História Amor de Verão - Capítulo 5


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Categorias BtoB, Red Velvet
Personagens Joy, Personagens Originais, Sungjae
Tags Adolescente, Amor, Amor De Verão, Btob, Joy, Kimleah04, Parque, Red Velvet, Romance, Sungjae, Sungjoy, Verão
Visualizações 6
Palavras 775
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey. 😶 Olha só quem tomou vergonha na cara e voltou? *corre das pedras
Fui dar uma olhada no meu histórico de versões do wattpad (aliás onde estão a maioria se não todos os meus rascunhos) e a última versão desse capítulo é do dia 24 de maio 😶
Misericórdia

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Capítulo 5 - 05 - Insistência



- Sooyoung-sshi... por favor abra essa porta. - a voz levemente rouca que vinha do outro lado provocou um arrepio em Sooyoung.

O que era ridículo, considerando que mal se viam. No entanto, a madeira gasta não era suficiente para evitar que as palavras dele chegassem até ela.

- Sooyoung... - chamou-a novamente,tornando a bater, provocando-lhe uma pontada dolorida na cabeça.

Provavelmente, se ele soubesse que estava com a cabeça colada à estrutura, parasse de martelar em seu ouvido. Mas não pretendia lhe dar o gostinho de saber que a afetava tanto que precisava ouvir suas palavras, para ter certeza de que aquulo tudo era real.

Ele estava ali.

Ele estava ali, de verdade. Não era sua mente lhe pregando uma peça, como acreditara que estivesse acontecendo ao se ver cara a cara com ele, na lavanderia. O reconhecera imediatamente. Não era como se pudesse esquecer tão rápido um rosto tão malditamente bonito.

O reconhecera.

E ele a reconhecera também. E a perseguira incansavelmente quando, num reflexo da pura vergonha de tê-lo ali, de repente, tão perto, saíra em disparada da área de serviço, tropeçando nos degraus da escada e batendo o ombro no portal, na sua corrida desesperada para se trancar dentro de casa.

Inclusive ali, naquele instante, sentia o pulsar dolorido do choque contra a madeira; não tivera tempo para providenciar um curativo. Bastou que terminasse de trancar a porta para ouvir a primeira batida.

Mais uma vez, julgou que fosse algum tipo de alucinação. Mas então ele a chamara. Chamara-a pelo nome.
Foi então que sua ficha caiu. E o desespero aumentou.

Não teve coragem de mandá-lo ir embora, muito menos forças para se afastar da maçaneta. Resolveu esperar. Esperar, que ele se desse conta de que não, em hipótese nenhuma abriria a porta,e fosse embora por si só.

Certamente não aguentará ficar plantado por muito tempo. Logo irá embora...

Mas ele não foi. Contrariando todas as suas expectativas, ele permaneceu ali. Tornou a chamá-la. A bater. E a receber o nada como resposta.
E lá se iam quase uma hora e meia.
Como podia ser tão teimoso? Não conseguia entender um recado tão simples? Ela não iria abrir!

- Sooyoung. Abra. Logo. Essa. Porta. Eu sei que você está aí. - vociferou, interrompendo os devaneios da garota do outro lado da porta. - Abra logo isto ou...

- Ou o quê? - foi sua resposta, ácida. A irritação lhe corria pelas veias. Que direito tinha ele de se por plantado em sua porta, chamar-lhe por horas à fio e ainda ousar lhe fazer ameaças?!

Aguardou, pelo que pareceram séculos, antes que um suspiro de alívio a alcançasse através da madeira.

- Graças à Deus. Já estava pensando que teria de arrombar esta porta em busca do seu corpo. - franziu o cenho. Que diabos ele estava falando?

- O quê?

- Sooyoung... Abra essa porta. Precisamos conversar. - respondeu ele, ignorando seu questionamento confuso, retomando o tema de antes.

- Não vou abrir nada. E não temos nada que conversar. - rebateu, tentando transparecer firmeza. Não tinha nada que conversar com ele. - Não nos conhecemos. Não temos nada do que tratar.

- Se é assim, abra essa porta e deixe que eu me apresente. - sua fala soou carregada, impaciente e irônica. Uma mistura de tudo. - Se não abrir, vai me obrigar a passar a noite aqui. O que seria uma crueldade considerando que o piso está sujo e as farpas acabariam me perfurando. - os cantos dos lábios da Park tremeram, sinalizando a ameaça de um sorriso. O resmungo inconformado e irritado dele contrastava de maneira gritante com seu timbre de voz nas falas anteriores.

Ele parecia um velho rabugento.

Ponderou por um instante - e sua consciência prontamente a condenou por o estar fazendo.

Está, mesmo, considerando a hipótese de abrir sua porta para um estranho?

Não era um estranho. O havia conhecido. No parque. Não havia?

Pode ser um traficante de órgãos e não sabes. Arriscaria um dos seus rins por ele?

Tinha lido em algum lugar que só precisava de um dos órgãos para viver...

De toda forma, que grande mal poderia haver? O havia visto, admirado e contatado. E fora rechaça-da. Mas agora ele estava ali, e parecia pronto para esclarecer toda a confusão daquela tarde...

O máximo que poderia lhe ocorrer era ser dispensada... de novo.

Inspirou fundo, girando a chave uma vez em seu eixo, levando a mão à maçaneta. Sabia que, daquele momento em diante, algo aconteceria, e que se o permitisse entrar em sua casa, em sua vida, não haveria mais volta.

Mas já era tarde demais. Girou a tranca, e abriu a porta.

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