História Amizade colorida. Karol Sevilla ruggarol larol - Capítulo 54


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Categorias Karol Sevilla
Visualizações 43
Palavras 488
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 54 - Chef Pasguarelli. Parte 2.


Abaixei o olhar confusa. Aquilo pra mim era difícil. Primeiro por que eu não pensava em namoro. Por outro lado eu tinha um amigo por quem sentia grande atração e podia fazer o que quisesse sem me prender, e do outro eu tinha um cara incrivelmente romântico, paixonado por mim e por quem eu estava começando a me apaixonar. 
- Eu... 
- Calma. Me interrompeu. Deixa eu terminar. Eu estou indo pra Itália, vou passar o Natal com a minha família, então quero que você pense, pensa se quer ou não ser minha namorada. Nao quero quero te precionar, mas também não quero criar expectativas por muito tempo. 
- Tudo bem. Prometo que pensarei no assunto. 
- Suponho que você também vá com sua família.
- Não. Não vou pro México. 
- Porque Karol? 
Era mais uma pergunta difícil de responder. Como explicar a ele tudo que passou? Melhor não. 
- É que não estou muito bem com meus páis. 
- Então não acho um bom momento pra esquecer. É Natal, as famílias sempre estão juntas no Natal.
- Ah,  mas o assunto é complicado. Meu pai está chateado por vim pra Buenos Aires. Porque ando saindo nas revistas...
- Ah. Mas que bobagem. Ele não percebe a filha maravilhosa que tem. 
Aquilo me atingiu. Fiquei me perguntando se seria eu a filha maravilhosa ou era uma filha maluca sem juiz o na cabeça .
- Mas deixe as coisas como estão. Ano que vem depois da formatura eu vou.
- Não acho isso certo Karol. 
- Rugge, você não entende. 
- Entendo. Se tivesse brigado com meu pai eu pegaria um avião e iria correndo ve-lo até que mudasse de opinião. 
- Não é bem assim. A vida aqui na Argentina e cara. Não da pra sair pegando um avião assim sem mais nem menos. 
- Então você não vai por falta de dinheiro? Pra que serve esse tanto de amigos ricos que você tem?
Comecei a rir. 
- Jamais perdiria dinheiro aos amigos.
- Isso pra mim não é problema. Anda. Vou comprar essa passagem pra você agora. Disse levantando. 
- Não Rugge. Por favor. Supliquei e ele se sentou. 
- Eu realmente não quero ir. Não gosto que me pagam as coisas me sinto mal. E meu problema não se resolveria assim. Acredite.
Ele fez uma cara de dúvida.
- Então você vai ficar sozinha?
- Não. Vou pra Navarro.  Pra casa dos pais de uma amiga de trabalho. E no dia 27  vou pra Cordoba passar uns dias com o Lio.
- Ah sim. Entendi. 
- Vai não fica com essa cara. Nos vemos na virada?
- Provavelmente. 
-Como assim Rugge?
- Nao sei ao certo quando volto. Mas talvez possamos passar a virada juntos. 
- Ótimo. Agora preciso ir. Levantei. Ele se levantou, passou as mãos por minha cintura e me beijou. 
- Pensa com carinho ok. Sussurou. Vou te levar pra  casa. 



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