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História Amor Bem Gostosinho - Capítulo 1


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Notas do Autor


é claro que não ia deixar esse dia passar em branco amados, há muito tempo eu queria fazer uma g!p com o jisung (óbvio q é ele) e envolver umas coisa machista no meio. vai ser uma 3short, e comecei com uma pwp kkkkkkkk beleza, os papinho feminista vai rolar no segundo cap

e eu vou fazer a capa e banner depois quando tiver um tempin

boa leitura e esse cap é lemon puro mesmo

Capítulo 1 - Como água morna de eletrônico


Fanfic / Fanfiction Amor Bem Gostosinho - Capítulo 1 - Como água morna de eletrônico


O corpo de Jisung estava parcialmente nu, o restava apenas a camiseta do Star Wars que estava quase encharcada de suor. Estava deitado na cama bagunçada com a bunda para cima, as pernas fracas, os dedos longos estimulando o clitóris com a boceta molhada e que pingava lubrificante natural pelos lençóis brancos postos no dia anterior. Os gemidos baixinhos e discretos eram abafados pelo travesseiro onde sua cabeça estava deitada. Querendo aprofundar mais aquele toque para gozar de uma vez, um dedo foi para dentro, logo dois e ele estava se fodendo, fazendo pressão sobre seu ponto de prazer, gemendo mais um bocadinho sobre o travesseiro.


Aquilo era resultado de frustração. O emprego exigia muito de si, era pressão demais e sua única solução era estar naquele estado, se fodendo até gozar e dormir em seguida. Aquilo era relaxante. 


Então, faria aquilo antes que o marido chegasse. Porém, ele não sabia que o dito cujo já havia chegado, todo animado e ao mesmo tempo cansado, querendo ver seu neném e dar um beijo gostoso nele.


─ Meu bebê, eu cheguei. ─ disse, mas ninguém respondeu, esperava o vê-lo correndo em sua direção com um sorriso tão largo e bonito. ─ Meu bebê? ─  deixou sua maleta no sofá e abriu os botões da camisa branca, já tinha retirado o blazer e este estava no carro, afrouxou a gravata e subiu as escadas. Ele deveria estar vendo documentários de novo.


Abriu a porta que estava entreaberta. Não, eu marido não estava no notebook, nem dormindo como ele costumava estar, e sim, se masturbando. A bunda branca virada para a maldita porta, e ele não estava nada alheio ao outro ali. 


─ Ô bichinho… ─ disse em um tom brincalhão, o Park olhou pra ele desnorteado tirando os dedos melecados da boceta, respirando pesado e porra… tinha levado um susto. ─ quantas vezes eu já disse que se for fazer isso, faça antes que eu chegue. ─ cruzou os braços se encostando na entrada do quarto, o sorriso nos lábios manchado de safadeza. ─  Cê sabe que a visão é maravilhosa demais para resistir.


Jisung deixou seu corpo deitar por completo, resmungando.


─ Você chegou cedo de propósito.


Ele estava chateado, porque Jaemin era um cara meio mau, ele se negava foder Jisung quando este estava em seus momentos particulares. Era particulares oras.


─ Não! ─ ele falou caminhando até seu menino. ─ Esse é meu horário de chegar, bebê. ─ puxou o rostinho dele com a destra e deu um selinho na sua boca meio demorado. ─ Mas como sou o melhor marido de todos, vou te dar aquilo que você quer. E você não precisa dizer nada. ─ deu outro beijo antes de agarrar a coxa de Jisung e apertar com toda força, deixando marca dos dedos finos.


Se encaixou entre as pernas deles, o virou de barriga para cima com toda a força, se ajoelhou no chão e as mãos seguraram as nádegas dele por um tempinho enquanto admirava aquele líquido transparente descer para o períneo, a boceta inchada de dedadas. Umedeceu os lábios e abocanhou, literalmente,onde conseguia chupar.


Aprendeu com o tempo que Jisung amava aquilo. A sensação é única, ele dizia. Gostava da língua macia adentrando sua vagina enquanto os dentes roçavam no clitóris, melhor ainda quando estava prestes a gozar e Jaemin chupava a toda força seu pontinho de prazer o fazendo se debater até se derramar em líquido viscoso e salgadinho.


Amava ser chupado. Era sensível todas as vezes que Jaemin vinha com aquele papo de "vou te fazer gozar só com a boca, bebê." e ele conseguia realizar aquela promessa.


Por isso quando deixou de chupar a boceta melada, adentrou dois dedos nela, beijando a virilha do menino que tinha pelinhos pubianos já crescendo desde a última vez que ele havia depilado.


─ Por quê anda tão tenso, Jisung? Como anda no serviço? ─ perguntou, a voz grave.


Jisung só assentiu depressa. Ele segurava o travesseiro e estava de olhos fechados gemendo baixinho.


─ Sim… andam me… irritando tanto, Na.


─ Como podem fazer isso com meu amorzinho? ─ os dedos que iam e viam pela entrada roçavam vez ou outra no clitóris e Jisung se inclinava ainda mais para o sentir. ─ Tá sentindo, amor?


─ Cala boca e só vai mais rápido… ─ disse meio agressivo, mas logo fez bico. ─ Por favor, amor! Você sabe que eu não demoro.


Jaemin sabia. Ele e Jisung tinham aquele papo de prazer desde quando começaram a sair, o mais novo sempre dizia que tinha tanto macho por aí que era uma decepção de clitóris, não sabia ao menos fazer uma boceta implorar pra ser fodida, porque eles não sabiam meter do jeito certo. Simples, só ligavam para seu pau no buraco, eles gozava, mas e a boceta?


Falocentrismo.


De primeira Jaemin riu e ele passou dias sem ver o Park. Nossa, ele falava o que ninguém queria ouvir. Sabe o quão assustador isso é? É de ferir o orgulho. 


Mas foi aí que ele percebeu que não deveria deixar aquele garoto ir embora. Chegando com um papo de "Me ajuda a agradar uma boceta?" ele viu Jisung rir com tanta graça. Todo lindinho. Ele era estudante de design gráfico na época, porém sabia mais de sexo do que o próprio Na que todo fim de semana estava fodendo alguém.


No fim estavam no quarto  dele enquanto tiravam a roupa a todo gosto.


Desde então, nunca mais se largaram.


Beijou a parte interna da coxa dele e subia os para cima, fodendo com mais força a boceta, os barulhos sendo mais perceptíveis e quando Jisung segurou seu braço forçando-o a parar com o que fazia, o viu tremendo, sorriu de canto com a cena. Aquela camisa do Star Wars ficava perfeita no mais novo.


─ Porra… ─ tirou seus dedos de dentro dele e admirou a mão toda melecada. ─ Como você consegue ser tão lindo?


Jisung meio recuperando o fôlego sorriu. Ele estava acabado e parecia mais encantador ainda.


Jaemin tirou seus sapatos e meias colocando-os no armário, as suas roupas também foram tiradas e o Park que estava estirado pela cama percebeu o pau duro dele quando tirou a cueca e jogou no cesto de roupa suja. Se levantou, as pernas longas meio bambas, foi até o marido com um sorrisinho sínico adornando nos lábios.


─ Onde você vai, amor? ─ ele fez beicinho, ele sempre fazia quando queria alguma coisa. Uma das mãos grandes subindo para a nuca dele, enquanto a outra alisava a cabeça do seu pau.


─ Tomar um banho. Sabe como é, dia cheio, estou um tantinho estressado. ─ ditou, deixando que as mãos afoitas dele lhe apalpasse.


─ Não quer ajuda pra isso? Adoraria ter você descontando seu estresse em mim. ─ lambeu o lóbulo da orelha dele e sussurrou ─ Daquele jeitinho. ─ deixou um beijinho no canto da boca dele só pra ter o Na agarrando com certa força seus fios pretos e beijando sua boca.


A destra de Jisung, aquela que estava em seu pau, começou a deslizar por toda a extensão dele, sentindo o mesmo liberar pré-gozo deixando a mão do Park molhada.


Enquanto as línguas se amavam entre os lábios com todo aquele beijo afoito e cheio de saliva, Jaemin puxou Jisung para seu corpo, as pernas dele enlaçando em sua cintura, com dificuldade o levou para o banheiro, seu pau batendo na bunda dele e as bocas não se desgrudaram.


Bateu sem querer, ou por não estar enxergando nada direito, as costas de Jisung na vidraça do boxer o fazendo resmungar.


─ Calma, amor… ─ separou, sorrindo e provocando Jaemin com aquela voz grave.


Na o prendeu por fim na parede, debaixo do chuveiro, o colocando no chão e retirando a peça que ele vestia. Jisung gemeu em surpresa quando o marido começou a cheirar e beijar seu pescoço, suas mãos nos braços fortinhos dele. Rindo ao ouvir Jaemin resmungar.


─ Você cheira a morango. ─ levantou o rosto para o ver. ─ Eu odeio morango.


Jisung com uma perna na cintura alheia o puxou para mais perto, sentindo o pau dele encostar levemente na sua preciosa.


─ Por quê, amor? Uma fruta tão gostosinha.


─ E enjoativa.


Aproximou de novo o nariz do pescoço dele inspirando aquele cheiro, deixou um rastro de saliva com a língua desde o pescoço a clavícula definida, mordendo fraquinho.


Jisung preferiu continuar brincando com a glande do marido, tocando a cabeça e descendo por todo o falo. O bom daquela partezinha do Na é que não era tão grande nem tão pequeno, não serviria para te machucar caso não tenha útero, o que era o caso de Jisung. Lembrara quando estava com os hormônios a flor da pele e acordava Jaemin enquanto se esfregava sob ele, gemendo e rebolando. 


Por falar em rebolar, Jisung era meio péssimo nisso. Era meio travadinho.


Jaemin sugou o pescoço do menino deixando uma marquinha vermelha, o gosto ferroso do pouquinho de sangue que saía no ato estava na sua língua quando novamente beijou a boca do Park, ele lhe correspondendo na mesma intensidade a qual o tesão subia por suas entranhas, de uma forma meio selvagem.


Ele puxou uma das pernas do moreno e a destra desceu ao meio delas, tocando o grelo e a lubrificação se instalando na entrada novamente. Jaemin riu de escárnio, ver Jisung tão entregue era uma das melhores coisas. Ok, que mesmo depois de casados ele ainda era meio envergonhado, mas Jaemin dava um jeitinho naquilo.


─ Quero que me foda, Na Jaemin. Não é você o melhor marido de todos? Me mostra, então. 


─ Sim, eu sou, você sabe, não?


Jisung negou. Gargalhando ao ganhar um tapa na bunda. Um beicinho se formou nos seus lábios carnudos que foram mordidos pelo outro.


─ Não faz isso. ─ disse sério. Jisung assentiu com aquele olhar cheio de tesão. ─ Eu vou acabar contigo.


─ Promessas, Jaemin, promessas. 


─ Eu sempre as cumpro.


Sempre. Como um casal meio diferenciado, enquanto um era bem rígido, mas com um coração cheio de amor, o outro era emocional e quando queria carinho ao mesmo tempo queria sexo selvagem. Jisung amava se arriscar, gostava de adrenalina. Por esse motivo cada canto daquela casa tinha uma lembrança do momentinho especial deles. Cozinha, varanda, sótão, até na própria porta, onde Jisung ficou encostado gemendo alto. Todos os vizinhos já estavam acostumado e se não… eles que lutassem.


Enfim, quando Jaemin deslizou seu pau pela entrada do moreno que segurava em seus ombros, ele suspirou com os primeiros movimentos. Na com seu corpo suspenso, estocava devagar, sabia que Jisung odiava.


Era até meio inseguro com aquilo. Nunca foi de colocar seu prazer acima do de Jisung, gostava de o agradar. Sentia-se maravilhado ao ver seu bebê gozando, era o melhor cenário que ele podia ter. Muito de seus colegas de trabalho diziam que as mulheres amavam quando o pau deles iam mais fundo pelo canal, mas que elas tinham muito fôlego e eles gozavam rápido demais. Ao contrário, quando disse a Jisung ele já tinha resposta na ponta da língua. Não passava de falocentrismo e que eles não fodiam as mulheres direito, porque o ponto de prazer delas não estavam no canal e sim no clitóris.


Por essa insegurança queria sempre saber se estava indo pelo caminho certo.


─ Tudo bem pra você, bebê? ─ o tom de voz era hesitante. 


─ Ótimo, amor. Por favor, não tenha pena. ─ ele sorriu, fazendo carinho nos ombros dele e depois o dando um selinho demorado. Ligou o chuveiro, e a água morna caiu sobre o corpo deles.


Com a cena digna de tumblr porn, todo aquele fogo entre as pernas, um Jaemin carinhoso e um marido sapeca, eles foderam. Com os gemidos baixos e roucos do Park ecoando por todo o banheiro, às vezes sendo beijado de uma forma bruta para apenas abafar na boca de Jaemin.


A boceta sendo maltratada com estocadas cada vez mais fortes e rápidas fazendo as peles se tocarem e emitir aquele som indecente.


Jaemin mordia, mesmo com o cheiro de morango na pele do Park, a pele do pescoço dele, deixando marcas. Amava o morder, era um dos fetiches que tinha com Jisung, aquele pescoço e a bunda dele eram o convite perfeito para os dentes do Na.


Os cabelos pretos e molhados de Jisung caíam sob a testa quando se obrigou a os tirar dali, beijando o rostinho suado e molhado dele e repetindo coisas fofas e maliciosas ao mesmo tempo.


Segurou as pernas dele, e com os quadris ágeis fodeu rápido aquela boceta, Jisung gritou chamando o marido de gostoso.


─ A-ai amor… cê sabe que minha bocetinha adora esse seu pau a fodendo. ─ falou entre uma arfada e outra, com sua bunda se chocando com os ovos do outro. O corpo subindo e descendo com os movimentos. ─ Ela palpita tanto só por querer você…


Jaemin rosnou, se possível, aumentando seus movimentos como um louco. Parando aos pouquinhos e colocando o Park no chão de novo, beijando a boca dele e o virando de costas. O fez se curvar um pouco e encontrar apoio na parede molhada. Novamente preenchendo-o com seu pau que recomeçou os movimentos. O fodendo por trás. As mãos amassando as nádegas e gemendo.


─ Isso…


A cabeça tombando para trás e as pernas moles. Jisung sentia o pau ir fundo, os cabelos puxados com brutalidade, as mordidas de Jaemin… até ele sentir também o líquido viscoso e quente penetrar as suas paredes e escorrerem pela vagina ficando totalmente lambuzada. Mas Jaemin não estaria satisfeito até o seu bebê gozar. Viu-o de frente e adentrou dois dedos o fodendo rápido, tendo ele gemendo contra o seu pescoço e agarrando-se aos seus braços para não cair.


Com um tremelique de pernas e um som de alívio mesclado com um grito vindos do moreno, Jaemin o pegou no colo dando selinhos pelo seu rosto, desligando o chuveiro e o levando para a banheira. 


Notas Finais


eu queria dizer q vcs sabem como eu adoro escrever sobre tabu e se isso for chato, forte abraço que a vida não é conto de fadas

proximo cap o mais rápido possível um beijão


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