História Amizade colorida. Karol Sevilla ruggarol larol - Capítulo 52


Escrita por: ~

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Categorias Karol Sevilla
Visualizações 32
Palavras 810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 52 - Me conta uma história?


Me custou abrir os olhos. Depois que Ruggero se foi, dormi chorando. Ainda não tinha superado. Não sabia porque eu me sentia tão mal. Odiava estar brigada com Lio, se é que isso que tivemos foi uma briga.
Coloquei os pés no chão e estremeci  ao sentir o frio que vinha dele. Ao levantar, notei que meu corpo todo doia pela tençao da noite anterior. Calcei uma botinha de inverno que não combinavam nada com meu moletom cinza e fui pra cozinha fazer uma café e me senti melhor so com o cheiro dele entrando pelo meu nariz. 
Ouvi batidas na porta. Me coloquei nas pontas dos pés pra ver pelo olho mágico. Era Lionel. Abri, porém sem vontade.
- Olá. Disse cabisbaixo.
- Oi.
Sem perceber, abriu os braços.E me abraçou enterrando seu rosto nos meus longos cabelos. Aderi minha cabeça em seu peito. O necessitava.
- Sinto muito.  Sussurrou no meu ouvido.
Me afaztei o colocando dentro de casa e fechei a porta. A luz da sala iluminou seu rosto e pude ver olheiras horríveis em baixo do seu olho. 
- Você não dormiu?
- Não muito.
- Quer café, acabo de fazer. 
Fez que sim com a cabeça. Preparei uma xícara e o entreguei. Nenhum dos dois disse nada. Sentamos no sofá e esperei até que ele rompesse o silêncio.
- Nena me perdoa. Por favor. 
- Tanto faz. Respondi ainda enfadada.
- Tanto faz não Nena. Eu não sou niguem pra dizer o deve fazer da sua vida. Eu não tenho esse direito. Eu bebi muito e estava alterado.... e te vi ali.... dançando daquele jeito com ele e.... sinto muito de verdade. 
- Você estava com ciúmes! Sorri.
- Não,  não era ciúmes, era extinto protetor.
- Protetor, sei. Como um irmão mais velho?
- Exato.
- Faz com sua irmã mais nova o que faz comigo na cama? O olhei irônica.
- Claro que não. Riu.  Mas....
- Admite que estava com ciúmes. Vai. Admite. Ele permaneceu  calado. Não tem problema, eu também estava com ciúmes daquela garota.
- Verdade? Sorriu.
- Verdade. 
- O que está acontecendo com a gente?
- Acho que é normal. Por mais que sejamos amigos, quando colocamos o sexo no meio disso, veio o sentimento de exclusividade. Não podemos permitir que isso nos domine . Aí tudo estará bem.
- Você é uma ótima psicóloga sabia. 
- Eu sei disso. Ele se mostrou um tanto incomodado. O que foi Lio. Tem algo a dizer?
- É que... quero saber se você é o Ruggero se entenderam.
- Ah sim. Muito bem. 
- Vocês passaram a noite juntos?
Sorri e neguei com a cabeça. 
Lio suspirou aliviado. 
Me olhou e tomou minhas mãos. Eu as adorava. Eram tão grandes que com uma só,  podia segurar minhas duas. Seus dados entrelacavam nos meus me causando um leve calafrio. 
- Eu queria que você viesse passar o Natal comigo em Cordoba.
Acabei engasgado com um trago do café. Ele me deu palmadinhas nas costas até eu parar de tossir.
- Que?
- Você disse que não ia pro México no Natal e não quero te deixar sozinha. 
- É que eu já tenho planos..
- Com Ruggero? 
- Não. Com a Clara, ela me chamou pra passar o Natal em Navarro com a família dele e eu já aceitei. 
- Ah. Mas não dá pra cancelar. 
- Não dá Lio. Na verdade eu não queria. A ideia de passar o Natal com a família dele me dava medo. 
- Pelo menos do dia 27 ao dia 30. Pode ser. 
- Mas Lio e o tempo que você tem pra sua Familia. 
- Estarei la desde o dia 20. E a Minha irmã vai me apresentar o novo namorado. Preciso do seu apoio pra suporta-lo.
- Você é um ciumento mesmo. O extinto protetor?
- Exato. Me olhou enguanto eu brincava com meu cabelo. Aceita ou não?
- Ok. Aceito.
Lio se jogou em cima de mim me deitando no sofa e comecou a me fazer cosquinhas. 
- Não vale. Rí. Disse que ia. Isso é tortura.Ele.parou e me olhou franzino a testa. 
- Vai te sair digas desse jeito. 
- Ah cala a boca. Brincou saindo de cima de mim. 
- Bobo.
Se inclinou dando- me um beijo na testa. E logo bocejou. 
- O café não faz efeito.
- Eu dormi pouco. Nena se importa se eu tomar mais.
- Não toma outro. Anda vem.  Puxei uma manta ao lado, me ajeotei no sofá e dei palmadinhas nas minhas pernas pra ele sé deitar. 
Me olhou confuso mais obedeceu. Nos cobrimos com a manta e comecei a acariciar seus cabelos.
- Nena, me conta uma história?
-shiii. Fecha os olhos e dorme.
Fiquei acariando seus cabelos e seu braço.
Não sei quanto tempo leveinassim mais acabei pegando no sono também.



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