História Destino? - Capítulo 5


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Hentai, Marichat, Miraculous
Visualizações 255
Palavras 2.290
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe a demora, mores. Finalmente o meu app voltou ao normal. Escrevi esse capítulo muitas vezes e sempre que eu tentava postar apagava. Então agora que deu, espero que o capítulo esteja muito bom, pois o número de vezes que o escrevi foi impressionante.
Mudei um pouco a história, então quem não entender, pode pedir que eu explico nos comentários
Espero que gostem do capítulo😚

Capítulo 5 - Sonhos?


| Anteriormente |

Começou a sair uma fumaça verde da vasilha que utilizamos, e aos poucos foi nos cercando e depois...

Bem, eu não me lembro do depois, pois apaguei após alguns segundos.

| Agora | 

Marinette narrando:

Acordei em um lugar extremamente escuro, não havia nada. Comecei a me desesperar...

O que estava acontecendo?

De repente sinti uma tontura forte e desmaiei. Acordei em meu antigo quarto, na minha antiga casa. Uma névoa verde preencheu minha visão e eu me senti sendo jogada no canto do quarto. Quando me recuperei, a névoa já havia sumido. Levantei e pus me a observar meu antigo quarto. Eu tinha um armário branco de duas portas grandes e três pequenas gavetas. As paredes do quarto eram bege com desenhos de borboletas roxas, joaninhas vermelhas e cachorrinhos na cor de marrom claro a escuro. Eu tinha uma pequena escrivaninha de madeira pintada de amarelo e preto. 

Quando olhei para a direção de onde ficava minha cama, paralisei. Olhei novamente para ter certeza se vi corretamente. Uma eu mais nova estava deitada na cama com minha mãe acariciando seus cabelos.

Cheguei mais perto para observar melhor, assim que cheguei ao máximo que achei seguro, pois não entendia o que estava acontecendo, e que também era um bom lugar para ouvir e olhar, percebi que minha outra eu estava chorando. 

- Ela disse que meu desenho era bobo e rasgou, mamãe

- Nós faremos um novo desenho, meu amor

- Não vai ser igual aquele

- Mas ele pode ser muito parecido, Mari

- Certeza, mãe? 

- Certeza, princesa. Agora me fale o que aconteceu e depois também me fale sobre o desenho

- A senhora François pediu para todos fazerem desenhos de como seria se tivéssemos os poderes que quiséssemos. Eu fiz uma garota com poderes de amizade e amor. Sempre que ela lançava os corações na direção de alguém, fazia essa pessoa ter muito amor na vida e também fazia ajudar e dar amor para as pessoas que não tinham. Quando ela lançava estrelas, fazia as pessoas fazerem novas amizades.

- Que poder maravilhoso, minha heroína

- Obrigada, mamãe. Vou continuar. A roupa da heroína era da cor vermelha com preta. Ela tinha uma máscara vermelha com bolinhas pretas. O cabelo dela era da cor do meu, um azul bem escuro, que sempre diziam parecer com a cor do céu à noite.

- Ela devia ser muito bonita

- Ela tinha um príncipe. Ele era loiro, tinha lindos olhos verdes e orelhas de gato. Era super bonzinho e carinhoso com todos. A roupa dele era toda preta, daquele mesmo pano da sua jaqueta de fantasia

- Couro? 

- Isso aí, mãe. Era de couro preto. E ele também tinha uma máscara do mesmo material da roupa. Tinha um rabo preto, também de couro. Ele conseguia pular super alto e correr muito rápido. Ele tinha o poder de reverter o que a heroína fazia, pois, às vezes, ela perdia o controle e transformava tudo de ruim em bom, deixando o mundo em desequilíbrio.

- Como você teve essa ideia? - Pergunta um pouco nervosa

- Em um sonho que tive ontem

- Oh, claro, que legal... Dorme um pouco, meu amor - Fala se levantando super nervosa

- Não estou cansada e você falou que poderíamos fazer o desenho de novo

- Quando você acordar nós fazemos o desenho

- Mas...

- Já chega, Marinette! - Grita

- ...

- Vá dormir, mais tarde vamos desenhar e comer alguns cookies com leite

- Okay, mãe

Fiquei meio confusa com o que aconteceu, então resolvi seguir minha mãe. Assim que ela saiu do quarto e se afastou um pouco, pegou o telefone e ligou para uma tal de Marie. Ela estava com uma expressão nervosa e assustada. Assim que a Marie atendeu, minha mãe começou a falar rápido e desesperadamente com ela. Só consegui entender algumas partes. Essa tal de Marie tinha prometido alguma coisa e, pelo que parecia, não tinha se concretizado. Algo sobre livrar alguém de algum destino, estava difícil de entender. 

Depois de um tempo assim, ela se calou de repente, parecendo meio perdida e desesperada. Logo, voltou a falar sobre apagar a memória de alguma menina, que era loucura e muito perigoso. Um pouco depois, minha mãe concordou, desligou o telefone e sentou no sofá, de novo com a aparência nervosa e assustada.

Uns 10 minutos depois, a campainha tocou. Ela se levantou rapidamente e foi atender a porta. Uma mulher entrou e sentou no sofá de um modo que parecia que se sentia em casa. Ela era morena, cabelos da cor dos da Alya, voluptuosa, alta e parecia ser uma mulher de personalidade forte, mas muito amigável.

Após minha mãe sentar se também, começaram a conversar sobre mim, ou melhor, sobre minha eu mais nova que estava dormindo lá no quarto. Falavam sobre o " meu " futuro e como poderiam impedir que aconteça o que foi profetizado, uma coisa praticamente impossível. A mulher dizia ter tentado muitos métodos diferentes e que só restava um, o mais complicado e horrendo. Em seguida começou a explicar, anotando em um papel algumas coisas. Quando li, fiquei com o estômago embrulhando e com um " bolo" na garganta. O que estava escrito era o seguinte:

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- Sangue do adolescente miraculoso

- Sangue da adolescente miraculosa

- Sangue do kwami da destruição

- Sangue do kwami da criação

- Coração do bebê híbrido, filho da criação e destruição

* Misturar o sangue e ferver

* Colocar o coração recém retirado do corpo dentro do receptáculo junto com o sangue fervido e pronunciar o seguinte, na ordem mencionada:

• Nome do pai da criança

• Nome da mãe

• Nome da criança

• Passo a mortalidade da criança para a sua geradora, futura imortal, e passo a imortalidade da geradora para a criança, primogênita da futura imortal. 

Ofereço a vós a criança, agora imortal, como troca, para que a geradora, agora mortal, possa continuar com sua recém adquirida mortalidade ( Tudo pronunciado em latim )

• Nome da criança novamente

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Li o que estava escrito novamente para ter certeza e era realmente aquilo que estava escrito no papel. Ainda um pouco enjoada, voltei a prestar atenção na conversa delas

- Não posso fazer isso, matar o meu futuro neto. Marinette é uma criança híbrida, filha da ilusão ( miraculous da raposa ) e da realeza ( miraculous da abelha ), pode ser que escape do destino dela, diferente de mim que sou híbrida, filha da realeza e da humanidade

- Ela não vai escapar disso, você sabe, eu sei, o corpo dela e o corpo do garoto do miraculous da destruição também sabe. Aos 16 ela vai engravidar, vai nascer quando ela tiver 17 e aos 19 ela vai se tornar imortal e o bebê vai ser morto pelo excesso de poder. É o ciclo que sempre vai se repetir, não há como mudar o que vai acontecer de outro jeito. Ela teve sorte, só nasce um filho da criação e da destruição juntos a cada milênio. Prepare a para viver a eternidade vendo todas as pessoas que ama morrerem ou a prepare para sacrificar o seu primogênito e ter uma vida normal ao lado das pessoas que ama. Se não quiser escolher, deixe a escolher. 

- Não posso fazer isso, é a vida da minha filha e do meu neto...

- De todo jeito o bebê morrerá, não há razão para fazer sua filha sofrer pelo motivo errado. Se sacrificar o primogênito, ela poderá ter outros filhos e uma vida com tudo que tem direito. 

- Preciso de tempo para pensar.

- Enquanto não se decide, vou fazer com que ela não se lembre de nada relacionado a isso e que nada aconteça novamente até que ela complete 16 anos, no dia do seu aniversário. 

- Muito obrigada, Marie

- Lembre - se, Sabine, ela vai descobrir sobre isso de um jeito ou de outro. Se você não contá - la, ela me procurará e eu a ajudarei. Mesmo que seja de um jeito estranho, fazendo a assistir o que aconteceu e o quê vai acontecer, por meio de sonhos ou experiências espirituais.

Depois de falar isso, foi até meu quarto, abriu a porta e entrou, pronunciou algumas palavras estranhas, saiu do quarto e foi até a porta que entrou, parando só para falar uma última coisa, sem sequer se virar. 

- Está feito. Você tem até 11 : 59 PM do dia anterior ao aniversário dela de 16 anos para contá - la. Não desperdice esse tempo, Sabine, ele é muito precioso, pense no que é mais importante para sua filha. 

Assim que ela terminou de falar, abriu a porta e saiu, deixando um silêncio doloroso atrás de si. Alguns segundos depois, minha mãe começou a chorar, quis ir até ela para tentar consolá - la, mas eu estava em estado de choque. O que aquela mulher, Marie, havia falado ainda não tinha "entrado" na minha cabeça. 

Como assim eu iria engravidar do Chat Noir? Ter um bebê que iria morrer de um jeito ou de outro? Ser filha de uma imortal? 

Acho que estou ficando louca, preciso me internar urgentemente.

Quando consegui me mexer de novo, tentei chegar até minha mãe, mas a mesma fumaça verde de antes preencheu toda a sala e quando voltou a sumir, eu estava no meu atual quarto. 

De novo havia uma outra eu. "Ela" estava com um vestido florido, cabelo amarrado em um coque frouxo, com um lápis na mão e um caderno de desenho na mesa. 

Minha outra eu estava sentada na escrivaninha desenhando um vestido no estilo do século XIX.Ele era longo e volumoso; de cetim com uma camada de musseline na saia; o decote em forma de coração;a cor era vermelho com dourado; o corpete era bordado; e por fim o sapato, um salto agulha na cor preta, sem nenhum detalhe. 

Ao terminar de desenhar, virou se na direção da cama e mostrou o caderno. 

- O que achou? 

- Muito bonito. 

- Você nem sequer olhou, Chat. 

Assim que minha outra eu disse isso, desviei minha atenção do desenho e olhei para a minha cama.Chat estava sentado nela, e pelo que parecia, desenhando alguma coisa que exigia muita atenção. 

- Olhei sim, my princess - Fala sem tirar os olhos do que estava fazendo

- Mentiroso! O quê é que você está desenhando que é tão importante que você nem sequer pode olhar para minha nova criação? 

- Uma pessoa

- Quem? 

- Você já vai descobrir, pequena

- Pequena? 

- Seu novo apelido, só ter um fica repetitivo

- Okay né... Já está acabando o desenho? 

- Quase

- E agora? 

- Ainda não,my princess. Tenha paciência. 

- Tudo bem, vou esperar, mas só um pouco

- Estou terminando os últimos detalhes. E... acabei

- Agora me deixe ver, Chat 

- Só com uma pequena condição...

- Ah, não... Qual? 

- Um beijo - Sorri travesso

- Tudo bem - Levanta, dá um beijo na bochecha dele e pega o caderno

- Isso foi trapaça - Fala indignado

- Você não definiu o lugar! - Exclama rindo

- Hahaha, muito engraçado espertinha - Fala e faz uma careta - E aí, o que achou do desenho? 

- Ainda não olhei

- Então olhe

Era um desenho meu deitada na cama dormindo. Minha outra eu pareceu surpresa. 

- Você já me observou dormir? 

- Muitas vezes, my princess

- Isso é meio psicopata, sabia? 

- Você dorme enquanto eu estou aqui muitas vezes, não tem como não te ver dormir. E você fica tão linda dormindo, não tem como não admirar

- Que fofo

Ela se levanta, vai até ele e lhe dá um beijo, e desta vez na boca. Pelo que eu percebi, não tinha como separá - los, pois eu era como um fantasma, eu tentei, tentei muitas vezes, mas sempre os atravessava. Parei de tentar e fui até a porta do quarto tentar sair dali, mas não funcionou. Tentei virar de costas, mas eu sempre voltava naquela direção, como se fosse um imã me obrigando a olhar. Tentei fechar os olhos, mas também não deu certo. Por fim, desisti. 

O beijo já não era mais calmo como antes, eles estavam se beijando de modo selvagem e se agarrando. Tive que ficar observando até a névoa verde me envolver novamente. 

Quando ela sumiu, eu estava na rua. Vi minha outra eu novamente indo rapidamente para casa, mas logo voltando para o lugar de onde veio. Ela parecia aflita e preocupada. Fui atrás para saber o que estava acontecendo, e logo a vi ajudando o Chat. Ele estava todo ensanguentado e com a pulsação fraca, e ela se amaldiçoou por estar tão apressada que não percebeu, até aquele momento, que ele havia sumido enquanto estavam enfrentando o vilão. Após conseguir despertá-lo, o levou imediatamente para minha... sua casa. Entrou pela porta dos fundos para não chamar a atenção de ninguém, presumi, e subiu carregando Chat para seu quarto, com ajuda do mesmo, pois apesar de ter ficado mais forte com um ano como Ladybug, ela ainda não aguentava o parceiro. Ela o colocou deitado na cama e voltou para trancar a porta do quarto...

De repente me lembrei daquilo, foi um dos meus sonhos apagados. E pelo que entendi, não era um sonho, mas uma "visão do futuro". Ao entender isso, a névoa me envolveu novamente e quando percebi, estava no meu atual quarto, de volta ao meu corpo e tempo verdadeiro.

Ignorei todas as perguntas da Alya, que parecia super preocupada, mas não por mal, eu estava muito confusa e atordoada para fazer outra coisa se não tentar entender o que aconteceu.

Que merda está acontecendo na minha vida?





(Se não estiver entendendo, pode pedir não comentários para que eu explique)



Notas Finais


Espero que tenham gostado, e desculpa de novo pela demora😊
Mores, tô procurando amigas(os) virtuais, quem quiser deixa contato aí nos comentários😶😊
E quem precisar de alguém pra conversar pode chamar, meu email:
[email protected]
Meu Instagram:
escritoraoficial
Vou fazer um WhatsApp só para esta conta e para podermos conversar sobre a história e sobre outras coisas se quiserem, no final do próximo capítulo eu passo o número


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