História Amizade quase Perfeita - Capítulo 3


Escrita por: e AnaAmaral2000

Postado
Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Cascão, Cebola, Denise, Magali, Mônica, Personagens Originais, Xaveco
Tags Casgali, Cebonica, Tmj, Turma Da Mônica, Xavenise
Visualizações 178
Palavras 2.916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoas!😊
Sim, já era pra termos atualizado a fic, mas como alguns de vocês devem ter percebido, nós duas somos enroladas. 😌 Então é isso. Fiquem com esse capítulo bonitinho.
As coisas vão começar a ficar boas apartir daqui... então aproveitem e até o próximo. 😚💕💖

Capítulo 3 - Escolhas podem ser drásticas


Fanfic / Fanfiction Amizade quase Perfeita - Capítulo 3 - Escolhas podem ser drásticas

 

Magali on;


"E o tempo amanhã será nublado. Temperatura máxima de 28 graus com grandes probabilidades de chuva..."

Apertei o botão off do controle e desliguei a tv, bem no exato momento em que a mulher do tempo falava sobre a parte sul do mapa. Já era quase 8 horas da noite, e Quim e eu ainda não havíamos saído da padaria. Antes disso tínhamos de conferir algumas coisas bobas, como o dinheiro do caixa, as encomendas e tudo mais... sim, era algo chato de se fazer, porém necessário.

Guardei o controle de volta ao seu lugar e descansei a cabeça sobre o balcão de atendimento. Estava quase caindo no sono, mas não podia me dar ao luxo de dormir. Precisava revisar a matéria de biologia, ou me daria muito mal na prova de segunda-feira. Eu era razoavelmente boa na matéria, mas não tão boa quanto deveria ou gostaria de ser. Talvez isso acontecesse por eu prestar mais atenção no professor Rubens do que na aula em si...

– Mais que droga!

A voz de Quim escoou pela loja, segundos depois dele derrubar uma pilha enorme de pratos no chão. Me levantei em um pulo e corri para ajudá-lo. 

– Você se machucou?– perguntei, quando finalmente consegui contornar as mesas e chegar até ele. Sorte a nossa que não tinha mais nenhum cliente na padaria, ou aquilo poderia ter provocado um acidente no mínimo preocupante.

– Não.– Quim colocou o cabelo dourado para trás e olhou desmotivado para as dezenas de cacos.

– Isso vai custar uma nota preta...– Ele lamentou, e eu quase pude ver as engrenagens da sua cabeça trabalhando para calcular o valor do prejuízo.

– Está tudo bem com você?– com cuidado fiquei de joelhos e começei a catar o que antes eram belos pratos de porcelana. Eles eram de uma aparência tão chique que cada um deveria custar o valor de toda a minha mesada. 

– Porque a pergunta?– levantei as vistas e encarei o garoto loiro a minha frente. Nos últimos três anos ele havia mudado bastante... Seu rosto já não era mais tão liso como antes, a barba semi feita lhe deixava com um ar de mais velho, por mais que ele tivesse apenas 20 anos. Seu físico também mudou drasticamente apartir do dia em que ele cismou que precisava entrar na academia. Desde então, Quim havia perdido muito peso, ficando quase irreconhecível. Não podia negar, ele ficou mais atraente. Porém, eu ainda o preferia do jeito de antes. Quando as garotas mantinham uma distância favorável dele...

– Você passou a tarde toda nas nuvens.– resmunguei, jogando os cacos no lixo.

Quim era a pessoa mais centrada que eu conhecia. Não havia nada que ele levasse mais a sério que o seu trabalho. Contudo, ele havia passado o dia inteiro inquieto e distraído, o que significava que algo não estava bem.

– Impressão sua.– ele disse, em um sorriso forçado.– Não há nada de errado.

– Tem certeza?– passei meus braços em volta do pescoço dele e depositei um beijo rápido em seu lábios. Infelizmente aquele dia não era uma exceção. Já havia algum tempo que Quim andava estranho, e aquilo realmente começava a me incomodar.

– Sabe que pode contar comigo para tudo, não sabe?– insisti. Eu não era o tipo de garota que desistia fácil.

– É claro que sei.– ele beijou minha testa.– Mas pela milésima vez, está tudo bem. E quer saber? É melhor a gente ir embora logo, antes que fique muito tarde.

– Tudo bem.– Não fiquei convencida, mas também não quis continuar com o assunto. Uma hora ou outra eu descobriria o que tanto o afligia, ele me contando ou não. Terminamos de jogar os cacos no lixeira e logo saimos do estabelecimento.

 Quim parou um minuto para fechar a padaria por fora, enquanto isso liguei meu celular, que até então estava desligado. Fazia aquilo para poupar a bateria, mesmo que meus pais fossem totalmente contra aquela prática. Eles apoiavam a teoria de que celular fora feito para estar ligado 24 horas por dia, caso algo urgente acontecesse.

– O que foi?– Quim questionou, quando me viu enrrugar a testa para a tela do aparelho.

– Estou preocupada com a Mô.– admiti, reiniciando o aplicativo de mensagens. Mas foi em vão... Mônica não estava online desde as cinco horas da tarde. Perguntei a Denise se ela sabia de algo, mas pelo que a mesma me disse, estava tão desatualizada quanto eu. Até aquele momento Mônica também não tinha entrado em contato com ela.

– Desencana.– Quim jogou a chaves para dentro de um dos bolsos e começou a caminhar ao meu lado.– Quando ela estiver pronta vai te ligar.

– Espero que sim.– guardei o celular no bolso dianteiro da minha calça e passei a prestar atenção no que Quim começava a dizer. Algo sobre irmos em uma nova lanchonete que tinha karaoke e vários outros tipos de jogos.

– Quer entrar?– perguntei, quando paramos em frente à minha casa. Como já havia dito, tudo no Bairro do Limoeiro era perto de tudo. A caminhada da padaria até a minha casa não gastava nem dez minutos.

– Não.– Ele levou uma das mãos até meu rosto e colocou uma mecha de cabelo rebelde por trás da minha orelha. Não adiantou muito, segundos depois ela voltou para o mesmo lugar.– Eu vou descansar um pouco. O dia foi meio... cansativo.

– Claro. A gente se vê amanhã então.– o abracei, e quando ia me afastar ele me puxou para um abraço de urso. Daqueles que quase fazem a gente vomitar o que comeu.

– Eu queria que as coisas fossem mais fáceis.– ele susurrou, após um longo suspiro.

– Do que você tá falando?– encostei meu queixo em seu peito e o olhei confusa. Aquela frase não tinha feito o menor sentido.

– Sei lá...– ele me apertou um pouco mais.– Às vezes a vida nos coloca para fazer escolhas difíceis, e eu acho isso muito injusto.

– Eu não entendi.– murmurei, quase com falta de ar. Quim realmente não tinha noção de que era três vezes mais forte que eu, e que iria quebrar todos os meus ossos se não parasse de me abraçar daquele jeito.

– Não é pra entender.– respirei fundo quando ele se afastou um pouco, me dando espaço para ingerir o ar a minha volta.– Só quero que saiba que te amo muito.

– Ok. Você está começando a me assustar.– olhei com seriedade para ele.– Porque está falando assim?

Quim revirou os olhos e sorriu de um jeito nenhum pouco comum. De algum modo ele parecia triste, e aquilo me remoeu por dentro.

O que ele não estava me contando?

– Estou animado para ir na lanchonete.– ele voltou a comentar, mudando de assunto sem muito esforço.– Vamos almoçar lá amanhã, não se esqueça.

Pisquei algumas vezes para tentar entender o que estava acontecendo. Como ele ousava falar aquelas coisas estranhas e depois mudar de assunto assim... na cara dura?

– Eu tenho que ir.– ele me deu um selinho rápido de despedida e recuou para trás apressado. Acho que ele estava pressentindo que eu iria interrogá-lo.– A gente se vê amanhã. Te amo!

– Joaquim!– gritei, quando ele atravessou a rua e seguiu para a outra calçada.– Volta aqui agora mesmo!

Não adiantou. Ele aumentou os passos e em questões de segundos desapareceu pela penumbra da noite, sendo assim impossível localizá-lo. Bufando inconformada, abri o portão e segui para dentro de casa.

– Toda essa despedida não é nenhum pouco necessária.– Alguém afirmou, em um tom extremamente protetor.– Vocês se vêem quase todos os dias, não deveriam ficar tão grudados assim.

– Espionar pela janela é feio pai.– murmurei sorrindo, indo até ele e lhe dando um breve abraço.

– Não estava espionando.– ele se defendeu, afagando meus cabelos que por acaso não se pareciam nada com os seus. Enquanto o meu era negro (como o da minha mãe),o dele tinha uma coloração amarelada, quase beirando a um caramelo escuro.

– ...só estava vendo se a minha princesa chegou bem.– concluiu, apertando de leve minhas bochechas.

– Tá, acredito.– peguei Mingau que estava esparramado pelo sofá e o apertei contra meu corpo. Ninguém fazia idéia do quanto eu amava aquele felino.– Eu vou tomar um banho e ir direto pra cama. Pode avisar a mamãe que não vou jantar?

– Vai dormir sem comer?– Meu pai pareceu surpreso. Acho que ele nunca superou o fato de que eu não era mais uma garotinha e que minha fome não era mais incontrolável. Antes eu nunca iria para cama sem comer, mas agora, tudo o que me importava era dormir.

– Tenho.– mandei beijos para ele e subi com Mingau as escadas para o segundo andar.– Boa noite.

– Boa noite.

Ouvi ele responder e logo fechei a porta do meu quarto. Larguei Mingau no tapete, tirei as roupas e fui tomar um banho. Quando saí, já de pijama e tudo, me deparei com um dilema; De um lado tinha a minha cama. Linda e confortável, pronta para me receber de abraços abertos. Do outro a minha escrivaninha, lotada de livros e anotações. Simplesmente a entrada para o futuro que eu tanto desejava.

– Miau!– Olhei pra baixo e vi grandes olhos azuis me encarando. Era como se Mingau estivesse me repreendendo por eu pensar em estudar quando deveria ir dormir.

– Não precisa miar desse jeito, eu já entendi. Não vou passar a noite em claro.– Corri pra cama e me enrolei nos cobertores. Mingau veio logo em seguida e se acomodou em algum lugar perto dos meus pés. Fechei os olhos e no terceiro carneirinho já estava dormindo.

***

Acordei com o som do meu celular apitando freneticamente. Tinha me esquecido de deixá-lo no silencioso e agora estava super arrependida. Domingo era o único dia em que eu podia acordar mais tarde, e nem isso iria conseguiria fazer, já que uma vez acordada meu sono ia embora.

Peguei o celular e vi de onde todos os apitos vinham. Mônica havia me mandado várias mensagens pedindo que eu fosse até a casa dela para conversar. Olhei as horas e me assustei. Já eram quase 11 da manhã e eu havia marcado de almoçar com Quim na nova lanchonete.

Mandei uma mensagem para Mônica dizendo que iria vê-la depois do almoço e me levantei para arrumar. 20 minutos depois já estava pronta.

Avisei minha mãe que iria comer fora e ouvi meu pai reclamar algo sobre eu nunca mais ter tempo para ficar com eles. Normalmente eu ficaria preocupada com aquele comentário, mas já estava acostumada com os dramas que o meu pai fazia sempre que eu ia sair com Quim ou com meus amigos. Eu gostava do zelo que ele tinha por mim, mas às vezes a super proteção dele me sufocava.

Sai de casa e no momento que pisei na calçada alguém se chocou contra mim, me fazendo perder o equilíbrio e quase cair na rua.

– Magá!– Em um vulto Cascão agarrou minha cintura e colocou meus pés de volta ao chão. Ele estava andando pela calçada de cabeça baixa, distraído...(como sempre).– Desculpa. Te machuquei?

– Não.– esperei meu coração parar de palpitar para continuar a frase.– Eu tô bem. E você?

– Tô ótimo.– ele deu um de seus sorrisos bobos.– Tem certeza que tá tudo bem?

– Sim.– olhei fixamente para o garoto moreno e dei um pulo para trás quando notei que as suas mãos ainda estavam coladas na minha cintura. Nada contra, mas pegava meio mal ficarmos tão próximos um do outro. Ainda mais no meio da rua, onde os vizinhos não economizavam nas fofocas.

– É melhor eu ir andando.– Cas murmurou, pensativo. Provavelmente já estava com a cabeça focada em outras coisas.

– Tá.– Queria parar e conversar um pouco, já que ontem ele não parecia muito bem, mas tinha um compromisso e odiava fazer as pessoas esperarem.

Dei passagem para que ele pudesse seguir e logo voltei para minha caminhada. Quando cheguei até a padaria dei a volta por trás. Ali havia uma porta que levava para um espaço que deveria ser uma grande dispensa, mais que Quim transformou em uma espécie de apartamento. Ele vivia mais na padaria do que em casa, então era mais que justo ter um lugar como aquele. Bati algumas vezes na porta e não demorou muito para ele abrir. Quando o olhei fiquei decepcionada. Esperava que ele já estivesse pronto, porém o mesmo ainda estava de pijama. O cabelo loiro que vivia arrumado estava tão desgrenhado que parecia formar uma ninho de pássaros.

– Pensei que já estive pronto.– comentei, mantendo a expressão seria. Ainda estava brava por ele ter me deixado falando sozinha na noite anterior.

– Ah, mais eu me arrumo em dez minutos.– ele me pulxou para dentro e fechou a porta.– Vou tomar um banho rápido e em um pulo já tô pronto.

– Tudo bem. Só não demore muito, eu estou...– parei de falar para observar o ambiente. Dois dias. Tinha dois dias que eu não entrava ali, e aquele era o resultado.

– Um tornado passou por aqui?– perguntei, olhando todos os pacotes de salgadinhos, refrigerantes e doces que estavam sobre o pequeno sofá. Sem contar que a cada 30 centimetros havia uma peça de roupa diferente jogada pelo chão.

– Acho que exagerei na bagunça.– Ele riu, logo depois saiu correndo.– Não demoro!

Ele entrou no estreito banheiro que havia ali e eu me sentei em um pedaço do sofá onde aparentemente não tinha comida. Tentei ignorar toda aquela bagunça por algum tempo, mas foi impossível. Depois de um minuto me levantei e fui atrás da lixeira. Quando a achei, joguei todo o resto de embalagem e comida que consegui encontrar.

Desliguei também a tv que estava ligada. Basicamente o CD de algum jogo estava rodando no seu ps3 pois a tela estava congelada em um gigante Pause.

Quando descobri que Quim era o tipo de garoto viciado por games não aceitei muito bem. Só depois de muito esforço que fui me acostumar. Hoje em dia nem ligo mais... até jogo alguns games com ele. Menos os de Zumbis. Jogos de Zumbis eram simplesmente aterrorizantes!

Terminei de limpar aquela aérea e fui forrar a cama dele, que estava um caos. Puxei os lençóis, dobrei o edredom e quando estava quase acabando alguns papéis caíram no chão. Peguei eles com cuidado e os olhei. Eram dois envelopes. Um continha a conta de água da padaria. Já o outro eu não fazia a mínima idéia.

Fiquei em dúvida se olhava ou não. Mas no fim optei em ler, pois não deveria ser nada demais... e o lacre já tinha sido aberto, então que mal tinha? Tirei o papel do envelope cor creme e quando li o conteúdo preferi mil vezes nunca tê-lo encontrado. Chocada, olhei a data em que Quim havia recebido aquela carta. Três meses. Há três meses ele estava com aquilo.

– Eu ouvi dizer que a batata frita dessa lanchonete é divina! Temos que provar e...– Quim interrompeu a si mesmo quando me viu com o envelope na mão. Seus olhos se arregalaram e ele ficou tão  petrificado quanto uma estátua.

– Quando pretendia me contar sobre isso?– perguntei, me sentindo completamente sem chão. Eu não estava preparada psicologicamente para aquilo.

Quim fechou a boca que até o momento estava aberta e engoliu em seco. Após alguns segundos sem reação ele começou a olhar para qualquer coisa que não fosse o meu rosto.

– Você não ia...– conclui, sentindo uma grande frustração por dentro. Ele não ia me contar... que tipo de pessoa faria aquilo?

– Você está chateada né?– Sua voz que sempre era doce, me pareceu extremamente irritante. Eu estava com raiva dele e por mais que odiasse sentir aquilo, não podia negar.

– É claro que estou chateada.– exclamei, tentando ingnorar o nó que se formou em minha garganta.– Isso é muito importante e em nenhum momento você cogitou me falar a verdade. Isso também me afeta. Isso afeta nosso namoro e você optou em tomar a decisão sozinho!

– Magali...– Quim tentou me tocar mas eu me afastei. Não podia simplesmente fingir que tudo estava bem. Porque não estava.

– Eu preciso de um tempo sozinha.– Disse enfim, entregando o envelope a ele e saindo pela mesma porta que entrei.

Tropecei, e quase cai umas duas ou três vezes, mas estava tão desnorteada que nem me importei.

Andei pelo Bairro e quando cheguei no parque encolhi um banco vazio onde o fluxo de gente era quase inexistente. Me sentei ali e encarei minhas sandálias. Estava sentindo um remix de sentimentos. Raiva, dúvida, tristeza... não sabia qual era o mais forte. Pouco menos qual deles foi o que me fez começar a chorar. Se bem que eu não precisava de um motivo muito forte para ir aos prantos. Eis a qualidade de ser tão emotiva...

Joguei a cabeça para trás e comecei a pensar nas duas opções que tinha. Ou eu voava para casa e corria prós braços da minha mãe, ou ia conversar com Mônica, que com certeza não me negaria um ombro amigo. Bem, se eu voltasse pra casa daquele jeito meu pai surtaria. Ele era capaz de esganar Quim só pelo fato dele ter me feito chorar. Não... aquela era uma péssima idéia. Ir até Mônica parecia ser a saída. Me levantei do banco e sequei as lágrimas que sobraram. Também não queria transparecer que estava mal. Por mais que estivesse.

Dei meia volta e segui na direção da casa dela. O peito apertado e o coração vazio. As pessoas costumavam dizer que tudo mudava quando a adolescência ia embora. Bem, parecia mesmo que tudo estava começando a mudar. Só que não para melhor.


Notas Finais


Oxiii vcs tem algum palpite do que estava escrito na carta e porque ela afetou tanto o nosso bolinho? Kkkk próximo capítulo vai explicar tudinho meus lindos. Prometemos que NÃO vamos demorar pra postar dessa vez.

Ah, só lembrando que esse é meu estilo de escrever, não gosto de apressar as coisas, então sim, Casgali vai demorar um pouco para rolar. Até porque a história precisa de coerência né? Não faria sentido eles ficarem juntos do dia pra noite...vamos confessar que perderia totalmente a graça se fosse assim. Bom, é isso gente. Bjs!! E obrigado pelo apoio.


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