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História Amor de bruxo - Capítulo 17


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Notas do Autor


Olá pessoas. Bom dia, boa tarde ou boa noite e bem vindos a mais um capítulo pra vcs. Hoje, já pelo o título, vai ser um cap interessante. Foi bom escrever esse cap mas também foi meio tenso, até eu fiquei tipo: Oi? Kkkkkkkkk. Bem, espero que gostem, boa leitura :)

Capítulo 17 - Três dias-A sangue frio


-No dia seguinte, 3 dias para lua de sangue-

Eu já estava acordado, Geralt ainda estava num sono profundo. Apreciso seu rosto, hesito em toca-lo, mas eu não aquento e passeio meus dedos em seu rosto, mas logo os tiro. Me levanto, sento na cama e abraço minhas pernas. Sintoma de hoje: Raiva e uma nuvem preta pode seguir. Acho que eu nunca me vi com raiva. Me levanto por completo, pego um roupão, o visto e vou para a "piscina". Não é bem uma piscina, mas da pro gasto. Vou em direção a sala das águas, é a onde fica a piscina e sim, ela é aquecida. Entro, fecho a porta, tiro o roupão e entro na água. Me encosto na pedra e relaxo minhas costas. Minhas pele se arrepia com o choque de temperatura. Escuto a porta a bater, olho a pessoa que canto de olho.

Jaskier: Bom dia querida.

Ciri: Bom dia Jaskier, está tudo bem?

Solto um suspiro. Ela se aproxima e senta num banco ali perto. Começo a brincar com a água.

Jaskier: Porque eu sinto que eu e o Geralt estamos...Na beira do precipício?

Ciri: O que aconteceu para sentires isso?

Jaskier: Ontem tivemos uma mini briga, mas depois nos entendemos. Mas hoje...Eu acordei...Diferente...

Ciri: Não achas que é sua magia possuindo seu corpo? Quando achamos você no topo do castelo, jogado no chão, tu tinhas marcas por todo o corpo, estavas a sangrar tanto. Segundo a Yen, isso era sua magia...

Jaskier: E é normal eu não conseguir ficar feliz com a presença do meu namorado?

Viro para ela com uma expressão questionador. Ela me olha sem expressão. Volto a ficar de costas para ela e brinco com a água. Ela se levanta e vai embora. Solto um grande suspiro. Logo, escuto a porta abrir, sinto minha pele se arrepiar, escuto o barulho da porta a fechar-se, olho-lhe de canto de olho, ele estava nu, se aproxima e entra ao meu lado.

Geralt: O que tens?

Jaskier: Eu não sei...Só estou completamente sem emoção nenhuma...

Geralt: Sem emoções?

Jaskier: Pois...Eu nem mesmo sei o que estou sentindo...

Ele olha pra mim, mas eu não olho para ele.

Geralt: Ainda faltam três dias e você já está com o coração frio como de um bruxo.

Jaskier: Você não é assim...

Geralt: Porque eu achei você.

Olho para ele. Sinto que sua presença me faz bem, me faz esquecer de tudo. Me aproximo dele, coloco minha mão em sua nuca, ele coloca sua mãos em meu queixo e me puxa para um beijo. Um simples toque em seus lábios me faz voltar a realidade. Logo subo em seu colo, coloco minhas mãos em sua nuca, afundo meus dedos em seus cabelos e o beijo desesperado. Ele passeia suas mãos em meu corpo e brinca com os meus arrepios. Ele fala entre o beijo.

Geralt: H-hoje não vais...M-me empurrar...?

Me afasto dele e brinco com suas mechas.

Jaskier: Não, hoje não.

Volto a beija-lo. Ele me envolvem seus braços e me aperta contra seu corpo. Nos afastamos ofegantes.

Jaskier: Eu não sei o que aconteceu comigo, desculpa-me...

Geralt: Qual o sintoma de hoje?

Jaskier: Raiva, e um novo companheiro.

Geralt: Um novo companheiro?

Jaskier: Uma nuvem preta, não sei porque eu teria essa nuvem.

Geralt: Bem vamos esperar pra ver.

Eu concordo e encosto nossas testas.

Geralt: Ainda não acostumei-me a te ver de olhos vermelhos.

Nós rimos. Vejo uma de suas memórias mais antigas e....

Jaskier: Quém é essa menina?

Geralt: Menina?

Jaskier: Sim, na sua msmoria tem uma menina de cabelos brancos com mechas vermelhas, quém é ela?

Ele solta um suspiro.

Geralt: Ela era uma amiga, essa era a pessoa que falei-te que nasceu na lua de sangue. Ela era especial pra mim, mas ela se foi.

Jaskier: Nunca mais vistes ela?

Geralt: Estudamos juntos em Aretusa, mas depois disso...Nunca mais. Ela era como uma irmã pra mim.

Faço carinho em suas bochechas com os meus dedões.

Jaskier: Vai ficar tudo bem, estou contigo.

Dou-lhe um beijo. Ele sobe uma das suas mãos até os meus cabelos e afunda seus dedos nele. Nos afastamos.

Jaskier: Eu...Tenho medo...

Geralt: Nós vamos ajudar-te, não importa o que vamos fazer.

Jaskier: E sobre Aretusa...

Geralt: Se quiseres ir pra lá, falamos com a Dyana, ela vai ficar muito feliz em receber-te.

Jaskier: Mas...Eu não posso ir sem você. Não percebes que tu fazes efeito em mim? Tu curas tudo em mim, minha tristeza, minha raiva, faz-me esquecer das piores partes...Eu não posso ir sem você...

Geralt: Mas eu não posso ir. Só os bruxos aprendizes podem entrar lá.

Jaskier: Então eu não vou, não posso ir sem ti.

Ele solta um sorriso fraco, eu retribuo. Escutamos alguém bater na porta.

Jaskier: Pois não?!

Vesemir: Majestade, precisamos de você. Hoje é o dia da apresentação.

Reviro meus olhos.

Jaskier: Já estou indo.

Ele sai da porta.

Geralt: Apresentação?

Jaskier: Hoje, teóricamente, é o dia mais importante para o reino. É quando vem vários povos, de outros reinos, para apresentarem o que tem. Isso está marcado a mais de uma semana, mas eu tinha me esquecido completamente.

Geralt: Parece entediante.

Jaskier: O pior que é.

Nós rimos. Brinco com suas mechas, sinto suas mãos passeando pelas minhas costas. Ele inclina seu rosto em minha direção ao meu pescoço onde ele o beija. Fecho meus olhos, jogo minha cabeça pra trás e solto um grande suspiro.

Jaskier: Se eu não tivesse que ir, eu ficava...Pra ver onde isso iria dar...

Geralt: Então fica...

Ele me aperta contra seu corpo.

Jaskier: Eu não posso...

Geralt: Pensei que tu querias ver onde isso daria...

Jaskier: Mas...Não agora...

Ele levanta seu rosto em direção ao meu.

Geralt: Vou cobrar-te.

Jaskier: Ta bom...

Nós rimos. Saio de cima dele e logo saio da piscina. Pego meu roupão e o visto.

Jaskier: O que vais fazer hoje?

Geralt: Vou continuar treinando e vou aproveitar para tentar entar em contato com a Dyana.

Jaskier: Eu agradeço e bom treino.

Antes de eu ir embora, vou até ele e beijo seus cabelos.

Geralt: Tenha um bom dia.

Jaskier: Vai ser horrível, mas obrigada.

Saio de lá. Vou até meu quarto, visto-me, pego minha coroa e vou para a sala do trono. Chegando lá, sou recebido por olhares tortos e burburinhos.

Jaskier: Imagino que vocês não queiram dinheiro, com esses olhares tortos e esses burburinhos percebo que vocês não tem um pingo de respeito pelo o rei. Não sou o rei de vocês, mas exijo respeito.

Todos ficam em silêncio. Vou até meu trono e sento.

Yennefer: Estás bem?

Jaskier: Não. Esses burburinhos irritam-me.

Triss: Tu irritado? Que isso gente?!

Yennefer: Deve ser o sintoma de hoje.

Triss: E o fato dele ter essa...Fumaça? Atrás dele é normal?

Jaskier: São os sintomas de hoje. Vamos começar isso, antes que eu me irrite mais.

Vesemir da um sinal para os aldeões se aproximarem.

Vesemir: Majestade, esses são João e Fiona.

João: Apresentamos a ti, um dos nossos melhores porcos.

Fiona: Cuidamos dele por anos, para ele ficar assim.

Jaskier: Passa.

Eles vão embora.

Vesemir: Majestade, esse é Peter.

Antes que ele podesse falar, Papa Connor entra na sala. Reviro meus olhos.

Connor: Que olhos são esses majestade?

Jaskier: Não são da sua conta Papa Connor.

Connor: Que grosseria. Um rei não deve agir assim.

Ele sobe as escadas até o meu trono.

Jaskier: O que queres aqui?

Connor: Tenho que está aqui. Tenho que dar a bênção de Deus.

Jaskier: Mas ninguém chamou-te. Da última vez nem aparecestes.

Connor: Eu estava ocupado Majestade. Vamos proseguir com isso.

Reviro meus olhos e me afundo no assento do trono. Passamos quase a tarde inteira nisso. Logo todos foram embora. Me levanto do trono, mas antes de eu ir, Papa Connor segura meu braço.

Connor: Precisamos conversar majestade.

Me viro pra ele e cruzo os braços.

Connor: O que aconteceu contigo? Esses olhos, sua atitude. Não é atoa que o seu povo está a falar de ti.

Jaskier: Como irei explicar-te. Eu sou um bruxo, bem, estou tornando-me em um.

Ele rir.

Connor: Isso é impossível majestade. Como que...?

Jaskier: Isso é verdade. Fui o escolido para nascer na lua de sangue com os poderes de Lux. Agora eu sou assim.

Connor: Estás a passar muito tempo com aquele bruxo, majestade. Também ouço muitas pessoas a falar sobre vocês estarem num relacionamento. Tens que fazer algo, isso é desrespeito ao rei.

Jaskier: Mas é verdade. Eu e ele estamos juntos. O que eles falam, não é desreispeito é a verdade.

Connor: Isso vai contra a igreja Jaskier. O que seu pai...?

Jaskier: Meu pai não tem mais lugar de fala aqui. Ele morreu. Não importa-me o que ele acharia. Pra mim ele morreu. E tu, não tens mais direito de falar dele aqui e nem para opinar sobre as minhas decisões. Seu eu sinto-me bem como bruxo e namorando o Geralt, é o que importa.

Connor: Majestade, pare de falar bobagens. Isso não é uma atitude certa para um rei.

Jaskier: Eu não vou ter as mesmas atitudes de meu pai. Ele destruiu esse reino, ele matou um monte de gente. Não quero ser igual a ele.

Connor: Seu pai fez história. Ele sim era um homem de verdade, nem parece que você é filho dele...Um rei nimado, que gosta de fazer o bem, diz que tornou-se um bruxo e namora um. Isso não é um comportamento de um rei.

Jaskier: Pare de ser mente fechada. Isso é pior do que ser homossexual e bruxo.

Connor: Homo o que? Não diga coisas dessas. Está decedido, vamos matar o bruxo. Ele deve ter enfeitiçado-te...

Antes dele ir embora, o pego pela roupa e o levanto. A tal nuvem possui seu corpo e o prende. Sinto meu sangue ferver e os meus olhos ficarem ainda mais vermelhos.

Jaskier: Não vais fazer nada sem a minha permissão. Eu que mando nesse lugar, esse é o meu reino, o meu povo.

Connor: Seu povo é fraco. Eles nunca vão aceitar um rei assim. Eles querem guerra, sangue. Coisa que seu pai sabia fazer muito bem.

Jaskier: Pare...De...Falar...Dele...

Fecho meus olhos, escuto vidros se quebrarem. Abro-os e vejo que eu não estava mais com o Papa Connor nas mãos. Arregalho os olhos e vou até a janela. Olho para baixo e lá estava ele. Caido no chão com todos os cacos da janela em seu corpo e uma enorme poça de sangue ao seu redor.

Jaskier: Puta merda...

Saio da beira da janela assustado. O que aconteceu? O que aconteceu? Eu não lembro de nada. O que aconteceu? Vou em direção ao campo de treinamento. Chego lá, acho Geralt treinando sozinho. Vou em sua direção e o abraço por trás.

Geralt: Olá, o que foi?

Jaskier: Eu...não sei...

Ele se vira pra mim.

Geralt: O que foi, Jaskier?

Jaskier: Eu...Não lembro-me...

Geralt: Estás muito branco, senta-se.

Fomos até um banco. Ele guarda a espada e senta ao meu lado.

Geralt: Jaskier, o que aconteceu?

Jaskier: Eu...Joguei ele da janela...

Geralt: Como assim?

Jaskier: Ele...Está morto...

Começo a lacrimejar e encaro a parede a minha frente.

Geralt: Quém jogastes da janela?

Me viro para ele.

Jaskier: O papa Connor...Ele queria matar-te...Eu contei tudo pra ele...E ele surtou...

Geralt: Porque contou pra ele?

Jaskier: Eu não aquentava mais esconder isso Geralt. Quero que o povo veja a verdade. Eu não ligo para as críticas ou os olhares tortos...Eu só quero ser quém sou...

Ele me abraça. Desabo e em seus braços.

Geralt: Vamos falar com as meninas e vamos pedir para que comuniquem com a Dyana, ok?

Eu concordo. Nos levamtamos e fomos até elas.

Yennefer: O que aconteceu?

Triss: Só não me diz que brigaram.

Jaskier: Eu matei alguém...

Ciri, Triss e Yennefer: QUE?!

Ciri: Quém?

Jaskier: O Papa Connor...

Triss: Ainda bem, já estava na hora.

Yennefer, Ciri e Geralt: Triss!!

Yennefer: Como fizestes isso?

Jaskier: Como achas?

Ciri: No livro estava escrito alguma coisa sobre morte ou matares alguém?

Eu discordo.

Geralt: Acho que a raiva subiu a cabeça dele.

Yennefer: E o único jeito de se calmar foi matar. Jaskier, tu não tivestes culpa, o poder subiu sua cabeça e você não conseguiu controlar...

Geralt: Temos que falar com a Dyana.

Triss: Que?! Porque?

Geralt: Ela é profissional, ela vai saber o que fazer com ele.

Yennefer: Então estás realmente pronto para ficar sem ele por cinco anos.

Geralt: Se for para o bem dele, sim.

Yennefer se afasta e vai até sua mesa onde ela aperta um livro. Uma projeção de uma mulher de cabelos brancos com mechas vermelhas aparece de gostas para nós.

Dyana: Olá Yennefer, a quanto tempo não me chamas. O que devo a honra?

Yennefer: Alguém precisa de sua ajuda, e ele está bem atrás de você.

Ela se vira para nós. Seus olhos são iguais a do Geralt.

Dyana: Olá majestade.

Ela se vira para as meninas.

Dyana: Meninas.

Ciri e Triss: Olá...

Logo se vira para Geralt.

Dyana: Geralt...

Geralt: Dyana...

Yennefer: Jaskier precisa da sua ajuda, com urgência.

Me aproximo dela. Como ela é bonita e me lembra um pouco o Geralt.

Jaskier: Quero ir para Aretusa...

Dyana: Ótimo, o que te fez escolher ir?

Jaskier: Eu li num livro que você é profissional nisso...E eu preciso controlar meus poderes antes que eu faça mais merda...

Dyana: Ótimo, farei o meu possível para ajudar-te.

Geralt: Se não apunhala-lo pelas costas antes.

Ela olha séria para ele.

Dyana: Serás aceito em Aretusa, mas, não posso levar-te amanhã.

Jaskier: Porque não?

Dyana: Não posso levar um bruxo em formação para lá, só bruxos já formados. Mas prometo-te que na noite da lua de sangue estarei aqui.

Geralt: Se não esquecer-se antes.

Dyana: Você vai ficar fazendo comentários? Sério isso? Cresce Geralt.

Geralt: A culpa não é minha se tu estragastes tudo.

Dyana: Eu não estraguei nada. Você que não sabe seguir regras.

Yennefer: Chega! Pelo amor, ninguém aguenta mais essas brigas de vocês. Entendam-se.

Dyana: Preciso preencher um formulário teu, Jaskier.

Yennefer se aproxima de Geralt e fala em sua orelha. Enquanto Dyana preenchia meu formulário eu ouvia algumas partes da conversa.

Geralt: eu não tenho culpa.

Yennefer: óbvio que tem. deverias ter dito a ele antes dela chegar. vocês são idênticos.

Geralt: eu não tenho a falsidade dela.

Yennefer: não importa. Vocês são...

Dyana: Está tudo pronto. Posso ir agora.

Yennefer: Não, precisamos conversar.

Geralt: Yen, nem tente.

Yennefer: Se não agora, quando?

Geralt: Podemos conversar só nós, Dyana?

Dyana: Claro.

Todo saimos da sala, deixando eles a sós.

Jaskier: O que aconteceu?

Yennefer: Você saberá.

Triss: Se for o que estou pensando, como ele ainda não descobriu?

Jaskier: Descobri o que?

Ciri: Triss, cale a boca.

Dyana: Como assim você não contou pra ele? E depois eu que sou a má.

Geralt: Eu iria contar, mas não vale a pena gastar o tempo dele contando como você é uma péssima irmã.

Yennefer leva a mão ao rosto.

Triss: Fudeu.

Jaskier: Irmã?!

Entro na sala.

Jaskier: Tens uma irmã e não me contastes?

Geralt: Eu iria, logo que nos conhecemos. Mas não vale a pena contar a história dessa monstra.

Dyana: Monstra? Eu? Você que nos largou primeiro, idiota.

Geralt: Foi para o bem da família.

Dyana: Eu também fugi pelo bem da família.

Jaskier: Chega!! Porque não me contastes? Por acaso escondestes isso de mim?

Geralt: Não era importante você saber.

Jaskier: Não era importante eu saber? Sério isso? Eu salvei-te várias vezes, eu te abriguei, eu dei-te comida, dei minha confiança, até dormirmos juntos...

Dyana: Uau...

Jaskier: E você vem e diz-me algo assim? Que não era importante eu saber?

Geralt: Eu sei, eu errei, como guardião, como namorado, eu sei, eu errei. Também escondestes coisas de mim.

Jaskier: Mas depois eu contava, depois de ter sofrido por dentro eu contava-te as coisas. Porque Geralt? Porque?

Não tenho respostas. Sinto meus olhos encherem de lágrimas.

Jaskier: Dyana...Diz-me...És irmã dele?

Dyana: Sou. Dyana de Rivia, a lendária loba branca.

Jaskier: O seu colar?

Ela tira o colar do bolso. Agora eu tinha reparado que ela não usava vestidos como as outras, usava roupas idênticas as de Geralt.

Dyana: Eu não sou mais caçadora, então eu guardo o colar.

Desabo no choro.

Jaskier: Por acaso, nascestes na lua de sangue?

Dyana: Sim.

Jaskier: Então és a pessoa certa para cuidar de mim...

Ela solta um sorriso fraco. Me viro para Geralt.

Jaskier: Não dormes comigo hoje. Eu não quero saber de ti até você vier de joelhos até mim e implorar pelo seu perdão, fui claro?

Ele concorda.

Jaskier: Obrigado Dyana, por tudo.

Dyana: De nada...

Saio de lá com lagrinas nos olhos. Vou até o meu quarto, fecho a porta com força, retiro minha coroa e me jogo na cama. Como ele pôde fazer isso comigo? Eu sei que eu escondia as coisas dele, mas não era nada nesse nível. De tanto chorar, acabo dormindo por exaustão.


Notas Finais


Holy shit! Será que esses dois vão se entender? Tenso.
Então pessoas foi isso, espero que tenham gostado. Tenso, tenso, tenso. Até a próxima ♥️


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