História Amor de Verão - Isulio - Capítulo 6


Escrita por:

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Categorias Bia
Tags Isulio
Visualizações 128
Palavras 4.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa imagem não tem nada a ver com o capítulo, porém eu precisava expor ela em todos os cantos e daqui a pouco eu prego na minha testa.
GENTE que capítulo maravilhoso é esse? eu senti de tudo nele, de tristeza a felicidade, de emoção a euforia, caralho, CARALHO DISNEY NUNCA TE CRITIQUEI, que beijo perfeito foi aquele? Ele dizendo que ama ela, ela dizendo que o amor deles é inevitável e eu só sei dizer BIA E MANUEL ESTÃO NAMORANDO!!!!!! nunca fui tão feliz num episódio. Por um momento eu senti que ele ia embora, mas meu coração encheu de alegria quando ele chamou ela e disse que esperaria por ela a vida toda. Outra coisa que foi linda: reencontro de Bia e Helena, fiquei meio mal pq pareceu que Bia nn reconheceu a irmã e está um pouco claro que ela vai dizer que é a professora de piano do Manuel, mas mesmo assim, estou criando expectativas. Paula contou justo ao Alex a vdd sobre o Manuel ser irmão dele e do Vitor, tenho quase certeza que ele não vai achar bom. Laix chegando na festa, achei que eles iriam estragar o festival, mas fizeram pior, só quero saber o que eles vão fazer com todas aquelas informações. 2020 VEM DE PRESSA, VAMOS MORRER!
Enfim, me empolguei, mas sério, o quanto Disney Bia transmite amor é brincadeira. Eles mostram que o melhor de tudo é sermos diferentes e que cada um tem seu jeitinho especial de ser e que isso não é um problema. Uma das melhores séries da Disney, falo isso com tranquilidade, Disney Bia vai longe e todos do elenco também! Segunda temporada vai ser melhor ainda, sei disso!

Voltando ao capítulo, está chegando na reta final da fic :\ porém, digo que tem coisa nova vindo rs
Essa capítulo tem hot HAHAHAHA sei que vcs amam e eu tento escrever do melhor jeito possível, espero que gostem <3
Uma coisa que define Isulio nessa fanfic é: intensidade. vocês vão sentir isso nesse capítulo.
boa leitura <3

Capítulo 6 - Ultrapassando limites


Fanfic / Fanfiction Amor de Verão - Isulio - Capítulo 6 - Ultrapassando limites

De noite, Julio e eu estávamos esparramados na cama. De barriga para cima, depois de ter comido vários tacos e apostado quem comia mais. Agora, estávamos os dois cheios e custando a respirar.

- Acho que eu ganhei. – ele disse, com a voz abafada por custar a respirar.

- Acho que fui eu, hein. – e assim caímos na gargalhada por sermos tão infantis.

- Depois dessa eu vou ficar umas três semanas sem comer. – ele disse, o que me fez gargalhar.

- Que nem aquela vez que a gente foi pra Espanha visitar sua mãe e você comeu tanta Tortilla que ficou os próximos dias reclamando de dor no estômago. – eu comentei entre risos.

- Ou aquela vez que a gente foi para o Brasil e quase morremos de tanto comer feijoada, apostando quem comia mais. – ele disse e foi o estopim, eu gargalhava tanto relembrando as cenas que sentia minha barriga doer.

- Lembra aquela vez que fomos viajar para a Irlanda, que tinha aquele rio e a Agus conseguiu cair nele e o André ficou desesperado. – eu relembrei, sentindo as lembranças invadirem minha mente. Aquilo havia sido icônico, André queria chamar a ambulância, enquanto Agustina ria por ser tão desastrada.

- Lembro sim. Guido e você rindo, eu e André tentando tirar ela de lá, porque ele estava desesperado. – ele disse, se relembrando também. – Se lembra daquela vez que fomos ao boliche e você foi parar no meio da pista, achando que era a bola? – ele disse, gargalhando alto e eu acabei por rir também.

- A bola que é pesada demais!

- Ou você que é fraca e pequena demais. – caçoou e eu lhe mostrei o dedo do meio.

- Momentos inesquecíveis. Jamais vou esquecer. – suspirei encantada. Os cinco tinham me ensinado que tudo fica calmo quando você está do lado de quem ama. Os meus cinco cabeças duras, os meus cinco imbecis e retardados. Não os trocaria por nada no mundo.

- Nem eu. Nós cinco somos uma trupe. Tô sentindo falta do Guido aqui. – Julio disse, enquanto estávamos os dois olhando para o teto.

- Somos inseparáveis, não é? Achei que depois que terminássemos o ensino médio, ia cada um para o lado e olha nós aqui, numa viagem juntos, uma de milhões. – eu disse. Minha mãe sempre me dizia que amizades de escola não duravam, que depois de tudo cada um ia para um canto, mas com nós cinco foi diferente, nunca deixamos de nos ver.

- Também achei que íamos nos separar. Mais ainda bem que não. Eu gosto muito de ficar perto de você. – ele soltou, e eu senti minhas bochechas corarem e meu coração palpitou.

- Eu também. – e assim, nos olhamos e sorrimos. Parecia até cena de filme. Nossa, cala a boca, Isabela.

Sua respiração se juntou com a minha e eu suspirei entre seus lábios quando eles encontraram os meus. Suas mãos agarraram minha cintura e eu fui direto para os seus cabelos. Eu amava os cabelos dele, era meio inevitável não querer bagunça-los.

Soltei um risinho entre o beijo quando ele desceu suas mãos até minha bunda, uma parte de mim que acredito que ele gosta muito.

- Caralho, Isabela. Eu sou vidrado no seu beijo. Por que mesmo a gente não se beijou antes? – perguntou e eu ri.

- Você não pediu. – dei de ombros e ele arregalou leve os olhos.

- Então quer dizer que se eu tivesse pedido, você teria me beijado? – assenti e dei em ombros mais uma vez. – Sou um filho da puta mesmo! – gargalhei.

- Por que ao invés de você ficar reclamando que não fez antes, fizesse agora para compensar o tempo que perdeu? – eu soltei com meu melhor sorriso malicioso e ele retribui o sorriso, grudando de forma desesperada nossos lábios e ele agarrou firme minhas coxas, fiquei em suas coxas, com uma perna de cada lado do seu corpo.

Fui mais atrevida e desci minhas mãos até a barra da sua camiseta, querendo arrancá-la de maneira rápida do seu corpo e assim, ele separou nossos lábios, ajudando-me a jogar aquela peça no chão. Admirei o seu físico e mordi os lábios. Julio, meu filho, ser gostoso assim devia ser crime.

- Vai ficar só olhando? – ele perguntou soltando uma risadinha convencida. Não me importava de ser pega no flagra. Julio é do tipo que sabe que é bonito e que todas as meninas desejam ele.  

- Vai sonhando. – agarrei seus cabelos e rebolei em seu colo, arfei sentindo sua ereção pressionada a minha virilha.

- Puta merda. – o palavrão que saiu da sua boca foi tão súbito que eu acho que nem ele mesmo se deu conta do que soltou.

Julio me pegou pela bunda com certa força, me fazendo ter que entrelaçar as pernas na altura do seu quadril, ao mesmo tempo que sugou minha língua com fome, fazendo arrepios descerem pela minha boca e me intimidade escorrer, de tão molhada que estava. Julio me surpreende, transamos o dia inteiro, sem exceção, desde o almoço e mesmo assim, não me sinto cansada, só o desejo mais e mais.

Senti quando ele me colocou sentada na escrivaninha do quarto do Hotel. Eu não o liberei do aperto em sua cintura, apenas o puxei mais contra o meio de minhas pernas. Levei minhas mãos até sua nuca, acariciando seus cabelos, que como citados antes, amo bagunçar. Chupei seu lóbulo antes de ir acariciando a pele de seu maxilar com a língua até chegar ao canto da boca. Contornei seu lábio com minha língua, observando-o me olhar com os olhos semicerrados de prazer. Sorri maliciosamente para ele, que bufou impaciente e rapidamente levou uma das suas mãos ao meu pescoço e a outra às minhas costas, me apertando e chocando meu rosto com força contra o seu. Seus lábios me consumiam com ferocidade e selvageria, ele estava descontrolado e eu sabia disso, eu o pedi para que fizéssemos sexo mais lento desde a hora do almoço, para que eu pudesse senti-lo melhor e sabia que agora seria do jeito dele.

Minhas unhas fincavam sua pele, enquanto ele tentava se colar ainda mais em mim, algo que parecia impossível. Sua língua lutava contra a minha até que ele apoiou suas mãos na mesa ao lado de minhas coxas e afastou seu peitoral do meu, mordendo meu lábio inferior e afastando sua cabeça lentamente para trás, me torturando.

Quando abri os olhos, encontrei sua expressão das piores intenções e seu sorriso maroto, eu respirei fundo e alto, fazendo com que ele risse baixinho e levantasse suas mãos até minhas panturrilhas que estavam presas atrás de suas pernas. Não entendi o porquê de ele estar se afastando até que ele se abaixou e ficou de joelhos à minha frente, ainda me olhando com aquele sorriso no rosto. Eu o olhava confusa, mas apoiei minhas duas mãos na mesa, enquanto esperava pelo que ele pretendia fazer. Finalmente levou suas mãos até o pé de minha perna exposta, por estar só com uma blusa dele, levantou meus joelhos e apoiou minha panturrilha em seu ombro. Seus dedos massageavam meu pé enquanto ele roçava seus lábios em minha perna. Eu já começava a enxergar tudo com dificuldade, meus olhos semicerrados. Sorriu para mim mais uma vez e dei um beijo em meu tornozelo. Suas mãos massageavam a sola do meu pé enquanto delicadamente seus dentes arranhavam a parte de cima. Ele voltou a apoiá-lo em seu ombro enquanto levava a ponta de seus dedos até o começo da minha coxa. Descia somente roçando seu toque pela pele de toda a extensão de minha perna, me instigando, me excitando, como ele havia feito demais nessas férias, da maneira que ele gostava. Minha respiração começava a ficar exageradamente audível. Com o sorriso mais malicioso, ele se movimentou, indo em direção a minha outra perna. Fez o mesmo ritual, apoiou minha panturrilha em seu outro ombro e beijou toda a extensão da minha pele. A ponta de seus dedos começou a deslizar e subir pela perna que ainda estava em seu ombro. Julio acariciava minha coxa pela parte externa, direcionando-se para parte externa, direcionando-se para a parte interna enquanto apertava fortemente ali. Com um suspiro, ele separou minhas coxas e posicionou-se o mais perto possível das minhas pernas, fazendo-me engolir em seco. Minha calcinha de renda preta parecia ser a única coisa no momento que interessava aos seus olhos famintos. Ele colocou meus joelhos em cima de seus ombros, aumentando ainda mais nosso contato. Minha respiração acelerava enquanto eu observava seus movimentos lentos.

Julio depositou um beijo na parte interior de minha coxa enquanto apertava minha cintura com suas mãos. Sugou a pele de minha coxa e então mordeu-a com força fazendo com que eu levasse uma de suas mãos aos seus cabelos na nuca, arranhando-o em resposta. Como se quisesse me torturar de todas as formas possíveis, ele começou a passar sua língua pela alça da minha calcinha. Vendo meu corpo responder ao seu toque quando me mexi, ele levantou seus olhos até os meus e umedeceu seus lábios, para me enlouquece, porque sabia que isso mexia comigo. Eu gemi, como ele esperava. Ele sorriu e começou a acariciar meu ventre, onde a calcinha começava, com sua língua. Minhas mãos apertavam a mesa, meus dentes capturando meu lábio inferior para evitar mais gemidos. Julio não se contentava que eu perdesse o controle, ele gostava de ultrapassar meus limites. Eu não tinha limites, todos que eu pensava que tinha antes dessa viagem até o 504, ele havia os ultrapassado. Materializando meu pensamento, ele beijou a pele do lado da alça da minha calcinha e a ponta de sua língua voltou a acompanhar a extremidade do tecido, porém, desta vez ele ia descendo pela borda em direção a minha virilha. Eu não consegui evitar e fechei fortemente meus olhos, tombando a cabeça com tamanho formigamento que me atingia. Ele descia e subia, lambendo minha virilha, até que imperceptivelmente, eu senti sua língua roçar na renda de minha calcinha, atingindo meu sexo. Ele roçou a ponta de sua língua sobre a renda desde minha entrada até meu clitóris. Quando alcançou-o, deu ali um beijo molhado, sugando-me por sobre a renda que roçava molhada em mim. Eu não sabia se aguentaria, mas precisava voltar à observá-lo. Julio começou a arranhar meu clitóris com seus dentes e então mordeu ali levemente, levando sua cabeça para trás e a renda junto em seus dentes. Soltou-a, mas levou sua mão até meu sexo puxando a calcinha toda para o lado e segurando com seu indicador, finalmente me expondo para o contato direto em minha intimidade.

Ele gostava de me ver tremendo com seus toques, de me fazer pedir por mais. Por isso todos os movimentos eram lentos, se eu não estivesse o observando, poderia até ficar em dúvida se sua língua realmente me tocava, ou eu apenas imaginava aquilo. Ele tocava meu clitóris com a ponta de sua língua, fazendo círculos. Eu começava a deixar escapar suspiros e grunhidos. Desceu até minha entrada e ele subitamente se tornou selvagem, me beijando e me sugando, enterrando a língua o máximo que podia em minha entrada. Minhas mãos foram parar em seu cabelo, puxando com força sua cabeça mais contra mim. Ele voltou ao meu clitóris, desta vez do jeito que eu precisava: sugando e beijando com força. Deixou que seus dentes roçassem em mim, enquanto me dava leves mordidas e logo voltava a me sugar, fazendo círculos com a língua. Eu gemia alto, submissa e enlouquecida. Meus dentes já machucavam meu lábio inferior, tamanha a força quando eu o mordia. Julio subiu sua mão que ainda estava em minha cintura até meu lábio inferior, acariciando-o. Quando eu separei meus lábios em êxtase, ele colocou seu dedo dentro de minha boca e minha excitação era tanta que eu não hesitei em chupá-lo. Ele tirou-o de minha boca e sua cabeça se afastou de meu sexo. Antes que eu pudesse reclamar, olhou fundo em meus olhos, queimando-me com seu olhar, enquanto colocava o dedo molhado em minha entrada. Gritei assim que ele me penetrou e, antes que eu pudesse me recuperar, ele já estava de pé à minha frente, mordendo seu lábio inferior enquanto movia seu dedo em meu interior. Sem conseguir apenas observar minhas expressões de prazer, Julio voltou a me beijar com ferocidade. Desceu seus beijos para meu pescoço. Lambia, mordia. Ele não tinha dó de mim. O ritmo de sua penetração continuava, e com o trabalho magnífico que ele exercia com sua língua eu meu pescoço, eu sabia que não aguentaria mais por muito tempo. Foi por isso que eu quase morri quando ele sussurrou roucamente contra meu pescoço:

- Ainda não.

Para meu horror e desespero, ele retirou seu dedo de meu interior, e eu me assustei quando ouvi o som apelativo em minha voz.

- Você vai me matar. Por favor...

- Desculpa, Isabela, mas eu estou salivando por isso e sinto que não os prestigiei da forma correta.

Dito isso, suas mãos se dirigiram até a barra da sua camiseta que eu trajava e puxou-a pelos meus braços. Meus seios foram expostos e ele soltou um grunhido ao vê-los totalmente empinados para seus olhos castanhos que pareciam ter ficados mais escuros, tamanha intensidade e tesão.

Ele levou uma mão para as minhas costas me segurando enquanto abocanhava meu seio direito, e a sua outra mão acariciava e apertava o esquerdo. Ele sugava o bico de meu seio com força, lambendo-o e arranhando-o com os dentes. Eu já não aguentava mais tamanho desejo que sentia dele. Não querendo esperar mais, eu o empurrei pelos ombros para trás e ele me olhava com a sobrancelha arqueada em confusão, pelo fato de ter perdido contato com meus seios, até que desci da mesa em um pulo.

- Eu quero você. – repeti aquela frase pela segunda vez naquele dia.

Eu arqueei minha sobrancelha, rolando os olhos por todo o seu corpo. Me aproximei dele e encaminhei minhas mãos para sua barriga. Eu arranhava de leve sua pele com minhas unhas, sentindo-o tremer contra mim, enquanto me olhava com os olhos nublados de excitação. Fui subindo meu toque até seu peitoral forte e depois direcionei minhas mãos pelas suas costas, sabendo que ficariam marcas. Abaixei meu rosto na altura de seu umbigo e deixei que meus lábios roçassem em seu corpo, subindo por seu peitoral enquanto aproximava e encostava meu corpo mais ao seu, de forma que meus seios também começavam a roçar em sua pele, endurecendo meus mamilos com o contato. Ele suspirou alto e abaixou seus olhos para observar o roçar de meus seios em seu peitoral. Sorri maliciosamente para ele e dirigi meus lábios para seu pescoço. Eu beijava toda sua extensão, intoxicada e faminta pela mistura que sua pele exalava: seu perfume amadeirado misturado com seu cheiro natural que me excitava mais ainda. Seu corpo em minha boca era o mesmo que tomar do manjar dos deuses. Minha língua passeava com liberdade em seu pescoço delicioso enquanto eu deixava que minhas unhas descessem de seus ombros para suas costas, arranhando-o devagar. Parei no cós de sua calça de moletom e comecei a movimentar meus lábios por seu tronco. Deixei que meus dentes arranhassem a pele abaixo de seu umbigo e passei a ponta de minha língua de um lado a outro de sua barriga. Sorri quando a senti contrair pelo meu toque. Levantei meu rosto e o encontrei ainda me encarando fixamente. Segurei firme o elástico de seu moletom, puxando-o para baixo, conferindo a cor da sua boxer: preta, amo quando ele usa essa cor. Voltei a encostar meus lábios nos seus ao mesmo tempo em que minha mão tocava sua boxer e conteúdo ereto nela. Acho que Julio deveria agradecer a Deus por ser muito bem dotado. Movi lentamente minha mão sobre o tecido e Julio soltou sua respiração forte dentro de minha boca. Apertei levemente seu membro, dando a ele um pouco do contato que precisava. Mordi seu lábio inferior e puxei-o devagar de forma simultânea com o fato de minha mão adentrar sua boxer. Julio urrou assim que minha mão tocou seu membro quente. Deslizei meus dedos por toda sua extensão, apertando-o novamente. Rocei a ponta de meu indicador na cabeça de seu membro, fazendo círculos, e eu já podia sentir seu membro latejando em minha mão. Voltei a acariciar sua base, arranhando quase imperceptivelmente com minhas unhas. Subitamente, ele levou suas mãos para meus seios, apertando-os fortemente enquanto começava a se mover, me fazendo dar passos para trás junto com ele. Quando senti minhas pernas baterem contra a cama, retirei minha mão de dentro de sua boxer e a puxei com força para baixo, tirando ela e a calça ao mesmo tempo. Encarei a imponência de seu membro ereto à minha frente, fazendo com que eu ruborizasse levemente ao sentir queimando de desejo entre as pernas.

- Eu já esperei demais.

Julio me acordou do transe em que eu estava enquanto apreciava suas incríveis qualidades físicas. Postou suas mãos em minha cintura e me empurrou contra a cama macia, caindo sobre mim, posicionando-se ajoelhado entre minhas pernas. Surpreendeu-me quando rasgou as alças de minha calcinha, jogando-a longe.

Ele voltou a me olhar incendiosamente e empurrou meu corpo para cima, me posicionando corretamente na cama. Esticou-se sobre meu corpo em direção à cabeceira da cama onde tinha umas camisinhas que havíamos deixado ali, movimento que fez com que seu membro duro roçasse em meu sexo quente, fazendo-me urrar. Voltou com a camisinha e entregou-a para mim. Eu me senti poderosa quando notei suas mãos trêmulas. Julio era um rei com as garotas e eu havia dormido com três ou quatro caras na minha vida, então eu me achava quando ele se descontrolava desse jeito.

- Eu estou descontrolado... – Julio justificou-se e eu sorri enquanto rasgava o pacote com meus dentes. Era bom saber que eu causava isso nele.

Ele voltou a me observar com olhos nublados de tesão enquanto eu descia a camisinha por seu membro.

- Finalmente.

Mal terminou de urrar a palavra, Julio investiu forte e fundo. Arqueei minhas costas enquanto gemíamos em uníssono com o contato. Tirou seu membro quase todo de dentro de mim e colocou-o até o fim novamente. Ele repetia o processo de forma compassada, fazendo com que eu fincasse minhas unhas em seu ombro e gemesse em seu ouvido. Seus lábios macios buscaram os meus, e automaticamente dei passagem para sua língua ir de encontro à minha. Periodicamente eu interrompia o beijo para sussurrar pedindo por mais velocidade, e Julio me atendia. O ritmo estava rápido e forte, e eu já começava a querer apertá-lo internamente. Cravei minhas unhas em suas costas quando ele pareceu desacelerar seus movimentos. Eu gemia torturada contra seus lábios. Ele sorriu meio ao beijo e, para piorar a situação, começou a rebolar lentamente. Entrava, rebolava e saía de forma duplamente devagar. Eu empurrava meu quadril contra o seu, tentando voltar para o ritmo acelerado, mas isso só fazia com que ele roçasse mais lentamente em mim ao rebolar com seu membro em meu interior. Minhas mãos começaram a tremer e eu interrompi nosso beijo para implorá-lo.

- Peña... – pausei meu pedido para gemer alto quando ele me penetrou de novo. – Acaba logo com isso...

Eu cuspi as palavras de forma tão fraca e necessitada, que não tinha certeza se era possível que ele tivesse me escutado. Tentando demonstrar melhor minha súplica, levantei uma de minhas coxas e a levei contra seu quadril, empurrando-o de encontro ao meu, ao mesmo tempo em que eu arqueava minhas costas, roçando meus seios e minha barriga já empapadas de suor contra seu peitoral. Finalmente consegui descontrolá-lo novamente, pois ele levou sua mão até meu joelho em seu quadril, empurrou-o para cima, colocando-me em uma posição que aumentava o contato entre nossas intimidades. Ele agora investia contra mim sem parar, fundo e forte. Lambeu a ponta de seu indicador e levou-o ao meu seio esquerdo, acariciando e apertando meu mamilo. Meus gemidos já podiam ser considerados gritos e eu via meu clímax próximo. Após mais três investidas, joguei minha cabeça contra o colchão e apertei meus olhos, urrando o nome dele enquanto sentia meu corpo apertando-o internamente inúmeras vezes. Isso pareceu ser o bastante para ele, que deixou suas unhas fincarem minha coxa suspensa enquanto liberava-se dentro de mim.

Julio enterrou sua cabeça em meu pescoço até conseguirmos recuperar nossas respirações ofegantes. Eu acariciava os cabelos suados de sua nuca. Quando estávamos mais controlados, ele deu alguns beijos em meu pescoço antes de levar sua mão à minha testa, tirando os cabelos colados ali. Fechei meus olhos, aproveitando seu carinho, até que senti ele se retirar de dentro de mim. Abri meus olhos e contemplei-o ir até o banheiro para livrar-se do preservativo, provavelmente.

Quando voltou, ele se deitou ao meu lado da cama e me puxou para seu peito. Julio era um cafajeste, conseguia ser safado e eu ao mesmo tempo fofo, ele era perfeito, eu nunca havia entendido o que ele tinha de tão bom que todas caíam aos pés dele, além da sua beleza invejável, agora entendo o porquê. Ele é bom em tudo que faz.

No colegial, todas as meninas vinham me pedir o número dele, pelo fato de sermos amigos, Agustina e eu estávamos cansadas de surgirem umas meninas do esgoto para perguntarem se Julio estava solteiro. Até André era alvo delas, que sempre perguntavam para ele se Julio podia sair com uma delas, Guido não ficava de fora. E agora eu sei bem o porquê e fico feliz por isso.

- No que tanto pensa? – perguntou tirando-me do meu transe e eu o olhei, percebendo que ele havia nos coberto com o lençol branco e aberto as cortinas que fechavam os vidros. Eu não ligava muito, ele sempre fechava quando transávamos, porque sabia que me incomodava, então quando ele abria, eu não me importava, sabendo que eu estava coberta e meus seios amassados em seu peitoral, e que o quarto do vizinho estava todo apagado.

- Em como você é idiota. – ele arregalou os olhos e eu ri. – Brincadeira.

- Ufa, que susto. – soltou o ar e eu gargalhei. – Já ia me armar, você com raiva chega a dar medo.

- Haha, não chega não. – emburrei.

- Chega sim. Quando a gente brigava eu tinha medo de você. – ele confessou soltando uma risadinha.

- Que bom saber disso. – rimos e o silêncio se instalou.

- Isa, por que você não voltou para o Brasil? – ele perguntou, olhando-me curioso enquanto eu acariciava seus cabelos.

 - Não sei. – respondi sincera. – Eu ia ficar só por um ano, mas acabei gostando muito da Argentina e das pessoas de lá.

- De mim, principalmente. – ele se gabou e eu ri.

- Não, do Esteban. – caçoei.

Esteban era meu ex namorado, ficamos juntos por um tempo, ele parecia perfeito no início, mas depois começou a ficar possessivo e Agustina me ajudou a sair desse relacionamento abusivo, junto a André, Guido e Julio que quebraram ele na porrada, já que os três me tratavam como a irmãzinha caçula. Confesso que foi difícil me afastar dele, porque por mais que ele havia virado um imbecil, eu gostava dele, ele havia sido um ponto forte para que eu ficasse na Argentina.

- Credo em cruz. Esse cara era um babaca. Eu tinha te avisado que ele não prestava, você não acreditou em mim. – ele disse e eu suspirei.

- Eu sei. – fechei os olhos com força, voltando a abri-los em seguida. – É que, ele foi importante, sinto que eu gostava de verdade dele. Fico feliz que tenha acabado aquela fase ruim e agradeço a vocês por isso. Nunca contei isso para Agus e nem para nenhum de vocês. Mas ele me procurou umas semanas depois e me pediu perdão. – Julio me olhava sério e eu suspirei. – e eu aceitei.

- Você o quê?

- Tente entender, ele foi importante para mim, de verdade. – ele desviou o olhar do meu e eu o forcei a me olhar. – Não que eu vá a voltar com ele, mas perdoei para ficar livre.

- Tudo bem. Te entendo.

- Tem certeza? – beijei seu queixo.

- Tenho. – suspirou e encostou nossos lábios, num selinho demorado.

- Mas voltando a sua pergunta. Eu amo a Argentina, não vou negar que amo o meu país de origem e que o Brasil é perfeito. Não vou negar também que sinto saudade dos meus pais, da comidinha brasileira ou dos meus amigos de lá, mas amo morar na Argentina e sinto que não vou sair de lá tão cedo.

- Que bom. Temos muitas posições para treinar ainda. – sorriu malicioso e eu lhe dei um tapinha.

- Você não cansa? – perguntei e ele negou, sorrindo inocente.

- Nem um pouco. Você ultrapassa os meus limites, Souza. 


Notas Finais


esse foi um dos maiores capítulos que escrevi, tô orgulhosa de mim.
espero de verdade que vcs gostem!
até mais, pessoal <3


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