História Amor e Familia - Capítulo 6


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Soluço
Tags Astrid, Hicstrid, Soluço, Solustrid
Visualizações 59
Palavras 1.997
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, aqui estou eu com o capítulo de hoje, espero que gostem, como alguns de vocês (prefiro não citar nomes) vem reclamando que as fics estão sem momentos Hicstrid (ou Solustrid, como vocês quiserem chamar) eu libertei meu lado meloso e brega pra trazer esse capítulo pra vocês, então eu espero que gostem

Boa leitura

Capítulo 6 - Capítulo 6, Clareira


Fanfic / Fanfiction Amor e Familia - Capítulo 6 - Capítulo 6, Clareira

Por Soluço on

Nós terminamos de jantar e percebemos que já estava tarde, então decidimos ir para nossas casas, nesse momento minha mãe chegou para falar com a princesa

- Olá, eu sou a Valka, é um prazer finalmente recebê-la em nossa ilha - ela se apresentou

- Prazer, meu nome é Laila - a princesa se apresentou

- Você já sabe onde vai passar a noite? - a minha mãe perguntou e eu infelizmente entendi o objetivo dela

- Bom, várias pessoas me ofereceram hospedagem - ela disse educada

- E porque você não fica comigo então, podemos ter uma noite das garotas - às vezes eu acho que minha mãe quer se livrar de mim

- Claro, porque não - a Laila concordou e minha mãe me olhou

Eu revirei os olhos, já sabia que isso ia acabar em eu dormindo na clareira na floresta ou na academia com o Banguela, sinceramente, às vezes eu realmente acho que minha mãe queria ter tido uma filha, mas não avia nada que eu pudesse fazer, eu era seu único filho e ponto final, por isso quando ela some com a Astrid e a Header eu nem me preoucupo mais, sei que elas estão tendo uma "tarde das garotas"

- Bom, eu vou dormir, amanhã vai ser uma longo dia - eu me levantei e sai do salão

Eles me olharam ir embora, não entendia porque, mas eles tinham mania de fazer isso, às vezes dava até um arrepio

- Então Banguela, vai ser na academia ou na floresta? - eu perguntei

Ele me olhou de um jeito que eu reconheceria em qualquer lugar, claramente ele não queria ficar na cidade

- Na floresta então - eu disse fazendo carinho nele

Ele pulou de alegria, eu montei e nós fomos até a minha (perdão, nossa) casa e eu entrei no meu (perdão, nosso) quarto para pegar o material de acampamento, eu desci e prendi no Banguela

- Já peguei tudo no meu - ele bateu na minha cabeça - no nosso quarto - eu disse e ele sorriu banguela

O Banguela era um dragão muito sensível, se é que me entende, por isso gostava de ser tratado como se fosse uma pessoa, enfim, nós voamos para a floresta, assim que pousamos na clareira eu desci do Banguela e tirei as bolsas e a cela

- Pronto amigão, fica a vontade - eu disse e ele sorriu banguela

Ele saiu e eu montei um acampamento, preparei uma fogueira e assendi com algumas pedras, depois forrei o chão e me sentei, assim que eu pude respirar senti algo pulando em cima de mim, mas não era o Banguela, então uma garota loira desceu do dragão e veio até mim

- Nossa, quanta violência - eu disse

- Você mereceu - ela disse cruzando os braços

- Agora você pode mandar ela sair de cima de mim? - eu perguntei

- Não, isso é divertido - ela disse sorrindo maliciosamente

- Eu deveria ter imaginado - eu disse revirando os olhos

- E agora, o que você vai fazer? - ela perguntou ainda com aquele sorriso

- Ei, tempestade - ela me olhou - garota, você pode sair de cima de mim? - eu perguntei

Nesse momento ela saiu e eu me sentei, a Astrid me olhou boquiaberta

- Não se encontra mais dragões leais hoje em dia - ela disse e a tempestade lançou um espinho na direção da cabeça dela

Eu ri, o que deixou ela brava

- Esse foi merecido - eu disse rindo ainda mais

Ela se aproximou de mim e socou meu braço, chegou até a deslocar o ombro, eu fiz um movimento o colocando de volta, o Banguela então voltou com a caça, eu estava animado, quando está frio (ou seja, 9 meses no ano) e estamos acampando ele gosta que eu esquente os peixes pra ele, quando me virei me dei conta que a Tempestade avia sumido

- Muito bem amigão, você acha que dá pra dividir com a Astrid? - eu disse e ele me olhou fazendo uma cara desanimada

- Poxa Banguela, você vai me deixar com fome também? - ela disse e ele notou que a amiga avia sumido

Ele gruniu e nós rimos, então ele pegou um peixe com a boca e levou até a Astrid, deixando na mão dela

- As vezes até eu me surpreendo com a sua inteligência - eu disse e ele me bateu

Eu reclamei e a Astrid riu

- Nossa Banguela, andou tendo umas aulas com a Astrid foi? - eu perguntei e ela me olhou feio

- Obrigada pela consideração - ela disse e eu ri

- Bom, vamos assar esses peixes - eu disse me aproximando da fogueira

O Banguela então esquentou o chão e se deitou atrás de mim, eu me apoiei nele que ronrronou, ele adorava quando fazíamos isso, eu bati a mão no lugar ao meu lado para que a Astrid sentasse

- Olha só, eu tenho que voltar a cidade, minha família vai ficar preoucupada - ela disse ficando um pouco triste, embora tentasse disfarçar

- Eu não estou pedindo - eu disse e ela riu

- Odeio quando você faz isso - ela disse e se sentou ali

Eu ri e peguei alguns peixes, depois coloquei dois em estacas de madeira que eu avia esculpido e finquei no chão ao lado da fogueira, depois coloquei um peixe em uma vara maior e coloquei em cima da fogueira

- Não tivemos muito tempo juntos dês da volta dos meus irmãos - ela disse e eu a olhei

- Sim, eu sinto saudade de quando ficamos juntos sem ninguém aparecer do nada e atrapalhar - eu disse e joguei o peixe para o Banguela, esquentando outro em seguida

- Sim, mas parece que agora vamos poder ficar juntos - ela disse sorrindo

- É, parece que sim - eu disse e olhei para as estrelas

Ela fez o mesmo, eu joguei o peixe para o Banguela, esquentando outro rapidamente, então um vento gelado veio com tudo na nossa direção, ela esfregou os braços e parecia tremer, eu vi a situação e meu coração doeu

- Ei, vem aqui - eu chamei ela que se aproximou

Ela se sentou bem perto de mim e colocou a cabeça no meu ombro, eu tirei um cobertor de uma bolsa do Banguela que estava do meu lado e a envolvi

- Está melhor? - eu perguntei a abraçando

- Sim, obrigada - ela disse e sorriu

Nós ficamos olhando as estrelas, eram tão mágico, o silêncio pairava no ar, era como se ouvesse tanto para ser dito, mas ao mesmo tempo não ouvesse palavras para descrever aquele momento, eu esquentava os peixes para o Banguela e ela se aconchegava com a cabeça afundada no meu ombro, fazia tanto tempo que não tinhamos tempo para nós, depois de algum tempo ela me olhou, eu vi seus olhos brilharem

- Soluço, você acha que algum dia nós vamos ser felizes? - ela perguntou

- Não entendi - eu disse me virando para ela

- Eu estou dizendo, será que algum dia nós vamos poder formar uma família, ser felizes, sabe, eu, você, o Banguela, a Tempestade, e talvez algumas crianças, se é que me entende - ela disse meio sem jeito

- Então você quer que eu te peça em casamento?! - eu perguntei já sabendo a resposta

- Não, sim, talvez, sim, não... sinceramente, eu não sei - ela disse confusa e eu ri

- Nossa, é que eu pensei que você não precisasse de um pedido formal - eu disse e ela me olhou confusa

- Bom, eu não sei o que dizer - ela disse e eu ri

- Nossa, mas se você não sabe não sou eu vou saber - eu disse e ela me socou

Nós rimos, aquele soco foi de leve, dessa vez ela não queria me machucar

- Quer dizer que... - ela começou mas eu a interrompi

- Depois você diz que eu sou lento - eu disse e ela me socou, dessa vez com força

- Bobo - ela disse e eu ri

- Mas eu sou o bobo que você ama - eu disse e ela riu

- Talvez, eu já disse que te amo? - ela perguntou

- Sim, mas bem vagamente - eu disse e ela fingiu estar brava

- Você é um idiota - ela disse rindo

- Sim, mas você ama esse idiota - eu disse rindo

- Te odeio - ela disse e nós caímos na gargalhada

Assim que nós nos recuperamos nos viramos um para o outro e eu me perdi naqueles olhos azuis, mas logo recobrei a consciência

- Sim, mas me responda uma coisa, você precisa de pedido formal ou não? - eu perguntei e ela fingiu pensar

- Seria bom - ela disse e foi minha vez de socar seu braço

- Ei, porque você fez isso? - ela perguntou massageando o local

- Isso, foi por ser tão exigente - eu disse

Ela ia falar algo, mas eu a beijei rapidamente

- E isso, é por existir - eu disse e ela sorriu, roubando um beijo logo depois

Eu retribui, mas o ar faltou e tivemos que nos separar, ficamos nos encarando novamente, eu sempre me perdia naqueles olhos azuis, pareciam um mar, tinham uma beleza infinita, mas ela olhou para baixo e bocejou, porque nós tínhamos que sentir sono

- Ei, tá com sono? - eu perguntei

- Um pouco - ela respondeu sorrindo

- Deita aqui - eu disse a ajudando a deitar no meu colo

Eu a cobri e ela agarrou o cobertor, eu comecei a passar as mãos por seu cabelo loiro

- Sabe, às vezes eu me pegunto como vivi em um mundo onde não tinha você - eu disse e ela me olhou de lado

- As vezes eu me pergunto a mesma coisa, mas depois em lembro que aquilo ficou no passado, e que o que importa é que hoje estamos juntos, e que sempre teremos um ao outro - ela disse e eu sorri

Nós ficamos em silêncio, eu passava as mãos por seus cabelos lisos e ela estava deitada, eu tirei as flores que prendiam suas madeixas e pude ver que seu cabelo era enorme, chagava a ultrapassar a cintura, meio que em um impulso eu comecei a cantar

- "No mar bravio vou navegar

Sem medo do perigo

E as ondas eu vou enfrentar

Se comigo casar

E nem o frio, ou calor

Será uma ameaça

Se me entregar seu coração

E então eternamente me amar"

- Que música é essa Soluço? - ela perguntou tentando não dormir

- Desculpe, foi meio que um impulso, meus pais cantaram isso quando se encontraram, antes de...você sabe - eu disse ficando cabisbaixo na última parte

- Ei, ele está em um lugar melhor, você sabe disso - ela disse pondo a mão no meu rosto

- Eu sei, mas ainda sinto muitas saudades dele - eu disse olhando para as estrelas

- Contínua - ela me tirou dos meus pensamentos

- Como assim? - perguntei olhando para ela

- Continua, é tão linda - ela disse sorrindo

- Mas eu não posso canatr sozinho - eu disse sorrindo fraco

- Canta mesmo assim - ela disse e eu sorri

- "Meu lindo ser, meu grande amor

É lindo o que me fala

Mas nada mais preciso ter

Quando você me abraça"

"Anéis de ouro vou lhe dar,

e lindos versos vou cantar

Então eu vou lhe proteger,

sempre ao seu lado vou estar"

"Anéis de ouro são ilusão

Eu quero mais que uma canção

Preciso segurar sua mão

Pertinho assim de mim"

"Vou te beijar, vou te amar

Dançar, cantar e sonha

Na alegria ou na tristeza,

sempre vou te amar"

"No mar bravio vou navegar

Sem medo do perigo

E as ondas eu vou enfrentar

Se comigo casar"

Eu cantei de um jeito calmo, quando me dei conta ela estava dormindo, estava tão calma e serena, estava com dó de acorda-la então mandei uma carta do terror ao Axel avisando sobre o que aconteceu e que a Astrid não voltaria para casa hoje, afinal, eu também não estava com a mínima vontade de devolvê-la, ficaria olhando ela dormir a noite toda, mas o sono também estava me tomando, então eu encostei no Banguela que já dormia e acabei pregando os olhos, apenas nós três na floresta, foi uma noite mágica

Continua?....


Notas Finais


Oi, espero que não tenham me achando melosa demais, eu estava inspirada hoje, espero que tenham gostado

Link do vídeo da música:
https://youtu.be/EWGU0ZlVRXY

Link da letra da música original:
https://m.vagalume.com.br/como-treinar-o-seu-dragao-2/for-the-dancing-and-the-dreaming.html.amp

Beijos, abraços e até a próxima


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