História Amor e Coragem - Capítulo 10


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Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Do Contra, Isadora "Isa", Magali, Maria Mello
Tags Depressão, Romance, Tmj
Visualizações 20
Palavras 1.457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hoje acordei inspirada. Fiz isso em menos de meia hora, caso tenha algum erro me avise por favor!
Boa leitura.
Beijos.

Capítulo 10 - Coração pede ajuda...


Fanfic / Fanfiction Amor e Coragem - Capítulo 10 - Coração pede ajuda...

 No dia seguinte, acordei com as risadas altas das meninas.

-Oi, gata! Finalmente acordou, bela adormecida.

-Bom dia, Denise... bom dia, turma.

-Bom dia, flores do dia! O sol já levantou e minha mãe fez um café da manhã maravilhoso para nós.

-COMIDA! Gritou Magali, indo em direção à cozinha.

-Essa Magali...

-Gente, tomem seu café depressa porque daqui a pouco, todos nós vamos nos encontrar para irmos ao cinema!

-Todos? Todos quem? Perguntou Mônica, passando a manteiga no pão.

-Sim. Todas somos nós e os meninos que dormiram na casa do Franja.

-Tudo bem...

Todas nós nos arrumamos e encontramos os garotos na pracinha. Onde cada garota foi para seu namorado, e as “encalhadas”, como diz a Denise, ficaram conversando com os “crush”.

-Bem... que filme vamos assistir afinal? Perguntou Cascão.

-Bom... estamos com dúvida entre o filme: Os fortes dominam! E o filme: A carta da vitória.

-Caramba... eu e o Do Contra dissemos ao mesmo tempo e ficamos olhando para a cara um do outro estranhando.

-Que foi, Maria? Perguntou Marina.

-Eu queria muito assistir aquele filme...

-Matadores de um tempo frio.

-Era... exatamente isso que eu ia dizer, DC...

-Ui... parece que o casalzinho vai assistir ao filme separado... disse Nimbus.

-Se gostamos do mesmo filme, não quer dizer que somos um casal! Olhem a Mô e o Cê. Eles são um casal, mas vão assistir ao filme separados. Mesma coisa com Marina e Xaveco, eles vão assistir ao mesmo filme, mas não quer dizer que são um casal.

-Bons argumentos você realmente tem..., mas, explique o fato de vocês dois quererem assistir a um filme separado e sozinhos?

-Sozinhos? A gente não disse em nenhum momento que queríamos ficar sozinhos. Vocês podem ir conosco se quiserem.

-Nananinanão! Atrapalhar a manhã de cinema de vocês? Nem pensar!

-CHEGA! Eu não quero mais assistir a filme nenhum então!

-Gente, ela está certa. Ela só quer assistir ao filme. Ninguém vai se opor a este fato, correto? Disse Franja, dando ordem a tudo. Todos balançaram a cabeça, concordando.

-Ok, espero que o Do Contra também não fique contra minha presença.

-Sei lá, pra mim tanto faz.

-Essa sinceridade do Do Contra é cativante!

Entramos naquela sala escura, ainda estava cedo e o telão ainda estava apagado. Do Contra me olhou intensamente, pedindo uma explicação.

-Por que ficou tão incomodada com todos no nosso pé?

-Sei lá... não é que eu não goste de você, DC... porém, eu acho que não é a hora certa para um compromisso... seja com você, ou com qualquer um.

-Entendo... você está passando por um momento difícil.

Até que começou a passar as propagandas na tela.

-DC, por que é tão estranho comigo?

-Estranho como? Eu sou estranho com todo mundo.

-Mas, comigo você é mais estranho do que o normal... você não contraria muito quando está comigo.

-Sabe... com você não tenho o que contrariar. Ele disse, sorrindo para mim.

-É pra eu ficar preocupada ou feliz? Ele deu uma risada tímida; Lembre-se, Do Contra, ser imprevisível as vezes se torna previsível...

-Vou tentar me lembrar disso.

-Já que nosso filme termina mais cedo, que tal sairmos para comer sushi ou churros?

-Sushi? Churros?

-Bom, geralmente quando um garoto sai para comer com uma garota, eles tomam sorvete. Ficou previsível. Então, sushi e churros são coisas inesperadas. Eu disse, dando uma leve piscada.

-Você me conhece tão bem que dá até nojo.

O filme era de suspense e romântico. Eu detesto suspense, mas o trailer daquele filme em especial, me deixou muito curiosa. Mas, havia umas cenas realmente desnecessárias que davam um leve susto. Nessas horas, eu pulava da cadeira, fazendo o DC rir de tanta vergonha alheia.

Assim que acabou o filme, ele segurou uma mecha do meu cabelo e deslizou pelo meu rosto, me deixando um pouco nervosa.

-Quero te fazer uma pergunta. Aquilo era algo estranho... eu tinha acabado de falar para ele que não queria um relacionamento naquele momento e ele ia fazer isso comigo?

-P-Pode perguntar. Eu disse, com um sorriso nervoso.

-Então... eu gelei. Senti um frio correr pela minha espinha, mas ao mesmo tempo, uma felicidade cativante; você quer comer agora ou depois?

Aquilo, ao mesmo tempo que foi um balde de água gelada, também foi um alivio. Eu deveria ter imaginado que o DC não iria ser tão óbvio.

-Err... podemos comer agora.

Assim que saímos do cinema, algo estranho me tirava a atenção. Ficou estranho aquele momento tão romântico... aish! O que eu estava pensando? Que ele realmente iria se declarar pra mim? Até parece que eu não conheço o Do Contra.

-Maria, está tudo bem?

-Hã? Está sim... por que não estaria?

-Quem contraria aqui sou eu! Me diz, por que você está assim.

Eu coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha, tentando dar uma pista do que eu estava pensando. E eu acho que ele captou minha mensagem, porque parou de ficar sério e ficou cabisbaixo, apenas mexendo nos rolinhos de sushi.

Eu coloquei um rolinho na boca e mastiguei lentamente.

-Você se sentiu incomodada pelo que eu fiz?

Nesse momento eu dei uma leve engasgadinha.

-Quê? Incomodada? Não...

Ele voltou a mexer no sushi, mas com um sorriso de lado desenhado no rosto.

-Então, eu quebrei sua expectativa?

-Q-Que expectativa? Não sei do que está falando...

-Você queria que eu te...

-Achamos vocês! Finalmente! Andamos por esse shopping inteiro para achar vocês! Disse Mônica, de longe.

-É que o filme era menor que o de vocês. E como pipoca não nos sustenta...

-Agora que resolveu se tratar, está virando uma miniatura de Magali. Disse Cascão, que levou um soquinho da mesma.

-Vamos, DC? Nossa mãe já nos ligou dizendo para a gente ir pra casa.

-Ok... ele se levantou e quando passou por mim, sussurrou em meu ouvido; ainda não acabamos essa nossa conversa. Ele se afastou dando uma piscada com um sorriso malicioso no rosto, que me arrepiou por inteiro.

-Err... gente... que babado que a gente perdeu? Disse Denise, vendo DC se afastar.

-Perderam sim: a vergonha na cara para saber que isso não é de seu interesse.

Deu pra ver que Cascão segurou muito a risada, mas não aguentou.

-Haha! Essa é a primeira vez na história que a Denise leva patada! Essa deve ir pro livro de recordes! Brilhante, Maria.

Já Denise, ficou em choque, não sabia o que falar para debater.

-Infelizmente, tenho que ir... já aguentei desaforo demais por hoje. Eu disse, indo em direção a saída do shopping.

-Uau... se existisse um prêmio para a pessoa mais grossa do Limoeiro... Maria já tem a maior parte dos pontos...

Quando cheguei em casa, pude sentir que estava mais leve... o Do Contra dizer para mim que não sabia contraria comigo era tipo uma indireta. Me senti especial, por conseguir tocar naquele coração de pedra..., mas, eu ouvi rumores que ele e a Mônica namoraram por um longo período de tempo e ele ainda não havia aceitado completamente. Não sabia o que fazer... até que me lembrei de uma antiga amiga minha que era... digamos, “especialista no amor”. Então mandei mensagem para ela.

Eu: Oi, Ginger! Senti sua falta no inglês...

                                                                                                                                Ginger: Você que deixou de falar comigo.

Eu: Desculpa, mas enfim, quero lhe falar sobre algo importante...

                                                                                                                               Ginger: Pode falar, eu sou toda ouvidos.

Eu: Tem um garoto na minha sala que eu não sei se eu gosto dele..., mas, com certeza eu não faço o tipo dele.

                                                                                                                               Ginger: Por que afirma isso?

Eu: Pelo fato dele contrariar a tudo e a todos.

                                                                                                                               Ginger: É o Do Contra?

Eu: Você... o conhece?

                                                                                                                           Ginger: Digamos que eu já o ajudei num servicinho.

Eu: Vai me dizer que flechou ele para se apaixonar pela Mônica?

                                                                                                        Ginger: Esse é meu trabalho, Maria. Foi designado pelo altíssimo.

Eu: Está bem..., mas, não quero que o fleche para mim. Quero que me ajude a achar um jeito de conquista-lo sozinho... sem a ajuda de aparelhos angelicais.

                                                                                          Ginger: Que tal assim: Tenta mostrar para ele todas as garotas do Limoeiro, dizer que não gosta de ver ele triste por causa da dentuça. Ele vai perceber que você é a garota que quer se encaixar com ele.

Eu: Até que é uma boa ideia. Beijos, Ginger. Cuidado com essas flechas.

Ginger: Pode deixar!

                                                                               Visualizado

A ideia que ela me deu foi melhor do que eu pensava. Talvez... eu estivesse pronta para um compromisso afinal... e o DC seria a melhor pessoa para se estar ao lado. Enfim, convenci meu coração do que, no fundo, ele já sabia: o dono dele era, na verdade, o Do Contra, não o Luca ou o Nimbus... de fato, meu coração foi contra tudo que eu pensava saber.


Notas Finais


Vishe... revelações!
Espero que esse casal louco que surgiu não buguem a mente de vocês.
Obrigada por lerem.


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