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História Amizade colorida - Capítulo 1


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Notas do Autor


Nem sou madridista, só fiz essa fic porque gosto do Isco e do Marco. Vou logo avisando que isso aqui é pornô puro, aproveitem! :v

Capítulo 1 - Único


Isco só podia estar me provocando, pois assim que abri a porta percebi que ele estava só de short. Foi impossível não perceber seu pau balançando sob aquele tecido, mas decidi manter meu foco em seus olhos castanhos. Isco me recebeu com um sorriso largo, seu cabelo estava bagunçado, parecia que tinha acabado de acordar. Por sorte sua barba já havia crescido, pois sem ela Isco parecia outra pessoa. - Tá esperando um convite pra entrar? - A voz de Isco me tirou do transe.

Entrei em sua sala e percebi que o lugar estava mais arrumado do que o normal, o que o tédio não faz com a gente. - Senta aqui. - Isco sinalizou para mim e eu pude jurar que a frase teve duplo sentido. Tentei ignorar e sentei no sofá tentando manter certa distância dele, não que Isco não seja atraente pra mim, muito pelo contrário. Isco é o cara mais gostoso que eu conheço, mas ainda é meu melhor amigo e não seria legal ter uma ereção perto dele.

 - E aí, o que vai ser? - Isco me perguntou enquanto colocou os braços atrás da cabeça. Nesse instante pude ver os pelos em suas axilas, algo que me deixa muito excitado.

 - Eu não sei, você que me chamou aqui se lembra?

 - Quer tomar alguma coisa?

 - Por mim, tudo bem.

Isco se se levantou e enquanto caminhava pela cozinha pude perceber sua bunda perfeita colada ao tecido do short. Mas uma vez tento pensar em outra coisa para evitar que o fluxo sanguíneo vá para o meu pau. Assim que ele voltou de lá, não pude deixar de perceber seu pau balançando em meio ao tecido. Mantive todo o meu auto controle ao cruzar as pernas para que Isco não percebesse meu volume crescente. Ele me entregou a latinha e eu apenas agradeci.

 Isco ligou a TV numa reprise de futebol qualquer e eu não pude deixar de reparar em um detalhe: seu pau duro. Ele não parava de mexer em seu estridente volume enquanto olhava fixamente para TV mas podia apostar que o moreno sabia que eu estava de olho nele. Isco me atiçava de diferentes maneiras, mas como somos amigos nunca tentei dar um passo adiante. Mas agora é diferente, Isco estava claramente tentando me provocar e acho que não vou resistir.

Isco não imaginava que podia me fazer ir do céu ao inferno em poucos segundos com apenas alguns movimentos. Naquele exato momento Isco olhou pra mim e percebeu que eu estava o fitando. Ele riu e se aproximou de mim lentamente, depois colocou o mão sobre minha coxa. Isco começou a olhar pra mim enquanto eu mordia meus lábios, eu sabia exatamente onde isso iria parar e não estava disposto a parar. - Eu sei que você quer isso tanto quanto eu - A voz arrastada de Isco só me deixou ainda mais excitado.

Liguei o foda-se e puxei Isco para um beijo, suas mãos seguraram o meu rosto enquanto eu o puxei para mais perto de mim. Nossos lábios estavam em perfeita sincronia e não pude deixar de me arrepiar ao sentir sua barba roçar em mim. Isco pediu passagem com a língua e eu cedi, senti ele aprofundar o beijo enquanto segurava minha cabeça por trás. 

Isco desceu o beijo até meu pescoço e continuou a roçar a barba em mim me arrepiando por inteiro. Ele sentou no meu colo e eu aproveitei para segurar sua bunda ainda dentro daquele short. Separei o beijo por um momento para que ele tirasse minha camisa, após isso voltei a segurar seu corpo e chupei seus lábios. - Espera, a gente vai fazer isso aqui mesmo? - Indagou Isco.

 - Por que não? Ninguém vai nos ver mesmo. - Respondi num tom de voz abafado enquanto tirava minha calça.

 - Eu quero que você me coma no meu quarto. - Bastaram aquelas palavras para que eu erguesse Isco e o levasse no meu colo até seu quarto, isso sem separar nossos lábios.

Assim que chegamos no cômodo, joguei Isco na cama tirei seu short e como desconfiava, ele não estava usando cueca. Nós dois rimos da situação e eu aproveitei para tirar minha cueca. O cheiro de sexo invadiu o quarto e meu tesão pelo Isco só aumentou. Voltamos a nos beijar enquanto nossas ereções se roçavam, então agarrei o pau de Isco e iniciei um boquete. Aproveitei o momento para chupar aquele pedaço de carne quente e pulsante que tanto desejei em segredo como se fosse meu doce favorito. Eu alguns momentos eu chupava a cabeça e em outros engolia o pau de Isco de uma vez só numa verdadeira garganta profunda. Meu garoto se contorcia e gemia alto enquanto se agarrava nos lençóis, enquanto isso aproveitei para lamber suas bolas. Sabia o quanto aquela região era sensível então continuei com os movimentos com minha língua, olhei para o rosto de Isco e parecia que ele não estava se controlando de tanto prazer.

 - Minha vez. - Fui pego de surpresa quando Isco girou nossos corpos na cama e agarrou meu pau. Ele lambeu toda a extensão e depois chupou a cabeça. Ele é experiente nessas coisas, pois Isco era capaz de me levar ao céu com aquela boca. Segurei seus cabelos e auxiliei nos movimentos de Isco no meu pau. Senti o gozo se aproximando então afastei ele, então levantei repentinamente e fui até o outro lado do quarto, onde estava minha calça. Peguei minha carteira e tirei de lá um pacote de camisinha - Tem lubrificante aqui? - Isco nem me precisou me responder, apenas se levantou e foi até o armário para tirar de lá um tubo de lubrificante. Voltamos para a cama e eu pedi para Isco ficar de quatro, ele obedeceu e eu passei um pouco de lubrificante em meu dedos. Eu os inseri em sua entrada e passei a fazer vários movimentos para acostumá-lo.

Após isso coloquei a camisinha no meu pau e coloquei uma quantidade generosa de lubrificante lá, aí me posicionei na entrada de Isco e comecei a tentar invadi-lo. Ele estava deitado na cama, então ergui suas pernas para facilitar a penetração. Após muito esforço e algumas lágrimas por parte de Isco eu consegui entrar dentro dele. Comecei com movimentos leves pois não queria machucá-lo. - Pode ir mais rápido, baby. Eu já fiz isso antes. - Isco me deu o "empurrão" que eu precisava para ir mais rápido, então comecei a estocar com mais velocidade enquanto segurava em sua cintura para manter o equilíbrio. 

Com o tempo fui pegando o ritmo da coisa, então um fogo subiu por meu corpo a me aproximei ainda mais de Isco. Ele me abraçou e me prendeu com suas pernas o que me deu mais liberdade para continuar com as investidas. A partir daí o prazer foi aumentando e me permitir gemer, enquanto Isco não parava de arranhar minhas costas. - Me fode Marco, enfia suas bolas no meu cu! - Isco praticamente implorou, então saí de dentro dele e me sentei na cama, o chamei e ele sentou no meu pau. Isco rebolava lentamente em mais uma clara tentativa de me provocar, mas naquela altura eu já estava cansado de brincar. Então segurei sua cintura e comecei a forçar estocadas rápidas e precisas, sempre acertando sua próstata. Isco gemia como uma vadia pra falar a verdade, mas isso não me incomodava, muito pelo contrário. 

Acho que Isco resolveu dar o troco, pois naquele momento ele resolveu contrair sua entrada enquanto cavalgava no meu pau. Aquela sensação era maravilhosa, então minha boca se abriu como se fosse um gemido mudo. Sentir meu pau ser esmagado pelas paredes internas de Isco era muito prazeroso, mas se continuasse assim eu iria gozar e eu não queria acabar com aquela foda, não naquele momento. Tentamos mais uma posição, dessa vez passamos a foder sentados, abraçado um no outro, assim pude olhar nos olhos de Isco e percebi que suas orbes castanhas estavam escurecidas pelo prazer. Naquele momento eu passei a chupar os mamilos de Isco o que com certeza o deixou com ainda mais tesão. Nossos corpos estavam praticamente grudados devido ao suor, mas isso só deixava nossa transa ainda mais quente e excitante.

Uma verdadeira sinfonia do sexo acontecia naquele quarto, nossos gemidos, a cama batendo na parede e principalmente o baque dos nossos corpos se chocando um contra o outro, um som molhado e excitante que fazia parecer que estávamos num filme pornô. Passamos a foder de ladinho e enquanto eu sustentava a perna de Isco no ar ele se masturbava freneticamente enquanto gemia e ofegava. - Goza pra mim Isco, eu quero te ver gemer, baby!

 - Caralho, minhas pernas tão bambas! - A voz de Isco falhou e eu sinto que chegou nosso momento. Isco gemeu alto e gozou molhando os lençóis. Eu senti o aperto no meu pau e não consegui me segurar, apertei a cintura de Isco e gozei. Enquanto o prazer incontrolável e delicioso do orgasmo percorria meu corpo, senti as contrações do meu pau empurrarem todo meu gozo reprimido para fora, preenchendo a camisinha.

 - Caralho, isso foi...

 - Intenso. - Completei a frase de Isco.

Um silêncio desconfortável invadiu o quarto até que Isco se levantou e foi ao banheiro. Aproveitei para descartar a camisinha, foi quando Isco voltou para o quarto e reparei em seu pau mole. Tentei não reparar nisso pois ficaria de pau duro novamente e não sei se teria energia para mais uma foda (se bem que não seria tão ruim assim).

 - Escuta...o que vai ser de nós daqui pra frente? - Isco indagou ao sentar na cama.

 - Eu não sei Isco, aquilo foi tão bom, tão incrível. Mas somos amigos, eu não sei como vamos olhar na cara um do outro daqui pra frente?

O sorriso no rosto de Isco se desfez no mesmo instante. - Marco, me desculpa isso é culpa minha. Não devia ter te provocado, aquilo foi jogo sujo, me desculpa por favor! - Algumas lágrimas brotaram em seu rosto e senti meu coração partir. Isco vestiu as roupas e saiu do quarto. Eu fiz o mesmo e o segui até a sala.

 - Olha Isco, você não tem que se desculpar. Nós dois quisemos aquilo, nós dois gostamos. Não precisa se torturar por isso. - Tentei acalma-lo.

 - Marco, eu ainda quero ser seu amigo, mas...o que aconteceu naquele quarto, não dá pra ignorar. Digo, porra, a gente transou! Que tipo de amizade é essa?

 - Uma amizade colorida? - Respondi e Isco deu uma pequena risada.

 - Eu tenho uma ideia melhor. - Isco saiu da sala por alguns instantes e voltou pra lá com uma caixinha. Quando ele abriu eu quase tive um ataque cardíaco. Eram alianças.

 - Porque não namorados? - Isco perguntou com um brilho no olhar, o mesmo brilho que tive assim que o vi pela primeira vez naquele treino do Real Madrid. E por mais que minha mente dissesse uma coisa, meu coração dizia outro. Eu não queria acabar com nossa amizade, mas porra, quem eu quero enganar? Sempre fui apaixonado pelo Isco, sempre nutri um sentimento platônico por ele mesmo sabendo que isso poderia me consumir por dentro. Mas agora eu tinha descoberto que esse sentimento era recíproco. A hora é essa, eu também mereço ser feliz. 

Nem respondi a pergunta, apenas segurei o corpo de Isco e beijei seus lábios, mas dessa vez foi com paixão e desejo. Senti o beijo ficar salgado devido as nossas lágrimas. Quando nos afastamos percebi que ele sorria que nem um bobo apaixonado e aposto que eu deveria estar com o mesmo sorriso.

 - Sim, sim, sim! Eu quero ser seu namorado! - Respondi eufórico e o abracei.

 - Bom, já que somos namorados, posso fazer uma pergunta? - Disse Isco com um sorriso sacana no rosto.

 - É claro amor, o que foi?

 - O que você achar de foder com seu namorado aqui mesmo?

Não pude recusar e mais uma vez naquele dia, fodemos. Mas daquela vez foi um pouco diferente, já que aproveitamos cada segundo na presença um do outro. Assim que terminamos, comecei a acariciar o cabelo de Isco enquanto este me abraçava e brincava com os poucos pelos do meu peito. 

 - Eu te amo, Isco Alarcón.

 - Eu te amo, Marco Asensio. - Isco beijou meu pescoço antes de pegar no sono.

Assim terminamos o dia como namorados, prometendo a nós mesmos que nunca mais vamos reprimir nossos sentimentos um pelo outro.

 


Notas Finais


É isso, o final ficou bem mais dramático do que eu esperava mas enfim, espero que tenham gostado. Até a próxima e se cuidem.


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