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História Amor e odeio - Capítulo 18


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Notas do Autor


Boa leitura cheri! ❤

Capítulo 18 - Você me balançou


Fanfic / Fanfiction Amor e odeio - Capítulo 18 - Você me balançou

* Então os americanos vão assinar o contrato? - Alaba.

* Foi o que disseram! - Rosa.

Rosa conversou um pouco com todos, mas depois foi para a cozinha falar no telefone com sua mãe, Claude já se sentia melhor, então ficou conversando com o pessoal na sala até tarde, eles combinaram de se encontra na casa de claude no outro dia. Depois que todos foram embora, Rosa subiu para banhar e depois desceu ficando sentada no sofá, Claude tinha subido para fazer o mesmo, e logo desceu as escadas avistano Rosa.

* Oi - Rosa diz ao ver ele se aproximar - como está se sentindo?

* Bem melhor! Graças a você! Obrigada por ter cuidado de mim hoje, eu sei que non sou um doente fácil! Desculpe! - ele sorrir.

* Ela sorrir - Que bom que você tá bem.

* Tão bem, que vou preparar algo para nós dois jantar! - Claude se levanta e sorrir.

* Você vai fazer a janta? - Rosa rir.

* Our, e mais rápido do que você! - Claude provoca.

* Essa eu quero ver. - Rosa ver Claude apontar para a cozinha.

Claude puxa a cadeira para rosa sentar e depois vai até a cozinha, ela fica ali sentada olhando o francês e pensando em tudo que tinha acontecido entre eles, desde o casamento, eram tantos momentos, coisas que Rosa sabia que levaria para a vida toda, pensar nisso tudo fez Rosa pensar no fim, os contratos seriam assinados amanhã e depois disso não teria mais motivos para eles continuarem casados, ele logo pediria o divórcio, Rosa tentou respirar fundo e ficar forte, isso seria doloroso demais para ela.

* Você tá bem? - Claude estava com dois pratos na mão.

* Tô sim! O que você fez? Não vi você usar uma panela! - Rosa sorrir.

* Voala! - ele fez sanduíche, grande, mas era um sanduíche! E Rosa não conteve a risada.

* Você tá de gozaçon com meu sanduíche? Ele é o melhor que você já vai ter comido na vida hã! - Claude se senta.

Os dois comeram e conversaram, depois de um tempo assim Claude foi até a sala pegar um licor para eles beberem, servindo Rosa.

* Tem uma lenda sobre esse licor - Claude se senta com o licor na mão, Rosa já estava com o dela.

* Lenda? - ela o olha.

* Our, às pessoas que bebem esse licor a uma noite de luar, nunca mais se separam.

* Será que hoje tem luar? - Rosa não conteve sua esperança.

* Se non tiver a gente inventa! - ele sorrir e levanta a taça para eles brindarem.

* A gente vai brindar à quê? - rosa.

* Aos nossos pensamentos. - Claude sorrir.

* Aos nossos pensamentos...- Rosa brinda e ver Claude se levantar depois de dá um gole no licor.

* Só tá faltando uma coisa...

* O quê? - Rosa.

* Música! 

* Claude, se colocar música pode acordar a Dadi! - Rosa se levanta da cadeira ficando de frente para o francês.

* Mas e a música? - ele diz meio manhoso.

* A gente inventa! - ela sorrir.

Claude estende sua mão para eles dançarem, Rosa se aproximou e ele a envolveu em seu braço, deixando seu corpo colado ao dela, o cheiro de Rosa estava nele, sentiu sua respiração e as pontas de seus dedos em suas costas, lhe provocando mais do que ela poderia imaginar.

* O que tá acontecendo?... - Rosa fala.

* O que tá acontecendo é que minha vida está de cabeça pra baixo! - Claude.

* Eu a deixei assim?

* Você fez mais do que issi! A balançou inteira por inteira!

* E isso é ruim? - Rosa fica a centímetros da boca dele.

* Non...a minha vida tá de cabeça pra baixo por que você tá do lado certo! Por que entre nós...O errado tem sido eu! - Claude a beijou.

Rosa sentiu os seus lábios se tocando, e aquilo foi mágico, como se um incêndio se iniciasse, como se só existisse eles dois no mundo. O beijo que começou leve, cuidadoso, foi ficando firme e excitante, as mãos de claude se anternavam nas costas e na cintura dela, enquanto Rosa explorava suas costas e seu cabelo, isso o provoca, e tudo era um princípio de incêndio.

Os dois se separam por alguns centímetros para respirar, e a voz rouca de Rosa saiu.

* O que foi isso? - Rosa estava sem fôlego.

* Non sei...só sei que é loucura! - Claude.

* No bom ou não sentindo? - Rosa precisava saber.

* Com você...É sempre no bom sentido! - ele não queria parar de beija-lá.

O fraces tomou a boca de Rosa novamente, e tudo foi ficando mais intenso, ele queria tanto ela, ele precisava dela, seu corpo estava queimando e tinha um frio enorme no estômago, uma sensação nova para ele, estava nervoso e não conseguia pensar em mais nada a não ser em agrada-lá.

Rosa estava excitada em todos os sentidos, o fraces despertou muita coisa, até o que não sabia, ela o provocou passando a mão em sua nuca indo em direção ao seu cabelo, usou os dedos para dá uma leve puxada, com isso Claude respondeu, colocou as mãos na cintura dela apertando, o frances a precionou Rosa contra a mesa de jantar, os beijos dele começaram a explorar o pescoço dela e ele podia ouvir os pequenos gemidos.

* Claude... - Rosa abre os olhos e ver aquele homem o a beijando, então ela levanta suavemente uma das pernas, pressionando ela entre as pernas de Claude.

* Rosa... - a voz saiu rouca, um suave gemido, ele a desejava tanto.

Rosa olhava para ele de forma feroz, o desejava mais do que qualquer coisa, viu ele se aproxima e fez o mesmo. O beijo foi simplesmente perfeito, o clima entre eles era romântico e provocante ao mesmo tempo, o beijo ficou mais excitante quando um barulho enorme os espanta.

* Doutor Claudes! - Dadi aparece na sala de jantar correndo.

* O Que foi Dadi? - quando Claude e Rosa escutaram Dadi se afastaram.

* O ar condicionado do meu quarto tá saindo fumaça! - Dadi estava assustada.

Claude liga para os bombeiros, e não demorou nada para chegarem, por sorte chegaram a tempo antes de começasse a pegar fogo. Rosa chamou Dadi para dormi no seu quarto com ela.

* Eu vou subir, a Dadi parece tá um pouco assustada! - Rosa.

* Claro! Qualquer coisa me chama! - Claude não sabia o que fazer.

* Boa noite! - Rosa sobe as escadas e vai para o quarto.

O francês anda até a cozinha pensando no que aconteceu, nos beijos, nas provocações, ela com certeza despertou sensações que ele nunca sentiu, Rosa fazia isso com ele.

...

No outro dia, Rosa e Claude estavam meio sem jeito um com o outro, o momento que tiveram noite passada deixou claro que um tinha sentimentos pelo outro. Quando chegaram na construtora, Rosa ficou na recepção conversando com Jannete sobre o projeto, enquanto Claude foi para a sala da diretoria com Frazão.

* Frazon, eu preciso te contar uma coisa que aconteceu ontem! - Claude precisa conversar sobre isso com alguém, não pensava em outra coisa.

* Fala! - Frazão não sabia se era boa ou não o amigo estava com uma cara.

* Ontem a noite eu e rosa nos beijamos. - Claude diz isso se sentando em sua mesa.

* Se beijavam? Quantas vezes? - Frazão estava curioso.

* Umas três vezes e non foi só isso! A gente...começou a...se provocar.

* Provocar? Que tipo de provocação? - Frazão pergunta malicioso.

* Aah Frazon! Eu non vou entrar em detalhes, eu só sei que eu tô ficando louco!

* Louco de amor! Conversa logo que você ama a Rosa Claude!

O frances não o respondeu, ficou pensando no que ele disse, até Frazão interromper seus pensamentos.

* Acabei de receber um email do Mês Smith, ele disse que não vai poder vim aqui hoje, só amanhã! - Frazão olha para Claude.

* Será que aconteceu algo? - Claude ficou preocupado.

* Não sei...Ele não disse mais nada.

* Mon dier...espero que non seja nada!

Rosa entrou na sala e foi avisada sobre a mudança dos Smith, um pouco mais tarde Egídio apareceu na sala, disse que não ia mais trabalhar na construtora, na verdade ele tava querendo fugir, segundo um informante dele a polícia estava quase descobrindo que ele e Nara tinha mandado matar Rosa. Nara estava de plano fugir com o pai, mas não ia sem antes fazer o queria fazer.

Já no final da tarde Claude recebeu uma ligação de Roberta, ela disse que ia na casa dele mais tarde. Rosa estava lendo alguns papéis e Frazão no laptop, Claude sentado em sua mesa, se alternativa entre olhar contratos e olhar Rosa, ela estava linda. Já era fim de expediente, quase todos já tinham ido embora, quando alguém bateu na porta.

* Boa tarde! - Paulo entrou.

* Paulo?! - Rosa olha pra ele.

* Olá Rosa - ele sorrir, e estava acompanhado por dois policiais.

* O que tá acontecendo? - Claude foi direto.

* Eu descobri quem mandou matar a Rosa, foi o doutor Egídio! Na verdade esse nome é falso! Ele se chama Olegário.

* Eu sabia! - Rosa diz.

* Mas ele nao fez isso sozinho, sua filha Nara também fez isso com ele, tenho um mandado de prisão pra os dois! Aonde fica a sala dele? - Paulo.

* Eu vou levar vocês até lá! - Frazão abre a porta e é acompanhado pelos policiais.

Rosa e Claude esperavam no hall...



Notas Finais




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