História Amo por interesse - Capítulo 15


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lésbica, Romance, Suspense, Trafico De Mulheres
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Palavras 2.603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo pronto espero que gostem em breve terá mais um capítulo.

Capítulo 15 - Feliz aniversário


UMA SEMANA DEPOIS...


                 ***Rebeca***

Minha semana foi incrível e como de costume todos os dias eu passava a tarde com a Ana Clara e minhas amigas estavam reclamando sobre minha atitude, elas falaram que depois que comecei a "namora" com a Ana Clara eu mudei com elas,mas não era verdade.
Eu passei o final de semana no shopping com minhas amigas tentando compra algo pra Ana Clara e nada nunca achei que fosse tão difícil compra algo que ela goste, eu não sei os gostos dela e isso complicou um pouco mais a minha vida,sabe aquele momento que você procura por tanto mas não acha nada? Então é desse jeito mesmo que me encontrava, procurei tanto por tantas coisas mas não conseguir acha nada que combinaria com ela.
                     (...)
Meu pai bateu na porta do meu quarto e eu continuei pensando em algo pra dar pra ela mas nada vinha na minha cabeça.

— Filha estar na hora de levanta dessa cama meu amo. — Diz papai se aproximando da minha cama  dando um beijo na minha testa.

—Pai, eu não consigo pensar em nada pra dar de presente pra Ana Clara. — Digo olhando pra ele preocupada.

— Comprar maquiagem, roupa,sapato... filha mulher gosta dessas coisas. — Diz papai e eu reviro os olhos.

— Papai... Nós não estamos falando de qualquer garota, estamos falando sobre a Ana Clara e ela não é como eu. — Digo olhando pra ele.

— Aí filha...Ontem eu ouvi o pai dela conversando com uma secretaria e nessa conversa ele estava pedindo ela pra fazer uma lista de livros de autores que a Ana Clara gosta. — Diz e eu começo discutir comigo mesma no meu subconsciente por te esquecido que ela gosta de ler ele anda pela meu quarto e desliga meu abajur me fazendo ter uma idéia brilhante.

— JÁ SEI. — Grito sem querer toda animada assustando meu pai.

— O que deu em você menina? —Diz papai olhando pra mim e eu dei risada o abraçando.

— Papai vou precisa da sua ajuda! Eu quero que o senhor arrume um pedaço de madeira  desse tamanho. — Digo amostrando pra ele o tamanho do meu suporte do celular.— Mas antes eu quero te dizer uma coisa. — Digo olhando em seus olhos e ele nada diz apenas me ouve. — Papai eu estou gostando da Ana Clara! —Digo e ele da uma risada e quando percebe que eu estava falando sério ele fica sério.

— Como assim gostando da Ana Clara? —Perguntou preocupado.

— Eu...gosto dela como o senhor gostava da mamãe, é um pouco complicando explica isso ao senhor mas por favor não me julgue tente me entende...papai. —Digo e ele segura minhas mãos e toca no meu rosto.

— Filha olha pra mim, você é a única filha que eu tenho! Estou um pouco assustando com sua revelação mas quero que entenda que apesar de não concorda com suas escolhas eu sou seu pai e você é meu bem mais precioso. — Diz e eu o abraço forte, fico abraçada nele por alguns minutos e logo depois ele faz cócegas em mim.

— PARA PAPAI...PARA PAPAI...PARA. —Grito me movimentando por causa das cócegas e  quando ele para eu recupero meu fôlego e o beijo. — Te amo. — Digo.

— Eu também agora levanta dessa cama e desce pra toma café. — Diz meu pai e levanta da minha cama e sai do meu quarto.

— PAPAI NÃO ESQUECE DA MADEIRA E NEM LÂMPADA. — Grito assim que ele sai do meu quarto e vou para o banheiro toma meu banho.

                ***Ana Clara***

Faz uma semana que voltei a mora com minha avó e uma semana que não vejo minha mãe, meu irmão eu vejo todos os dias no colégio ele me conta algumas novidades já o papai ele vem me visitar sempre que pode.
Com o tempo eu fui entendo que a mamãe realmente me odeia, e que ela nunca irá me tratar como filha! Meu maior sonho era ouvir ela me chama de filha todos os dias, mas hoje meu maior sonho é ser feliz com a Rebeca e minha avó.
Acordei com com o barulho do despertado vi a hora e já era dez horas da manhã e logo reclamei com a vovó.

—VOVÓ PORQUE NÃO ME ACORDOU CEDO? —Perguntei aos gritos levantando da cama no susto e pegando minha toalha e roupa íntima.

— PORQUE HOJE É SEU ANIVERSÁRIO. —Gritou de volta.

— MAS A SENHORA SABE QUE EU NÃO GOSTO DE DORMI ATÉ TARDE. —Reclamo e logo ouço a voz do meu irmão.

—VOCÊ É MUITO ESTRANHA ANA CLARA, PRA QUE ACORDA CEDO. —Gritou meu irmão.

—PAPAI E A MAMÃE...VEIO? QUE DIZER A VERÔNICA ? —Perguntei ainda aos gritos antes de entrar no banheiro.

—SÓ SEU PAI E SEU IRMÃO ESTAR AQUI. —Diz minha avó e eu vou ao banheiro.
Tomo meu banho, me arrumo e prendo meus cabelos e saio do meu quarto e quando entro na sala me deparo com  uma mesa de café da manhã maravilhosa com um mini bolo de chocolate e com o papai cantando e dançando a música do Parabéns e logo beija meu rosto.

— Minha princesa estar completando dezessete anos, nem acredito. —Diz papai beijando meu rosto e logo em seguida me pega no colo e me pega no colo e me gira me fazendo da gritos, assim que ele me coloca no chão eu ajeito meus óculos e meu irmão me beija e me abraça já a vovó me enche de beijos e mais beijos e disse o quanto me ama, e o quanto ela estava orgulhosa da mulher que eu me tornei.
Nos assentamos sob a mesa coloquei café na minha xícara, peguei um pedaço de bolo e a  companhia tocou minha avó me olhou e logo foi abrir a porta e quando ela veio se assenta novamente sob a mesa a mamãe também se aproximou da mesma me olhou mas não falou comigo.

—  Mãe hoje é aniversário da Ana, não vai fala  com ela não? —Perguntou meu irmão e eu a olhei mas a mamãe continuou bebendo seu café.

— Mãe a senhora já resolveu as coisas da festa? —Perguntou minha mãe olhando pra vovó e eu pisquei consecutivamente pra não deixa minhas lágrimas cair.

— Já, pode ficar tranquila estar tudo resolvido. —Disse vovó e eu pedi pra ela passa o suco, peguei um pouco de suco fui até a o armário de cozinha e sem ninguém vê eu coloquei um pouco de vodka no meu copo de suco e tornei a senta na cadeira.

— Se precisa da minha ajuda financeira é só me liga. — Diz minha mãe eu rebato.

—Não precisamos das suas esmolas. — Digo com raiva e ela finalmente me olha.

—Me respeita garota! —Diz minha mãe me olhando com raiva e eu revirou os olhos.

— Respeito? Você não é nada minha e não é digna do meu respeito. — Digo e ela me olha sorrindo e logo pega o meu copo de suco. — Me devolve... — Digo irritada e ela cheira o copo e entrega pra minha avó.

— Bebe mamãe e sinta o gosto da bebida que sua neta estar bebendo... — Diz minha mãe e minha avó me olhou desconfiada, coloquei uma mexa de cabelo atrás da orelha e minha avó prova a bebida e logo em seguida olha pra mim decepcionada.

—Vodka pela manhã? Você nunca bebeu meu amo. — Diz vovó com calma e ao mesmo tempo decepcionada.

— Não contou pra ela que você é uma alcoólica? fala pra sua avó o que você faz com esse sua vida saúde. — Diz minha mãe com olhar de raiva em cima de mim  eu nunca tinha visto ela assim, meu pai tocou nela e ela tirou as mãos dele de cima dela.
— Estar esperando o que pra conta Ana? —Perguntou nervosa e minha avó me olhou assustada dessa vez.

—  Conta Ana Clara? O que você estar fazendo que eu  não sei? — Perguntou olhando pra mim.

— Eu bebo bebidas alcoólicas desde dos meus doze anos, desculpa vovó eu não tive a intenção de te preocupa e muito menos te magoar... Mas existe mágoas dentro de mim e eu acabo bebendo pra esquece. — Digo e minha mãe novamente se manifesta.

— Isso é uma desculpa pra continua enchendo a cara mamãe, você não conhece a neta que criou. — Diz minha mãe eu a olho boquiaberta.

— Qual é seu problema Verônica? Hoje é meu aniversário e você veio aqui pra estragar ele? O que eu fiz com você? — Digo estressada a encarando e ela rebateu sorrindo e limpando as lágrimas de seus olhos.

— Ainda pergunta o que você fez? Você nasceu Ana Clara..NASCEU... —Gritou na minha cara e eu rebati.

— Sério? Então porque você não abortou? —Perguntei a deixando ainda mais puta.

— Eu tentei...E muitas vezes! Mas infelizmente você nasceu, eu odeio o dia do seu aniversário, eu odeio ter você como filha...Eu te odeio. — Diz com tanta raiva e meu pai a puxa a tirando da mesa e minha avó o ajuda mas minha mãe consegue se livra das mãos do papai e se aproxima de mim. — A cada dia que passa você se parece mais com ele...Eu tenho nojo dele e de você também. — Diz e eu não entendo o que ela quis dizer.

— Como assim? Ele quem? —Pergunto confusa e minha avó se aproxima de mim e pega pela minha mão e tenta me tira da mesa.

— Vem meu amo vamos pro seu quarto. —Diz minha avó mas eu permaneci sentada.

— Com quem eu pareço? Ele quem Verônica? — Perguntou ela olha em meus olhos.

— Seu pai! — Diz e eu olho pro papai e ele estava com sua expressão facial de preocupação. — Não estou falando dele e sim do seu pai biológico... Seu pai não aceitou o término da nossa relação e decidiu abusar de mim no dia da minha festa de noivado, eu me senti suja e quando  descobrir que estava grávida eu odiei a mim mesma e adiei a criança que eu estava esperando, tentei aborta diversa vezes mas não conseguir e quando eu tive a criança eu dei pra minha mãe criar bem distante de mim, entrei em depressão pós parto e nunca tive vontade de te amamentar, nunca te amei e nunca vou te ama! Olhar pra você me dar nojo. — Diz minha mãe e minha única reação foi sair correndo pro meu quarto, ouvir minha avó me grita algumas vezes, ouvir o papai me chama mas eu apenas corri para meu quarto, peguei alguns notas de dinheiro e sai de carro correndo sem da pista alguma a eles.
                       (...)
Caminhei pelas ruas do Rio de Janeiro pensando na droga de vida que tenho, eu não para de chora depois de tudo que eu ouvir eu só conseguia me odiar, além de ter sido abusada por vários garotos eu também era fruto de um estrupo o que me fazia ter mais nojo do meu corpo, me olha no espelho todos os dias era torturante pra mim.
Quando caminhei mais um pouco vi um bar com algumas jovens e decidi compra algumas bebidas pra mim beber eu passei a tarde inteira bebendo e a noite toda bebendo muito, mas por incrível que pareça eu estava bem e quanto mais bebida eu via mais bebida eu consumia.

                   ***Rebeca***

Eu estava ansiosa demais pra dar o presente que eu estou fazendo pra Ana Clara, não era algo caro mas tem um valor imenso sentimental muito grande no meu presente, terminei de colocá a lâmpada e vibrei ao vê a perfeição do presente que eu fiz com o coração para meu amo.
Me arrumei pra ir na casa da avó da Ana Clara e de repente meu celular tocou com um número desconhecido atendo e era a avó da Ana Clara.

                   Ligação On

Número desconhecido: Alô é a Rebeca?

Eu:Sou eu sim, quem é?

Número desconhecido: Sou eu avó da Ana Clara, liguei pra sabe se ela estar na sua casa? —Perguntou preocupada.

Eu: Não ela não estar! aconteceu alguma coisa? —Perguntei com o coração na mão.

Número desconhecido: Não! estar tudo bem peço que não venha hoje e tente dizer para as amigas dela que a festa foi cancelada. — Diz e pela sua voz ela estava preocupada com meu amo.

Eu: Tá bom. — Digo e ela finaliza a ligação.

              Ligação Of

Ela finalizou a ligação e  eu fiquei intrigada liguei para as amigas da Ana Clara e avisei que a festa foi cancelada, andei em círculos no meu quarto um pouco nervosa por ela não atender minhas ligações, e estava preocupada demais com ela tem alguma coisa acontecendo eu tenho certeza.

— Filha... — Chama meu pai entrando no meu quarto. — Preciso ir pra casa da dona Verônica. — Diz papai dizendo que vai na casa do pai da Ana Clara. — A Ana sumiu e eles estão preocupados com ela e eu  vou lá da meu apoio. —Diz e quando eu peço pra ir ele nega.

— Pai eu estou preocupada com ela deixa eu ir com o senhor? —Perguntei nervosa e preocupada mas ele não deixou.

—Não! Você vai fica em casa e eu darei notícias a você. — Diz  eu questiono sua decisão mas ele é firme e eu tive que fica em casa o que me deixa ainda mais preocupada.

                     ***Verônica***

Eu já aguentei tantas coisas nessa vida que por alguns minutos eu acabei descontando toda a minha fúria na Ana Clara.
A data do aniversário dela mexe muito comigo e é por esse motivo de eu nunca te aparecido em suas festas, eu tento não ser cruel com ela mas o que sinto é mais forte que eum,  tem momentos que quero ter um contato de mãe e filha com ela, mas tem coisas nela que me lembra o Everton e isso só fez cresce o ódio que sinto por ela.
Quando eu disse tudo que eu já queria dizer a muito tempo eu me senti livre de todo o peso, quando eu vi ela sai da mesa correndo e logo em seguida correr pra fora de casa eu me senti mais livre ainda.
 
Meu marido tentou ir atrás dela, mas perdeu ele de vista ele me colocou no carro me acalmou e quando cheguei em casa tomei um calmante e fui dormir.
Assim que acordei minha mãe deu um tapa na minha cara.

—Satisfeita Verônica? Eu sei que você odeia a menina mas precisava revela as coisas pra ela desse jeito? —Perguntou minha mãe estressada.

— Pelo visto não achou ela. — Digo segurando meu rosto que estava ardendo por causa do tapa.

— Como você consegue ser tão fria? Ela não tem culpa do que aconteceu com você. — Diz minha mãe e eu rebati.

— Não sou fria! Eu apenas não a suporto. — Digo e ela da outro tapa na minha cara.

— Não acredito que você saiu de dentro de mim!  Como pode trata a sua filha assim? —Perguntou e dessa vez eu gritei.

— Ela não é a minha filha...NÃO É! — Grito nervosa.

— Se acontece alguma coisa com minha neta a culpa é sua, somente sua. — Disse minha mãe me culpando pelo sumiço da Ana Clara e logo em seguida sai do meu quarto e eu jogo o copo um estava na mesinha na parede de tanta raiva que eu estava sentido.






Notas Finais


Obrigada por lerem


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