História Amor de contrato (imagine Taehyung ) - Capítulo 39


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Romance
Visualizações 145
Palavras 1.805
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOLTEIII. ...e sei que vocês, admitindo ou não sentiram falta da história 😂😂 afinal ...eu entreguei em um tempo mais curto e meramente acho que o capítulo está maior e realizei um pedido .... (mas não direi de quem)😅😅 enfim aproveitem e até um dia desses 😅😅🌹❤😍🌷

Capítulo 39 - Ainda vale?


Fanfic / Fanfiction Amor de contrato (imagine Taehyung ) - Capítulo 39 - Ainda vale?




Chegamos nas praias do Caribe, iríamos ficar em um quarto com um bela vista para o horizonte, o alojamento era perfeito, não muito grande, decorado minuciosamente em cores calmas e alguns detalhes do próprio mar, dentro da sala havia uma porta de vidro que levava a uma varanda decorada com flores e um pequeno banco de madeira avermelhada no centro das flores, era um ótimo lugar para se aproveitar a vista.  Nosso quarto continha um tom mais quente, de um vermelho e âmbar mesclado, um guarda-roupa enorme, a cama era de um formato redondo com os lençóis de seda azul-marinho e estava cheia de pétalas de rosas, o arcondicionado  estava ligado dando levemente um frescor aquele local. 





S/n olhava tudo em volta com um olhar sério e indiferente, ela e eu ainda estávamos com as vestes do casamento. A garota saiu do quarto se direcionando novamente a sala, sentando logo em seguida no sofá. Nossos presentes de casamento estavam empilhados no canto direito da sala, fazendo aquele espaço quadrado se tonar uma expedição de arte com as cores dos papéis de presente. S/n tirou os sapatos massageando amenamente os pés. Eu a seguia com o olhar, mas nenhum de nós dois pronunciavamos nenhuma palavra.






Entrei no quarto e tirei a gravata e o terno, logo em seguida o sapato. Tinha que dá uma volta, isso séria melhor do que tentar puxar conversa com a S/, já como visivelmente ela não queria minha companhia.



__Vou sair para dá uma olhada no local, você quer vim?__lutei contra o intuito de perguntar isso mas acabei falando, tinha que saber o quanto ela estava zangada pelo tom de sua voz, entretanto, ela simplesmente negou com a cabeça e saiu da sala.






Evitei tentar não ficar magoado pela sua reação, ela não havia me dado nenhuma resposta sobre a carta e nessa altura do campeonato eu já me sentia um idiota por ter escrito e enviado aquele maldito papel.






Caminhei pela beira da praia sentindo aquela areia molhada e gélida tocar meus pés descalços, a noite se aproximava rapidamente, deixando as luzes pratas e incandescente dos bares e dos restaurantes ali perto tomarem contra da iluminação ao redor e a lua com seu brilho resplandecendo o caminho a trilhar na noite escura. Havia vários casais ao redor, alguns já eram de idade e outros eram um pouco mais velhos do que eu, talvez tivessem mais de vinte. As pessoas se aglomeravam perto de algumas fogueiras e cantavam, além se ter vários jovens em bares festejando por alguma coisa.






Caminhei para longe até um local isolado e me sentei olhando para o horizonte na linha da lua, cingi as penas com os braços e respirei fundo, inalando e expirando aquele ar fresco. Pensava no tempo e como ele podia ser mal e ao mesmo tempo tão bom para as pessoas, lembranças tanto de mágoa quanto de felicidade são guardadas a sete chaves no nosso subconsciente que as manda de volta em horas precisas. E naquela brisa suave uma única lágrima rolou sobre minha face e ela era de conformação.






__Olá rapaz, você está bem?__um casal estava em pé próximo a mim com as mãos coladas e os dedos entrelaçados me olhando com um semblante interrogativo.





__estou __falei calmo levantando da areia branca 





__estava chorando? Vimos você no avião, estava com terno e ao lado de outra garota, é sua esposa?__o mais velho perguntou sem exitar 





__sim ela é __continuei no mesmo tom





__vocês brigaram? Sabe as vezes casamentos forçados não são tão ruins já como vi vocês dois sem se falar, julguei ser um arranjo certo?__ele questionou me fazendo tirar um pouco da minha delicadeza






__Não é um arranjo, só estamos em um pequeno conflito __ falei com um olhar pacato, mas por dentro me perguntava "quem esse cara pensa que é? " 






__Hum...Mas para a idade de vocês.....OK então é uma gravidez indesejada__ele estalou os dedos como se chegasse a conclusão exata 






Sem perceber meus olhos foram abrindo um pouco mais, assim como minha boca, não acreditava em tamanha ousadia e minha surpresa tirou minha sensatez 





__Olha, ela não está grávida, eu amo ela, vocês parecem ser pessoas boas, mas quero que entendam uma coisa, "Nossa vida não é da sua conta", agora me dêem licença. Idiotas__sair dali exasperado chutando a terra






Saí para ter sussego e ainda vem dois imbecis me encherem a paciência. Eu queria tanto dá um belo soco naquele cara, mas eu não podia perder o controle, quando começava a bater eu quase nunca consiguia parar, a prova disso era ter mandado dois meninos para um hospital. 






Eu tinha um lado sádico quando se tratava de proteger o que eu julgava certo, mas isso não importava, nada importava agora, eu só sabia que estava voltando para o alojamento e já caia o breu da noite ao longe do horizonte acinzentado.

Abri e fechei a porta lentamente, não queria acordar S/n, caminhei até o quarto, porém ela não estava ali, a procurei no banheiro e na cozinha, a casa estava em total silêncio, em poucas horas meu desespero estava batendo. Será que ela havia saído a essa hora da noite e sozinha?






Fiz mais uma busca pelo resto da casa e meus olhos rapidamente avistaram uma ponta do vestido dela na varanda, ela ainda estava com aquela roupa? E o que fazia sozinha?






Me aproximei em passos curtos e silenciosos e a olhei sentada no banco marrom, ela cruzava os braços em sinal de frio, mas não tremia, seu olhar era fixo nas ondas que quebravam no mar e parecia incrivelmente hipnotizada. 






__S/n? O que está fazendo ainda acordada?__perguntei me aproximando e sentando ao seu lado 






Ela nada falou, apenas encostou a cabeça em meu ombro com os braços ainda cruzados. Passei a parte de trás da mão em seu braço direito, sua pele estava fria.



__S/  vamos entrar, você está congelando__insisti 






O silêncio parecia ser a melhor arma da garota, ela não emitia qualquer som a não ser sua própria respiração.






__Aquí é lindo não é? __ela falou baixo, quase inaudível 





__De fato, Caribe é realmente admirável __concordei__Mas podemos passear pela manhã, o que acha?__indaguei 





__E quem disse que eu quero andar com você __ela falou fria 






Me levantei caminhando até a porta, não queria brigas e nem daria a oportunidade para que ela começasse uma.






__Eu não lembrei __ela murmurou quando eu ia saindo__eu não lembrei na hora da troca de alianças o que você havia escrito e proposto, eu não lembrei, me desculpe__ela sussurrou o pedido 






Fiquei pasmo em ouvir aquelas palavras, ela havia me desarmado de uma só vez.






__Como assim__ me fiz de desentendido 






__Quando o Jeon apareceu eu fiquei nervosa e acabei esquecendo que deveria sorrir para você no altar para aceitar a proposta, um fim para essa nossa guerra seria ótimo__ela se comprimiu um pouco no banco __eu sei que não deveria ser eu, mas aconteceu e eu não quero que nosso casamento seja uma merda__fiquei imaginando o que ela quis dizer com "não deveria ser eu"__mesmo que seja por pouco tempo mais podemos fazer isso funcionar certo?__ela questionou já sabendo a resposta e saiu de cima do banco se aproximando de mim__dizem que o primeiro casamento assim como o primeiro beijo é o que mais significam, meu primeiro beijo foi seu assim como meu corpo__ela olhava diretamente para o chão e segurou meu braço o trazendo para perto de sí__ então será que aquele sorriso ainda vale?__ela levantou o olhar para mim pela primeira vez desde que chegamos, com lágrimas nos olhos e um sorriso torto, mas não era forçado 






Sorri rapidamente chegando um pouco mais perto dela






__E-É que vale amor __falei a abraçando e a levantando no ar __ eu te amo __disse atacando seus lábios enquanto segurava seu rosto com as mãos, a mesma fazia questão de retribuir com o mesmo fervor, sem cancelar o beijo, começamos a andar cegamente até o quarto, onde finalmente o beijo foi cortado.



Direcionei S/n até a frente de um espelho, nos olhando no reflexo, percorri os dedos até o zíper do vestido da garota e o abri lentamente, beijando seu ombro esquerdo no processo, podia senti o corpo dela se arrepiar ao toque, o vestido deslizou do seu corpo facilmente e em um impulso a segurei no colo, a mesma entrelaçou minha cintura com as pernas e eu a levei até a cama a deitando de frente e me afastando para olhar seu corpo quase todo desnudo. Fui até seu pescoço o beijando e deixando pequenas marcas, passei a beijar o resto do seu corpo, descendo pelo queixo, seios, barriga e parando entre suas pernas. Tirei lentamente sua calcinha de renda branca e comecei a brincar com aquele local, os gemidos dela aumentavam conforme o ritmo tomado, quando voltei a beijá-la, ela começou a me despir com minha ajuda, naquela altura nós dois já estávamos excitados demais, puxei S/n para mim e a penetrei lentamente deixando o corpo dela se acostumar com o meu, e logo em seguida comecei investidas lentas, aumentando com um tempo, tudo para não machucá-la. Depois de meia hora nosso suor já era bastante visível, as unhas de S/n arranhavam minhas costas nuas e nossos gemidos eram altos, porém controlados. Quando finalmente chegamos ao clímax, eu caí  ao lado dela arfando e a puxando para mim, ela estava meio trêmula, mas o sorriso bobo em seu rosto era visível. A embalei com os braços e ela passou uma perna por cima da minha encostando a cabeça no meu peito, acariciei lentamente seus cabelos e em pouco tempo já tínhamos pegado no sono.




    




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Pela manhã levantamos às 10:30 com uma luta enorme para tirar ela da cama, o jeito foi pegá-la no colo e a pôr de pé 





__Como se vestiu tão rápido? __ela perguntou me encarando ainda com carinha de sono





__me levantei cedo __disse a respondendo__vai tomar banho eu preparo o nosso café e almoçamos fora se quiser__comentei saindo do quarto





__E dês de quando você sabe cozinhar?__ela falou gritando do banheiro 





__dês de quando eu fui morar sozinho em Seoul __falei óbvio 






Alguns minutos depois ela saiu do quarto vindo em direção a cozinha, eu estava atrás de um balcão fazendo nosso café e ela veio para perto de mim, só então percebi que ela estava apenas com uma calcinha e blusa social branca, puxei um riso meio malicioso sabendo a intenção dela e voltei a me concentrar em preparar uma omelete. Um abraço em minha cintura me fez parar, olhei para ela de canto e a mesma apenas acrescentou um pequeno beijo estalado no meu rosto e deu a volta se sentando no banco do balcão.

Ela ficou me observando cozinhar em silêncio, mas com um sorriso acolhedor o tempo todo no rosto. 







Nossa viagem seria de duas semanas e pelo visto, essas seriam as semanas mais loucas da nossa vida, pelo menos eu espero que elas possam ser boas para nós dois.





Notas Finais


Gente assim como engenheiros do havaii (um dia desses, num desses encontros casuais, talvez a gente se encontre, talvez a gente encontre explicação......Talvez eu diga, minha amiga, pra ser sincera, prazer em vê-la, até mais)...🎵🎶😉🌹 ....https://www.spiritfanfiction.com/historia/a-mentira-13455018


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