História Amor Desajeitado (Romance Gay) - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Gay, Gravidez Masculina, Londres 19, Mpreg, Novela Gay, Romance Gay
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Capítulo 08


Fanfic / Fanfiction Amor Desajeitado (Romance Gay) - Capítulo 8 - Capítulo 08

Pov. Alison

Acordei com um sorriso no rosto me lembrando de ontem a noite, que tive coragem de chamar o Edward só pelo nome dele e também da minha declaração velada.

Me levantei animado e fui tomar o café da manhã com a Amélia e meu pai.

- Você parece mais feliz hoje. O que aconteceu? - a Amélia perguntou quando me sentei na mesa.

- Eu só estou feliz - falei tanto de ombros e me sentando a mesa com eles.

- Sei - a Amélia disse sorrindo com segundas intenções e começamos a comer em silêncio.

No meio do café da manhã, as flores do noivo da Amélia chegaram e logo em seguida as do Edward também chegaram.

No começo da tarde, o Edward chegou e pediu um momento para falar com o meu pai enquanto isto, eu fui fazer o chá com a Amélia, mais ficamos ouvindo a conversa deles.

- Eu queria marcar a data do casamento - o Edward falou para o meu pai.

- Sim, já está na hora. Amanhã iremos na igreja - meu pai disse concordando e eu e a Amélia entrámos logo em seguida.

Troquei um olhar rápido com o Edward sorrindo discretamente me sentando para tomarmos o chá.

Umas duas horas depois que o Edward foi embora, o noivo do Amélia, Gabriel, chegou, ele era o filho de um comerciante de pequeno-medio porte.

Eu tinha ouvido o meu pai e os pais dele, discutindo sobre juntar os negócios, assim meu pai poderia sair do vermelho e pagar a dívida do banco.

Ele ficou por algum tempo e depois foi embora também, quando mais conhecia ele, mais via que ele era um bom rapaz para a Amélia.

No dia seguinte, o meu pai foi de manhã, depois do café da manhã, na igreja com o Edward marcar a data do casamento.

- Você está bem Alison? - minha irmã me perguntou quando me viu andando pela sala impaciente.

- Não, estou muito nervoso. O papai esta na igreja agora marcando a data do meu casamento. Eu pensei que isto nunca ia acontecer - falei me sentando ansioso e ficando meio melancólico no final.

- Por que? - perguntou como se fosse um absurdo se sentando do meu lado.

- Bom, não sou delicado, nem cozinho bem e sou desastrado - falei meio sem jeito.

- Você é incrível, muito bonito e gentil também, e você cozinha mais ou menos bem. Você cuidou de mim quando a mamãe morreu, tenho certeza que você será um esposo e pai maravilhoso - disse tentando me animar e me abraçando forte no final.

Fiquei emocionado abraçando ela forte também, assim que nos separamos a porta foi aberta e o nosso pai entrou na sala.

- Já marcamos a data. Será daqui a um mês e meio - o meu pai disse se sentando na poltrona.

- Entendido - falei sentindo borboletas dançando na minha barriga.

- Vamos ter que já começar agora preparar as coisas - a Amélia disse e concordei com ela e começamos a discutir sobre os convidados, a recepção depois do casamento, o enxoval de casamento, os ternos e etc.

De tarde o Edward apareceu para a sua visita diário e me deu a lista de convidados dele, com os familiares e amigos dele que ele queria no casamento.

No dia seguinte eu comecei a fazer os convites e manda-los e também já comecei a fazer o enxoval de casamento.

Os dias foram se passando e faltava só mais duas semanas para o casamento, quando acordei no meio da noite para beber água e vi meu pai sentado na poltrona olhando para a lareira.

- Papai? Algum problema? - perguntei me aproximando dele.

- Não, nem um. Só estava pensando como está casa ficará vazia quando você e sua irmã se forem - ele disse olhando para algum lugar longe e concordei - Você gosta do Edward, Alison?

- Sim, eu gosto muito dele - falei sorrindo envergonhado, e ele concordou, subi para o meu quarto de novo, até esquecido da água.

Mais fiquei pensando no que meu pai tinha falado e fiquei distraído o dia todo, pensando nas palavras do meu pai.

- Algum problema? - o Edward perguntou na sua visita diário e percebeu que eu estava meio distante.

- Só estava pensando que depois que me casar, minha irmã também, meu pai irá ficar sozinho - falei e ele concordou, alguns minutos depois ele pediu licença e se levantou indo até o meu pai, que estava na outra sala.

- Senhor Roberts posso falar com você? - o Edward perguntou sério e formal.

- Claro - o meu pai falou e o Edward concordou se sentando de frente para ele - Do que se trata?

- Eu estava pensando, o senhor tem uma casa muito grande, seria algum incomodo se eu e o Alison morassemos aqui depois do casamento? Eu vou estar trabalhando muito e não queria deixar o Alison sozinho por tanto tempo

- Claro... Claro! Vocês podem morar aqui o tempo que precisarem - meu pai disse com um tom de voz alegre na voz e eu também fiquei feliz, pelo Edward ter feito isto por mim e não ter que deixar meu pai sozinho.

- Muito obrigado senhor Roberts - o Edward disse cumprimentando o meu pai e se levantando.

Depois ele foi embora e eu continuei tentando fazer o resto do enxoval, com um sorriso no rosto.

Os dias seguintes se passaram depressa com todos os preparativos do casamento.

O Alfred veio me visitar umas três vezes deste mês, já que ele sabia que eu estava ocupado com todos os arranjos do casamento.

Mais eu sempre ouvia ele falando feliz sobre o noivado dele com o Connor, mais ele ainda não estavam começando em marcar a data do casamento, queriam se conhecer um pouco mais.

O Edward veio me visitar um dia antes do dia do casamento, mais eu estava tão nervoso que nem conseguia conversar com ele direito, meu estômago estava tanto voltas de ansiedade.

- Até amanhã - ele disse com um sorriso discreto, beijando minha mão.

- Até - falei com um sorriso feliz enquanto ele saía pela porta, pensando que aquela seria a última vez que íamos fazer isto, por que amanhã estaríamos casados.

Continua....



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