História AMOR DE VERÃO - Capítulo 11


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CHEGUEEEEI

Capítulo 11 - CAPÍTULO 11- A TURMA E A FULGA


Fanfic / Fanfiction AMOR DE VERÃO - Capítulo 11 - CAPÍTULO 11- A TURMA E A FULGA


MÔNICA ON

Sabe aquele momento em que você se sente imponente? Que você se sente fraca? Ai, que raiva! Como eu odeio me sentir assim! Eu não sou fraca! Mas eu... Eu não posso me irritar, tenho que pensar no bebê, mas meu coração parece quase sair pela boca e todo esse nervosismo pode fazer mal a ele.

Andode um lado para o outro no meu quarto, não conseguo ficar quieta, até porque depois de toda confusão que houve aqui em casa não tenho como me acalmar simplesmente. - Ouço alguém bater na minha porta.

- Quem é? - pergunto desconfiando que poderia ser meus pais.-

 Amor, sou eu! Abre a porta rápido.

- Cebola!? - Abri a porta rapidamente e ele entrou no meu quarto e eu o abracei com desespero, o beijei enquanto lágrimas corriam pelo meu rosto.

- C-como você entrou aqui? Meu pai e-ele...- queria continuar, mas fui interrompida.

- Xiiiu!! - Ele pôs o dedo dele em meus lábios - Arrume as malas, pois vamos para Itália! Sua mãe ela falou comigo e ela me pediu que eu te levasse. Ela vai nos dar suporte para criarmos nosso bebê.
Seus pais saíram, então arrume suas coisas antes que voltem, pois seu pai não sabe que vamos.

- Só meu pai que não sabe que vamos?

- É- É uma longa história! Vamos logo, depois eu te explico.

Senti uma dor fina na minha barriga quando me virei que me fez soltar um pequeno gemido de dor.

- Mô, tudo bem? - Ele veio e segurou em meus ombros, e logo me levantei devagar e tranquilamente o respondi.

- Tudo bem! Deve ter sido só um mal jeito que eu dei. Vou arrumar minhas coisas.

- Eu vou te ajudar.

-------(...)-------

Tempos depois de terminarmos de arrumar a mala, nós saimos de casa com meu coração partido. Apesar de tudo já estava com saudade dos meus pais e me sentia muito assustada de ter que enfrentar uma vida a distância deles.


DONA LUIZA


Ai meu Deus! Será que eles já saíram? Preciso que o Cebola me retorne minhas mensagens, o Souza já está estranhando eu ter pedido uma sobremesa, nunca pedimos nada assim...

- Você parece nervosa. - Ele me disse tirando minha concentração de meus pensamentos.

- E estou! Essa sobremesa que não chega - Falei disfarçando olhando para todos os cantos do restaurante fingido estar procurando o garçom.

- Não parece ser por isso que você está nervosa. Você está me escondendo alguma coisa?

- Souza... Por favor, ne!?! Eu nunca fiz isso não seria agora que eu iria começar.

- Alguma coisa pra mim está errado. Vamos! - Ele se levantou da mesa e puxou as chaves do carro que estava sobre a mesa - Vamos pra casa!

- A sobremesa! Desculpe-me a demora para atendê-los. A cozinha está uma correria só, estamos com muitos clientes hoje! - Salvos pelo garçom. Ai que sorte, meu Deus!

- Obrigada, querido. Vamos comer amor?

Suspeitando ainda, Souza se sentou na cadeira novamente, e pegou o prato olhando fixo para mim. Ralmente ele está desconfiando de algo.

De repente meu celular vibra e vejo:

Mensagem de Cebola: Já saímos!

Solto um suspiro e uma lágrima desce no canto do meu rosto, e com um sorriso disfarçado olho pela janela do restaurante e a saudade da minha filha começa a bater.


MÔNICA ON


Cebola e eu andávamos pelo bairro do limoeiro em plena noite. Somente nós dois de mãos dadas, se não estivéssemos quase correndo de pressa para ninguém nos ver, e a ocasião fosse outra, seria um encontro bem romântico. Pegamos um caminho até a casa da Magali, mas não entendi muito bem o porquê se a casa do Cê ficava pro outro lado.

- Cê, o que viemos fazer aqui? - perguntei estranhando.

- Pera aí.. - ele bateu na porta e pude ouvir a Magali responder: "já vai!"

Ela abriu a porta e estava de malas arrumadas e dando um beijo e abraço em seus pais.

- Se cuida, filhinha! - Falou o seu Carlito - Nos ligue assim que chegar lá ouviu? Transferimos um dinheiro para sua conta, mas caso precise de mais nesse tempo nos avise viu!

- Tá certo pai! Pode ficar despreocupado vai dar tudo certo.

- Tchau, meu amor! - A mãe dela deu um abraço e um beijo em sua testa - Já estamos morrendo de saudade.

- Também, mãe - Ela os abraçou novamente e saiu de casa cheia de malas na mão.

- Maga? V- VOCÊ...- Tentei falar

- Eu vou com vocês! Não vou deixar você sozinha nessa amiga. Sua mãe falou com meus pais e eles estão cientes de tudo que está acontecendo e vão nos ajudar o máximo possível também.

- Pera, minha mãe fez o quê?? - já estava assustada.

- Eu disse que a história ela longa - Respondeu Cebola olhando para os lados, logo um carro encostou na casa da Magali e quando o vidro desceu lá estava Cascão, Denise e Titi dentro.

- Vamos lá galera!! A Itália nos espera. - ele gritou nos chamando para dentro do carro.

- Pera aí, vocês convocaram toda a turma pra viajar? - Perguntei surpresa

- Todos possíveis para te apoiar e te ajudar, muitos aqui no bairro estão apoiando vocês dois - disse Magali - sua mãe falou com muita gente. Nós vamos estar com você!

- Alô, gatas!! Pelo amor né? Quero chegar logo na Itália abalando fofas. Italianos gatos estão esperando Denise lá, então vamos logo!! - Rimos e entramos no carro.

- Magali, você falou com a Marina? - perguntou Cebola do banco da frente para Magali que estava sentada atrás.

- Ela e o Franja já estão no aeroporto, o Xaveco, a Cascuda e a Carmem já estão chegando lá.

Eu não acreditava que tanta gente estava saindo de suas casas para me apoiar, me ajudar...

- Todos vão viajar? - perguntei.

- Sim! Todos nós estamos do seu lado. - Falou Cascão.

E assim a turma se ajuntou no aeroporto às 3:00hs da manhã. Estávamos entrando para a sala de embarque quando olho para trás e vejo meu pai subindo as escadas rolantes atrás de nós furioso.

- Gente, meu pai!! Entrem logo!!

- Calma, Mô! Ainda estamos passando o cartão de embarque.  - Respondeu Magali.

- Magali, meu pai! - Ela olhou para trás e o viu nos procurando por todo lado.

- Eu tenho uma ideia! - Ela passou na frente das três pessoas que estavam na minha frente - Gente, é que essa moça está grávida e precisa passar logo. Vocês cedem por favor seu lugar rapidinho? - Todos concordaram e eu passei. Cebola olhou para a Magali como se questionasse o que estava acontecendo e ela sinalizou com os olhos para meu pai que estava já vindo para a fila de embarque e quando ele olhou entendeu e ascentiu com a cabeça.

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Tempos depois já estávamos todos dentro da sala de embarque e em seguida na aeronave, me emociona ver tantos amigos meus dentro de um avião indo viajar só para me ajudar.


DONA LUÍZA


- Ai, meu Deus, agora o Souza não vai descansar enquanto não achar a Mônica! - Ele entrou no carro e bateu a porta tão forte que pensei que ela se partiria em duas metades.

- Cadê a Mônica? Luíza! Cadê a Mônica?

- Souza..

- Ela viajou, não foi? - ele estava muito bravo - Você sabia! Você sabia! Por isso quis me segurar no restaurante. Você armou tudo isso para ela fugir de casa!

- Eu queria ver minha filha feliz, e assim vai ser!

- Você não deveria ter feito isso! O que você espera agora?

- Justamente o que lhe disse, que ela seja feliz! Então você pode já ir pra casa porque agora não tem mais jeito, ela já viajou!

Ele empurrou a buzina com raiva, e se pôs a dirigir.

SOUZA

Não vai ficar assim. Eu vou buscar minha filha e ela vai voltar pra casa, e esquecer essa história de ter bebê!


Notas Finais


Quase uma novela mexicana, não é amores? Mas calmaaaa. Até a próxima!


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