História Amo por interesse - Capítulo 40


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lésbica, Romance, Suspense, Trafico De Mulheres
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Palavras 1.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá gente desculpa a demora, eu estava meio enrolada com algumas materiais mas consegui coloca as coisas no lugar, em fim espero que gostem desse capitulo.

Capítulo 40 - A mesma Rebeca


                ***Rebeca***

  Nada se compara a transar e dormi agarradinho com quem amamos, depois de ter transando bastante com o amor da minha vida eu apaguei e só fui acorda a tarde quando a hóspedes da minha avó entrou no meu quarto acendendo o seu cigarro. Quando abrir meus olhos com dificuldade ela estava parada perto da porta olhando pra mim e pra minha namorada dormindo, e ao vê meus olhos abertos ela olhou pro relógio e em seguida elogiou a bunda da Ana Clara.

— Ela tem uma bunda grande, e pelo jeito agressivo dela ao ficar com ciúmes ela aparenta sem uma loucura na cama.— Falou baixo sorrindo olhando fixamente pra bunda da Ana e eu ao percebe seu olhar cubro minha namorada que se meche um pouco mas não acorda. — São três horas, pronta pra deixa sua namorada dormindo e ir no cinema comigo?—Perguntou acendendo seu cigarro e eu respirei fundo e a respondi.

— Desculpa te decepcionar, mas não irei ao cinema  com você, mal te conheço e se quer realmente assistir um filme sem estresse vá sozinha ou convide a vovó ela é uma ótima companhia.— Digo olhando pra ela que sorri e caminha pelo meu quarto, ela se aproxima da Ana Clara encara minha namorada dormindo e me olha em seguida fazendo perguntas.

— Ela parece um pouco com minha ex, ciumenta, carinha de inteligente, gostosa mas com todo respeito a bundinha dela é tão bonitinha que eu me imaginei dando uns tapinha nela.— Falou e eu a olhei irritada.

— Sai do meu quarto Viviane.— Digo e ela apagou o cigarro me olhou com cara fechada e saiu do meu quarto fechando a porta com força  acordando a Ana Clara. que se assusta com o barulho, coloca os óculos pra vê a hora e ao vê a hora se levanta da cama colocando a roupa com pressa dizendo que precisa ir embora.

— Ai meu Deus minha avó vai me matar.— Falou e eu a observo colocando a roupa, não era tão tarde assim ainda era cedo mas a avó da Ana era um pouco chata com horários. — Não era pra mim te apagado na sua cama.— Disse olhando pra mim prendendo os cabelos e eu rebato.

— Na maioria das vezes a gente dorme após o sexo.— Digo e ela coloca o sapato e logo após sela meus lábios sussurrando perto da minha boca que me ama.

— Eu te amo.— Disse e eu tornei a beija-la segurando seu pescoço.

— Eu também te amo.— Digo e ela sorri.

— Chega de melação eu preciso ir, e por favor não de confiança para aquela agora, eu estou insegura.— Disse e eu rebati mas não adiantou muito.

— Não precisa ficar insegura, eu te amo.— Disse e logo a porta do meu quarto se abre e eu me cobrir de imediato por ganhar um susto, e era minha avó.— A senhora podia bater na porta antes vó.— Digo olhando pra ela que olha minha namorada de cima a baixo deixando a mesma sem graça, a Ana ajeita seus óculos e me olha piscando consecutivamente.

— Rebeca hoje cedo eu disse que temos hospedes em casa e que você ficaria responsável por me ajudar a apresentar algumas coisas a ela ou esqueceu?— Perguntou me fazendo revira os olhos.— Não revire esses olhos pra mim, levanta dessa cama e faça o que eu te pedi.— Disse minha avó me fazendo grita por dentro de raiva.— Preciso conversa com você mocinha.— Disse vovó olhando pra Ana que engoliu seco ajeitando seus óculos.

— O que a senhora quer conversa com minha namorada? — Perguntei estressada e minha avó apenas me olhou.

— Pode me acompanha menina.— Disse e quando eu levantei da cama pra coloca a roupa minha avó disse que era pra mim permanece onde eu estava, que era pra mim arruma pra leva a Viviane ao cinema e mesmo não querendo fazer o que ela ordenou eu a obedeci ao vê a Ana Clara dizer que ta tudo bem, e em seguida as duas saíram fechando a porta do quarto.

                          ***Ana Clara***

Divórcio... o processo de divórcio envolve muita coisa, principalmente os filhos e quando eu soube da noticia que meus pais iriam se divorciar tudo caiu em minha cabeça, e meu refúgio foi os braços da Rebeca, ela mudou muito, minha namorada mudou com amiga, mudou como namorada e principalmente mudou como pessoa, melhorando seu caráter e atitudes, melhorando quem ela é mostrando pra todos a pessoa maravilhosa que tem se tornado com o passa dos dias e tudo que eu sinto é orgulho de te-la ao meu lado, de te-la como namorada, de te-la como parte de mim.
                                                   (...)
Quando a vó dela disse que queria conversa eu tremi na base, fiquei com medo, mas demostrei pra Rebeca que tudo estava bem, e quando caminhei com a avó dela até seu escritório para conversar meu coração meio que parou de bater algumas vezes, e ao ouvi a porta se fechando minhas mãos congelaram completamente.

— Sabe Ana Clara, eu admiro seus pais... sua mãe por ser um mulher independente e forte, e seu pai por ser um homem e tanto, mas eu acho que minha neta não serve pra você.— Diz me olhando e eu rebato dizendo que eu amo a Rebeca e tudo que ela faz é sorri.

— Eu amo a Rebeca e eu acho que fomos feita uma pra outra.— Digo.

— Diz isso porque não conhece minha neta direito né mocinha, a Rebeca é uma garota com personalidade forte, que age como quer e que não se apaixona facilmente, Ana eu te acho muito bonita, parece ser inteligente e pra completa as boas características é rica, mas olha pra minha neta... olha pra ela como ela é de verdade, suportaria a Rebeca do jeito que ela realmente é?— Diz olhando pra mim e eu rebati um pouco chateada.

— Desde do dia que me relaciono com a Rebeca eu nunca a vi com máscara então a Rebeca com quem eu transei hoje é e sempre será a mesma que me pediu em namoro, a mesma que diz eu te amo, a mesma que acredita em nosso namoro, a mesma que a senhora diz que tem personalidade forte e se me de licença eu tenho que ir pra casa minha avó estar me esperando.— Digo impaciente, e saio do escritório abrindo a porta e ela vem atrás.

— Só não esquece que a mesma Rebeca que te pediu em namoro, foi a mesma que te humilhou.— Disse e eu fingir não ouvi, caminhei até a porta principal e sai de sua casa , caminhei alguns quarteirões peguei um táxi e fui pra casa.

 


Notas Finais


obrigado por lerem


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