História Amor é amor! (Sebaek) - Capítulo 1


Escrita por: e Lunaizzz

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Sehun
Tags Baekhyun, Exo, Sebaek, Sehun
Visualizações 24
Palavras 2.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi!
Tudo bem?
Vim aqui com mais uma fic, que acabou de sair do forno!
Esse capítulo foi escrito pela @Lunaizzz !
Esperamos que gostem!
Boa leitura, e até as notas finais!

Capítulo 1 - 1


Fanfic / Fanfiction Amor é amor! (Sebaek) - Capítulo 1 - 1

1779, Seoul 


 Finalmente o outono havia chegado. A pequena cidade era invadida por folhas de todos os tamanhos em tom de laranja. O vento soprava frio. O frio gostoso e aconchegante do outono. Era de fato uma bela cena. 

 Tais pensamentos rodeavam Byun BaekHyun, enquanto estava ali, sobre um pequeno banco, sendo encurralado por fitas métricas. Sua digna mãe, senhora Byun, havia finalmente chamado um costeiro para medir o filho. Seu casamento se aproximava cada vez mais. Visto que seu noivado aconteceria daqui a dois dias. O povoamento todo fora convidado. Seria um grande evento. Finalmente, o filho dos senhores mais honrados e endinheirados da região iria casar. Enfim, senhor e senhora Byun haviam encontrado uma moça boa o suficiente para Baek. Todos estavam em festa. Não só pelo fato de um dos Byun ter conseguido mais uma cônjuge, e sim também porque iriam entrar de “graça” na enorme mansão que abrigava os Byun. Além de que, teriam comida de graça, por não ter feito absolutamente nada. Era motivo de festa. Todavia, existiam as exceções. Uma grande maioria gostava da ideia de ver BaekHyun casado, visto que ele era amado por quase todos.

 -Está cansado Baek? - perguntou o designer de moda. - Sei que está em pé há horas, pode descansar. Por hoje, já consegui todas as medidas necessárias. 

 Ouvindo isso, o garoto desceu do banco e andou até o sofá próximo. Seu irmão estava lá.

 -Ansioso mano? - perguntou ele, encarando os olhos murchos de Baek. - Visto que não… - afirmou para si mesmo. 

 -Baek! - sua mãe, se aproximou do mais alto. - Eu convidei Yang Mi, para o jantar de hoje. 

 Hyun não demonstrou nenhuma diferença de ânimo. Era mais que explícito que com ou sem a presença de Yang, nada mudava.

 -Legal. - disse por fim Baek. 

 (...) 

 A noite havia chegado. Com ela, a presença impertinente de Yang Mi e a família. Não que Byun não viesse a gostar dela, na real quando menores eles eram amigos inseparáveis. Isso, amigos. Eram uma espécie de grupinho: Byun BaekHyun, Yang Mi, Oh SeHun, Sun Hee e Kim JongDae. Eles frequentavam a mesma escola e se sentavam próximos, fora os encontros que seus pais promoviam. Afinal, todos eram e seriam ricos até em outro mundo. 

Mesmo com o passar do tempo e com mudanças explícitas nas crianças, nunca nem sequer pensaram em ter qualquer tipo de relação além da amizade. Bom, eles sabiam que teriam que ser casar, com homens e mulheres com dotes dignos de si. Todavia, Baek nunca imaginou que se casaria com sua amiga. Sua amiga fofa e irritante de infância. Segundo ele, isso seria uma espécie de pesadelo. Mal sabia o rapaz, que o pesadelo estava se tornando realidade.

 Suspirando infeliz, terminou de vestir o terno azulado. Sabia que não podia atrasar, mas ver Yang era horrível. Não que ele não gostasse dela, ele gostava, mas não dos sentidos que seus pais queriam. No momento, Baek não tinha amigos. Hoje, ele tinha “conhecidos”. O seu grupinho, se separou logo que Sun Hee foi comprometida. Todos, inclusive ela mesma, sabia que JongDae sempre cativou sentimentos pela ruiva. E o melhor, eram recíprocos. Sempre foram um casal. Por mais que tivessem dez anos e estivessem descobrindo o que é o amor. Eles se gostavam, isso era o mais importante. 

 “-Dae… - sussurrou a menina, se aconchegando ainda mais no abraço do garoto. 

 -Hum? - respondeu Chen, brincando com umas das mechas da pequena.

 -Eu gosto de você. - disse simplista, sorrindo e apertando ainda mais Chen. 

 -Eu também, Sunnie. Eu também… - um beijo estalado pairou sobre a nuca de Hee.

 -Você vai ficar comigo para sempre? - os olhos escuros e brilhantes, encontraram com o de Jong, o que fez o mais alto tremer. Não havia respostas para essa pergunta. Ele não fazia a mínima idéia. 

 -Vou fazer o máximo, Sunnie. - suspirou, se perdendo ainda mais no aroma adocicado da menina” 

 Promessas desfeitas, lágrimas e casamentos arranjados; isso foi tudo que sobrou do grupinho. Sun Hee casou-se cedo. Quebrando o seu próprio coração e de JongDae também. 

Bem, essa não é a única história triste do pequeno quinteto. Em um início e primavera, houve a segunda declaração; SeHun confessou baixo e de uma maneira tão tímida quanto ele para BaekHyun que sentia “algo a mais” pelo menor. A reação não foi uma das melhores. Byun reagiu mal, ele sabia que aquilo jamais seria aceito por seus pais e pelos pais de SeHun. E que, não existia amor entre pessoas do mesmo gênero. Eu resumo, Baek foi homofóbico e um babaca. Oh, já mal pelas palavras do moreno, se sentiu culpado. Culpado e com nojo de si mesmo. Não sabia o que sentia e nem o que poderia sentir. Estava confuso e perdido em seus próprios pensamentos. Ele só tinha uma certeza: gostava de Byun BaekHyun; E, tendo ele catorze anos, e juntando toda a sua coragem, lhe roubou um beijo. Ou melhor, um selinho. E após o feito, SeHun o olhou com medo e correu, fugiu da casa de Byun como se estivesse visto um monstro. Mas não, naquela altura do campeonato, um monstro lhe faria menos medo que as palavras do menor. 

 “-Ué, por que o SeHun foi assim? Sem se despedir de nós, ele é sempre tão educado. - perguntou a senhora Byun, adentrando ao cômodo onde antes, foi cenário do primeiro beijo do seu próprio filho.  

-Ele estava atrasado, precisava ir. - Baek olhava para o centro, com um olhar perplexo e pensamentos junto a julgamentos a mil.

 -Ah, conheço bem o senhor Oh. - encarou o filho. - Bom, já que ele se foi, arrume esses papéis e vá se lavar para a janta. - ele nada disse. - BaekHyun, eu estou falando com você! 

 -Sim, eu já vou. - a mais velha saiu. 

Após a saída dela, o mesmo se pôs a pensar. Por mais que odiasse a ideia de casais homossexuais, ele… ele… havia gostado do toque de SeHun. Havia gostado do simples selar de lábios. E enquanto tocava na região onde havia encostado em SeHun, se questionava sobre si mesmo.”

 Isso foi o bastante. Passaram-se anos, e aquela dúvida só aumentava. Ele não sabia se realmente gostava de SeHun, mas, algo o mandava tirar esta dúvida. Com o mesmo ser que a começou. Por isso, dois anos depois, tomou coragem para visitar Oh. O que era incrível. Já que Baek odiava ir a casa dos Oh. Era sombrio, por mais que em sua frente houvesse um jardim impecável. 

 “-Byun! Quanto tempo não o vejo! - cumprimentava a mãe do mais alto. - Qual devo a honra dessa ilustre visita? - sorriu, simpática.

 -É-é… bem, eu queria falar com o SeHun… ele está?

 -Sim, ele está no quarto. Quer que eu leve? Ou, você já conhece o caminho?

 -Não, não precisa se incomodar. Posso ir sozinho. - disse ele, sorrindo. 

 -Certo então, bom revê-lo BaekHyun! - assim saiu. 

 Ainda com medo, saiu pelos corredores da enorme casa até os aposentos do mais novo. No caminho, havia ficado com mais medo ainda. Os quadros espalhados pela casa lhe davam pavor, não que a família fosse feia ou algo do tipo. Pelo contrário, eram todos espécies de arte feitas pelas próprias mãos do Criador. 

Porém, os olhares tristes e os sorrisos falsos, lhe deixavam com medo. Medo de em um futuras próximo, tivesse que ser assim também. Pousar demonstrando felicidade, mas invés disso, ter em mente e coração a angústia e a infelicidade. 

 Foi tirado da transe, após ter visto um quadro de SeHun. Se não se engana, o garoto tinha cerca de uns seis anos ali. Estava sério. Não mostrava vestígios que estava feliz, tampouco triste. Ele apenas ele. 'Oh SeHun, próximo herdeiro da fortuna Oh’ - em uma das bordas, estava escrito. Baek olhou por bastante tempo a foto. E com isso, sua vontade de abraçar e pedir desculpas para o mais novo só aumentava. Precisa fazer isso. Nem que durasse míseros segundos. Sem mais delongas, ele finalmente bateu a porta. Logo ouvindo um 'pode entrar’ do lado de dentro. Engolindo a vergonha e o medo, entrou.

 Se deparando com folhas espalhadas e objetos aleatórios jogados em qualquer região do quarto. E, por fim SeHun, sentando a cama, trajado com as melhores roupas - como sempre. 

 -BaekHyun? Você por aqui? Sempre achei que você estivesse bravo comigo. Afinal, dois anos sem nenhum contato é sinônimo de inimizade certo? - as palavras duras do Oh, atingiram Baek em cheio. Mas, o que Byun não sabia é que, por dentro, SeHun, só precisava de qualquer demonstração de afeto. Mesmo que fosse falso, ele precisava.

 -Eu… sei, fui um covarde ao fugir de você por tanto tempo, mas… desculpa, eu não sabia o que fazer. Fiquei sem muitas ações depois do nosso… do nosso… ah, você entendeu! 

 -Mas se passaram dois anos! 

 -Eu sei, mas… depois daquele ato seu, eu… eu, não paro de me questionar sobre tudo. - se aproximou de SeHun. 

 SeHun suspirou. Não poderia ser mais duro com Baek, por mais que não quisesse, ainda sentia algo por ele.

 -Para ser bem sincero, você nunca me fugiu dos pensamentos. Por mais que eu tente, não esqueço. - encarou Byun. - Ultimamente, meu pai, vem me apresentando moças. Cheguei a beijar uma, porém, sei lá, não é mesma coisa. Não gosto do que acontece. Me sinto mal beijando uma mulher. - envergonhado, encarou o chão. - Tá bom Byun, pode começar os seus xingamentos homofóbicos. 

 Após essas palavras, o mais velho se achegou mais de SeHun. Olhou ao redor e viu que a porta se mantém fechada. Ótimo. Com uma das mãos, levantou a face de SeHun e encarou seu rosto. Estudou ele da mesma maneira que estudou o quadro antes. E, sem dúvidas era magnífico. Seus olhos escuros, ganham um destaque em meio a sua pele branca. E pela primeira vez, havia sentido um real desejo pelos lábios do mais novo. Os olhos de Byun não prestavam atenção em mais nada além deles. O mundo havia parado, parado em torno da beleza de Oh SeHun. Sua boca estava avermelhada, o que deixava tudo ainda mais sexy. Hyun, umedeceu mais uma vez seus próprios lábios, se aproximando ainda mais do mais alto. Suas respirações se misturavam, e mesmo estando nervosos o suficiente, não deixaram de lado o que tanto queriam. E finalmente, um ato os uniu. Byun havia iniciado um beijo. Desta vez, não apenas um selinho. E sim, com direito a língua e tudo. Os lábios chamativos de SeHun, eram macios e ainda mais convidativos. Quanto mais o tempo passava, mais Baek desejava que aquilo nunca acabasse. Mas, como nem tudo é um conto de fadas, a falta de ar logo se fez presente, obrigando-os a parar o beijo. 

 -O que deu em você? Achava que você fosse totalmente heterossexual… - afirmou SeHun, sorrindo de lado.

 -Eu também achava isso, mas… eu gosto de você SeHun. Gosto muito…” 

 Após esse beijo, se encontram mais algumas vezes, trocaram carícias e demonstravam cada vez mais sentimentos um pelo outro. Até, tudo dar mais uma vez errado. 

Quando SeHun completou vinte anos, foi obrigado a ir morar um tempo no exterior. Segundo seu pai, seria uma brilhante forma dele aprender mais sobre seu futuro na empresa de sua família. Sem escolhas, ele foi. Deixando tudo e todos para trás. Inclusive Byun. Este, se sentiu abandonado. Por mais que uma vez por mês recebesse uma carta de Pequim, vinda de SeHun, com palavras bonitas e pétalas de margaridas espalhadas pelo papel. “Eu te amo, não pense que eu esqueci de você… eu vou voltar Baek, só espera mais um pouquinho…” , isso sempre estava ali. Perdido em meio às outras cartas belas que BaekHyun recebeu de SeHun. Porém, os pais de Byun não podiam esperar. Afinal, eles nem sabiam que este era gay.  Com isso em mente, BaekHyun foi comprometido a Yang Mi. Para a infelicidade de todos. 


 -•••- 


 O jantar andava. Por mais que estivesse mais monótono que a vida de Baek. Os seus pais e os seus futuros sogros, discutiam coisas idiotas, que para o noivo dava até enjôo de escutar. Realmente, está noivo de Yang Mi era uma coisa totalmente fora dos planos de BaekHyun.


Notas Finais


Eaii?
O que acharam?
Olha... Eu ameii!
Deixe seus comentários, seu favorito... Por favor...
Beijos, e até o próximo capítulo!
Tchau!❤


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