História Amizade colorida. Karol Sevilla ruggarol larol - Capítulo 47


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Categorias Karol Sevilla
Visualizações 34
Palavras 753
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 47 - A Chegada de Alisson


Limpei meu nariz com a manta a segui olhando pra TV.
- Era minha essa manta. 
- Você supera. 
Se inclinou dando um beijo no meu rosto e seu celular vibrou. 
E na segundos levantou alarmado do sofá.
" Já estou indo"
Desligou a me olhou com um sorriso lindo.
- O que houve. 
- A Sasha. Vai ter o bebê. Vamos. 
Nos arrumamos rápido e seguimos pro hospital. Me pegou pela mão e caminhou apressadamente pelos corredores. 
Todos já estavam ali.
- Como ela está? Perguntou Lio preocupado.
- Tudo tranquilo respondeu Jorge. Mas teremos que esperar. 
Sentamos na típicas cadeiras incômodas do hospital e me dei conta que Lio ainda não tinha soltado minha mão. A apertava com força. Estava nervoso. Pude perceber o olhar confuso do Ruggero para mim. Penssei até em converssar com ele mas estavam todos anciosos. Sasha era produtora da banda e eles tinham um carinho especial por ela. Aquele não seria um bom momento pra falar de assuntos pessoais. 
- Tudo vai sair bem. Disse a Lio deixando um beijo em seu ombro. 
- É se houver complicações? Me olhou a pude ver a inquietude em seus olhos. 
- Vai dar tudo certo. 
Passamos 6 intermináveis horas no hospital sem poder entrar. E quando nos deram a permicão, eu o acompanhei.
Abriu a porta devagar e Sasha nós recebeu com um lindo sorriso.
- Alisson. Olha quem veio ter ver. Disse entregando o bebê a Lionel.
Era uma menina linda. Lio a embalou a sussurrou coisas no ouvido dela que eu não pude entender. Deu um beijo em sua cabecinha e a olhou com ternura. Aquela cena era algo que jamais se apagaria da minha mente.
- Como você está?  Perguntei a Sasha.
- Eu bem.  Cansada mas bem. Não via a hora de ter essa pequena em meus braços. E você, como está?
- Bem. Muito bem.
- Posso levar ela pra casa? Perguntou Lio. 
- Você vai ter muito tempo pra ela ainda. Nao seja impaciente. 
- Ela ee preciosa. 
Entregou o bebê a mãe e as observou com admiração.
- Sei que quer ficar aqui mas Alisson e eu precisamos descançar. Disse Sasha em tom amistoso. Vai. Leva a Karol pra jantar em algum lugar por ai.
Lio fez que sim com a cabeça. Deu um beijo na sua irmã e deixou uma caricia no rostinho da Alisson. Voltou a pegar minha mão me levando até a porta. 
- Descansem. 
No corredor topamos com Alex, marido de Sasha e Franco.
- Onde está o garoto mais bonzinho do mundo. Brincou Lio com seu sobrinho.
- Lio. Disse feliz abraçando o tio. Sentiu minha falta?
- Muito. Parabéns pela princesa. Disse à Alex. 
- Obrigada. Respondeu o cunhado com um Largo sorriso. 
Franco se colocou na minha frente e fez uma cara de quem tinha muitas perguntas. 
- Essa é a Karol. Disse Lio.
Me abaixei dando-lhe um abraço e depois apertei a mão do Alex. 
- Vocês já são namorados? Perguntou o garoto.
-Não. Rimos eu e Lio por responder juntos. Somos amigos, completei.
- Minha mãe disse que logo seriam namorados.
- Sua mãe diz muitas besteiras. Respondeu Alex ao filho. Agora temos que ir. Até mais. 
- Até. 
Voltamos a sala de espera e não vimos mais ninguem. Então fomos pro carro. 
- Te levo pra jantar, pra sua casa, pra minha, conrinuamos com o filme e o sorvete?
- Acho que já derreteram.
- Pagamos outros.
- Pode ser.
Voltamos pra casa pra terminar o que haviamos comecado, estavam os tao cansados que nem.lembramos do sorvete. So deitamos no sofá e terminamos de ver o filme. Lio me abraçava por traz e a manta nos cobria. A tela da TV ficou escura mas nós não nos movemos. Me virei pra ficar de frente a ele e passamos um tempo em silêncio. Só olhando um pro outro. 
- No que você está pensando. Perguntei. 
- Em nada especial. E você. 
- Não sei. Talvez em quem estaria aqui nesse sofá com você se tivesse saído essa noite. Lio fechou a cara e me ignorou. Acho que arruinei uma noite sua. O que posso fazer pra compensar?
- Agora que você disse, estão me passando coisas na cabeca. Montou por cima de mim acariando minhas pernas. 
- Ah sim. Que coisas?
Abaixou o rosto e me beijou. Eu o emprrurrei pelo peito brincando e ele suplicou um beijo somente com o olhar.
- Foi um dia cansativo. Tentou se fazer de vítima.



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