História Amizade colorida. Karol Sevilla ruggarol larol - Capítulo 61


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Categorias Karol Sevilla
Visualizações 49
Palavras 758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 61 - De volta a casa Sil


Acordei com batidas na porta. Meus olhos percorreram o quarto tentando achar algo conhecido. Levei uns segundos pra tomar consciência de onde estava a pois estava completamente nua e coberta apenas com lençol branco e bem fininho. Levantei um pouco o corpo e vi Ruggero sair do banheiro envolto pror uma toalha. Abriu a porta deixando o camareiro entrar com o café da manhã. Enquanto colocava a comida na mesa, me olhou discretamente uma e outra vez. Saiu e fechou a porta. Rugge se acercou me dando um beijo. Seu
 halito era de pasta de dentes.
- Bom dia dorminhoca. 
Olhei o relógio ao lado eram quase 10 h da manhã.  Ele acaricou eus cabelos e disse.
- Vamos tomar café? Se quiser tomar um banho, pode ir. Deixei uma escova de dentes la pra você. 
Sorri agradecida mas não consegui falar uma palavra. Só levantei e caminhei pro banho. Sai usando um roupão. Rugge estava na mesa e quando fui sentar na minha cadeira ele me puxou me fazendo sentar no seu colo. 
- Você nao disse nada até agora.
- É que meu cérebro ainda não acordou. 
Falei com voz manhosa.
- Nesse caso vou te servir um café. Pegou a xícara e depejou entregando a mim. Bebi e senti aquele cheiro gostoso. 
- Agora sim arcordei. Respirei fundo. Me virei pra ele e dei um beijo, dessa vez com mais vontade. Levantei da cadeira e sentei ao lado. 
Rugge colocou no meu prato uma fatia de pão sem casca milimetricamente cortado. Passou uma pasta de azeitonas que reconheci pelo cheiro e uma faria de algo que  não conhecia, mais pelo sabor era de salmão. Mordi  e saboreei aquilo.
- Que delícia. 
- Gostou mesmo? 
- Sim. Divino. Ele fez o mesmo pra ele morreu cuidadosamente mastigando bem devagar. 
- Já comeu wofos?
- Não. 
- Vou fazer um pra você.
Colocou o wofol no prato jogando por cima frutas vermelhas pitadinhas e uma calda que parecia mel.  Como e quase fui ao céu. 
- O Meu Deus. Que gostoso!!!
- Já vi que você gosta de comida sofisticada.
- Na verdade eu amo comer. Mas no Mexico a comida e diferente. Independente disso eu como de tudo.
- Hum.  Quero te levar em um restaurante Tailandez em Buenos Aires. Tem uma comida afrodisíaca que a ótima. 
- Acho que você não precisa disso, Ruggero. Rí.
- Verdade. E nem você. Sorriu malicioso. 
- Então. Eu tenho que ir. 
- Ah não. Fica mais. 
- Nao posso, esqueceu que sou hóspede na casa do Lio.
- Não. Não me esqueci. Hoje eu vou almoçar na casa do Agus. Talvez Amira tenha convidada Lionel. 
- É... Talvez. Se sim, nos vemos mais tarde. Se não. Quem sabe a noite. 
- Okey.  Vou me vestir a ta levo la. 
....
Paramos o carro na porta e nos despedimos com um beijo. Quando ia sair Ruggero me segurou pela mão. 
- Ei Karol, espera!!! Me sentei novamente.
Você não me disse o que achou da noite!!
- Incrível. Respondi sorrindo. 
- Que bom. Porque também achei isso. 
...
Eu entrei na casa de Lio e me joguei no sofá. O silêncio reinava. Eu estava procurando algum defeito no Ruggero. Algo que tonasse minha decisão mais fácil, so que nao encontrava. Elemera encantador. Romântico, cavalheiro, maduro, elegante, sexy... Mas o que eu mais gostava nele era a sinceridade. Desde o começo ele foi sincero comigo. Estava certo do que queria e batalha a por aquilo. Faz tudo pra me agradar sem deixar de ser ele mesmo. Como uma garota podia recusa-Lo. Eu so não conseguia dizer sim por causa dessa maldita atração que eu sentia por Lio e pelo medo inexplicável de me prender a alguém.
- Karol. Como foi a noite? Perguntaria Sil. 
- Ótima. E como foi ontem la na fundação?
- Ótimo.
Ela estava mentindo, eu via em seus olhos. Essa historia de fundação era algo pra esconder o que realmente estava acontecendo. Lio estava certo.
- Lio. Karol chegou. Gritou Sil. 
Escutei uma.porta se abrir no piso de cima e seus passos pela escada. 
Sol foi pra.cozinha nos deixando a sos e Lio me levou pro Jardim.
- Como foi a noite? Perguntou.
- Bem. E a sua?
- Bem.
- Me alegro.
- E eu por você.
Depois de sua resposta seca, um silêncio incomodo nos envolveu e foi obrigada a roper-Lo.
- Você parece preocupado. É por sua mãe?
- Por você. 
Coloquei a mão no seu ombro e ri .
-Por mim? Porque?



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