História Amizade Para Sempre - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais, Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Mendes, Shawn, Shawn Mendes
Visualizações 4
Palavras 1.406
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Suspense
Avisos: Mutilação, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura❤

Capítulo 1 - Primeiro Dia de Aula


Esse ano eu ia entrar no primeiro ano do ensino médio, me sentia como o orgulho da família. A única coisa ruim nessa história é que seria a mesma turma e os mesmos alunos do ano passado, incluindo a chata da Fernanda e as suas amigas, a única coisa que elas sabem fazer além de pintar as unhas é fazer Bullying comigo e me colocar nas coisas que ela apronta recebendo a culpa, um dia ela vai me pagar por tudo que me fez e faz, um dia... pode demorar anos... mas por enquanto, eu só cheguei na escola que estudo. Como sempre, o motorista que ao mesmo tempo é meu segurança - é... eu tenho um segurança, invenção do meu pai. Ele parou alguns metros antes da escola e desci pegando meus cadernos e minha mochila. Gente, eu não mentir pra vocês... minha família é rica e meu pai é superprotetor - ele achou que eu estava sendo seguida e teve essa ideia de eu ter um segurança. Ele só não gostou da ideia de eu optar por uma escola pública, sendo que eu podia para uma particular - mas no fim ele aceitou, isso é o que importa. Sai do carro e fui pra escola sabendo que o idiota do segurança estava me observando. Entrei bem na hora e ia guardar meus cadernos no meu armário. Parei bem próximo ao armário e fui procurar a chave na bolsa. Não demorou muito e a Fernanda apareceu derrubando meu cadernos no chão com a mão:

- olha quem ainda está aqui... - ela falou e me contive, não queria briga pra mim logo no primeiro dia, e eu sempre levo a culpa mesmo.

- some daqui - falou Gabrielly, minha amiga de todas as horas.

- vou mesmo, pra não me contagiar com vocês duas - ela falou e saiu.

- tudo bem? - perguntou Gaby.

- vai ficar... - falei com vontade de chorar.

- eu ajudo você com seus cadernos - ela falou e tentei sorrir.

Apanhamos os cadernos, achei A chave e abri o armário colocando os cadernos dentro. Agradeci a ela é fomos para nossas primeira aula, esse ano espero que os professores sejam bons.

Mais tarde um pouco...

Cheguei em casa depois de ter passado a manhã na escola e desci do carro. Na hora eu vi um carro de mudança parando e fiquei observando, acho que eram os novos vizinhos. O segurança me colocou para denrro antes de eu ver qurm era e entrei na casa de campo dos meus pais. Deixei minha bolsa em cima do sofá e tirei o sapato para nem minha avó, nem minha mãe e nem a empregada reclamar de marcas no "piso limpo" - como elas dizem. Sorri ao lembrar da cara que a minha avó fez quando esqueci e saiu "milhares" de pegadas pela casa inteira, kkkk. Mas as comidas dela, hummm... são uma delícia, acho que toda avó é assim - ela te empanturra de comidas deliciosas e aperta a bochecha, como a forma dela de carinho.
Andei até a sala de jantar e não tinha ninguém, achei estranho. Ouvi a risada alta do meu irmão, que só aparece uma vez na vida, vinda do lado de fora e fui até lá. Meu irmão morava nos Estados Unidos e eu no Canadá, uma diferença muito grande. Apareci já com um embrulho no estômago, não gosto muito de lugares com muita gente, e minha mãe veio até mim:

- que bom que já chegou, seu irmão resolveu passar as férias dele aqui com agente - ela falou.

- que legal... quanto tempo? - perguntei sem motivação nenhuma.

- duas semanas - ela falou.

- legal... - falei não gostando da ideia.

Ela me colocou sentada junto a eles e fui comer o mais rápido possível pra sair de lá o mais rápido possível. Com toda certeza, você caro leitor ou leitora, me entende.

Mais tarde um pouco...

Sabe quando você está num lugar e não aguenta mais escutar "baboseiras" que o povo fica falando a toa? Era o que eu estava passando nesse momento... chegou uma hora que não dava mais pra mim e resolvi mentir:

- mãe... - falei.

- fala filha - ela falou.

- tô com um pouco de dor de cabeça, posso ir pro meu quarto? - perguntei.

- claro, tome um remédio e vá se deitar - ela falou.

Me levantei e sai andando normalmente, com uma vontade de sair correndo enorme. Quando entrei em casa e não tinha ninguém, sai correndo pelas escadas e andei pelo corredor até chegar no meu quarto. Entrei fechando a porta e finalmente podia respirar, mais um minuto lá, eu não sei o que poderia acontecer isso. Mas, enfim... eu já estava no meu quarto. Troquei de roupa por uma mais leve e escovei meus dentes. Arrumei meu cabelo e fui pra janela pra ver meus novos vizinhos. Fiquei um bom tempo tentando ver alguém, sem sucesso... por que o carro da mudança já tinha ido embora. Fiquei mais um tempo e levei um susto caindo de cima de uma espécie de sofá na minha janela, e na hora que o segurança entrou:

- se machucou? - ele perguntou se aproximando.

- não, a culpa foi sua... não entre mais assim no meu quarto, bata na porta antes... - falei me levantando com sua ajuda.

- desculpa, da próxima eu bato... - ele falou rindo.

- eu tenho certeza que você veio pra me dizer algo... - falei.

- ah... é mesmo... aula de música em dez minutos - ele falou.

- bem lembrado... - falei.

Sempre fui meia esquecida, então às vezes, isso acontecia... ou sempre... kkk... Peguei meu violão e sai do quarto acompanhada por ele. Andei pelos corredores, desci as escadas e dei um beijinho na bochecha da minha vó que estava passando. Corri até o carro e entrei rapidamente pra não chegar atrasada.

A noite...

Cheguei em casa depois de uma tarde na aula de música e entrei em casa. Vi a minha vó e me aproximei dela colocando o violão encostado na escada:

- tô com uma fome de Leão... - falei rindo.

- estão na sala de jantar, vai lá... - ela falou.

- A senhora já comeu? - perguntei.

- não, vou comer na cozinha, eu não quero ouvir aquele povo falar o tempo inteiro de assuntos que não me interessa... - ela falou e rimos juntas.

- eu vou com a senhora, e não adianta insistir pra eu ir pra lá... - falei.

- tá querida... vou estar em ótima companhia... - ela falou com um sorriso contagiante.

Sorri junto com ela e acompanhei ela até a cozinha. Minha vó sempre foi um doce de pessoa e iam ótima cozinheira, então ela sempre foi, ainda é, e sempre será a pessoa mais fofa e que eu gosto mais de toda a família. Eu tenho certeza, querido leitor ou leitora, que você tem aquela pessoa que você ama acima de tudo, por que pra mim família não significa laços sanguíneos, família é quem te ama, te respeita e te apoia do jeito que você é.

Mais tarde, a noite...

Já tinha tomando um bom banho e vestido meu pijama, então como não tinha muita gente em casa, já que foram dar um passeio para conhecer um pouco a cidade, resolvi treinar um pouco. Peguei o violão e me sentei na janela. Comecei a fazer a melodia da música que minha vi cantava e ainda canta e ela entrou cantando:

- "ela quer ser alguém..." - ela cantarolou.

- aí... vó... - falei sorrindo.

- deveria tocar para todos, você toca muito bem... - ela falou enquanto eu guardava o violão.

- Não vó... por enquanto não... ainda me sinto um pouco insegura em relação a isso... - falei.

- tá bem, eu te entendo... agora vai dormir, já está tarde... amanhã você tem aula - ela falou e fui para minha cama.

Me deitei na cama e ela me cobriu com o cobertor:

- boa noite, durma bem... - ela falou beijando minha testa.

- boa noite vó... - falei.

Ela saiu desligando a luz e fui dormir, amanhã ia ser um longo dia de aula. E para ser sincera com você, eu não tava muito empolgada não... mas é sempre bom ter um pouquinho, nem que seja só um pouquinho de alto estima.


Notas Finais


Se quiserem, comentem sobre o que acharam do capítulo, adoro críticas construtivas ❣


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