História Amor 17 - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Namjin, Namorados De Infância, Sadfic
Visualizações 11
Palavras 952
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Amor 5 - Jin


Encarei o calendário pendurado na parede do meu quarto extremamente frustrado porque os dias insistiam em passar tão lentamente quando eu estou tão ansioso.


Parece que quanto mais eu espero, mais os segundos passam lentamente.


Quando Namjoon me falou que iria passar uma semana na casa da sua tia, eu não sabia que iria ficar nesse estado.


Somente quatro dias haviam se passado e, pra mim, era como se eu não o visse faz muito tempo. E eu me peguei gastando boas horas do meu dia apenas pensando naquele sorriso de covinhas fofo.


Já tentei fazer de tudo para pensar em outra coisa. Mas tudo me lembrava Kim Namjoon.


Primeiro, fui fechar a janela do meu quarto, pois estava chovendo. Isso me lembrou de quantas vezes ele já havia entrado no meu quarto por ali e como esse hábito nos rendeu conversas profundas de madrugada.


Depois, fui tentar arrumar meu quarto e, consequentemente, ocupar a mente com isso. Mas, quando resolvi juntar meus livros da escola - os quais eu planejo doar agora que me graduei -, passei longos minutos encarando o meu livro de matemática.


Não controlei o sorriso em meu rosto e abracei o livro. Não porque eu gosto de matemática - na realidade eu odeio -, mas sim porque me lembrei das vezes em que Namjoon me ajudava a estudar e de quando ele roubou um beijo meu após a nossa última prova.


Abri um livro e observei o post-it grudado na primeira folha.



“Mesmo que odeie, não esqueça de fazer as questões de função de segundo grau que eu te passei”, dizia a letra desajeitada.



Arranquei o papel adesivo da folha com um sorriso no rosto - um sorriso bem bobo - e o guardei de recordação, antes de separar o livro para o colocar na caixa do chão do quarto, na qual eu separava as coisas que iria doar.




Por mais que eu reclamasse, eu realmente amava estar com saudade. Isso porque eu sabia que, quando nos encontrássemos de novo, a sensação seria muito boa.


Andei a passos lentos até o guarda-roupa, de onde peguei uma caixinha. A mesma caixinha que eu tenho desde a adolescência.


Abri-a, retirando a tampa de madeira.


A visão de diversas cartinhas de amor - coleção de uma vida inteira construída junto de outra pessoa - me fez suspirar.


Não desviei o foco e voltei a procurar o que queria, encontrando a foto que eu buscava embaixo de alguns papéis velhos e desgastados.


Encarei o papel amarelado pelo tempo guardado. A foto, a qual foi tirada com alguma câmera de qualidade mais baixa que a do meu celular atual, tinha mais significado que qualquer foto que existe na minha galeria hoje.


Sorri fraco para a imagem de nós dois juntos, ambos com vinte anos na época em que a fotografia foi tirada. Eu, estava entrando na faculdade, e você ainda sonhava em ser músico famoso.




Assustei-me quando ouvi um barulho na janela. Fechei o livro que eu lia e me dirigi até lá, abrindo as minhas cortinas.


Quando vi o sorriso de Namjoon do outro lado do vidro, revirei os olhos pelo susto que levei, mas logo sorri enquanto abria a janela para que ele pudesse entrar.


Confesso que quase ri com a visão do rapaz pulando atrapalhadamente a janela por ter alguma caixa em mãos.


- Você sabe que pode entrar pela porta da frente, não sabe? - falei divertido. - Meus pais já sabem que a gente está namorando mesmo.


Ele negou com a cabeça e sorriu.


- Aí perderia toda a graça.


Quando o Kim já estava dentro do quarto, abracei-o afoitamente e ele reclamou, dizendo que eu quase fiz a caixa que segurava cair no chão.


- O que é isso, Nam? - arqueei a sobrancelha em sua direção.


- Isso, querido Jin - ele sorriu, jogando-se em minha cama ainda de sapato. O olhei feio. -, é um presente pra você. Não faz essa cara chateada não, eu já tô tirando o sapato, foi mal.


Satisfeito e curioso com o que ele disse, sentei ao seu lado na cama, tomando a caixa de suas mãos. Fiquei surpreso ao ver uma câmera nova.


Olhei para o lado com a boca aberta em choque e Namjoon sorriu, aproveitando o meu estado para me dar um beijo rápido.


- Gostou? - ele perguntou, ansioso com a minha resposta.


Apenas assenti com a cabeça, surpreso demais para conseguir falar algo. Mas o sorriso em meu rosto entregou o quanto eu gostei.


Deixei a câmera de lado por um momento e o abracei, jogando meu corpo em cima de Namjoon, fazendo-o cair com o meu peso.


- Amei, amei - eu disse o abraçando.


Ele sorriu, retribuindo o aperto de meus braços.


- Agora vamos até a sala pedir pra tua mãe tirar uma foto da gente. Eu já comprei filme para a câmera também.


Assenti com a cabeça e levantamos da cama.




Encarei os meus cabelos bagunçados e o sorriso de Namjoon na tal foto que minha mãe tirou na sala da minha antiga casa.


O nosso abraço desajeitado me fez sorrir em nostalgia lembrando do que eu senti no dia em que você voltou da casa da sua tia.


A melhor coisa era sentir os seus braços em volta de mim. A melhor coisa após passar aquela semana longe de você foi poder sentir seu abraço forte no meu corpo. Foi nesse dia que eu descobri como era bom sentir saudade.


No entanto, depois de tanto tempo, eu redescobri que a saudade tem um lado ruim. A saudade só é boa quando eu sabia que depois de um tempo te veria novamente.


Mas agora, a saudade deixou de ser um estado, um caso isolado, para ser algo permanente na minha vida. Eu vivo cada dia na expectativa de te sentir junto de mim, mas eu nunca te sinto de verdade.


E a verdade é que eu sinto saudade do seu abraço.


Notas Finais


Espero que gostem! Bjsbjs


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