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História Amor às Cegas - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Não, eu não sei o que deu em mim, eu só escrevi isso aqui no meio da tristeza da vida.
Aproveitei a falta de vergonha na cara e TCHAM : Amor às Cegas.

A V I S O S :

— top tae; não gosta ? volte uma casa anjo.
— smut leve;
— abo; pq deu vontade na carioca girl
— taehyung alfa;
— jeongguk ômega;

No mais;
boa leitura amoras da minha vida !

Capítulo 1 - Ú N I C O : Amor às 01:00


Acordei pela manhã e ele ainda está dormindo calmamente. Metade de seu corpo nu é coberto por apenas um lençol macio e transparente de gazar de seda pura. Fico apenas contemplando sua beleza que encantadoramente resplandece ainda mais sobre os fracos raios de Sol que invadem o quarto através do vidro transparente da porta da sacada de forma serena.


Não quero acordá-lo, quero que descanse bastante e sem preocupações. Tivemos uma noite maravilhosa, única. Há muito tempo não me sentia tão satisfeito assim.  


Como não encontrei esse homem antes? Ele é tudo o que eu sempre quis, tudo o que sempre sonhei. Tem todos os requisitos físicos que admiro, além de ser doce, inteligente, gentil e educado. Ele era praticamente perfeito. O biquinho de pêssego deixava seus lábios ainda mais atraentes ao meu ver.


Porra, mas você não pode ficar com ele. Não estando casado!

Esse pensamento não sai da minha cabeça. Porém, felizmente já está quase tudo encaminhado. Livrar-me-ia de Yunho o quanto antes. Não aguentava mais olhar para sua cara azeda e carrancuda. Ele era um poço de antipatia. 


Logo, logo, poderei andar livremente junto de meu lindo moreno pelas ruas de Seul. Também tenho que apresentá-lo direito à Jiminie hyung. Meu hyung nunca gostou de Yunho, alegava achar ele muito prepotente e mesquinho. Mas, não importa agora. Ele disse que devo tentar ser feliz ao lado de meu menino. E eu vou ser. Cansei de ser um prisioneiro do meu casamento forçado e infeliz ao lado de Yunho. Agora serei verdadeiramente feliz com meu Jeonggukie.


Quero me casar com ele, ter filhos, quero construir uma vida ao seu lado.

Inferno! Como posso me casar e ter filhos com ele? Eu sou um alfa de merda e não posso fazê-lo feliz, não por agora. Não com toda essa bagunça que é minha vida. Mas isso não seria um problema agora, não mais.


Jeongguk, suspira e se aconchega ainda mais em meu corpo desprovido de qualquer peça de roupa, tirando-me dos meus pensamentos lúgubres. Logo vou passando os dedos delicadamente em sua tez, que é fina, branquinha e suave como seda. Ele inconscientemente esfrega levemente sua bunda em meu pau, que automaticamente já está acordado. Ah, esse garoto me deixa excitado apenas com sua respiração!


Me lembro que no dia anterior ele me pedira para o acordar com sexo, de forma inesperada. Era um desejo seu, que só se sentia confortável em experimentar comigo. Hoje seria o terceiro dia de seu cio, e o primeiro do meu. Logo, conversamos sobre tudo o que queríamos, de forma com que todos os nossos atos ocorressem de forma completamente consensual da parte de ambos. 


Com sua permissão deslizo calmamente minha destra pelas suas costas nuas e logo chego em sua bunda também desprovida de panos , a apertando. Naturalmente empinada e perfeitamente decorada com marcas vermelhas feitas por mim na noite anterior. Então, aproveitando que ambas as pernas já estão separadas começo a brincar com sua entrada e introduzo o dedo indicador dentro dela. Ele está úmido, quente, pronto para me receber, e logo tão cedo! Faço movimentos circulares e ele geme baixinho e manhoso. Sinto sua lubrificação aumentar. Ah, ele é tão bom para mim. Tão gostoso que não posso suportar.


Hummm… — geme novamente, ainda sonolento — Isso é bom... continua. diz, ainda de olhos meio fechados, mordendo levemente os lábios cor de pêssego.


Afasto meu braço que apoiava sua cabeça, o deito de costas na cama e me inclino sobre ele para beijá-lo com vontade. Nosso beijo é longo, quente e cheio de paixão, mesmo que ele ainda esteja meio perdido por ter acabado de despertar de seu sono precioso. O fogo do cio preenche nossos corpos, nos incendiando como máquinas de sexo selvagem.


Eu poderia beijá-lo por toda a eternidade e não me fartaria nunca. Deslizo minha boca por seu corpo morno, passeando pelo seu pescoço, marcando e chupando com vontade a pele clara, até chegar aos seus mamilos. Só eu sei o quanto ele é absurdamente sensível aqui. Sopro seus mamilos, dou lambidas e os chupo sem misericórdia. Ele fecha as pernas ao redor de meus dedos como se quisesse intensificar o prazer.


Continuo dando atenção aos seus mamilos eriçados, enquanto massageio seu ânus apertado implacavelmente. Ele se estica e cruza as pernas. Minha mão está presa, mas meus dedos ainda conseguem brincar com seu íntimo livremente.


— Tae! — ele grita, arqueando as suas costas quando acerto seu ponto doce, o que me dá ainda mais acesso aos seus biquinhos rosados. Mordo um dos mamilos e, com a língua, faço movimentos circulares. Em seguida, os chupo com força e abocanho, o estimulando o máximo possível.


— T-Taehyung. Eu, e-eu… Por favor. — ele se contorce sobre os lençóis brancos e macios que são as únicas testemunhas do nosso ato louco de amor.


Sei do que ele precisa. Afasto suas lindas coxas e introduzo com cuidado mais um dedo em sua entrada, movimentando, assim, três dedos em seu interior. Enquanto meus outros dedos ainda trabalham dentro dele, minha mão esquerda estimula o seu membro. Meus dedos deslizam com facilidade em seu sexo duro e teso encharcado de pré gozo.

Jeongguk me puxa de forma desajeitada e me beija apaixonadamente. Continuo o movimento com os dedos, estocando-o sem dó.


Ah, Taehyungie! M-mais... rápido…! ele tinha os olhos abertos. Encarava algo na direção da janela e gemia alto.


E logo que dou um gemido sôfrego pelas paredes internas do seu ânus estar esmagando meus dedos, os apertando em seu interior. Ele me encara meio perdido com o rosto corado e banhado de gotículas de suor que estavam escorrendo de sua têmpora lentamente. Que visão tentadora.


A-amor... eu não v-vou... a-aguentar…


E, então, sinto pequenos solavancos dominarem o seu corpo. Eram os espasmos. Ele está quase gozando. Afasto-me rapidamente e pego um preservativo na escrivaninha ao lado. Tiro-o da embalagem com os dentes e coloco em meu pênis com cuidado. Volto a beijá-lo, chupando seus lábios e sua língua.


Adoro sua boca e a mordisco várias vezes até que fique bem vermelha. Eu amo os lábios dele.


— Amor... eu vou te foder, até você ficar rouco de tanto gritar o meu nome, o nome do seu alfa. — sussurro em seus lábios. Sinto ele dar um breve sorriso safado.


Minha mão desliza por todo o seu corpo. Eu agarro as costas das suas coxas fartas com firmeza. Deslizo meu pau até a entrada de sua bunda molhada pelo seu lubrificante natural que escorria lentamente em abundância. E por fim, afasto as suas nádegas para entrar devagar e com cuidado em si. A última coisa que eu quero é machucar a pessoa que eu mais amo no mundo, era como se todas as vezes em que transássemos — o que não foram muitas já que meu garoto se sentia mal com toda a situação —, fosse sua primeira vez novamente. 


Me lembro como se fosse ontem quando o toquei sob as estrelas pela primeira vez de forma mais íntima e que quando fui aprofundar mais o momento ele me parou com medo, segredando baixinho e cheio de vergonha e inseguranças no pé de meu ouvido que nenhum alfa havia o tocado em toda sua vida. Meu orgulho quase explodiu naquele momento, a ideia de que a confiança do moreno em mim era tanta ao ponto de me ser permitido atravessar as barreiras frágeis de sua inocência, tudo soava quase como um absurdo. 


Tirar sua virgindade foi o momento mais difícil de toda a minha vida, mas sofremos e vencemos juntos. Ver as lágrimas de dor escorrendo de seus lindos olhos me partiram o coração, mas ao final da noite quando me confessou ser o único sortudo a possuir seu coração e sua alma, tudo valeu à pena. As pequenas manchas de sangue no lençol de seda clara marcaram a noite mais especial de nossas vidas, o "Eu te amo" nunca havia sido tão real.


Quando finalmente estamos encaixados ele geme e se agarra em meus ombros. Continuo nessa deliciosa tortura. De cima para baixo, a cabeça do meu pênis cutucando a sua próstata, provocando-a e me enlouquecendo de desejo com esse ritmo de vai e vem lento e gostoso. Ele me puxa, tentando forçar-me a penetrá-lo ainda mais.


— Ansioso, lobinho? — provoco o moreno.


Tae... a-alfa, por favor. ele exclama com os olhos escorrendo lágrimas cristalinas de puro prazer acumulado.


Paro por alguns instantes para observar seu rosto se contorcendo de prazer. Ah, que visão. Seus cabelos negros espalhados pela fronha do travesseiro branco, exatamente como eu havia imaginado.


Não conseguindo resistir mais, o penetro profundamente. O ômega geme alto e agarra o meu ombro com força. Suas unhas cravam em mim, arranhando as minhas costas enquanto ele rebola e se contorce em prazer, acompanhando meu ritmo. Seu cheiro gostoso de pêssego fresco com creme deixa-me entorpecido.


Ah... J-Jeongguk... eu gemia entrecortado pela dificuldade que era de segurar a ejaculação.


Não importa quantas vezes nós transamos, Jeongguk sempre está apertado.

Sento-me na cama e o trago comigo, sem desconectar nossos corpos em nenhum momento. Cruzo as pernas dele em minha cintura e enfio meu pau com força em seu interior. Seguro suas nádegas e levanto seu corpo para cima. Meu membro sai alguns centímetros, mas eu o puxo para baixo. Firme, forte, fundo e quente. Então, ele toma controle da situação e começa a simular cavalgadas em meu membro.


— Isso, babe. — murmuro com a voz mais rouca que o normal.


— Tae! Ah! T-Taehyung...— ele grita o meu nome, sentindo-me ir cada vez mais fundo em seu interior.


Oh! Jeonggukie-ah... eu me encontrava entorpecido em meio à todo aquele prazer.


Seguro os seus mamilos com os dedos, os estimulando. Ele morde os lábios e geme alto. Nossos movimentos ficam cada vez mais rápidos e precisos, eu sinto seu ânus apertado comprimir ainda mais o meu pau, como um punho fechado.


— Porra, Jeongguk! — eu grito, enlouquecido. Ele é muito apertado e está muito molhado. Sinto seu lubrificante natural escorrendo fortemente de sua entrada rosada, nos melando.


H-hyung... v-vai... mais rápido! ele era pacificamente  insaciável durante seus cios. E eu amava isso no ômega.


Continuamos nesse ritmo frenético até que explodimos em um orgasmo violento e extremamente prazeroso. Eu sinto uma eletricidade passar entre nossos corpos, como se fôssemos um só corpo.


Gozamos juntos e em grande quantidade e, talvez, só talvez, seja por isso que o ômega encontrava-se mole em meio aos meus braços agora. Mesmo assim, o afastei um pouco para retirar a camisinha, a amarrar e a jogar no lixo ao lado a cama. Logo pego um pano qualquer — o que era minha blusa anteriormente, e limpo calmamente nossos corpos. Depois de jogar a blusa no chão, o abracei novamente, nos deitando sobre a cama.


Sexo sempre foi bom pra mim. Mas com ele, é diferente. Sempre soube que existia diferença entre sexo e amor, só que, até então, eu não havia experimentado a segunda opção. Sexo é quando dois corpos se unem em busca de prazer carnal. Fazer amor é o encontro de duas almas, com um prazer muito mais intenso, além e poderoso. É ambos compartilhando de um amor mútuo. Eu agora sei o que é fazer amor, o verdadeiro amor.


Ficamos abraçados por um bom tempo enquanto nossa respiração voltava ao normal.


— Bom dia, querido. — digo, sorrindo largo.


— Bom dia. — ele murmura, extremamente lânguido. O que me faz abrir um sorriso imenso e vitorioso em saber que eu fui o homem responsável por aquilo. Orgulho de alfa, não tente entender.


— Dormiu bem, meu amor ?


— Sim. Muito bem... — ele se senta e abraça as pernas sustentando um olhar vago para qualquer canto do quarto. Parece perdido. O que me deixa nervoso no mesmo momento.


— O que foi? Está arrependido? — pergunto em um tom de voz que claramente acusa meu pânico.


— Não. Faria tudo de novo, mesmo sabendo que é errado. Eu não me arrependo de nada quando estou ao seu lado. — ele segura minha mão assim que a encontra, dando uns beijinhos suaves nos nós dos meus dedos.


Sento-me em frente à ele e seguro seu rosto, acariciando suas bochechas macias e rubras. Olho bem no fundo dos seus lindos e brilhantes olhos azuis claro, sempre fui apaixonado pelos olhos do ômega, mesmo sabendo que eles nunca poderiam me ver um dia.


— Nada do que aconteceu aqui foi errado, Jeongguk. Não é errado amar Gukie-ah. Nunca duvide disso. Nunca duvide do meu amor por você. Eu sou o seu alfa e você sempre será o meu único ômega, o único que mora em meu coração, meu amor. — digo com firmeza. 


Vejo seus lindos olhos expressivos marejarem e sua mão buscar pela minha. Com isso, não perco tempo em abraçá-lo forte e entrelaçar nossos dedos. O encho de beijos como sei que ele gosta.


Eu sei que o mesmo está cheio de dúvidas, reticente, e o compreendo. Gostaria de afastar todos esses fantasmas, dizer que tudo está bem, mas não posso. Ainda temos uma grande luta pela frente: teremos que enfrentar o preconceito, as dificuldades, tudo. Mas eu não vou desistir dele, nunca!


Ele é o meu ômega e, mesmo que tenha suas limitações, é por ele num todo que eu me apaixonei. Justamente pelo seu jeitinho único e incomparável.


Eu me apaixonei pelo lindo menino perdido que encontrei chorando desesperado, junto às margens do Rio Han por terem roubado Jully, seu golden retriever, um cão guia. Eu nunca me esquecerei do fato de que aquele ato covarde quase rendera a vida do ômega mais novo. Nunca arrepender-me-ia de ter salvado a vida do garoto aparentemente , suicida que iria se jogar no rio mais famoso de Seul. E por mais que tivessem várias pessoas ali presentes, ninguém quis o ajudar, preferiram o deixar à beira da própria sorte.


Jeon Jeongguk poderia ser invisível para o mundo, contudo, para mim, o moreno era o centro do universo, ele era a minha galáxia, meu coração pulsante e serelepe fora do peito. Meu pequeno pêssego, apenas meu.


Na verdade, a sociedade que era cega: cega de preconceito, ninguém enxergava Jeongguk. Enxergavam apenas um ômega cego, mas ele era muito mais que isso. O que era invisível perante os olhos da sociedade era mais do que visível diante dos meus. O essencial é invisível aos olhos, alguém dissera.


Eu me apaixonei pelo garoto que já chorou copiosamente em minha frente, pedindo perdão por ter-me feito um homem infiel. Ah, ele não tinha culpa nenhuma de ser perfeito. Nem por ter um delicioso cheiro de torta de pêssegos com creme.


Porém, nada disso me importava, não quando o advogado Min estaria nessa manhã a caminho do trabalho de Yunho para lhe entregar os papéis do divórcio, dando definitivamente um fim em toda essa mentira, confusão, e drama na qual eu envolvi o moreno. Nada mais me importava, a não ser ele.


Não quando o amor da minha vida estava nu e choroso, novamente adormecido entre meus braços de forma serena. Ele sempre dormia depois dos nossos momentos íntimos. Ele era meu bem mais precioso. Ele me transbordava.


Jeon Jeongguk era o amor da minha vida. Era o meu ômega. O amor da minha vida inteira, o homem que eu queria para construir uma família. E é por ele que eu enfrentarei a sociedade e todo o preconceito que nela habita. É para ele que eu vivo.


E a partir de hoje, eu juro cuidar, amar e proteger cada vez mais o meu bem mais precioso, Jeon Jeongguk. E também prometo que serei seus lindos olhos azuis até que o tempo me permita ser.


Jeonggukie-ah, eu te amo, meu amor. E, não se preocupe, quando você acordar eu ainda estarei aqui, sendo seus olhos e o seu alfa. Eu sempre estarei. eu disse, deitando-me na cama com o ômega em meus braços e, por fim, me entregando ao belo mundo dos sonhos junto de meu lindo ômega, cujo também é carinhosamente apelidado de amor da minha vida toda.


Notas Finais


Por essa você não espera, né? hahaha
Por favor comente, assim eu posso saber o que vocês acharam.

Está sem uma capa descente pois foi um lapso de loucura na madrugada, efeitos da quarentena não me culpe.

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