História Amor a primeira vista - Capítulo 25


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Personagens Germano Monteiro, Liliane "Lili" de Bocaiuva Monteiro
Tags Ficção, Livros, Novela, Romance
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Palavras 2.975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais uma vez desculpem se tiver erros. Não tenho tempo de revisar!
Cap a minha my girassol 🌻💙

Capítulo 25 - Chegamos.


Avistei ao longe a enorme placa na beira da estrada que dizia "seja bem-vindo". Lili olhou para mim e sorriu. Em menos de uma hora eu estaria apresentando ela para toda a minha família. Faz alguns anos que não faço isso, espero não ter perdido o jeito. Apresentar a namorada, para nossa mãe, nem sempre é algo simples de fazer, sempre ficamos com aquela impressão que a mulher que trouxemos, não a agradou.

Mãe são sempre as pessoas mais difíceis de convencer que está tudo bem, pois fazem questão de se preocupar, e tenho dito. Acredito que Lili será um tipo de pessoa que irá conquistar minha mãe a primeira vista.

— Parece ser uma cidade tranquila.

Olhei em sua direção.

— Sim, na maioria das vezes. Meu pai sempre disse que aqui é um ótimo lugar para criar os filhos.

— Acredito que ele esteja certo.

Sorrir concordando, pois raramente esse homem estava errado.

Segui o caminho de terra em direção a fazenda. O local ficava bem reservado, cerca de dois quilômetros da cidade. Meu pai herdava esse lugar de meu avô, e eu e meus irmãos nascemos e crescemos juntos, aqui nessa fazenda. Até virarmos independentes não conhecíamos outro lar.

A terra da estrada estava seca e os pneus derrapavam nos grãos de areia causando barulho. Lili estava atento ao percuso, e ora ou outra ela falava algo, pois notei que estava um pouco nervosa.

— Não precisa ficar nervosa.

— Eu não estou nervosa.

— Mas é claro que está. Você já rodou tanto esse anel no dedo que deve estar polido.

Lili parou de rodar o anel no mesmo instante e olhou para fora. A estrada era mata e campos dos dois lados.

— Fico imaginando como será passar por essa estrada em época de chuva.

— Não é tão ruim, a areia já está bem firme. Carros circulam livremente, agora pedestres é mais complicado.

— Você andava tudo isso para ir a cidade?

— As vezes eu ia a cavalo, ou de caminhonete. Poucas vezes fui de pé.

— Nunca andei a cavalo. É bom?

— Maravilhoso. Vou levar você para dar uma volta.

— Jura?

— Sim, você vai ver como é bom. - dobrei em uma curva e segui em frente.

— Vou cobrar.

— Fique a vontade.

Minutos depois avistei o portão da fazenda. Lili olhou em seguida para mim.

— Chegamos.

— Ok, então vamos as apresentações. - falou soltando uma risada.

O portão estava aberto, então aproveitei para estacionar o carro bem próximo da entrada da imensa casa que agora estava vazia e silenciosa, movimentava apenas em festividades como essa. Como era de imaginar, minha mãe nos ouviu chegando. Assim que saímos e bati a porta a avistei descendo os degraus as pessas em nossa direção.

— Germano!

Não tive nem tempo para apresentar Lili que estava do meu lado, por que simplesmente minha mãe me agarrou para um abraço. Sentir os braços dessa mulher ao meu redor não tem preço. Quando ela percebeu que não estávamos sozinhos, se afastou desconfiada e olhou para mim, depois para Lili.

— Nossa, que horrivel da minha parte. Peço desculpas, é que ele passa tanto tempo sem vir aqui, que...

— Não se preocupe.

Olhei para minha mãe e não consegui conter o riso.

— Mãe, está é Lili, minha namorada.

Percebi um sorriso se espalhar por seu rosto.

Olhei em direção a entrada da casa e avistei Letícia descer os degraus às pressas, meu pai caminhava logo atrás.

— Nossa querido, ela é uma linda mulher. Sou a Sílvia, mãe desse homem que você conquistou.

Quando abri minha boca para dizer algo sobre o comentário meio louco de minha Mãe, Letícia me interrompeu.

— Germano! - mas rapidamente desviou seu olhar para Lili. - prazer, sou Letícia Irmã sobrevivente. Você é linda.

— Eu disse isso agorinha a ela, querida. - falou minha Mãe as suas costas.

— Letícia, essa é a Lili.

— Nome encantador. - esbranjou minha Mãe.

— Prazer em conhecê-la Lili. Seja bem-vinda! Ele vem escondendo você da gente há semanas.

— Letícia.

— Não estou mentindo, apenas estou sendo um pouco exagerada.

— Absurdamente exagerada. - olhei para Lili confusa ao meu lado. - ela é tão curiosa que queria que eu mostrasse logo uma foto sua, quando falei sobre você, ela não tem paciência. - e a fuzilei com o olhar - e esperar por esse momento.

— Ah, por isso você estava evitando-a no whatsapp?

— Sim.

— Não ligue para eles dois, querida. - disse minha Mãe. - vamos entrar.

— Vocês não esperam nem os convidados entrarem em casa. - falou meu pai ao se aproximar. Antes que falasse, Lili disse:

— Seu pai.

— Sim, acertou.

— Pai, essa é a minha namorada.

— seja bem-vinda moça, e não se assuste com essas duas mulheres, são sempre assim agoniadas.

— Papai!

— Eu não estou mentindo, estou? - e olhou para mim e para Lili que teve a obrigação de responder.

— Elas são bem receptivas.

— Tá vendo, isso chama receptividade. - falou Letícia se defendendo.

— Ok, agora vamos entrar? - falei.

— Já era para estarmos lá dentro. - resmungou minha mãe caminhando alguns passos na frente puxando meu pai pelo braço. Letícia estava a alguns passos na frente, me virei para Lili e falei em um sussurro:

— Foi muito ruim?

— Óbvio que não, eles são maravilhosos e bem alegres.

— Você ainda não viu todo mundo. - falei beijando-a rápido.

Assim que entramos fui recebido pelos gritos das minhas sobrinhas que pularam em mim. Lili só não caiu porque meu pai a segurou.

— Tio.

Peguei Ana no braços e dei um beijo. Estava bem crescida, pois da última vez que a vi estava chupando chupeta. Caroline me abraçou também. São as duas filhas de Alex, eu tenho um carinho imenso por crianças. Dois anos de diferença de idade uma para outra, Caroline já estava com quase cinco anos. Uma linda garota. Gustavo o filho mais velho de David, estava em pé olhando para mim com um sorriso travesso. Já estava um garoto crescido e por isso suas demonstrações de saudades eram bem diferentes que as meninas. Puxei-o para perto de mim e dei um abraço apertado.

— Estava com saudades de você garotão.

Levantei o rosto e dei de cara com Lili. Ela me avaliava de uma forma que nunca fez. Sorrir para ela que retribuiu, mas logo em seguida desviou o rosto para meu pai que perguntava algo.

— cadê seu cachorro tio? - perguntou Caroline.

— Tive que deixá-lo.

— Devia ter trazido Bobby. - disse Gustavo.

— Ele ia fazer muita bagunça no casamento da sua tia, não ia ser legal.

— é, Talvez...

Levantei-me e caminhei em direção de onde Lili estava conversando com meu pai, ou melhor, ele falava e ela apenas ouvia balançando a cabeça, pois ninguém mais conseguia dizer uma palavra quando ele começava a conversar. Minha mãe surgiu novamente na sala.

— Onde estão Alex, David e Murillo?

— Foram na cidade comprar alguma coisa. - falou meu pai.

— Mas são teimosos, eu falei que íamos receber visita.

— Mãe eles foram por mandado da senhora. - disse Letícia se intrometendo-a, sentando na poltrona a frente, impaciente por não poder tomar a frente dos diálogos. Tal pai, tal filha.

— Jura? Nem me lembro mais disso. - disse minha Mãe. - breve você estará conhecendo meus outros dois filhos e meu genro, Lili.

— Tudo bem!

Jakeline surgiu na sala com o novo herdeiro nos braços coberto com uma manta branca.

— Eu sabia que o motivo do barulho era você. - dei um abraço nela e olhei para Lili.

— Essa é Jakeline, esposa do meu irmão mais velho, David.

— Olá, Lili. Você tem sido a notícia durante essa semana aqui na família. Todos curiosos para saberem quem era a tão misteriosa namorada de Germano. Seja bem-vinda.

— Obrigada, Jakeline.

— como está o novo herdeiro? - perguntei logo em seguida.

— Ah, está ótimo. Só não me deixa mais dormir, sair, descansar, ficar quieta, fora isso está tudo sobre controle.

— Posso segurá-lo? - pediu Lili.

— Pode sim querida, braços são sempre bem vindos. Coisas que nunca rejeito.

Lili pegou o pequeno nos braços e sentou no sofá atraindo as outras crianças para mais perto de si. Ela adorava crianças, notava isso apenas em seu olhar.

— Como estão as coisas na capital? - perguntou meu pai.

— Bem, a clínica tem crescido bastante. - respondi empolgado.

— sinto saudades de lá. - choramingou Letícia.

— Não troco meu sossego por cidade grande.

— Ah papai, temos que evoluir, não podemos viver nessa cidade a vida inteira, mas isso não é assunto para o momento. Lili, Raul me falou que você é florista.

Lili desviou o olhar dr Thomas, voltando sua atenção para minha Irmã.

— Sim, sou. Tenho uma floricultura em frente a clínica de Germano.

— Eles chegaram! - falou minha mãe indo em direção a porta.

(Mais alvoroço) -pensei comigo mesmo.

Minutos depois David e Alex entraram pela porta. Levantei-me para falar com eles.

— Garotão! - disse David me dando um abraço violento como sempre.

— Otário. - resmunguei.

— Cadê a namorada? - perguntou Alex logo em seguida, dando um soco mais amigável em mim.

— David onde está Murillo? - perguntou Letícia, ele apenas a ignorou.

Antes que eu apresentasse Lili, David foi logo em sua direção.

Sou David, irmão do cara apaixonado. Finalmente estou vendo o motivo de curiosidade de Letícia. E do segredo de Germano.

— David!

— Tenho que concordar com ele. - falou Susan do outro lado da sala.

— Eu também. - disse meu pai.

— Vocês todos queriam saber quem era a namorada de Germano, não se façam de santos. Lili, não dê ouvidos para eles. - falou Letícia.

— Ok.

— Ela é a pior de todos nós. - Disse David sentado agora ao lado da esposa que já estava com Thomas no braço novamente.

Alex sentou ao lado das filhas e estendeu a mão para Lili, comprimentando-a.

— Seja bem-vinda a essa família.

— Obrigada.

Quando eu pensei que tudo ficaria novamente em silêncio, pois todas as apresentações pra lá de informais acabaram, minha mãe surge na sala junto de Murilo, o noivo de minha irmã.

— Chegou o outro agragado da família. - falou David.

— Eu já pedi para você não falar isso. - disse Letícia.

— Não me importo com o que você diz.

Ele veio em minha direção e me deu um aperto de mão.

— Estava mesmo querendo falar com você.

— Sério?

— Sim, porque você e sua cúmplice mudaram a data de casamento sem ao menos comunicarem com antecedência.

— Letícia não explicou o motivo?

— Mais ou...

— Sim, já expliquei, ele está querendo comprar briga. - falou me interrompendo.

Murilo sentou no braço da poltrona ao lado de Letícia após se apresentar para Lili.

— Onde está Ticiane? - perguntei.

Alex olhou para mim.

— está tirando um cochilo, estava com dor de cabeça muito forte.

— Ou ela ficou boa, ou ela piorou com todo esse barulho de vocês. - disse meu pai.

Lili tentou conter o riso, mas não conseguiu.

— Estou com fome. - disse David levantando-se.

— Você só vive com fome. - resmungou Letícia.

— Óbvio, estou vivo.

Minha mãe apareceu novamente na sala.

— Germano meu querido, eu arrumei o chalé para vocês. Não tem problema, tem?

Antes que eu abrisse minha boca para respondê-la, Alex falou.

— Mamãe, tenho certeza que duas camas não serão necessárias. Pode acreditar.

— Alex. - Susan Beliscou.

— Eu estou mentindo? Estou? - e Olhou na minha direção. Lili estava atenta a outro tipo de coisa.

— Vou dar uma volta pela fazenda, ok? Volto em uma hora. Vamos, Lili.

Saímos da sala em direção e entrada de casa. Fechei a porta por trás de nós e no segundo degrau me desculpei.

— Desculpe, esqueci de lhe avisar que eles não tem papa na língua.

— Tudo bem, isso sempre acontece nas melhores famílias. Pelo menos eles não estão enganados que vivemos num celibato.

— Mas não precisava ser assim, né.

Lili apertou minha mão. Eu apostava que estavam quase todos olhando-nos pelas janelas de casa. Evitei olhar. Não sei por que, mais a recepção com Lili foi bem diferente de quando eu trouxe Simone, foi algo mais natural. - Olhei para ela que estava acompanhando com os olhos um casal de patos ao longe. Será mesmo que nossa relação é algo especial ? Tem algo verdadeiro nela que parece ser verdadeiro e por isso sendo diferente?

— Suas sobrinhas são lindas.

— Obrigado, também fico encantado com elas duas, parecem duas princesas, mas na verdade dois papa-léguas dentro de casa, só faltam destruírem tudo.

— São crianças.

— Sim, também fui assim um dia.

— E quem não foi? Todos nós fomos.

— Realmente.

— Minha mãe as vezes não permitia que eu entrasse em casa depois de muito ter brincado na rua. Pois se não trazíamos um caminhão de areia junto de nós para dentro de casa.

— Minha mãe não ligava muito para isso, ela só não permita que entrasse dentro da cozinha sujos. Só depois de um banho, com muitos gritos.

A fazenda estava do mesmo jeito, meu pai evitava ficar mudando as coisas, apenas reformava. Ele pretendia manter a mesma arquitetura e organização da original. Olhei para trás, já não dava mais para ver a casa. Estávamos um pouco distantes e o nível do terreno ia descendo cada vez que nos afastavámos. O vento estava gélido. As árvores espalhadas pelo caminho davam uma sombra refrescante. Descemos um caminho ainda íngreme, pois logo a frente, do outro lado o bosque.

— Para onde estamos indo?

— Para o rio. - e a puxei para perto de mim envolvendo-a em um beijo maravilhoso tendo como platéia apenas a natureza.

Água estava fria, afastei-me e tirei os Sapatos. Pisei no capim ralo que nascia as margena do rio. Olhei para trás.

— E aí, está afim de tomar um banho?

— Não estou com roupas apropriadas para banho.

— Não tem problemas, entra com roupa ou então, tira ela se desejar.

— Não vou molhar a roupa e nem tirá-lá. Qualquer um pode chegar aqui e nos ver.

— Ninguém vai vim, acredite em mim, apesar de curiosos eles não são bisbilhoteiros.

Dei alguns passos e entrei na água rasa, que cobriu apenas meus tornozelos.

— Você precisa sentir isso, Lili. Precisa sentir melhor a natureza.

— Não acho uma boa ideia Germano.

— Não se preocupe, não precisa tirar a roupa. Tire apenas as sandálias e venha molhar os pés na água.

Ela me encarou tentando ver se havia apenas verdades nas minhas palavras ou algo a mais como: vou te derrubar dentro do rio. Continuei sorrindo. Minutos depois ela estava entrando com os pés nus dentro da água. O cascalho no fundo do rio era fino e massageava os pés. Peguei em sua mão e a guiei até onde eu estava. Lili olhou para cima, o segui com o olhar, no mesmo momento em que o gavião passava sobre um galho próximo.

— Nossa, ele está bem próximo.

— Sim, mas não está preocupado com a nossa presença.

— Ele é lindo.

— Sim, realmente.

A água estava fria e lenta, era possível ver todo os cascalho do fundo. Abaixei-me e peguei uma pedra marrom pontiaguda, que parecia a ponta de uma lança. Lavei na água e mostrei a Lili.

— Essas pedras são não fortes.

— Uma cor bonita. O fundo do rio é repleto delas e de outros tipos.

— Sim, a nascente é uma serra a dois quilômetros daqui, o lugar é bastante rochoso.

— E a água por onde passa arrasta tudo.

— Isso.

Lili se abaixou e começou a procurar outra pedra diferente no fundo.

— Meu avô dizia que anos atrás era possível encontrar pedras de ouro nas águas dos rios.

— Nossa.

— David achou várias pedras, mas no últimos anos o curso do rio tem mudado Tanto que a cada vez mais está sendo raro encontrar esse tesouro em suas águas.

Dei alguns passos em sua direção e agarrei sua cintura. Fechei meus braços ao redor e beijei seu pescoço. Lili fechou os olhos. Desci meus lábios por sua pele macia até chegar em seu queixo. Eu queria deitar com ela ali mesmo, queria-a para mim, mas somente tê-la em meus braços naquele momento já foi especial. Há meses atrás eu nem achava que ficaríamos juntos, e agora ter o privilégio de abracá-la, de beijá-la é como estar vivendo em um sonho sem fim. O gavião assobiou nos despertando.

Abaixei-me e procurei alguma pedra em um tamanho suficiente para dividi-la para nós dois. Lili ficou observando enquanto eu passava a mão procurando algo no cascalho. Até que encontrei uma pedra branca do tamanho do meu indicador. Lavei-a e sem muito esforço a partir no meio.

— Por que você partiu a pedra? - perguntou curiosa.

— É uma aliança entre nós dois. Um pedaço fica comigo e a outra com você. Essa pedra significa nosso amor, somente essa parte com essa outra se encaixa, nenhuma outra pedra que você pegar irá combinar assim. Enquanto nosso amor permanecer como essas duas pedras, estaremos unidos como um elo, onde nem o começo e o fim existem.

Lili me abraçou com os olhos cheios de lágrimas. Fechei meus olhos e beijei seus cabelos. Eu finalmente estava sendo feliz e tendo alguém que eu podia confiar e dividir os meus dias.

Decidimos voltar uma hora depois como eu havia dito. Resolvemos vir descalços pisando na terra seca. Lili segurava a pedra com todo cuidado do mundo em sua mão. Eu coloquei a minha dentro da carteira, deixaria ela guardada ali, como prova da nossa aliança firmada pela natureza. 


Notas Finais


Boa leitura e até o próximo.


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