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História Amor Confuso - Capítulo 4


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Notas do Autor


Depois de meses finalmente consegui postar isso e lamento pela demora, mas eu tô num bloque terrível nessa fic. As vezes acho que tá ficando bem falsos os diálogos e que vcs não tão curtindo tanto.

Mas enfim vou tentar me manter um pouco mais ativo <3

Capítulo 4 - Festa


 

 

Escrita por: Sakurh

 

 

♬ ⇄ ─●───── ❙❙ ↻

 

I remember years ago

 Someone told Me I Should Teke Caution when it comes to love, I didA nd you were strong and I was not My illusion, my mistake I was careless, I forgot, I did And now, when all is done

 

 

──── Eu sinto muito, mas acabou. Você tem muitos problemas, e eu não consigo lidar com eles Zoro. ── foram essas palavras, que desmoronaram seu mundo em questão de segundos. 

 

Quando seus problemas haviam se tornado os dela? Ele não sabia, apenas havia acontecido. Sentia agora um terrível vazio sem ela, quando tornou-se assim? Tão dependente. 

 

Eram perguntas que Zoro certamente, não tinha uma resposta. A manhã de sábado nunca foi tão desanimadora quanto agora, a mensagem traiçoeira havia chegado pela madrugada. 

 

Ela ao menos teve a decência de o dizer pessoalmente!

 

Pensar nisso era, talvez uma das partes mais frustrantes. Jogado em sua cama, a culpa e frustração o consumiam, mesmo que não quisesse pensar era quase impossível, ele tinha culpa. Muita culpa por aquele desfecho, Zoro era problemático, tinha que admitir a si mesmo, e bem aos poucos tornou-se dependente emocional de Tashigi. 

 

Sempre existia a insegurança sufocante, a necessidade de saber que era amado. 

 

──── Você ainda me ama? ── essa pergunta sempre surgia a tona, depois de um desentendimento. Essa necessidade sem dúvidas era sufocante, no entanto, ele não percebia. 

 

É difícil perceber seus próprios erros. Ah, também existia o problema com bebidas, sempre tentava evitar, mas no fim, sempre se rendia a ela - era sua própria maneira de se aliviar.

 

O suspiro que escapou estava preenchido por mágoa, que aos poucos se tornou frustração e piorou quando escutou o telefone tocar. Não estava nem um pouco disposto a atender, seja lá quem fosse.

 

Mas no fim, sua curiosidade venceu. Agarrou o aparelho com uma genuína esperança em seu olhar, que se esvaiu na mesma intensidade que surgiu ao ler o nome escrito. Bufou entendia atendendo o aparelho.

 

─── Oi Nami. ── a voz grave atendeu contragosto e houve um longo silêncio, antes que a resposta viesse. 

 

── Oi, você ta bem? Digo, você não passou aqui, Ace e eu ficamos preocupados. ── merda, ele estava tão ocupado se lastimando que tinha esquecido do convite de Nami. O esverdeado passou as mãos entre os cabelos, suspirando cansado.

 

─── Desculpa, acabei esquecendo. Eu posso ir ai, preciso falar com você. ── a voz melancólica pediu e a ruiva confirmou. Ele precisava desabafar com alguém, e ninguém melhor que ela.

 

 

Em um sobressalto ele se levantou, se desvencilhando de sua cama. Olhou a própria roupa no espelho, uma bermuda verde escura, acompanhado de uma blusa cinza. Ele apenas jogou um casaco preto por cima, pegou seu celular e saiu. 

 

No caminho para casa de Nami, ele passou pela OOP Coffee. E, ficou em dúvidas se devia ou não entrar, ía alia únicamente pelos momentos que passava junto com a ex namorada, entretanto aquele lugar havia ganhado um lugar especial em sua vida e não estava disposto a se privar dele por conta de alguém.

Entrando na cafeteria, ele caminhou até o balcão se deparando com o loiro para sua falta de sorte, não sabia porque, mas havia gerado uma empatia pelo garçom que certamente era recíproco. 

 

──── Um café expresso. ── o esverdeado pediu, vendo a expressão do loiro se torna fechada.

 

─── Aqui. ── ponderou ele de maneira tediosa, ao entregar seu pedido. 

 

O cheiro de cafeína lhe invadia as narinas, de modo aconchegante. 

Ingerindo seu café, ele deu as costas e partiu para seu destino. Sem não antes notar uma cabeleira azul conhecida se atracando com outra pessoa, naquele instante toda a sua calmaria sumiu. Seu corpo ficou tenso, tenso demais e sua mente parecia ter nublado completamente. Foi somente naquele instante que a ficha caiu, algo em seu âmago se contraiu de maneira brusca. Ela não voltaria, mesmo sendo duro, aquela era a realidade. 

 

Com um suspiro pesado, o Roronoa tomou mais um gole do líquido quente e permitiu-se sair daquele ambiente, antes que a onda de sentimentos negativos o consumisse por completo. 

 

 

 

 

 

●●●

 

─── Foi isso que aconteceu. ── a voz arrastada finalizou. A amiga que até o presente momento apenas escutava a história, sentia um leve desgosto por Tashigi, ainda mais pelo fato de ter-lá apresentado ao seu amigo e agora se repreendia por isso. 

 

─── Aquela Vadia! ── indagou a voz feminina irritada. ── Eu realmente sinto muito Zoro, você não merece uma imbecil como ela. 

 

─── Mas eu realmente sou problemático ── a voz baixa embriagada por melancolia disse em um murmuro baixo. Os olhos avelãs de Zoro fitavam o chão e uma vontade esmagadora de chorar jurgia. ── Talvez ela tenha feito certo. ── ponderou ele, enquanto as mãos femininas lhe agarraram o ombro. 

 

Os olhos de Nami o fitavam de maneira seria, como nunca teria feito antes. 

 

─── Nunca mais, nunca mais diga isso! ── a face da ruiva transbordava uma raiva, que os olhos do Roronoa nunca tinham presenciado antes. ── Eu te proíbo de falar, assim de você mesmo! ── um suspiro longo saiu pelos lábios da ruiva, ela estava pensando no que fazer. Queria ajudar seu amigo a se sentir melhor, mas nenhuma ideia veio a mente. Foi quando lembrou se da festa do Franky, seria talvez um bom momento para se distraírem.── Você vai na festa comigo hoje, e não aceito não como resposta. 

 

Zoro apenas sorriu, vendo tamanha preocupação da mulher. Nami o conhecia a seis anos, e a ruiva sempre tentava seu melhor para animar o amigo. Aquilo certamente encantou o esverdeado, sentia-se verdadeiramente acolhido pela mulher. E talvez apenas por isso, ele aceitou ir. Um bom momento entre amigos lhe cairia bem. 

 

 

 

 

●●●

 

 

 

 

O tardar da noite veio rápido e com ele jovens eufóricos também surgiam, isso incluía Vivi, seu namorado apenas achava graça, eram sempre as mesma festa, entretanto ela sempre se via empolgada para elas. 

 

Estavam na entrada da luxuosa mansão, pertencente ao pai de Franky, Dr. Vegapunk. Uma das mentes mais brilhantes do mundo, - isso explicava as excelentes médias do filho. - estranhamente uma cabeleira loira chamou a atenção do Portas, Marco estava adentrando o lugar acompanhado de um outro rapaz, que Ace não reconheceu, logo mais atrás estava Thatch pedindo para que esperassem. 

 

Uma genuína curiosidade surgiu no interior de Ace, em saber quem era o milagre que havia feito Marco comparecer em uma festa. 

 

─── Vamos logo Ace! ── a voz feminina animada lhe tirou dos devaneios pensamentos. O Portgas apenas sorriu em concordância enquanto caminhava, juntamente a Vi para dentro do lugar. 

 

Ao som de Wake me Up as pessoas se remexiam em um ritmo gostoso, Ace pode observar muitos rostos familiares. Entre eles estavam Haruta e Vista, na pista de dança. 

 

Não demorou muito para que se juntasse a eles, Vivi mal podia esperar para dançar, seu corpo se envolvia de forma magnífica ao do Portgas. 

 

A música havia sido mudada, para outra mais animada e a azulada quase soltou um gritinho, ao fundo agora tocava Despacito. 

 

Os jovens haviam se animado e isso incluía o casal, e quando chegou no refrão da música os ânimos estavam no age. Um dupla de amigos tinha roubado totalmente a cena. 

 

Um deles Ace reconheceu de cara, e a surpresa em sua face era evidente. Marco estava junto a outro homem dançando com tudo. 

 

Os amigos dançavam de maneira sincronizada, os corpos se mexiam de modo entusiasmado e o jogo de cintura que possuíam era invejável. 

 

As mulheres do recinto soltaram um grito eufórico ao vê-los rebolando de maneira sensual, quando ambos os corpos se envolveram a plateia que se formou, foi a loucura. 

 

Ambos mostraram do que eram capaz, cada passo se tornava mais preciso que outro. O bom engate de cintura que tinham facilitava tudo, podiam ter ficado ali a noite inteira.

 

Quando a música terminou a pequena plateia formada aplaudiu entre assobios, e o rapaz misterioso fez uma reverência agradecendo enquanto Marco estava claramente constrangido pela atenção repentina que chamaram. 

 

──── Nunca imaginei que o Marco dançasse tão bem. ──── Vivi indagou entre palmas. 

 

──── Nem eu ──── pronunciou Ace ainda surpreso com o espetáculo do amigo, o deixando intrigado em relação ao outro rapaz. 

 

Ele havia conseguido a proeza de fazer Marco ir a uma festa, e dançar no mesmo dia. 

 

Por momentos os olhos ônix se cruzaram, com os acinzentados do loiro. Marco apenas deu um leve aceno, antes de sumir junto ao rapaz.

 

Ace gostaria de perguntar sobre o rapaz, e sobre sua falta, mas aquilo teria que esperar mais um pouco. 

 

Mas em diante, no mini bar do lugar uma dupla de amigos também conversava de maneira animada, estavam em seu quinto copo de Vodka e a bebida forte já estava surgindo efeitos. 

 

──── Se você que vai lá oras, ela é gostosa ─── o esverdeado ponderou avaliando a morena mais a frente. 

 

──── O que? Não, se é louco! Eu vim fazer companhia para meu fiel amigo, não sair pegando! ──── a ruiva protestou, mesmo estando louca para se atracar com uma desconhecida. 

 

Zoro havia ido até ali, para que passassem um momento entre amigos. Que não faziam a tempos, e era exatamente o que fariam. 

 

──── Eu vou ficar bem tá, pode ir la se atracar com ela. ─── ponderou Zoro abanando as mão. 

 

──── Certeza? ──── insistiu ela uma última vez, e o Roronoa apenas acenou. 

 

A ruiva despediu-se prometendo voltar já, é o esverdeado apenas concordou. Não privaria a amiga de seus desejos, poderia ficar devidamente bem por algum tempo. 

 

Pedindo outro copo de bebida, o Roronoa reparou que outra pessoa havia se sentado no lugar de Nami. 

 

──── Whisky por favor ──── a voz tediosa pronunciou. 

 

Seu olhar seu cruzou com os do indivíduo ao seu lado, o esverdeado acabou ficando surpreso ao se deparar com o garçom da cafeteria. 

 

E pela fase do outro, não era apenas ele que estava surpreso com o ocorrido. 

 

──── Que coincidência ──── o Roronoa pronunciou. 

 

──── Nem me diga. ──── complementou o loiro de modo antipático. É, o clima entre eles nunca era bom. 

 

Desde que pisou na cafeteria, não tinha se dado bem com o garçom. E pensando naquilo, sequer teria um porquê. 

 

E, quando pensou mais sobre, faziam quase 5 meses ou mais que ia naquela cafeteria e em todo aquele momento, nunca havia perguntado o nome do infeliz. 

 

E por alguma entidade maligna, sentia-se tentado a perguntar. A bebida estava começando a afetar seus neurônios. 

 

──── Qual seu nome? ──── perguntou atraindo de volta a atenção do loiro, que arqueou a sobrancelha encaracolada. 

 

──── Sanji. ──── respondeu ele de maneira rude. Mas acabou bufando no fim. ──── É o seu? 

 

Questionou por pura educação, Sanji não sentia interesse algum naquele assunto estava apenas buscando por uma boa dosagem de álcool. 

 

──── Zoro ──── indagou sem saber como continuar. ──── É um nome bonito o seu. 

 

Prosseguiu ele, arrependendo-se quase que imediatamente. E a bebida estava fudendo seus neurônios. 

 

Por sua vez Sanji apenas deixou uma risada nasal escapar, quem diabos ainda falava aquilo para alguém? Pensou ele virando a própria bebida. 

 

Mas estranhamente sentiu-se tentado a ver no que aquilo daria, então ele prosseguiu. 

 

──── Obrigado ──── agradeceu o Vismoke terminado a própria bebida. ──── Então Zoro, o que lhe trás aqui? 

 

"Nem eu sei." ──── Pesou com sigo mesmo. 

 

──── Uma colega me convenceu a vir. ──── confessou ele. ──── e você Sanji? 

 

──── Eu faço o bufe da festa, e acabo por ficar, mas é sempre a mesma festa entediante. ──── pronunciou ele enchendo seu copo uma outra vez de Whisky, ao menos havia bebida. 

 

──── Eh essas coisas sempre são um porre, pelo menos a bebida é de qualidade. 

 

──── Vejamos aqui alguém sensato. ─── ambos acabaram rindo, ao menos um ponto incomum. 

 

 

Não sabiam ao certo quanto tempo teriam conversado, sobre nada e coisa alguma, ou quantas bebidas tinham virado no processo. Mas a companhia um do outro não era assim tão repulsiva quanto imaginaram. 

 

Mas fora por volta das 1:35h, que Sanji decidiu que estava na hora de ir.─── estava exausto, mas antes que o fosse anotou seu número em um guardanapo e entregou a Zoro. 

 

Ansiava que o moreno o ligasse, durante sua conversa ficou curioso sobre Zoro e fascinado por sua beleza. 

 

Mas se ele o ligaria, só o tempo diria. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado nossa nova capa foi SUPER incrível feita pela @Lahppy

Críticas e sujestoes sempre bem-vindas!


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