1. Spirit Fanfics >
  2. Amor de outra vida >
  3. Prólogo

História Amor de outra vida - Capítulo 1


Escrita por: e jujuSM


Notas do Autor


terminar uma fic ninguém quer né? kkkk gente, não joguem pedras por favor kkkk.
bom, eu não resisti e ainda mais com esse projeto aki que nasceu com a @JujuSM linda e só ela sabe o quanto a gnte postergou antes de achar nossa linha de raciocínio, mas agora tá fluindo.
Bom, explicando algumas coisas.
essa fic se passa pós guerra alguns anos, the last não existiu aqui, mas temos surpresas a frente é claro. Naruhina precisara que mais que um empurrãozinho, e... claro que nosso aprendiz de ero-sennin tá com a corda toda.
esperamos de coração que vcs gostem, estamos escrevendo a finco cada capitulo e ainda vamos organizar a forma de atualização dessa aki.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Amor de outra vida - Capítulo 1 - Prólogo

“Algum dia vamos aumentar o nível do sentimento desconhecido não reivindicado

Por qualquer coisa existente, e dar um beijo ao próprio tempo

Mesmo sendo provocado pela quinta dimensão,

Eu ainda vou procurar o seu caminho

Então vamos escolher nosso sinal secreto para quando nos encontrarmos novamente”

 

 

Ela puxou o zíper de seu colete verde padrão o fechando em seu corpo completamente. Abriu alguns bolsos como se conferindo seu arsenal ali guardado. Ajeitou os punhos de sua blusa preta de mangas longas que usava por baixo e ajustou a gola alta da mesma. Parou naqueles curtos instante e os olhos perolados então focaram na longa peça vermelha aberta sobre seu futton - que àquela hora do dia estava muito bem arrumado e impecável-; um cachecol muito bem tricotado por ela mesma. Uma peça especial da qual ela colocou não apenas dedicação, mas todo o seu coração e sentimentos a fim de faze-los alcançar um certo ninja de Konoha, mas infelizmente tal peça jamais chegou as mãos daquele que possuía inteiramente seu coração.

Motivo?

Bom, havia se passado pouco mais de quatro anos da quarta grande guerra ninja e as coisas simplesmente tomaram rumos. Naruto havia feito sua “última” grande investida numa certa ninja médica de cabelos róseos e essa deixou claro que seus sentimentos estariam focados apenas no Uchiha, mesmo que esse estivesse preso logo após a guerra, e que já havia decidido trilhar um caminho afastado de Konoha quando sua pena acabasse. O problema aconteceu justamente depois disso, porque Naruto não era mais o ninja que ninguém ligava, ele agora era o herói e como tal, não fora difícil ter fãs e tietes, e bem, com elas o ego do loiro ganhou outras dimensões, e... Digamos, ele havia descoberto que tal título dava grandes benefícios e aprendeu a usufruir de tais. Porque tentar amenizar tal pensamento? Naruto havia se tornado um galinha de primeira, um pegador sem qualquer remorso e que como tal deixava claro a sua posição de solteiro convicto, afinal, se não poderia ter o coração da ninja que ele amava, nenhuma outra o importava. Acontecia que Hinata, que ainda tinha fé de que talvez seus sentimentos o alcançasse, dedicou-se a fazer aquela peça vermelha, e quando o festival de Rinne finalmente chegou, ela o embrulhou com carinho e cuidado e procurou pelo ninja para então confessa-lo seus mais sinceros e puros sentimentos, mas dera de cara com uma loira pendurada no pescoço dele em frente ao prédio que ele morava e estavam tão entranhados que Hinata talvez nem soubesse dizer onde a garota começava e Naruto terminava. Conformada, ela apenas deu as costas e perdeu a coragem de ir adiante com aquilo. E como uma garota doce e de sentimento genuíno ela apenas rezou pela felicidade do seu verdadeiro amor. Ela sofreu, claro que sofreu, ela sentiu o coração partido, mas se havia algo que ela acreditava era que o amor não aprisionava, que não era egoísta.

Ela então focou sua energia em outra coisa, mas mentiria se dissesse que não deixava de velar pelo loiro que era completamente apaixonada, talvez não fosse tão altruísta quanto imaginava e houvesse ainda egoísmo de sua parte sim, porque bem lá no seu íntimo, bem trançadinho e escondidinho ainda havia a maldita esperança que dizia que: se ele não havia se casado ou se apaixonado, então restava esperança, e ela sabia que era ingenuidade de sua parte acreditar que um dia Naruto simplesmente despertaria e olharia para ela e a enxergaria finalmente ou acreditar que ele a estenderia a mão e finalmente estaria lado a lado dele.

—Quanta bobagem, Hinata Hyuuga! – ela mesma se corrigiu e negou com a cabeça. As mãos pálidas e delicadas pegaram o cachecol sobre a cama e ela o dobrou cuidadosamente e guardou na mesma embalagem o escondendo novamente no fundo da gaveta do pesado móvel de madeira em seu quarto.

Lembrou-se das palavras de Hanabi no dia que ia confessar-se a Naruto: “Talvez, em vez de o dar esse cachecol, você deveria se vestir de maneira mais chique!”

Bom, se comparada as mulheres que sempre acompanhavam o Uzumaki, Hinata sabia que era bem... Comportada? Bom, seria comportada.

As bochechas coraram e ela suspirou fechando a gaveta e alcançando seu coldre de ferramentas da qual ela prendeu firmemente em sua coxa direita. Ela focou-se em seu espelho e ajeitou os cabelos os escovando uma última vez, pegou sua mochila e saiu porta a fora deixando seu cantinho para trás, cantinho esse que era minimalista e extremamente organizado. Tudo tinha um lugar e as cores incorporadas a madeira eram claras e suaves como a dona dos olhos pratas, fora o ar romântico que havia em cada toque seu. Ao lado de sua cama sempre ficava um jarro com seus amados girassóis, as vezes colocava lírios pois o perfume sempre a agradava e claro, fotos. Eram lembranças preciosas afinal.  

Já do lado de fora, no casarão principal Hyuuga, tudo era absolutamente silencioso. Ela conseguia ouvir ao passar pelas janelas o som dos pássaros cantando ao lado de fora. Estava um clima fresco, embora um pouco próximo do frio já que a estação de outono estava a porta. Silenciosa, ela desceu as escadas e percorreu os corredores do lugar, algo que qualquer morador daquela casa o fazia sem dificuldades, sabiam os caminhos de cor e salteado, mais para qualquer um que viesse de fora, mais pareceria um labirinto e certamente se perderia ali.

A Hyuuga primogênita alcançou a sala pessoal do líder do clã onde havia móveis simplistas e muito bem feitos, e no centro havia uma grande mesa de refeição da qual era ocupada naquele momento por seu pai Hiashi e por sua irmã caçula Hanabi, que ajoelhados em seiza, tomavam o dejejum prontos para começar o treinamento avançado da mais nova logo mais.

Hinata curvou-se e cumprimentou o patriarca da família.

Ohayo, Otou-san, imouto! (bom-dia, pai, irmãzinha)

Hanabi, no auge dos quinze anos, abriu um sorriso com notório orgulho vendo sua irmã usando seu uniforme de Jounin. Sabia e reconhecia os feitos e esforços da irmã, principalmente depois da guerra, aliás, todo o clã Hyuuga os reconhecia.

—Bom dia, Nee-chan! Está saindo em missão novamente? – perguntou com grande euforia e curiosidade, sua intensidade invasiva demais, sempre causava uma certa irritação no pai pelo seu comportamento, o que acontecia naquele exato instante já que a adolescente quase subiu sobre e mesa de refeição pendendo-se animosa em direção a Hinata que estava em pé diante deles.

Pigarreando, o Hyuuga mais velho alertou:

—Hanabi, contenha-se.

Ela recolheu-se e deu um sorrisinho.

—Desculpe, tousan!   

Hinata balançou com suavidade a mão frente ao rosto em um gesto típico segurando o riso por igual.

—Eu vou sair em missão. Antes que pergunte, Otousan, não tem prazo de fim. Estou indo além da fronteira de Suna.

Os olhos de Hanabi arregalaram-se brilhando.

—E-eu... Fui incumbida de liderar a equipe dessa vez – disse e sentiu um leve ardor nas bochechas que já haviam ficado notoriamente rosadas.

Mantendo a concentração em seu chá, Hiashi o soprou e levou aos lábios apreciando o sabor e com os olhos ainda fechados disse:

—Tenho certeza que se sairá muito bem. É uma ninja centrada, forte e muito organizada.

As bochechas dela rosaram-se mais, o coração aqueceu-se e encheu-se de confiança. A nova jornada paternal de Hiashi ainda a surpreendia, mas em vez de guardar qualquer sentimento ruim, Hinata permitia-se apenas sentir e viver aquele momento, aqueles, na verdade. A vida era curta demais para cultivar sentimentos ruins e a prova disso era Neji.

—Obrigada...

—Não agradeça, só... Seja uma Hyuuga perfeita e me encha de orgulho como tem feito.

Ela curvou-se e segurou-se para não chorar, era terrível ser sentimental, mas com aquilo? Bom, ninguém era de ferro.

Sem mais perder tempo, ela virou-se e deslizou a porta principal para sair, virou o rosto apenas e com um sorriso disse:

Ittekimasu (Estou indo!)

Em uníssono, pai e filha responderam:

— Itterasshai (Vai com cuidado!)

 

...

 

No portão sul de Konoha, ela não tardou a se encontrar com os outros membros de sua equipe que era composta por mais dois jounins de alto nível e com habilidades que complementavam a da Hyuuga. Diferente do seu time principal oito, ela atuava por diversas vezes com outros membros em equipes montadas especificamente, e fora assim que Hinata aprendeu a ser flexível e também a ajudou muito a lidar com a timidez e seu problema de sociabilidade com outras pessoas.

Ali estava Ayato e hajiki, ambos eram um pouco mais novos que Hinata, mas muito eficientes. Eles eram notórios rastreadores, mas enquanto Ayato era tendido a ninjutsu, Hajiki era em kenjutsu e carregava consigo espadas duplas curvas presas em suas costas. Hinata além de líder da missão, era rastreadora eximia, possuía habilidades médicas básicas e era mestre em taijutsu o que era fundamental para tal missão já que não tinham total conhecimento das eficiências do inimigo.

—Hinata-senpai! – cumprimentaram ambos quando ela chegou. Uma rápida troca de conversa e ela abriu o pergaminho dado da missão formando assim a tática inicial deles, antes da partida.

— Temos uma missão de Rank-S, ela é secreta porque o risco de informações vazarem poderia comprometer a missão - começou Hinata, ela posicionou no chão o mapa e todos acocorados agora seguiam a instrução dela que apontava. – Estaremos partindo para a fronteira do país dos pássaros, estaremos nos limites de Suna, então perto demais do deserto de todo modo. Nossa missão é localizar exatamente, interceptar e capturar com vida um pequeno grupo de fugitivos, eles são... Nukenins, então precisamos de todo o cuidado, não temos conhecimento quanto as habilidades, eles são altamente perigosos e procurados pelo país do fogo por crimes contra a nação. Estamos lidando com o grupo Mujina.

Os olhos dos dois abriram em espanto. Depois da guerra, o grupo de ninjas transgressores começou a ganhar destaque, crimes perfeitos e uma ameaça a nova era de paz.

—Hinata-senpai, tem conhecimento de quantos são? – questionou Ayato.

—A informação de nossa inteligência é que são seis suspeitos – ela espalhou as fotos dos mesmos – esse aqui possui uma habilidade incrível com kenjutsu, por isso...

O outro consentiu.

—E é basicamente o que temos – concluiu ela recolhendo o material e guardando novamente – nosso destino é a aproximadamente oito dias daqui, é um território desconhecido, estaremos invadindo uma fronteira nova, foi uma ação autorizada pela aliança shinobi e possivelmente haverá outros grupos para interceptação.

—Porque, Hinata-senpai?

—Todas as informações que temos, por mais que pareçam seguras, são desencontradas. Podemos estar indo direto para uma armadilha.

Os olhos perolados transmitiam força e confiança, juntamente uma grande determinação, confiava na equipe e nas habilidades dos mesmos, bem como confiava na liderança de Konoha.

—Vamos! – comandou dando início a jornada.

 

(...)

 

Em um conjunto de moradias de baixo custo em Konoha, mais especificamente em um certo apartamento, o sol que vinha do Leste deixou seus raios despejar luz nascente direta sobre os olhos fechados de um certo loiro que dormia pesadamente em sua cama. Seu corpo repousava nu e apenas sobre as pernas corria o lençol que era quase todo tomado por sua acompanhante na cama.

Ele abriu os olhos atordoado.

—Merda! – resmungou levando a mão a cabeça e levantando o corpo de uma vez só. Caíra na mesma besteira de beber demais na noite anterior.

Um dos olhos fechou-se enquanto o outro buscava foco e logo enxergou o despertador sobre a mesinha e isso terminou por o desestabilizar e empurrou-se de uma vez para fora da cama. Pisou de mal jeito em uma das muitas garrafas de saquê espalhados pelo chão do quarto e caiu no chão com um alto estrondo que fizera a parceira erguer o corpo acordando desnorteada por igual da cama, essa puxou o lençol para si, e Naruto com um pulo rápido ficou em pé novamente. O corpo nu e adulto, exibia a excelente forma física do jovem shinobi, e isso somada a aparência bonita do loiro de olhos azuis que havia se tornado alto, o tornava extremamente atraente e sexy.

—Kuso!  – praguejou irritado – nunca mais tomo tanto saquê! – passou as mãos pelo rosto e logo focou na garota de cabelos castanhos e olhos esverdeados que o encarava, aliás, a ele não, ao seu corpo.

Uma garota deveras atraente com belas curvas e muita flexibilidade... O meio sorriso malicioso brotou nos lábios de Naruto que logo balançou a cabeça negando. Estava atrasado já, e aquilo o distrairia demais.

—Já acordou? – ele ouviu a voz manhosa dela seguido de um biquinho e isso o fez rosnar internamente se lembrando o que aquela boquinha fizera na noite anterior, e lembrar daquilo não era bom, porque seu amigão lá em baixo não colaboraria com seu atraso.

Inferno! Praguejou em grito dentro de sua mente.

—Ehhh... Já. – Desconversou desviando o olhar do corpo semi nu a sua frente e tateando uma toalha para tomar um banho – bem... Eu... Tenho trabalho, sabe? Muito... Muito trabalho! – estava sendo cretino e muito rude dispensando ela daquela forma? Bom, estava, mais foda-se, ela sabia onde estava se metendo, e pelo visto não se importava nem um pouco visto que aquilo repetia-se frequentemente, aliás, não apenas com ela.

A garota mordeu suavemente os lábios ao apreciar o loiro de costas, tinha que admitir que ele tinha uma bela traseira, bom, isso e um... Melhor não pensar.

—Como futuro Hokage? – perguntou ela prolongando aquilo, com sorte ele estenderia o convite de uma noite para duas, embora ela nunca tenha conseguido de fato se deitar com Naruto duas noites seguidas, era uma das suas regras estupidas, para ele isso causava apego.

Ele virou-se e sorriu meio sem jeito. Talvez precisasse ser rude pra valer, algo como: “acabamos, você foi uma delícia, mas agora pode ir embora!”

—Pervertido! Virou o velho tarado do seu mestre? – A voz de Kurama o despertou.

Os olhos arregalaram-se e ele quase gargalhou.

—É! Como... Futuro Hokage. Então... Humm... Saika...

—Suki! – ela o corrigiu meio zangada.

Ele pigarreou enquanto Kurama gargalhava.

—Suki. Eu preciso de privacidade, a noite foi ótima, você é... Linda, incrível e tem... Muita agilidade – a garota retira o lençol de si ficando de joelhos sobre a cama tocando os seios medianos e fazendo uma face provocante o que atraiu os olhos azuis de imediato.

—Tá atrasado, baka! – disse Kurama.

Ela riu maliciosa.

—M-muito... Linda... E... G-gostosa. – Merda, estava duro. Buscou a razão em desespero, não queria mais bronca. – Enfim, eu preciso trabalhar e...

—Você também é muito, muito gostoso, Naruto-kun – o tom de voz dela era provocante, mas aquele Naruto-kun? Aquilo deu um estalo em sua mente, era como se algo adormecido ali tentasse despertar, mas ele não sabia exatamente o que, aquele sufixo nos lábios dela o incomodou tanto – poderíamos... Nos divertir mais, não acha?

Ele olhou para o relógio. Estava duro como o inferno e já atrasado. Bom, o que era uma bronca a mais? Já iria levar mesmo. Sem perder mais tempo ele avançou para a garota que deu um gritinho ao ser derrubada sobre a cama novamente e ter o herói de Konoha agarrando seus seios com ferocidade e os chupando sem dó.

 

...

 

Quando ele entrou naquela sala mesmo sem bater na porta, os olhos tanto de Kakashi, quanto os de Shikamaru recaíram acusadores sobre ele.

—Está atrasado! – rosnou Shikamaru.

Coçando a cabeça sem jeito e com um bom humor típico de quem não achava nada demais, ele justificou-se:

—Foi mal, me desculpem o atraso, é que me perdi no caminho da vinda.

A cara de incredulidade e irritação de Kakashi era notória por seu pupilo e aluno nem ter se dado ao trabalho de inventar uma desculpa de fato, e o irritou ainda mais por ele usar uma das suas típicas desculpas do passado.

—Inacreditável! – disse Shikamaru colocando as mãos no bolso e negando com a cabeça enquanto Naruto sorria desavergonhado pelo ato mentiroso.

—Bom, vamos continuar, da próxima vez bata antes de entrar – resmungou Kakashi e nesse momento Shikamaru voltou a dar informações do que estava acontecendo somando as que Kakashi já possuía. Então todos na sala ficaram a par da situação.

—Espera, mandaram um grupo de captura e nem me colocaram, dattebayo? – exaltou-se escandalosamente, Naruto.

—Isso é problemático. – disse Shikamaru coçando a cabeça – você não deveria ir no grupo, está em treinamento e suas missões são...

—um saco! – ele cruzou os braços.

—Diplomáticas – enfatizou Kakashi – ou... Extremas.

Naruto calou-se emburrado voltando a ouvir.

—Mandamos um grupo de interceptação para capturar o grupo, houveram encontros com outros ninjas da aliança. Há muita informação contraditória e... Felizmente, nossa equipe rastreadora é excelente, conseguiram ficar no encalço no grupo.

—Pegaram eles? – pediu Naruto, curioso.

—Infelizmente não – disse Kakashi.

—Hã?!

—O último contato que tivemos do nosso grupo foi a quatro dias, e isso já dentro do país dos vulcões.

Os olhos do loiro arregalaram-se, estavam bem longe de casa, era fato. Por um instante odiou ser deixado de fora de tal missão, mas percebeu o agravante de tal informação. Seus companheiros estavam em terra desconhecida que não havia acordo diplomático com a aliança ninja e muito menos qualquer informação descente, e isso somado a um grupo perigoso que perseguiam e a falta de contato não era bom sinal.

—Eles precisam de resgate? – pressupôs de forma perspicaz, deixando claro que ao menos aprendendo de fato, ele estava.

Os dedos de Kakashi enlaçaram-se sobre a mesa frente ao queixo, ele focou-se a frente e ponderou antes de falar:

—Acho que algo está errado, uma equipe de Suna conseguiu prender dois integrantes do grupo juntamente com os nossos, eles devem chegar em um dia aqui em Konoha trazendo os mesmo para interrogatórios e julgamento, mas depois disso, a nossa equipe seguiu atrás do bando principal e foi ai que o contato perdeu-se totalmente.

—Deixa eu adivinhar? Quer que eu faça isso? – Naruto deu um meio sorriso.

—Não seja arrogante!

—Sou apenas bom no que faço. – disse Naruto dando de ombros, e ambos, Shikamaru e Kakashi reviraram os olhos enquanto Naruto dava pequenos pulinhos animados como se buscasse se aquecer para uma luta.

A verdade é que seu sangue fervia animado por finalmente ter uma missão de campo de verdade depois de um longo tempo sem.

—Será montado um grupo ofensivo de captura e rastreamento e lógico, um possível resgate. Você, Sai, e mais dois jounins.

—Eu posso ir sozinho!

—Trabalho em equipe. – Reforçou Kakashi

Relaxando, mas contrariado, Naruto cruzou os braços novamente.

—Ok. Quando eu vou então, ‘tebbayo?

—Hoje, assim que o sol atingir o pico. Prepare-se, e Naruto... Comporte-se, estará liderando a missão

—Sério? – abriu um imenso sorriso.

—Vamos ver o que aprendeu até agora.

 


Notas Finais


Se gostaram da ideia, adicionem na biblioteca e aos favoritos para receberem as notificações e atualização.
comentem também o que acharam.
bjus xuxus :3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...