História Amizades Coloridas 2 - Pânico no Lago. - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Aruan Felix, Neagle, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Aruan Felix, Gabriel "Neox" Soares, Mike, Pac, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Victor "Eagle" Trindade
Tags Cellruan, Eagle, Mitw, Neagle, Neox, Pânico
Visualizações 87
Palavras 1.433
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiieeee Genteee!!!
Era para esse capítulo ter sido postado semana passada... Mas antes tarde do que nunca... Boa leitura.

Capítulo 18 - Ninguém Jamais Será Perfeito.


Pov. Gabriel Fernandes (Neox)

            Mike, Tarik, Victor e eu éramos os únicos que ainda estavam reunidos na sala. Aruan havia decidido dormir em um dos quartos da casa. Só ele para dormir em meio a uma crise como essa. E enquanto à Rafael, bem... Este estava no lago. Provavelmente era perigoso ficar fora de casa com Rezende à solta... Mas como ainda era de dia e tínhamos um carro da polícia bem em frente a nossa casa, talvez não fosse tão perigoso assim.

Eagle: Eu acho que vou ir falar com Rafael. Convence-lo a voltar para dentro. Não é uma boa ideia ficar lá fora sozinho, mesmo estando de dia.

Neox: Não. Você vai ficar aqui. Deixa que eu vou, ok?! – Dou-lhe um selinho, tentando acalma-lo.

Eagle: Affs. Está bem. Você vai falar com ele.

            Vou até a cozinha e saio pela porta da mesma. Caminho pelo caminho de pedras até chegar no lago. Em seguida vou até o píer, onde Cellbit se encontrava sentado no chão de madeira, com pernas de índio. Ele observava o movimento da água, o que não era grande coisa, pois não havia vento.

Neox: Rafael... – Mas ele me interrompe antes mesmo de eu conseguir prosseguir.

Cellbit: Não. – Ele diz se levantando. – Me desculpe por ter dito aquelas coisas. Ainda mais com Victor ouvindo. A culpa não é de vocês. Só estavam tentando ajudar Aruan e eu a reatarmos.

Neox: Bem... Sim... Mas parece não ter dado muito certo. E afinal... Por que você não consegue perdoá-lo?! – Eu pergunto já incomodado.

Cellbit: É que... Eu não acredito que ele me traiu! Ok, ele estava bêbado e tudo mais... Só que... Eu não sei como posso perdoar ele! Eu bem que queria... Mas toda vez que eu tento... Ele vai lá e mete o Nicolas no meio.

Neox: E você o culpa?! Todos nós percebemos o jeito que Nicolas e você agiam um com o outro. Parecia até que você estava querendo causar ciúmes no Aruan, ou sei lá.

Cellbit: Não. Eu realmente não estava. Apenas... Foi bom ter alguém com quem eu pudesse conversar sem ser interrompido ou mal compreendido para variar. E acho que eu na verdade só estava procurando um meio de esquecer dos meus problemas... Acho que Nicolas acabou sendo esse meio.

Neox: Olha... Não posso dizer que o Aruan é perfeito... Mas ele realmente estava tentando te reconquistar. E talvez se você for falar com ele... Dizer que o perdoa, quem sabe o que pode acontecer?! E sabe por que de eu não ter continuado bravo com Victor depois que eu descobri o que ele e Aruan fizeram?!

Cellbit: Por que?! Como foi que você pôde perdoá-lo tão fácil assim?! Ok, vocês não sabiam que um gostava do outro... Mas isso não é motivo.

Neox: Foi porque eu o amo. E quando ele disse que sentia o mesmo por mim... O que ele fez ou deixou de fazer não me importou! Esse é o segredo... Você só precisa se perguntar uma única coisa... Você ama ou não Aruan?! Se a resposta for não, simplesmente nunca mais fale com ele. Parta para outra.

Cellbit: Mas... E se eu o continuar amando?

Neox: Então você precisa arrumar um jeito de perdoá-lo. E precisa ser rápido. Por que pelo jeito que as coisas estão... Talvez quando voltarmos para casa... E nós vamos voltar... O próprio Aruan desista. Não por que ele não ama mas você... Mas sim por que ele finalmente percebeu que foi você quem o deixou de amar.

Cellbit: Obrigado Gabriel. – Ele diz cabisbaixo. – Acredite ou não você ajudou bastante. Eu agora só preciso pensar na resposta. Eu continuo amando Aruan, ou eu não o amo mais.

Neox: Olha... Você pode pensar nisso, mas será lá dentro, onde estamos mais seguros. Mas acredito que você já saiba a resposta... – Eu faço uma rápida pausa. – Agora vem... Vamos entrar.

Cellbit: Está bem. Você venceu. E acho que devo desculpas para todos vocês, não é?! – Ele pergunta, enquanto eu já nos guiava para dentro de casa.

Neox: Pode ter certeza que sim.

Pov. Rafael Lange (Cellbit)

Cellbit: Pessoal... – Eu digo chamando a atenção de todos que estavam na sala. – Eu devo um pedido de desculpas para vocês... Para todos vocês. Eu acabei sendo um grande idiota.

Mike: Com toda a certeza que foi. – Ele diz sarcasticamente.

Cellbit: Eu não deveria ter perdido a cabeça. Nem ter dito aquelas coisas todas.

Pac: Acho melhor nós gravarmos este momento... É a primeira vez que vejo um pedido de desculpas deste porte sair de Rafael.

Cellbit: Kkkkk. É. Tem razão. – Eu respiro fundo. – E então... Vocês conseguem me perdoar?!

Pac: Se eu não te perdoar terei que ficar te aturando no apartamento. Então sim. Eu te perdoo.

Mike: Digo o mesmo.

Cellbit: E você... Victor?

Eagle: Você sabe que não era a minha intenção colocar você ou qualquer outra pessoa em perigo, não é?! – Ele diz cabisbaixo. E eu me aproximo um pouco.

Cellbit: Sim... Sim eu sei. Ninguém poderia ter previsto que isso tudo estaria acontecendo. A culpa não é sua... Só estava com boas intenções. Me desculpe pelas besteiras que disse ou fiz durante toda essa viagem.

Eagle: Rafael... Eu te perdoo... Se você me perdoar por te trazer aqui também.

Cellbit: Eu te perdoo. – Nós apertamos as mãos. – Onde está Aruan?! – Pergunto para o grupo.

Neox: Lá encima. No seu quarto. Pode ir que nós ficaremos aqui embaixo. Afinal não temos mais para onde ir.

            Eu assenti com a cabeça. Caminho até as escadas e as subo. Um degrau de cada vez, um passo de cada vez. Ao terminar de subi-las, vou até a porta do meu quarto. Bato na mesma, sutilmente com uma das mãos. Como ninguém me respondeu, bati mais uma vez. Deu na mesma.

            Eu abro a porta. Mas fico surpreso ao não encontrar ninguém. Logo eu estranhei. Vou até o banheiro, pois talvez Aruan estivesse lá. Mas não. Já começando a me preocupar, vou nos outros quartos. Infelizmente, nenhum sinal dele. Rapidamente volto para a sala, onde o restante do grupo estava reunido.

Cellbit: Ele não está lá em cima! – Digo alto e com preocupação.

Eagle: O que?! – Victor diz se levantando do sofá também preocupado.

Mike: No que esse cara está pensando?! Sair sem avisar?! Isso é loucura!

Pac: Alguém liga para ele logo de uma vez!

Neox: Vou ver se ele não está lá nos fundos. Tentem ligar para o seu celular. Já volto.

Mike: Eu vou com você. Não é bom sairmos sozinhos, mesmo estando de dia.

Neox: Ok então. Victor...

Eagle: Pode deixar. Eu ligo pra ele.

            Neox, junto de Mike, foram para a cozinha e saíram pela porta dos fundos. Enquanto isso, eu sentava em um dos degraus da escada. Victor tentava achar o seu celular para poder ligar para Aruan. Tarik permanecia andando de um lado até o outro da sala. E eu não conseguia parar de imaginar que a culpa era minha.

Cellbit: Se eu não tivesse sido tão idiota... Ele não teria saído sozinho. Como eu sou burro. – dou tapas na minha própria cabeça.

Pac: Ei! – Tarik se senta ao meu lado. – A culpa não é sua nem de ninguém, ok?! Nós vamos acha-lo. E qualquer coisa nós podemos pedir ajuda aos policiais que estão lá fora.

Eagle: Eu não consigo achar a merda do meu telefone! Que merda! Onde foi que eu deixei?!

Pac: Talvez no quarto?!

Eagle: Não... Eu... Eu sempre estou com ele no bolço... Droga! Acho que posso ter esquecido no hospital! Garcia... Ele me devolveu o celular depois de conversar comigo. Droga!

Pac: Tá... Vamos manter a calma.  Rafa?! Você não tem o número dele gravado no seu celular?!

Cellbit: Sim! Eu... Eu ainda tenho.

            Tento achar o meu celular. Coloco as mãos no bolço, mas ele não estava lá. Subo as escadas correndo, indo de cômodo em cômodo, tentando acha-lo, mas nada dele aparecer.

Cellbit: Eu também não acho o meu! Como eu fui perder o meu celular?! – Digo voltando para o andar de baixo.

Pac: Você não sabe o número de cabeça?! Talvez você poça ligar do meu!

Cellbit: Sim! Eu... Eu ainda me lembro. – Tarik me entrega o seu celular.

Depois de digitar o número, rapidamente, eu pressionei para “encaminhar” a chamada. Fiquei esperando... Mas nada. Aruan não atendia. Tento mais uma vez... E nada. Fico insistindo por mais três vezes... E nada. Eu agora já estava tão preocupado, mas ao mesmo tempo me sentindo tão culpado, que não pude evitar que algumas lágrimas escorressem pelo meu rosto... Tento mais uma vez... E nada, apenas... Nada.

Continua...


Notas Finais


Esse Aruan... Puta que me pariu. Só faz merda. Mas é a vida.
Será que ele está bem?! Ou será que foi pego pelo nosso assassino?!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...