História Amizade Colorida-Evansson - Capítulo 48


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Palavras 2.182
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii meus leitores lindos
Desculpa a demora mais dessa vez a culpa não foi minha, o meu telefone apagou o capítulo prontinho e eu fui obrigada a escrever tudo de novo.
Então perdoem a demora e aproveitem a história.
Leiam!!!!!

Capítulo 48 - Mamãe


Fanfic / Fanfiction Amizade Colorida-Evansson - Capítulo 48 - Mamãe

Pov' Narrador

Aaron, Jeremy e Chris ficaram apreensivos com as palavras da médica.
_O que ela tem? Como ela está? -Aaron perguntou preocupado.
_O mal-estar que a senhorita Elizabeth Olsen sofreu foi devido a uma enorme alta da pressão arterial. E depois de alguns exames constatamos que ela está com pré-eclâmpsia. -A médica respondeu.
_A minha ex-mulher teve isso no pós-parto, ela e meu filho ficaram bem. -Chris falou.
_Existem três tipos de pré-eclâmpsia. A pré-eclâmpsia leve, a pré-eclâmpsia sobreposta à hipertensão crônica, e pré-eclâmpsia grave. -Dra Arizona explicou - E infelizmente o caso da paciente é de pré-eclâmpsia grave.
_O que isso significa? -Aaron perguntou nervoso.
_A paciente terá que ficar internada no hospital onde ja esta recebendo os remédios anti-hipertensivos na veia e estamos vigiando a sua saúde e a do bebê, que estão em risco. Estamos fazendo de tudo para que o quadro dela não piore.
_Se os remédios não adiantarem, o que acontece se ela piorar? -Jeremy perguntou.
_Podem surgir complicações como a síndrome HELLP, que pode causar ​insuficiência renal, ruptura do fígado e até mesmo morte da grávida, assim como eclâmpsia que ocorre quando a pré-eclâmpsia se agrava, podendo originar convulsões, coma e morte -Ela respondeu e Aaron se desesperou. -Caso isso ocorra a melhor saída é induzirmos o parto do bebê.
_Ela só está com 24 semanas -Aaron falou com a voz trêmula -O bebê vai ter chances se nascer agora?
_O bebê precisa de mais tempo. E no momento aqui só estamos pensando na pior das hipóteses, isso pode não acontecer. -ela explicou. -Mais se a situação piorar, faremos de tudo para salvar a mãe e o bebê.
_Podemos vê-la? -Chris perguntou.
_Sim, no momento ela está descansando mais vocês podem entrar -A médica respondeu. E Aaron e Chris entraram para vê-la.

*Duas semanas mais tarde...

Pov' Elizabeth

Eu sempre acreditei na força dos nossos pensamentos. E sinceramente tudo o que eu tenho feito nos últimos dias e pensar que "eu vou ficar bem" "nós vamos ficar bem", eu ficou repetindo isso como um mantra na minha cabeça. Mais pelo o que parece não está funcionando.
_Você tem que aceitar -Aaron falou me encarando. -Tem que aceitar o parto.
_Não. Não. Não -eu respondi firme.
_Seus rins estão falhando -ele falou alto.
_Já estou fazendo hemodiálise -respondi.
_Seu fígado pode entrar em colapso a qualquer momento.
_Eu vou ficar bem.
_Você sabe que não vai. Você sabe -ele falou e segurou firme a minha mão - Eu não quero te perder, Lizzy.
_E eu não quero perder a minha filha -falei.
_Nossa filha. -ele falou me encarando -Eu penso nela também. Eu me importo com vocês duas.
_Minha filha -indaguei baixo, quase como se tivesse receio de dizer o que estáva passando na minha cabeça.
_O que disse? -ele perguntou. Eu respirei fundo, tomei coragem e falei.
_Minha filha. -respondi alto. -Minha filha.
Aaron soltou minha mão se levantou e andou pelo quarto do hospital meio confuso.
_O que é que você quer dizer com isso? -Ele perguntou depois de alguns segundos.
_Eu não tenho certeza de que esse bebê é seu. -falei de uma vez. Ele não disse nada, apenas abriu a porta e saiu.Tentei respirar fundo para não chorar, mais as lágrimas estavam vindo. Era como se elas pesassem uma tornela. Mary-Kate entrou no quarto, me olhou, não disse nada apenas andou até mim e me abraçou. Foi então que eu desmoronei e comecei a chorar.
_Está mais calma? -ela perguntou, quando eu consegui parar de chorar. E me entregou um copo d'água.
_Sim -respondi. Depois que bebi a água.
_Quer falar sobre o que te deixou assim?
_Não.
_Tudo bem -ela respondeu. E perguntou -Quer falar sobre o seu estado de saúde?
_Não, porfavor. Passei o dia todo ouvindo o que eu deveria fazer. Só que eu ja fiz a minha escolha. -respondi.
_Então, tabom. Eu vou ficar aqui em silêncio com você. -ela disse se sentando na cadeira ao lado da minha cama e segurando a minha mão. -Okay?
_Okay.
Mary e Ashley sempre foram uma grande fortaleza para mim. Elas eram fonte de inspiração, me incentivaram quando eu quis ser atriz. Minhas "igualzinhas" que em algumas coisas são tão diferentes. Mary aceita as minhas escolhas ja Ashley como a maioria tenta me convencer do contrario. A três dias meus rins começaram a falhar como consequencia da síndrome HELLP. E então todos querem que eu aceite fazer o parto. Mais a minha filha precisa de mais tempo, e eu vou dar o máximo de tempo que eu conseguir para ela. Custe o que custar.

Assim que o dia amanheceu Mary foi para casa, descansar e tomar banho. E como a minha mãe só vai chegar as 10:00, aparentemente vou ter um tempo sozinha.
_Bom dia -A dra Arizona Robbins falou entrando no quarto. -Como está a sentindo hoje?
_Bom dia. -respondi -Acho que bem, apesar de tudo.
_O que acha de vermos como está seu bebê? -ela perguntou.
_Acho ótimo -falei sorrindo.
_Então vamos fazer uma ultrassonografia -Ela falou. Abaixou a cama. Passou aquele gel gelado na minha barriga e começou a passar o aparelho. A imagem logo apareceu no monitor.
_Esta vendo? -ela perguntou.
_Sim. -respondi e uma lágrima escorreu pelo meu rosto -Ela é linda.
_E sim. Ja tem um nome?
_Sofia -falei e ela voltou seu olhar para mim e deu um sorriso.
_É nome da minha filha. -ela terminou o exame e me mostrou uma foto de sua filha, uma menina linda.
_As pessoas acham que eu estou louca. Que eu vou acabar me matando. -desabafei.
_Você não está louca. Isso é o que as mães fazem. Dão as vidas pelos seus filhos se isso for necessário. -ela falou.
_Então você acha que eu estou fazendo a coisa certa? -perguntei
_Você que a minha opinião como médica ou a minha opinião como mãe? -ela perguntou me encarando.
_Eu não sei -respondi chorando.
_Eu vou dar as duas. Acho que elas estão interligadas de certa forma. -Acenti com a cabeça e limpei minhas lágrimas -Uma das coisas que eu aprendi com a maternidade foi que como mãe você precisa sobreviver. Todos dias quando saio de casa eu saio pensando que eu tenho que volta. Eu tenho que voltar para abraçar a minha filha. Para por ela pra dormir. Ajuda-la no dever de casa. A minha Sofia é uma menina de sorte, ela tem duas mães. E mesmo assim eu sinto essa necessidade de sobreviver, de voltar pra casa. De voltar para ela. Eu sei que as suas intenções são boas mais você não está tentando sobreviver Elizabeth. E sua filha vai precisar de você.
_Ela precisa de mais tempo -falei.
_Sim, ela precisa. Só que você não tem esse tempo para dar a ela. Como médica e como mãe, eu tenho que dizer que você precisa sobreviver. As chances da sua filha serão maiores com você ao lado dela -ela falou. -Mais essa é sua escolha.
_Tudo bem. Eu autorizo. Vocês podem fazer o parto -falei firme.
_Você fez a escolha certa.

*Algumas horas depois...

Aqui estou eu, na sala de cirurgia. Minha filha vai nascer, e eu tô com tanto medo.
_Você não faz ideia de quantas pessoas estão rezando por você na sala de espera -Minha mãe falou. Enquanto acariciava a minha cabeça -Você é muito amada. Seu pai, suas irmãs, Chris, Scarlett, Jeremy, Cobie até o Robert está aqui.
_E o Aaron? Não veio? -perguntei.
_Ele não tinha chegado quando eu entrei. Mais ele deve estar vindo -ela respondeu -Aconteceu alguma coisa minha filha?
_Não. Ele deve estar preso no trânsito -Falei. Depois que eu contei das minhas desconfianças para o Aaron, não consegui mais falar com ele. Só que dói não te-lo aqui. Afinal, essa menina pode ser dele.
_Olá mamãe, oi vovó . O que acham de trazermos essa menininha ao mundo? -A dra Arizona perguntou.
_Eu acho ótimo -Minha respondeu. Ela estava muito aliviada com a minha decisão.
_Elizabeth eu sei que você está nervosa, por isso eu vou te apresentar o Dr Alex Karev o melhor pediatra que eu conheço. Ele vai cuidar da sua Sofia. -A médica falou.
_Se eu sou o melhor eu não sei, mais eu vou fazer de tudo para que a sua filha fique bem -O médico falou e num impulso eu agarrei o braço dele.
_Promete pra mim que vai cuidar da minha filha como se ela fosse sua? -perguntei e algumas lágrimas escorreram pelo meu rosto.
_Eu prometo -ele respondeu me dando um sorriso. -Vou dar o meu melhor.
_Tudo bem, nós vamos apagar você agora. Mais sua mãe vai ficar aqui do seu lado.
_O tempo todo meu amor -Minha mãe disse e me deu um beijo na testa.
_Porfavor respire fundo e conte devagar de 10 até 1 -O anestesista falou colocando uma máscara no meu nariz.
_10...9...8...7...6 -Fui contando devagar quando minhas vistas escureceram e eu apaguei.

Sete dias depois recebi alta do hospital. Minha mãe praticamente me obrigou a ficar na casa dos meus pais, ela disse que eu preciso de cuidados especiais e que não posso ficar sozinha.
_Posso entrar? -Tom bateu na porta entrando no quarto.
_Você ja está dentro -respondi ríspida. Estava deitada de pijama, mesmo sendo três horas da tarde.
_Boa tarde pra você também -ele falou e se sentou na cama.
_Desculpa, eu não queria receber visitas. Não hoje -falei. Me sentando na cama.
_Eu percebi. Sua mãe tentou me impedir, só que eu usei o meu poder de convencimento. E ela me deixou subir.
_Tom, você pode voltar outro dia? -pedi. -Eu não estou no clima para visitas.
_Na verdade eu não posso. Sabe se olhar na minha agenda vai ver o quanto estou ocupado nesse mês e eu tirei o dia hoje pra ficar aqui com você. Então não adianta tentar me expulsar, eu não vou arredar o pé daqui. Agora me fala, porque está tão triste mamãe?
_Você ainda pergunta!?
_Eu pergunto porque sei que sua filha está sendo bem cuidada no hospital.
_Mais ela está no hospital, Tom! Ela é tão pequenina e tão frágil e eu nem posso ficar com ela -falei e algumas lágrimas desceram pelo meu rosto -Sabe quando uma coisa muito boa acontece e você fica tão feliz e ao mesmo tempo tão assustado que começa a imaginar tudo o que de ruim pode acontecer em relação a isso. Quando eu descobri que estava grávida eu fiquei muito feliz e comecei a imaginar. Só que nem nos meus piores pesadelos eu voltava pra casa sem ela. Tem um vazio em mim. E isso dói, dói muito.
Ele me abraçou forte e de alguma forma eu me senti bem.
_Vai ficar tudo bem. Logo, logo ela vai estar aqui com você. Eu tenho certeza -ele falou acariciando meus cabelos.
_Tudo bem. Você tem razão em breve ela vai estar aqui -falei e nós nos afastamos. -Só que tem sido dias difíceis.
_Eu tô aqui, pode desabafar. -ele falou me encarando e segurando a minha mão.
_O Aaron foi embora. -falei revirando os olhos, como se aquilo não me afetasse. -Acho que nosso noivado acabou.
_Ouu-ele ficou surpreso -eu sinto muito. Como aconteceu?
_Existe uma possibilidade. Uma pequena possibilidade de que ele não seja pai da Sofia, eu contei pra ele e ele foi embora -respondi. -Eu sei que deve ter sido uma revelação muito forte pra ele, mais existe uma possibilidade de que ele seja o pai. E ele não ligou, não foi no hospital, ele me abandonou e eu não ligo pra isso, mais ele também deixou ela e isso é imperdoável.
_Em defesa dele, ele é um idiota -ele falou -Que tipo de mané deixaria uma mulher incrivel como você e uma possível filha.
_Você não precisa falar isso pra tentar me fazer sentir melhor -falei o encarando.
_Eu apenas disse a verdade.
_Não. Não. Não, Tom. Pare ja com isso.
_Isso oque? -ele se fez de desentendido.
_Para de dar em cima de mim. Para de flertar comigo.
_Eu não. -ele se levantou da cama -Eu não estou flertando. Isso é só o meu charme. Desculpa eu não consigo controlar ele.
_Você não muda mesmo né? -falei sorrindo -Obrigado por vir me ver, por me fazer sorrir em meio a tudo isso.
_Não precisa me agradecer. Eu quero que você saiba Elizabeth que eu vou estar aqui, para o que você precisar. Para o que a sua filha precisar. Você não vai passar por essa barra sozinha. Você não está sozinha e eu vou ficar ao seu lado e te fazer sorrir o máximo que eu puder. Esse é o meu novo trabalho.
_Porque? Porque Tom? Porque fazer isso por mim? -questionei e ele pegou na minha mão.
_Eu não estou fazendo por você. Estou fazendo pela humanidade. O mundo precisa do seu sorriso. Eu preciso dele.
Ashley entrou no quarto e interrompeu um silêncio constragedor que havia se instalado pelo local. Tom disse que precisava ir embora.
_Eu volto amanhã -ele falou me dando um beijo na testa.
_Fico feliz -respondi e ele saiu.

Notas Finais


So pra deixar bem claro o Tom do final é o Tom Hidleston.
Elizabeth ou Tom??? Vai ser namoro ou Amizade?
Na minha opinião amizade, mais não se esqueçam que os melhores romances dessa fic começaram assim!!!
Onde será que está o Aaron? E quem é o verdadeiro pai da Sofia?
Logo, logo saberemos....


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