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História Amor e odeio - Capítulo 13


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Capítulo 13 - O medo


Fanfic / Fanfiction Amor e odeio - Capítulo 13 - O medo

O dia amanheceu, todos ainda dormiam, menos Rosa, que acostumada a levar cedo preparou um café da manhã e foi caminhar na praia, enquanto sentia seus pés na areia e via o nascer do sol ao horizonte, ela lembrava da noite passada, de Claude dizendo que gostava dela, dos dedos dele entrelaçados com os dela, aquele ato significava muito, Rosa nunca se sentiu tão em paz. Ao voltar para a casa Rosa encontrou o pessoal acordado se acomodando em volta da mesa.

* Rosa que mesa maravilhosa! Por que não acordou um de nós para lhe ajudar? - Alaba.

* Não precisava, eu fiz tudo rápido e já até caminhei na Praia. - Rosa se senta em uma cadeira na ponta da mesa, ao lado de Claude.

* Bonjur - Claude cumprimenta Rosa.

* Bom dia - Rosa responde - Fiz o bolo que você gosta!

* Eu percebi hã, já comi uns dois pedaços, está uma delícia, como sempre. - claude sorrir pra rosa.

Todos tomaram o café da manhã, conversaram e foram para a praia, o dia estava perfeito para tomar um sol, Sérgio passava protetor solar em Roberta, quando Frazão chegou perto.

* Eu quero passar protetor também! - Frazão.

* Sai fora Frazão! - Sérgio rir.

* Frazão rir - Você até que é bonitinho Sérgio, mas eu prefiro que a Alaba passe. - ele olha pra Alaba sorrindo.

* Só vou passar por que isso é importante! - Alaba pega o protetor dela da bolsa e ver Frazão se sentar de costas para ela na cadeira de sol.

* E você Claude, já passou? - Rosa olha para Claude que estava deitado em uma cadeira.

* Non e nem precisa! - Claude tinha agonia de algo melado em sua pele.

* Como assim não precisa? Olha esse sol! Você vai ficar igual um camarão amanhã se não passar. - Rosa fala enquanto pega seu protetor na mão.

* Non vou ficar como um camaron non! E eu non gosto da sensaçon, é melado! - Claude se senta e olhava de lado para rosa.

* Você vive em quê década? Meu protetor seca rápido! Fica quieto aí que eu vou passar em você! - Rosa se levanta de sua cadeira e senta atrás de Claude.

Aquela situação o deixou tenso, Rosa estava tocando suas costas, e suas mãos eram macias, faziam movimentos precisos e seus polegares davam pressão, ele agora estava relaxado, uma sensação quente passava pelo seu corpo, Claude estava se esforçando para esconder o quando aquilo estava mexendo com ele. Enquanto rosa, apreciava a vista, o fraces tinha costas largas, pele bronzeada e ombros fortes, os músculos de seu corpo eram uma obra de arte, obra que Rosa estava tocando. Os dois estavam em um mundo aparte com aquilo, que fez abrir portas para mais fantasias. 


Depois da praia, os seis resolveram ir se arrumar para ir embora, estavam esperando Hugo com a lancha. Enquanto passavam esse final de semana, na cidade de São Paulo uma surpresa os esperavam, Nara e Egídio planejaram um assalto na casa de Roberta, eles contrataram dois homens para fazer isso assim que chegassem, o objetivo não era assaltar e sim matar Rosa, no dia que Rosa mandou Nara sair da sala, ela foi falar com seu pai e convencer ele que Rosa tinha que morrer, assim ela teria o caminho livre para ficar com Claude, Nara sabia que muito provavelmente quando chegassem da ilha ia para a casa de Roberta e um suposto assalto era a oportunidade perfeita para eliminar Rosa.


...

No final da tarde Hugo chegou para buscá -los na ilha, e quando estavam em São Paulo foram direto para a casa Roberta, ao chegarem a empregada da casa tinha feito um lanche para todos, ao terminarem todos foram para varanda, conversaram e quando Claude e Rosa decidiram ir embora dois homem armados apareceram, no susto todos deram passos para trás e quase por instinto Claude ficou na frente de Rosa.

* Todos quietinhos, quietinhos, se alguém gritar vai morrer...- o bandido tinha recebido uma foto de Rosa do Egídio, então sabia exatamente em quem atirar.

* Peri (apelido do segundo assaltante), leva os rapazes pra dentro da casa e pega tudo que voce conseguir - ele sorrir pra Rosa.

O assaltante levou eles para dentro da casa e trancou no quarto enquanto roubava joias em outro quarto.

* Aaah mon dier...por que eles separaram a gente?! - Claude andava de um lado para outro.

* Fica calmo Claude! Não vai adiantar nada a gente ficar nervoso! Pensa! - Frazão também tava nervoso, mas sabia que entrar em desespero poderia colocar a vida de todos em risco.

* Gente! As janelas! Ele não olhou as janelas! - os meninos andam até a janela quando um tiro é escutado e logo em seguida a voz de Roberta e Alaba gritando o nome de Rosa.

...

Enquanto Claude, Sérgio e Frazão eram levados para o quarto, o primeiro assaltante foi pra cima de Rosa, pegou em seu braço e a empurrou, afastando ela de perto de Roberta e Alaba.


* Por favor, não faz nada com a gente! Pode levar o que você quiser! - Roberta diz desesperada.

* Moço por favor! - Alaba estava desesperada também.

* Cala a boca! Eu levar o que eu quero sim, mas antes eu vou despacha a Rosa aqui! - o assaltante aponta a arma para rosa.

No susto, Rosa pensou em milhões de coisas ao mesmos tempo, uma delas era que não queria morrer, então agarrou a arma do bandido apontando pra cima, foi aí que ela disparou.

* ROSA! - Roberta e Alaba gritam.

...

Do outro lado da casa, a empregada que ao escutar os assaltantes anunciarem sua chegada se escondeu dentro de uma quero nos fundos, ela ligou para a polícia e pediu urgência.

...

Rosa conseguiu jogar a arma para longe, mas o assaltante conseguiu joga-la no chão, ele foi pra cima dela pegando em seu pescoço, quando Claude e Frazão apareceram correndo na varanda o bandido os olhou e foi aí que Rosa conseguiu se esquivar o suficiente para chuta-ló e fazer ele cair para o outro lado.

* ROSA! - Claude grita.

* Rosa sobe encima do bandido que tentou acerta-la, mas ela conseguiu desviar e acerta um soco nele, fazendo ele desmaiar.

* Rosa! - Claude se aproxima de Rosa que saia de cima do bandido.

* Claude..- ele a abraçou com força e ela retribuiu.

* Gente cadê o Sergio? - Roberta.

...

Quando Claude, Frazão e Sérgio escutaram o tiro os gritos das meninas para Rosa, Claude ficou desesperado, e antes que ele corresse Sérgio o segurou e disse para ele e Frazão tomarem cuidado, que ele ia atrás do segundo bandido.

...

Sérgio aparece na varanda dando um mata leão no outro bandido e o joga no chão ao lado outro que estava desmaiado.

* Aonde tá a arma do outro? - Sérgio se referia ao desmaiado.

* Tá jogada ali no canto! - Alaba disse.

Todos estavam muito assustados, por mais corajosa que fosse a atitude de Rosa, ela estava muito assustada. Claude nunca sentiu tanto medo, Rosa poderia ter morrido e isso o assustava mais do que qualquer coisa, aquela mulher com medo que ele abraçava era a mesma que se agarrou com um homem e o fez desmaiar com um soco, Claude nunca conheceu uma mulher assim, Rosa realmente era única.

Não demorou para que a polícia chegasse, os assaltantes foram presos e todos começaram a dá seus depoimentos, mas entre todos com certa os das meninas chamavam mais atenção para o investigador Paulo.

* Então, dona Rosa o bandido sabia seu nome? - Paulo.

* Sim, em nenhum momento alguém disse meu nome! Ele veio direto pra cima de mim e disse que ia me despacha! Não pode ser coincidência! - Rosa.

* E tem alguém que não gosta de você? - Paulo.

* As únicas pessoas que não me suportam é o doutor Egídio, que é sócio do Claude, meu marido, e a filha dele a Nara, ex do meu marido! - Rosa olha para Claude.

* Pelo que a senhora Roberta e Alaba disseram também, nos vamos investigar e temos que interrogar os presos também, Rosa, será que posso chama-lá assim? - Paulo.

* Pode sim! - Rosa sorrir de leve.

* Eu vou tomar frente da investigação Rosa, e qualquer coisa você pode me ligar! - Paulo sorrir e lhe entrega um cartão com o seu número pessoal.

* Obrigada investigador - Rosa pega o cartão.

* Que isso?! Pode me chamar de Paulo! - ele diz.

* Enton é isso, muito obrigada! - Claude observou aquela cena até aonde aguentou, ele tinha que se aproxima de Rosa pra vê se aquele investigador parava de se atirar pra cima de Rosa.

* Eu vou indo, obrigada pela atenção! - Paulo olha pra todos.

Depois que tudo aquilo tinha acabado, Claude e Rosa foram embora, foi um pouco difícil passar com tanto jornalista e fotógrafos na frente da casa de Roberta, ela resolveu atender a impressa com Sérgio e Alaba, já Frazão quis ir para a casa dele.

Rosa chegou no apartamento, tomou um banho e desceu as escadas, ela se jogou no sofá, fechou os olhos e poucos segundos depois sentiu a mão de Claude em seu braço, ela abriu os olhos e viu ele se sentar ao seu lado.

* Você tá bem? Quer ir ao médico? - Claude estava preocupado, aquela mulher foi jogada no chão e tentada enganar.

* Não precisa! Eu tô bem! Só...pensando sabe, hoje eu quase morrer! Se eu não tivesse lutado com ele, eu ia estar.. - ela respira fundo.

* Ei...você foi tão corajosa! Você salvou sua vida e talvez de todos também, você apagou aquele homem! - Claude se aproxima mais e segura a mão de Rosa.

* Eu tô com medo Claude! - Rosa o olha.

* Non precisa ter medo, eu tô aqui! Non vou deixar nada acontecer com você Rosa! Eu garanto! - ele aperta levemente sua mão e a olha.

* Obrigada! - Rosa sorrir de leve.

* O que você acha da gente dormi aqui na sala? Os dois sofás são grandes e confortáveis e teríamos a companhia um do outro hã? - Claude viu medo nos olhos de rosa, e não poderia deixar aquela mulher subir e dormir sozinha depois do que ela passou.

* Acho uma ideia ótima! - ela sorrir.

Os dois pegaram travesseiros e lençóis em seus quartos e levaram para a sala, Rosa se deitou no sofá do centro da sala.

* O que você tá fazendo? - pergunta Rosa ao ver Claude se sentar ao lado do sofá.

* Eu vou ficar aqui até você dormir, quero que se sinta segura! - Claude a olha.

* Obrigada! Boa noite frances. - ela olha para ele.

* Boa noite italianinha! - ele a olha.


Notas Finais




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