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História Amor e odeio - Capítulo 11


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Notas do Autor


Obrigada Cheri's ❤
Boa leitura!

Capítulo 11 - Cuidar de você


Fanfic / Fanfiction Amor e odeio - Capítulo 11 - Cuidar de você

Chegando na casa de Roberta, Rosa e Claude cumprimentaram todos e Frazão sugeriu um jogo da cartas depois do jantar. Rosa estava quebrando a banca, levando todas as rodas com Frazão, que era seu par, Sérgio que jogava com Roberta estava indigindignado, não ganharam nenhuma, e assim pararam de jogar.

* Fina você bem poderia deixar a gente levar uma né? - Sérgio.

* Rosa sorrir e se aproxima dele - Aaah Sérgio! Para de chorar vai! - ela sorrir.

* Sérgio sorrir - não tem como ficar zangado com você!

* Eu preciso ir no banheiro! - Rosa.

* Eu também! - Sérgio.

Rosa sai e Sérgio também, e Alaba comementa:

* Eu achava que eles eram namorados quando conheci a Rosa!

* Acho todo mundo achava! - Roberta.

* Eles são tão unidos! - Frazão.

* Sérgio comentou com a gente que ele e Rosa cresceram juntos e quando ela passou por um momento muito ruim eles ficaram mais amigos ainda. - Roberta.

* Momento ruim? Que momento? - Claude.

* Isso eu não sei, ele não disse! - Roberta.

* É..mas eu não sei se acredito totalmente nisso non! Os dois estão tão grudados! Onde um vai o outro tá atrás! - Claude fala e percebe todos olhando ele.

* Tem alguém com ciúmes...- Alaba começa a rir.

 * Que issi? Que ciúmes o quê hã? Eu non me importo com quem Rosa fica ou deixa de ficar! - Claude fecha a cara.

* Sei...- Frazão ironiza.

Depois que Rosa e Sérgio voltaram, os seis conversaram por um tempinho e depois Rosa e Claude foram embora, estavam meio cansados.

...

Chegando no apartamento Rosa foi para seu quarto, toma um banho e tentar dormir, já Claude fez o mesmo e logo desceu as escadas para ficar deitado no sofá, enquanto isso Rosa acabou sonhando, era um pesadelo, pensando bem, tava mais para sonho, mesmo assim Rosa acordou assustada e ofegante, então decidiu descer para beber água. O fraces dormia quietinho em seu sofá, Rosa se encostou no sofá com a garrafinha de água na mão e de repente sentiu uma mão na sua cintura, o que no susto a fez cair encima de Claude no sofá, os dois caíram no chão e enquanto Rosa gritava, o fraces teve que segurar Rosa com força e fechar sua boca.

* O que tá acontecendo aqui? - chega Dadi, que acordou com os gritos.

* Eu posso explicar...- Claude é interrompido por um chute aonde não se deve chutar.

* Doutor Claudes me dê sua mão...não me dê não! - Dadi não sabia à quem dá atenção.

* Eu posso saber o motivo dos gritos? Doutor Claudes o senhor bebeu? - Dadi.

* Que issi? Eu tava aqui quietinho no meu sofá e quando eu percebeu dona Rosa caiu por cima de mim! - Claude.

* Aah coitadinho! Depois de passar a mão em mim! - Rosa estava meio irritada.

* Eu passei a mão em você? - Claude estava zangado já.

* Passou sim! ora... Eu gritei por que eu sonhei que você me agarrava e rasgava minha roupa! Aí você passou a mão em mim e eu me assustei! - rosa estava em pé.

* Claude ficou espantado com sonho de Rosa - Eu non tenho culpa se a senhora tem esse tipo de sonho! Eu só sei que se eu passei a mão em você eu non vi, só percebi a senhora quando estava encima de mim! - Claude.

* Quer saber, eu vou voltar para o quarto! Boa noite! - Rosa sai batendo pé firme sem olhar para trás.

* Claude fica furioso, nenhuma mulher o tratava desse jeito - tá vendo Dadi?! Essa mulher é Louca!

* Doutor Claudes...vá dormir vá! Isso foi um mal entendido. - Dadi.

Claude subiu para seu quarto e foi dormir, ironicamente ele teve um sonho bem quente com Rosa, mas jamais ousaria contar isso para alguém.

No dia seguinte, o fraces é acordado por Rosa, que ligou para seu ramal no quarto incansavelmente até ele atender. Ainda mal humorado por ter sido acordado cedo, ele desce as escadas e encontra Rosa sentada no sofá.

* Bom dia - Rosa sorrir

* Bonjur - Claude estava um pouco sério - eu dei ordem expressas para a Dadi non deixar ninguém me acordar.

* Eu te acordei, por que eu não queria que todo que eu preparei viesse a esfriar, e por falar nisso eu tô morrendo de fome! - Rosa anda até a mesa e percebe Claude logo atrás dela.

* Uau! Você fez tudo isso? Claro que foi você! - ele se senta.

* Eu non esperava por isso! - Claude olha para ela.

* Achei que você morando aqui no Brasil, sozinho, sem família, eu pensei que você fosse gostar de ser cuidado! - Rosa olha para ele.

Claude se levanta e anda até a entrada da cozinha, Rosa se levanta e fica meio confusa, mas logo sorriu quando ele explicou tal atitude.

* Vamos fingir que acabei hã! - ele anda até ela - Bonjur cheri! - puxa a cadeira para ela se sentar.

* Rosa sorrir - bom dia meu amor! Desculpe te acorda tão cedo, não queria que perdesse essa linda mesa que preparei com amor. - ela sorrir novamente.

* Décor - Claude balança o guarda-napo


Aquela brincadeira, parecia tão real, parecia que ela era sua esposa de verdade, os dois conversavam e sorriam, estava difícil sair da mesa, até que Rosa recebeu uma ligação, era sua mãe, ela quer que eu vá conversar com ela.

* Algum problema? - Claude pergunta enquanto tentava aceitar sua gravata na sala.

* Não, minha mãe que vá lá em casa! - Rosa se aproxima de Claude arrumando a gravata e o ajudando a colocar o palito.

* Amanhã você volta a trabalhar com um cargo de diretoria, tá nervosa? - Claude coloca o palito e se vira para ela.

* Um pouco...Você tá pronto! - ela sorrir

* Enton eu vou indo, tenho uma reunion programada com Mrs Smith hoje na construtora - quase como um costume, Claude se aproximou de rosa e quase acontece um beijo, então Claude beija sua testa.

Os dois se despedem meio constrangidos e Claude sai, Rosa não ia de carona com ele por que ficava muito contra mão da firma e claude já estava atrasado. Ela queria ligar para o casal Smith, hoje fazia seis anos que Júlio morreu, Rosa não sentia mais nada por Júlio, mas não poderia deixar de lamentar sua morte, por um tempo ele foi um bom amigo, e ela preferia lembrar só das coisas boas hoje sobre ele.

Serafina foi para a casa de sua mãe e passou o dia todo lá, e só voltou para o apartamento de noite, infelizmente ela não conseguiu ver seu pai, que estava furioso da vida com ela e o fraces. Assim que rosa chegou viu um buque de rosas que o casal Smith mandou para ela, eles ficaram comovidos com atitude de Rosa de ligar e lembrar da morte do filho deles, ela colocou as flores em um lindo vaso na sala. Não demorou muito e Claude também estava no apartamento.

* Que cheiro bom! - Claude mal entrou e sentiu um cheiro incrível vindo da cozinha.

* Tava ajudando a Dadi com o jantar! - Rosa.

* Rosa, você não precisa! - Claude.

* Tá tudo bem! Eu adoro cozinhar e me dou muito bem com a Dadi. - ela sorrir.

* Eu percebi - ele sorrir - Que flores lindas, você comprou? - Claude repara.

* Não! Eu ganhei do casal Smith! - Rosa responde receosa, pois essa conversa provavelmente a levaria a contar para ele sobre o passado.

* E por que? - ele fica curioso.

* Hã...a gente pode falar disso depois do jantar? Eu preciso terminar de ajudar Dadi - Rosa realmente tava tentando fugir do assunto.

* Non...a gente vai falar disso agora! Por favor! - ele pega gentilmente na sua mão a induzindo a se sentar ao seu lado no sofá vermelho.

* Eu recebi essa flores por que...eles ficaram agradecidos por eu te ligado para eles hoje lembrando do filho.

* Você disse uma fez que foi noiva do filhos e é por isso que se conhecem. - Claude estava curioso.

* Sim, ele foi roubado quando era criança e morava no meu bairro, nós ficamos amigos, namorados por muito tempo e depois noivos, até...ele ir conhecer os americanos e quando voltar acabar com o casamento, logo arrumou outra pessoa! - Rosa ficou meio triste ao lembrar disso.

* Nossa! Eu...só Non entendi o por que de lembrar dele? - Claude ainda não estava entendendo.

* Depois que ele apareceu com outra, na verdade eu acho que ele já estava com ela antes de terminar comigo! Ele sofreu um acidente, os dois morreram. - Rosa

* Eu sinto muito! - Claude se sentia péssimo vendo Rosa ficar triste.

* Eu também senti, eu senti muito, além de ter que lidar com o meu coração partido, a morte dele, eu fui muito julgada pelas pessoas, diziam que eu não fui uma noiva boa o suficiente, que um pouco da culpa era minha!

* Isso é loucura! Você não teve culpa de nada! - Claude só pensava em quanto rosa sofreu.

* Eu sei, mas na época foi muito difícil, e por isso eu e o Sérgio somos tão amigos, ele me ajudou muito! E é assim que conheci os americanos. - Rosa se sentia mais leve contando isso para alguém.

* Eu Non imaginava, que essa relaçon sua com os americanos tinha uma história tão trágica. - Claude.

* Júlio foi um bom amigo, mas foi um péssimo namorado e provavelmente teria sido um marido horrível! Ele foi muito abusivo, tentava me controlar, e teve um tempo que tinha muito ciúmes do Sérgio, até mesmo quando saíamos nós três, íamos em karaokês - ela olha para ele.

* Enton é assim que você aprendeu a dá show? - Claude tenta fazer ela rir.

* E ela rir - foi muito bom, até ele começar com o ciúmes e não sairmos mais.

* Eu sinto muito Rosa, de verdade! - Claude pega na mão dela e os dois se olham.

* Rosa se aproxima mais e encosta sua cabeça no ombro dele - obrigada Claude!



Notas Finais


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