isso? 

A cada palavra, um tapa. 

-- Desculpa, meu amor. -- ele disse quando parou de rir. Veio até mim e eu virei e sai andando.

-- Sai daqui. -- fui andando e ia pra cozinhar comer alguma coisa ou sei lá. Ia andando, mas ele me pegou como um saco de batatas. Antes de eu conseguir gritar, ele me joga no sofá e fica por cima e mim, ele ia me beijar e eu ele. 

-- Liv? -- voz da Liza do outro lado da porta da sala. Sempre tem alguém.....







Notas Finais


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GENTE! Fic super recomendada por mim, ela é sobre o nosso lindo Cassy. Ele é um assassino super perigoso só aconteceu alguma coisa e ele nao lembra de nada, a nao ser do nome. Ela está começando e é de uma amiga que le as minhas fics entao vamos da essa forca pra ela. ♡

Bejinho


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