História Amor de infância (malec) - Capítulo 26


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Raphael Santiago, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Alec, Gay, Instrumentos Mortais, Magnus, Malec, Shadowhunter
Visualizações 186
Palavras 985
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Cap pequeno eu sei, mas o tempo também estava então...

Comentem e favoritem, ajuda muito ❤

Capítulo 26 - Flor negra



Magnus odiava a correria. 

Acordou cedo e mesmo assim estava atrasado. Tinha compromissos alem da conta.

Tomou um café correndo e saiu de carro para o seu proximo compromisso com investidores. Depois do compromisso foi para o hospital pois um dos pacientes havia pegado uma doença de um dos medicos e com toda a certeza eles seriam processados. Bufou ao sair da sala onde estavam estipulando o dinheiro do processo, e pois seu jaleco. 

Correu até o escritorio para pegar seu crachá na gaveta e pode ver seu celular sobre a mesa. Fechou a gaveta com muita calma e pegou o aparelho com receio de haver alguma mensagem ruim para piorar seu dia.

Mas foi pior ainda.. Não tinha mensagem nenhuma. Nem mesmo de Alec.

Isso o incomodava de diversas formas. Fazia dois dias que Alec não respondia suas mensagens ou pelo menos dava sinal de vida. Nessas horas até aquele certinho basico já o deixaria feliz. 

Alec, por favor fale comigo. Eu soube do Robert e quero saber como você está. Me ligue assim que possível, te amo. Magnus

Largou o celular novamente e fechou os olhos por um momento para tentar lembrar o gosto dos beijos de Alec, precisava lembrar para continuar ativo. E então saiu correndo para a ala infantil. 

Sim, Magnus ainda estava no caso do pequeno Max.

Por mas que nunca tivera conhecido Max, sabia que a morte do gemeo de Izzy ainda não havia cicatrizado em seus olhos azuis. Max foi como um tiro certeiro na família toda de quem amava, então quando escutou esse nome saindo da boca de uma criança que o fascinava tanto.. Sem dúvidas havia mexido consigo.

- Otimas notícias, meu pequeno arqueólogo! - Magnus falou com voz de narrador. O menino largou o livro de dinossauro e encarou Magnus com atenção- Você não está mais com risco de nada! Vai poder seguir sua expedição como deve ser.

Max riu e sentou na cama onde Magnus estava indo sentar também. 

- Então eu posso sair?

- Na verdade não. - O menino arqueou a sobrancelha e Magnus riu - Você ainda não está 100%, está mais para uns 70%.

- Eu estava com 70% ontem! - O menino indagou - To achando que esse download ta travado.

Magnus bagunçou os cabelos negros de Max e sorrio largo. Ele era muito inteligente para aquela idade.

- Daqui a alguns dias você vai pode sair daqui e eu me certificarei de que você vá para um ótimo orfanato.

Max revirou seus olhos verdes.

- Eu sei me virar sozinho.

- Mas querendo ou não você precisa de uma familia. 

O menino bufou e voltou a se deitar, ficando de costas para Magnus, que suspirou tristemente. 

Magnus se levantou com calma e deixou um beijo no ombro de Max.

- Eu também vou me certificar que você ficará com uma ótima família. 

Comigo.

E então saiu.


.../\...


O cemitério..

Um lugar morbito onde hospeda pessoas que já não sorriem ou respiram. Um lugar onde só em você chegar, já basta para se sentir sujo e - mesmo ainda vivo - se sentir morto, de corpo e alma.

Alec deu um passo a frente.

Izzy deu um passo a frente.

Ambos tiveram uma a visão de uma lapide de pedra. Cada um sorrio minimamente enquanto uma lagrima teimosa conseguiu escapar e escorria pelo rosto angelical dos Lightwoods, até encontrar o chão, onde foi absorvido até encontrar o corpo por onde pisavam.

Izzy olhou para o lado ao encontro de Alec.

Alec olhou para o lado ao encontro de Izzy.

Mas nenhum dos dois se viram. 

Estavam em cemitérios diferentes, em cidades diferentes. 

Alec não concordou com as palavras citadas por Izzy: "Querendo ou não, ele te criou então devias ver o pior dele como ele viu o seu melhor". No primeiro momento isso o fez pensar, mas logo descartou qualquer possibilidade de encarar quem o mentiu e negligenciou durante anos, preferia estar morto do que ir ver a morte de quem sempre desejou.. Sim, Alec já desejou a morte de Robert, cada vez que a mão do mais velho o atingia e quem chorava era sua mãe. Poderia se sentir egoista por isso, porem não se sentia. Todo mundo tem seu lado sombrio, esse era o Alec.

Deu uns passos atrás e se sentou num banco em frente as - agora pela visão que tinha da longa distancia - duas lápides. 

Jace Herondale | Clarissa Morgenstern

Colocou seus cotovelos sobre os joelhos e passou suas mãos no rosto. 

- Agora com a morte de Valentine, Magnus ficou responsavel pelo corpo da Clary - Alec comentou sorrindo - e eu pensei que ela gostaria de ficar com a unica pessoa que já a amou então ai está, agora vocês podem serem felizes juntos por toda a eternidade.. - Suspirou e girou a cabeça - Ainda não caiu a fixa.. - Sussurrou - JACE COMO VOCÊ PODE TER SIDO TÃO IMATURO?! - Gritou enquanto as lagrimas o atingirão. 

- Alexander, você deveria saber que não se deve nunca culpar o morto. - Falou Magnus, vindo em sua direção. Ele estava com um sobretudo preto e as mãos estavam por dentro do bolso e o sorriso era menimo. Alec o encarou e deu espaço para que ele sentasse - Você devia ter me avisado que estava em Nova York. 

Magnus se sentou e colocou sua mão por cima da coxa de Alec, fazendo carinho. Alec desviou o olhar e continuou encarando as lapides junto com Magnus.

- Eu não queria te incomodar. - Disse limpando as lágrimas. O vento bateu sobre eles e Alec estremeceu. - Como você descobriu que eu tava aqui? - questionou sem nenhuma emoção aparente.

- Eu vim ver se já tinham cuidado da transferência da Clarissa e então eu vi uma linda flor preta com detralhes azuis angustiado, e devo acrescentar, gritando com mortos. - Alec riu. 

- Senti sua falta. - Confessou depois de segundos de silêncio. 

- Também senti a sua. - Magnus sorrio largo e apoiou sua cabeça no ombro da tal flor.




Notas Finais


Comentem e favoritem, ajuda muito ❤

Acho que mais uns 4 ou 5 cap e essa linda historia chega ao fim 💔


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