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História Amor e Guerra - Capítulo 13


Escrita por: srtafanfiqueira

Notas do Autor


Voltei amoras ...
espero que gostem desse capítulo ...
em breve eu termino essa fic ...
amo vocês ❣️😍

Capítulo 13 - Um novo olhar


A madrugada estava sendo intensa, Julieta não conseguia dormir e a cada minuto que pegava no sono, o pesadelo se renovava, seu corpo estava suando, sua cabeça doía e as lágrimas que já tinham cessado, voltavam banhando o seu rosto. A mulher se levantou e sentou em sua penteadeira abrindo sua gaveta e retirando fotos que marcaram sua vida. O soluço se fez presente ao ver sua amada mãe juntamente com ela.

- Ela não merece me ver assim – Julieta falou em voz alta, em uma conversa consigo mesmo – Aurélio não merece me ver nesse estado...

Julieta foi até o seu guarda roupa e o abrindo retirou a sua mala e pegando seus vestidos negros dobrou e colocou no objeto de viagem, ela fazia tudo muito rápido, eufórica para poder sair do lugar onde ela dali para frente só traria dor, assim ela pensava. A Julieta que há alguns meses tinha ressurgido naquela noite foi enterrada novamente.

Depois se arrumar, cautelosamente ela saiu de seu quarto, passou em frente ao quarto de sua mãe e colocou a mão na porta e saiu, desceu as escadas e quando foi passar na cozinha para pegar as chaves dos portões ela deu de cara com Aurélio que se encontrava sentado bebendo leite.

Os olhos azuis rapidamente foram para a mulher que estava com os olhos arregalados e inchados de tanto chorar e ao ver a mala em sua mão, ele não quis acreditar que ela poderia fazer aquilo.

- Onde você vai? – Aurélio se levantou rapidamente, ao ver a mulher pegando as chaves rapidamente e saindo – Julieta, por favor – Aurélio continuou atrás dela.

- O que você quer Aurélio? – Julieta parou e o fuzilou com um olhar frio.

- Eu quero impedir que você faça o que está em mente – Olhou para a mala – Você vai deixar a sua mãe? – Julieta ficou em silêncio – Julieta – Se indignou .

- Eu não quero ver ela sofrer, por causa da minha dor

- E você acha que fugindo vai amenizar a dor dela? – Aurélio a olhou sério.

Julieta empinou o nariz e o enfrentando diz.

- Eu não quero o olhar de pena dela sobre mim, eu não quero vê – la chorando pela casa ao me ver nesse estado, eu não estou bem, eu quero morrer Aurélio – Julieta gritou .

Aurélio foi correndo até ele e a abraçou .

- Não diga isso Julieta , você não está só, você tem a sua mãe, tem ao Sebastian, Mercedes e a mim – A olhou nos olhos – Eu sei que eu sou a última pessoa que você quer ver mas...

- Porque diz isso? – Julieta se afastou

- Eu vi como você me olhou quando soube que eu era irmão de Osório – Abaixou a cabeça – Mas eu não sou ele, e pode ter certeza, eu já não queria ser irmão dele, agora muito menos – Seus olhos se encheram de lágrimas – Se você quiser eu vou embora para você não precisar ter que olhar para mim e lembrar do seu algoz.

- Você não se parece com ele em nada – Julieta se aproximou novamente – Me entenda, é difícil pra mim descobrir que o homem que destruiu a minha vida é irmão do homem que – Julieta respirou fundo.

- Que? – Aurélio pergunta ao ver ela virar o rosto e não querer continuar a frase.

- Do homem que trouxe minha vida de volta – Seus olhos se encheram de lágrimas e não foi capaz de segura – las – Eu te amo Aurélio – Se declarou

Aurélio ficou paralisado ao ouvir sair da boca de Julieta que ela o amava, seu coração se esquentou, e sua única reação foi se aproximar da mulher a sua frente. Ele observou as reações dela e não obteve nada que o impedisse de se aproximar mais.

- Eu posso te beijar? – Aurélio pergunta, enquanto ela já se encontrava ansiosa para tal ato.

Julieta nada falou, apenas se deixou levar para o momento, os lábios se tocaram de forma leve, suave , tão terno , eles se abraçaram e iniciariam o beijo intenso, suas línguas se encontraram e as lágrimas desciam sobre o seu rosto. O corpo de Julieta sentiu uma sensação que descobriu quando estava com Aurélio, e naquele momento as sensações se apossaram do seu ser, as mãos que estavam tímidas se tornaram urgentes ao agarrar os cabelos do homem .

- Eu quero – Julieta fala, assim que o beijo é cessado.

- O que Julieta? – Aurélio a olha confuso .

- Eu quero fazer amor com você – Julieta dispara fazendo Aurélio ficar surpreso .

- Julieta, você não sabe o que está dizendo – Aurélio custava a acreditar – Você passou por momentos que te abalaram emocionalmente.

- Eu sempre tive certeza do que eu quero, e eu quero fazer amor com você – Julieta repetiu para que o homem a sua frente acreditasse no que ela dizia.

- Julieta – Aurélio fechou os olhos e a puxou cheirando o pescoço dela – Você tem certeza disso?

- Eu quero me sentir amada por um homem, porque eu só tenho lembranças ruins, só tenho momentos ruins – Seus olhos lagrimejaram – Apaga de mim, esses momentos que eu tenho nojo.

Aurélio nada disse, apenas pegou na mão de Julieta e a conduziu para o andar de cima, entraram no quarto de Aurélio e ficaram frente a frente se olhando. Os olhos se encontraram e as mãos do homem foi em direção aos cabelos presos da mulher e os soltou, vê – la de cabelo solto era a visão mais linda que ele tinha dela. Ele sorriu para acalma – la e a beijou suavemente, apenas um roçar dos lábios. As mãos apertou o corpo dela contra o seu, sentindo os batimentos cardíacos que estavam acelerados.

- Confie em mim – Aurélio beijou as mãos dela

A mulher sorriu e voltou a beija – lo, o seu vestido foi solto a deixando apenas de combinação, seu corpo foi pego no colo a deixando encantada, ele a depositou em cima da cama e retirou os sapatos, em seguida beijou os pés com adoração .

Julieta respirou fundo quando sentiu os beijos serem distribuídos por suas pernas e subindo para suas coxas e virilha, Suas mãos apertaram o lençol da cama, seu estômago se formou borboletas, e a respiração delatava o seu estado de excitação.

Aurélio retirou toda a sua roupa ficando nu, seu corpo estava quente e Julieta não conseguia tirar os olhos dele, mesmo estando com as bochechas ruborizadas. O corpo másculo de Aurélio se aproximou de Julieta, ficando nos pés , ele foi subindo e enterrou se rosto no pescoço dela, cheirou a pele macia e beijou deixando rastros de fogo. Seus beijos foram descendo e ao ver os seios dela ainda cobertos não se conteve e passou sua língua fazendo a mulher ofegar. Aurélio esticou sua mão e a mulher sentou, com delicadeza ele foi retirando a combinação a deixando com os seios a amostra, as meias escuras ainda estavam junto com a peça íntima debaixo, a visão que Aurélio tinha ele poderia deixar gravado em sua mente para o resto da vida.

A pele leitosa e macia, os seios pontudos e arrepiados, a barriga lisa , a peça íntima juntamente com a meia preta, e os cabelos soltos emanando sensualidade. Sua boca salivou ao ver os pequenos montinhos que se encontravam suplicantes por atenção, se aproximando ele os beija, com uma mão acaricia um seio e o outro abocanha com fome, fazendo Julieta gemer alto ao sentir aquela sensação desconhecida, mas que era muito gostosa.

As mãos da mulher começou a acariciar os cabelos castanhos e macios do homem na intenção dele não parar de chupar os seus seios. Sua mente estava em um mundo totalmente prazeroso e desconhecido, e se aquela carícia era tão gostosa assim, imagine o que viria a seguir. O corpo não resistiu o prazer que estava sentindo e deitou na cama, Aurélio subiu em cima dela, fazendo as intimidades roçarem fazendo acontecer uma fricção gostosa. O outro seio também teve a atenção, e Julieta poderia jurar que tinha um vulcão prestes a entrar em erupção em seu corpo.

Ainda nas carícias Aurélio continuou os seus beijos para mais abaixo, a barriga de Julieta subia e descia, ansiosa, ofegante e inerte. Os beijos lançados foram molhados e desceram até a parte onde Julieta tinha medo que tocassem. Seu corpo se contraiu e Aurélio logo percebeu.

- Está tudo bem? – Ele a olhou vendo a mulher ofegante .

- Sim – Ela respondeu com dificuldade .

- Se quiser, nós paramos – Aurélio subiu o seu corpo para cima dela, ficando rosto com rosto.

- Eu quero Aurélio, eu quero – Lhe deu um selinho .

Aurélio nada disse, apenas desceu novamente e retirou a peça que os impediam de se sentir, deixando apenas as meias pretas. Os lábios fizeram um tour pela pernas e quando chegou em sua intimidade, não pensou duas vezes e a chupou, fazendo o corpo se contorcer com tamanho prazer que sentiu .

- Aurélio – Julieta segurou nos lençóis da cama e jogou sua cabeça para trás sentindo o prazer que não acabava mais

Era tudo muito novo, tudo sendo descoberto naquela madrugada, eram sensações que a assustava e a deixava feliz ao mesmo tempo.

Aurélio subiu rapidamente, conhecia o corpo de uma mulher, e sabia que a sensibilidade que ela se encontrava, rapidamente chegaria ao ápice.

***

Os corpos estavam se sentindo, se tocando, eles se olharam nos olhos e com o consentimento dela, ele a penetrou vagarosamente, o incomodo pôde ser sentido, mas nada se comparava com a emoção que ela sentia naquele momento de estar quebrando uma barreira que ela tinha tanto medo. A delicadeza com a qual ele a tratou só mostrava como eles eram diferentes e o quanto o amor dela por ele, só crescia. Julieta tentou relaxar ao se sentir cheia dele, os movimentos calmos se iniciaram e o que era incomodo se transformou em prazer.

Julieta desfrutava de cada investida, de cada carícia, seu corpo estava nas nuvens, as sensações eram gostosas, maravilhosas, não tinha como explicar.

Suas pequenas mãos foram para as costas de Aurélio, ela o apertava para tentar aplacar a erupção que se formava em seu corpo, era como se algo quisesse sair de seu corpo de forma violenta.

Aurélio apertou a perna dela, com o tesão que estava sentindo, a combinação de seus corpos eram perfeitos, o encaixe era surreal, os dois estavam nas nuvens, querendo mais e mais fazer amor.

O corpo de Julieta se contraiu, sua intimidade se umedeceu mais ainda e ela segurou nos cabelos de Aurélio e teve seu primeiro orgasmo, seu corpo relaxou e ele a beijou para calar o gemido que saiu com força de seus lábios. Ambos tentavam controlar a respiração, eles se beijavam com calma, com os corpos suados e realizados.

- Eu te amo – Julieta pronunciou sorrindo

- Eu também te amo – Aurélio Retribuiu passando a mão no rosto dela, retirando os fios dos cabelos que estavam grudados.


Notas Finais


Até breve ☺️


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