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História Amor às cegas - Park Chanyeol (EXO) - Capítulo 2


Escrita por: fireescorpion

Notas do Autor


Olá amores, tudo bem? 💙

Voltando atualização dessa história gostosinha demais e eu espero que se divirtam na leitura.

Capítulo 2 - Planejado, mas muito mal planejado


Fanfic / Fanfiction Amor às cegas - Park Chanyeol (EXO) - Capítulo 2 - Planejado, mas muito mal planejado






– Então Chanyeol, você gosta de filmes de terror, né? – Rafaela se virou para o suposto amigo, que assim como ela, permanecia na fila para comprar algumas guloseimas antes da sessão. 

– Claro, Rafa. – sorriu largo. – Lembra daquela festa em que eu fiz, mas você foi a única mulher a ir, porque o restante odiava O massacre da Serra elétrica? 

– Como é? – Taehyung sentia-se perdido. 

– Não é nada, não. – se virou para ele, abraçando sua cintura. – O que vai comprar pra mim? – perguntou Rafa na maior cara de pau. 

– Uma corda, venda e mordaça. – tal comentário fez Sheila engasgar com a água que ela bebia. 

– Aprendeu direito. – Silviane e Taehyung deram um toque de mão somente deles. 

– Vocês dois são malucos!! – Rafaela olhou tediosamente para sua amiga, mas quando seu olhar parou em Chanyeol, quis bater nele por conta de que, por parecer ser proposital aquele comentário infame. 

– Mas sim, eu amo filmes de terror. Vocês também? – perguntou ao grupo de amigos dela. 

– Eu gosto, mas minha garota é medrosa. – Haechan se pronunciou. 

– Eu sou fraco pra sangue. 

– Trágico. – Bea riu, já que o que aguardava Youngjae eram rios de sangue na telona do cinema. – Eu curto. 

– Eu gosto de qualquer coisa que o meu bebê gostar. – Taehyung e Rafaela eram tão melosos que consequentemente fez todo mundo revirar os olhos. 

– E você? – se virou para Silviane, que estava perdida nas opções de pipoca e refrigerante. – Oi, moça bonita? 

– Hum… falou comigo? – apontou para si mesma, vendo seus amigos rirem baixinho. 

– Com certeza. – ele deu uma olhada nela, analisando-a por completo. 

– Então, até que sim. – respondeu simplista. 

– Se você sentir medo, pode me abraçar. – essa parte ele falou baixinho, quando passou por trás dela e naquele instante, o restante da pequena balbúrdia perdia seus poucos minutos numa enorme indecisão para escolher pipoca doce ou salgada. 


Ela olhou por alguns segundos para Chanyeol, se questionando se ele de fato tinha dito aquilo e se ela não havia compreendido num contexto diferente. Balançou a cabeça para afastar tais pensamentos, finalmente indo até a atendente porque era chegada a sua vez. 


– Boa noite! – sorriu largo. – Vão querer o combo para casais? – sugeriu. 

– Sim, por favor. – espalmou as grandes mãos no balcão. 

– Não somos um casal. – Silviane Interveio e Chanyeol a olhou na hora, arqueando uma sobrancelha. Era óbvio que ele tinha afirmado por conta do notável desconto para casais, cujo seus amigos tinham adquirido momentos antes. – Somos almas gêmeas, não é, querido? – limpou a garganta, forçando um sorriso fofo. 

– Juntos para todo o sempre. – pegou na mão dela, depositando um beijo suave ali ao qual fez a pele alheia arrepiar. Ficou por alguns segundos presa naquela cena, nos olhos dele presos aos seus, na sensação macia e aconchegante que eram seus lábios no dorso de sua mão. 

– Certo. – olhou suspeito, mas deu de ombros e foi preparar o lanche dos dois. 

– Você é bom ator. – comentou Silviane. 

– Você não viu nada ainda, princesa. – deu um sorriso de lado, fazendo um pane mental atingir ela em cheio. 


De uma coisa ela não podia discordar; Chanyeol e Rafaela eram bem parecidos e ela viu que era uma amizade sincera, e que se ela se dava bem com a amiga, poderia lidar com ele. 


Mais uma vez ela manteve uma expressão impassível, já que Chanyeol era muito do engraçadinho e ela não gostava de homens assim, que parecia não levar nada a sério na vida. 


Não demorou para que a atendente viesse com uma pipoca tamanho família, dois copos grandes de refrigerante, algumas balas e um belo brinde; um porta retrato com decoração de teia de aranha e algumas gotas de sangue falso. 


– O brinde é meu! 


Silviane e Chanyeol falaram em uníssono, chamando a atenção dois três casais já os aguardavam. Na hora semi cerraram os olhares, deixando explícito que nenhum dos lados desistiria facilmente do brinde. 


– É sério?! – Beatriz estava a ponto de arrastar sua amiga pela orelha. 

– Pelo visto parece ser sério sim, amor. – Youngjae chegou a pegar o seu brinde para dar à um deles e evitar uma discussão, mas Beatriz o impediu, porque já era dela aquele brinde. 

– Vamos entrar num consenso. – sugeriu Chanyeol. 

– Sim, o brinde é meu e ponto final. Já que eu fui arrastada pra cá, é mais do que justo. – sorriu debochada, ajeitando os cabelos e olhando melhor o porta retrato. 

– Tudo resolvido, vamos embora logo. Os trailers já devem ter começado. – Haechan saiu na frente, ignorando aquele breve desentendimento. 

– M-mas… 

– Sem essa, Chanyeol. É só a porcaria de um porta retrato e se quiser, te dou o meu. 

– Nada disso, ele é meu! – Taehyung entrou no meio, apertando forte o porta retrato e saindo dali em seguida. 

– Oh gente, vamos logo. Já enxergamos mal e se eu perder meu lugar, mato geral! – Sheila cruzou os braços, olhando feio para Rafaela e Chanyeol que haviam ficado para trás. 

– Pode ir na frente. – Sheila deu de ombros, acompanhando o grupo de amigos. – Sério mesmo que vai começar com as suas implicâncias, Park Chanyeol? 

– Onde que eu estou sendo implicante? – perguntou cheio de tédio. 

– Ela não gosta de cara palhaço. 

– Olha, eu fiquei muito ofendido! – levou a mão ao peito. 

– Não foi isso que eu quis dizer. 

– Foi sim, berrante humano. – semi cerrou o olhar, recebendo dela um generoso tapa no braço forte e malhado. 

– Não vamos começar com a nossa guerra nível terceira série. – bateu o pé e ele gargalhou. 

– Cê acha que eu gostei dela, não é? – se abaixou um pouco, ficando na altura dela. 

– Certeza absoluta. – respondeu calma, cruzando os braços. 

– Bom, ela é bem estilosa e tatuada. Gosto de mulheres tatuadas. – respondeu simplista, estava de fato pensando nela de um jeito que nem imaginou chegar a acontecer. 

– Espera até ver os piercings nos mamilos. – e com isso Chanyeol arregalou os olhos, esboçando um belo de um sorriso canalha em seguida. – Você não ouviu isso! 

– Chega mais Rafa, quero mais detalhes. – abraçou a menor pelo pescoço, arrastando a pobre coitada com passos desajeitados. 


Enquanto isso numa sala de cinema escura, tínhamos um Taehyung emburrado, uma Sheila tentando acalmar um Taehyung, um Haechan botando lenha na fogueira, dizendo que estavam enfeitando a testa do coitado do Taehyung e um Youngjae que segurava o ombro do Taehyung, pra ele não sair dali no impulso. 


– Na moral, onde a Rafa arrumou um amigo como aquele? – Beatriz perguntou, fazendo uma careta confusa. 

– Realmente. O cara quis o brinde, ele tá louco? A gente ia cair no pau. – o comentário de Silviane fez Beatriz rir. 

– Ele parece ser legal, gente. – Sheila interveio. 

– Você está emocionada por que ele é bonito, então dá uma segurada, gata. – Silviane falou, vendo a mais nova arregalando os olhos por achar aquilo um absurdo. 

– Abusadas! – cruzou os braços, ignorando suas amigas. 

– Eles estão demorando. – Youngjae olhou para os lados. – Será que aconteceu algo? 

– Sim, os galhos do Taehyung. – Haechan zombou. 

– Me soltem que eu vou lá agora mesmo!! – se debateu na mesa. 

– Esse encontro está a ponto de virar enterro. – Beatriz revirou os olhos. – Deixa ele ir atrás dela. – ralhou com Youngjae, que negou. 

– Por que a Rafa ama causar caos? – o comentário de Silviane fez basicamente todo mundo concordar com ela. 

– E falando no diabo. – Beatriz segurou o riso. 

– O que tem ela? – Chanyeol apontou, levando uma cotovelada de Rafaela em seguida. 

– Seus merdas do caralho, vocês acham que eu gosto de vocês? Não, eu não gosto! – apontou a língua pra geral. 

– Senta logo com teu homem que ele tá com sede de sangue. – Silviane comeu um pouco da pipoca, olhando rapidamente para Chanyeol em seguida. 

– Meu bombom! – foi passando na frente dos amigos, pisando no pé de Beatriz, quase caindo em cima de Youngjae, roubando um fini da Sheila e Haechan. 

– Não quero papo contigo não. – Taehyung acabou por ignorá-la, deixando a jovem confusa. 

– CALEM A BOCA!! – alguém gritou lá de cima, mas Chanyeol apontou o dedo do meio para o cara e em seguida se sentiu ao lado de Silviane. 

– Oi, de novo. – a expressão de canalha dele era o gás para que Silviane sentisse tédio. Não que ela não fosse fã de homens assim, mas era ele quem não descia. 

– Oi, ladrão de brindes. – comentou baixo, agora optando por ignorá-lo. 

– Vejo que é uma mulher rancorosa. – na hora ela o olhou, se perguntando se ele realmente tinha dito aquilo. – E pelo visto teimosa. Eu gosto disso. 

– Ninguém aqui quer saber do que você gosta. – observou ele umedecer os lábios, relaxando o corpo na cadeira do cinema e em seguida olhar para o telão. 


Chanyeol amava um desafio, de provar para as pessoas que elas estavam terrivelmente erradas. Quando bateu os olhos em Silviane, sentiu sim um certo interesse, mas vê-la o negando e fugindo da situação, era divertido ao ver do maior. 


Fora que a conversa que teve com Rafa, onde ele conheceu mais daquela mulher interessante, fez com que ele quisesse agora, por si só, conhecer ela. Todavia, sabia que não seria fácil, ela deixava isso tão evidente. 


E eles ficaram ali, aproveitando a sessão de cinema, assistindo a um filme com fantasmas que sempre vez ou outra assustava alguém. Estava sendo divertido, fora os comentários que eles faziam entre si sobre a obra. 


Quando deu por si, Silviane conversava com ele abertamente, nem parecia que queriam se matar momentos antes. Ela mais uma vez se pagou reparando demais no som gostoso da risada dele, Chanyeol tinha lá o seu charme e um deles era destruir as coisas quando tudo ocorria bem. 


Enquanto riam de uns diálogos bestas, ele por mania própria, deu um tapa no braço de Silviane, bem na hora que ele ia beber do restante do seu refrigerante, mas com isso a tragédia foi feita e ela derramou tudo em sua roupa. 


– Meu Deus! Desculpa por isso. – Chanyeol pediu, começando a tirar os cubos de gelo do colo dela. 

– Você é bem desastrado, hein! – ficou de pé, saindo dali com a raiva lhe consumindo. Chanyeol não perdeu tempo e foi atrás, pois não queria sair como o errado, tinha sido sem querer. 

– Konni, espera aí! – saiu atrás dela, alcançando-a até o banheiro feminino. 

– Cara, o que cê tá fazendo aqui? É o banheiro feminino! – falou no óbvio. 

– Foi sem querer. – explicou. 

– Está bem, senta lá, Cláudia. – empurrou ele, mas Chanyeol não moveu um músculo sequer. 

– Como é? – ele franziu o cenho. 

– É meme. Eu só quero que saia daqui e me deixe em paz. – tentou novamente empurrá-lo, mas desta vez ele a deteve, segurando seus pulsos em seguida. 

– Eu quero que fique com isso. – e do nada ele tirou a camisa, parecendo aqueles hétero top que gosta de se mostrar na academia. – Desculpa mesmo pela roupa, é que estava tão divertido conversar que eu me empolguei. 


Estava visivelmente sem graça, coçando a nuca e limpando a garganta em seguida. Silviane naquele instante nem lembrava do que ele tinha feito, pois seu único foco era aquele monumento de quase dois metros e bem musculoso, parado na sua frente. 


– Konni, a camisa? – balançou o item, mas só então ela o olhou, franzindo o cenho. 

– Mas que porra! – balançou a cabeça negativamente. Porque sabia o que estava começando a cogitar e era uma tremenda de uma safadeza do destino. 







Notas Finais


Chanyeol e sua mania de rir e dar tapas nas pessoas hehe. 😁
Eu amo a algazarra que é esse povo quando junta. 💙
Não deixem de comentar.



Até a próxima! ✨


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