1. Spirit Fanfics >
  2. Amor e odeio >
  3. Seus olhos

História Amor e odeio - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Obrigada pelos comentários gente!
Tenham uma boa leitura! 💖

Capítulo 14 - Seus olhos


Fanfic / Fanfiction Amor e odeio - Capítulo 14 - Seus olhos

De manhã Rosa acordou e se preparou para ir trabalhar, Claude levantou e viu Rosa arrumando a mesa para tomar café, ele ficou observando ela por alguns segundo, até ela notar.

* Bonjur, rosa você non precisa fazer café todos os dias, Dadi pode fazer isso! - Claude anda até ela na cozinha.

* Tá tudo bem! Dadi me ajudou hoje inclusive, ela queria aprender a fazer aquele bolo que você gosta. - ela sorrir.

* Ele sorrir - bom, eu vou sumir, tomar um banho e me arrumar rápido, você me espera para gente tomar café?

* Claro! - ela o olha.

Claude não demorou, ele não queria deixar Rosa esperando, para alguém que mal comia em casa e não se sentava muito para fazer refeições com outras pessoas que não fossem sócios ou empresários, aqueles momentos com Rosa se tornaram os melhores de seus dias, ele nunca se sentiu tão cuidado, a companhia dela no café da manhã, almoço e jantar era como se estivessem fazendo isso há anos. Então ele entra na cozinha e se senta na cadeira principal da mesa.

* Essa mesa...tem cada delícia hã! - ele sorrir.

* Bon appétit - Rosa sorrir.

* Our, alguém está aprendendo francês?! - Claude.

* Quem sabe você não aprendi italiano?! - Rosa.

* Rosa, se você não quiser ir trabalhar hoje, tudo bem! Você pode ficar em casa, descansar! - Claude.

* Não Claude! Eu prefiro ir trabalhar, a empresa tá cheia de coisas pra fazer!

* Tudo bem, se prefere assim.

* Você se importa se a gente passar na casa da minha mãe depois que sairmos do trabalho? Eu quero vê-la, acho que ela já deve tá sabendo sobre o suposto assalto.

* Claro que non me importo! Mas Rosa, você acha mesmo que aquele homem foi com intençon de te matar?

* Eu acho Claude, acho que foi encomenda, do Egídio a mando da Nara. - Rosa olha para Claude.

* Será Rosa? Eu conheço Egídio e Nara a tanto tempo, non posso imaginar que eles seriam capazes disso! - Claude.

* Eu só espero que eu não precise  morrer  pra você acreditar! Por que ninguém mais faria isso comigo! - Rosa fica com um pouco de raiva.

* Ei que issi? Non fala issi! - Claude tira o cabelo do rosto de rosa - Non vai acontecer nada com você hã!

Os dois terminaram o café da manhã e foram para a empresa, e quando chegaram encontraram Frazão na sala da diretoria, ele olhava o projeto das casas.

* Bom dia senhor e senhora Geraldy - Frazão foi malicioso, deixando Claude e Rosa desconcertados.

* Bom dia doutor Frazão! - Rosa.

* Ai Rosa, acho que a gente já tem intimidade o suficiente pra esquecer o "doutor" né!

* Ela sorrir - bom, eu vou ali falar com a Jannete e já volto! - Rosa sai da sala.

* Iai frances, como tá você e a Rosa? - Frazão chega perto de Claude.

* Como assim "Eu e Rosa"? Que papo é esse? - claude

* Ah claude para! Pra cima de muar que você não tá apaixonado pela Rosa?! Fala sério...- Frazão.

* Frazon...- Claude respira - eu non sei! Eu tô confuso! Eu...não vou negar que já rolou muito clima entre a gente e...é que, quando eu chego em casa sabe e vejo Rosa lá, parece, parece que aquilo não é de mentira, que nosso casamento é de verdade. - o fraces passa as mãos no rosto.

* Claude, eu te conheço desde criança, pelo visto até mais do que você mesmo! Tá na cara que você tá apaixonado pela Rosa, por que esse medo de ficar com ela? - Frazão fala baixo.

* Frazon eu non sei, eu...eu tô ficando maluco só pode! - Claude olha para o amigo.

* Eu acho que você tá esperando Rosa conhecer outra pessoa, se interessar, e você perder ela, é isso que vai acontecer! - Frazão estava falando de Paulo.

* De quem você tá falando? Daquele investigadorzinho? Aah Frazon, ela conheceu ele ontem! - Claude se levanta da cadeira.

* É mais você viu ele cair matando pra cima dela, Claude...se liga! - Frazão

* Então Rosa entra na sala da diretoria - os americanos estão subindo!

* Mon dier...O que será que eles querem hoje hã?

* As vezes eles querem saber como estamos, nossos nomes estão em todos os jornais. - Frazão.

* Não gosto nem de lembrar! - Rosa.

* Nossa rosa, você tem punhos firmes hem! Você apagou o cara com um soco só! - Frazão diz pra rosa.

* Isso eu vou concorda com Frazon, eu non imaginava, que você fosse tão forte Rosa! - Claude chega perto dela.

* Acho que nem eu! - Rosa diz e tem sua atenção voltada para a porta que se abriu.

Eram os americanos, eles queriam saber o andamento dos projetos, as primeiras casas já estavam sendo construídas, o que deixava Rosa mais aliviada, ela precisa agora convencer o velho Giovanni a comprar uma das casas, assim o resto do cortiço também compraria. O casal Smith também queria saber como estava Rosa, Claude e Frazão, a notícia do assalto na casa da artista repercutiu por todo o país e até no exterior, Roberta era muito famosa. Eles não ficaram muito, pois tinham outros assuntos para tratar.


Já acabando o expediente, Rosa recebeu a ligação de sua mãe, ela queria saber como a filha estava e avisar que chegou a ordem de despejo do casarão, era uma péssima notícia, Rosa disse para sua mãe que logo ia na casa dela e desligou o celular.


* Que cara é essa Rosa? - Claude

* Chegou a ordem de despejo do casarão! - Rosa se levanta, estava nervosa.

* Calma Rosa! - claude anda até ela.

* Meus pais não podem ir pra rua Claude, eles são velhos, eu acredito que esse projeto pode ser nossa salvação, mas sei lá, eu tô com medo! - Rosa começa a parecer desesperada.

* Ei...eu garanto o negócio, eu sei que você reservou casas para essas pessoas, a construtora vai facilitar tudo, se for pela sua felicidade eu garanto! - Claude toca suavemente o rosto de rosa que o abraça, e ele a envolver em seus braços passando os dedos entre as mesas do cabelo dela.

...

Enquanto isso, Nara ligava desesperadamente para seu pai, ela precisa acabar com Rosa, então pensou em mandar bombons de chocolate envenenados para rosa no nome do casal Smith, ela também estava preocupada com os bandidos presos, eles poderiam denunciar seu pai e assim iriam suspeitar dela também, mas ainda sim, pra Nara o mais importante era matar Rosa.

...

Quando o expediente acabou, Rosa e Claude passaram no casarão, entraram na casa e encontraram dona Amália e seu Giovanni na sala, a mãe de Rosa correu para abraça-lá, estava preocupada, Giovanni se levantou e abraçou a filha, então começaram a conversar, Rosa contou tudo que aconteceu e Giovanni não se aguentou.

* Eu tomei una decizon, vou contar para os americanos toda a verdade! - Giovanni

* O quê? - Rosa se levanta do Sofá bruscamente.

* Você quase que me morre Serafina! Se tentaram te matar deve de ter sido por causa do dinheiro do doutore!

* Pai, eu não vou permitir que o senhor faça isso! - ela estava ficando zangada.

* Gente! Parem, amore mio no faça isso! - Amália fala para Giovanni.

* Eu vou falar Amália! Já chega dessa mentira! Rosa está morando com ele sem ter se casado! - Giovanni.

* Então é isso...o senhor tá preocupado em dá satisfação pra língua dos outros! O senhor queria o que papai? Que eu me casa-se na igreja sendo tudo um mentira?

* No! Serafina..eu sei o que é melhor pra você!

* Eu sou uma mulher adulta! Eu sei o que é melhor pra mim! E de coração eu sou casada, eu sou esposa dele, o senhor não vai estragar o sonho dele por causa da sua vaidade! Por que se o fizer isso papai eu nunca mais coloco os pés aqui! - por mais doloroso que fosse dizer isso ela precisava dizer.

* Rosa que issi? Non fale issi! Por favor! - Claude nunca pensou que veria isso, Rosa encarou seu pai, ela impôs o que queria e o defendeu!

* Eu vou para o meu quarto! - diz Geovanni saindo da sala.

* Minha filha...nunca pensei que fosse encara seu pai! - Amália estava meio assustada.

* Já tava na hora mamãe! Papai respeitou a decisão da Terezinha ir morar fora, respeitou o Dino de seguir o sonho dele, por que ele não pode respeitar o que eu quero?

* Eu te entendo minha filha. - Amália.

* Mãe, eu trouxe o exemplar do projeto das casas populares, mas depois do que aconteceu aqui amanhã a gente conversa sobre isso!

Rosa e Claude se despediram de dona Amália, e foram pra casa, as palavras de Rosa ecoavam nos pensamentos de Claude. Ao chegarem Rosa foi direto para o quarto tomar um banho, e Claude fez o mesmo, ela desceu as escadas e viu Claude deitado no sofá.

* Você tá bem? - Rosa senta no outro sofá.

* Our, our e você?

* Tô bem! Eu tava pensando, em ligar para o Paulo amanhã. - Rosa não poderia negar que parte desse comentário era pra ver a reação de Claude.

* Liga pra ele por quê? - Claude estava visivelmente com ciúmes, e as palavras de Frazão vieram em sua mente.

* Pra saber como tá a investigação, se os presos falaram algo! - Rosa se levanta do Sofá

* Sei...é só issi mesmo? - Claude se aproxima dela.

* O que você tá querendo dizer? - Rosa chega mais perto.

* Eu percebi você e aquele investigadorzinho de conversinha - Claude está irritado só de lembrar.

* Ele tava colhendo meu depoimento! - Rosa

* Hãram issi e se atirando encima de você! - Claude olha para Rosa, que estava muito perto dele.

* Você acha que ele se atirou em mim?! - Rosa finge interesse no tom voz.

* Claude a olha e anda até ela, ficando a centímetros dela - Você...

* Eu... - Rosa sentiu seu corpo queimar com aquilo, ele estava tão perto dela e seu olhar estava tão fixo que era impossível tirar os olhos dele.

* O quê acha da gente ir dá uma volta na cidade? - Claude não sabia bem o que tava fazendo, mas sabia que seja lá o que ele queira fazer ele, queria ela.

* Sair? Agora? - Rosa pergunta.

* Our, vamos nos divertir! Vai trocar de roupa! - claude sorrir.

* Claude Você esqueceu que amanhã de manhã o casal Smith pode passar aqui antes de irem para o Aeroporto? - Rosa.

Os americanos avisaram Claude que teriam que voltar aos Estados Unidos por dois dias e depois retornariam para o Brasil.

* Non esqueci non, que issi Rosa?! Confie em mim!

* Eu confio! - ela o responde olhando nos olhos.

* Enton, eu vou trocar de roupa e já volto..- Claude é interrompido por Rosa.

* Não senhor! Vamos assim, de calça de moletom e jaqueta, seja mas onde a gente for! - ela sorrir.

* Tudo bem! Enton vamos!

Claude pega as chaves do carro e a carteira, aquela noite não tinha destido, nem hora, não tinha nada, nada definido além deles dois.



Notas Finais


💖


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...