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História Amor e odeio - Capítulo 4


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Capítulo 4 - A beira de casar


Fanfic / Fanfiction Amor e odeio - Capítulo 4 - A beira de casar

* Depois do escândalo de ontem eu pensei que a senhora non fosse aceitar, mas já que aceitou, de quanto estamos falando dona Rosa? - Claude estava surpreso.

* Olha doutor Claude eu já disse que não quero seu dinheiro! - Rosa já começava a fica com raiva do fraces, que tinha a incrível capacidade de irrita-lá.

* Se a senhora non vai querer dinheiro, o que a senhora quer hã? - era confuso para Claude, como assim alguém ia ajudá-lo sem querer nada em troca?

* Eu só quero duas coisas doutor Claude: primeiro que a gente pare de falar de dinheiro, eu me sinto um produto à venda. A segunda é que eu possa ter acesso ao projeto das casas. - Rosa olha para Claude e Frazão.

* E eu posso saber por que a senhora quer ter acesso ao projeto? - Claude se aproxima de Rosa, não sabia ao certo o que pensar, ela não ia receber nada pelo casamento, mas queria saber do projeto, será que ela é uma espiã?

* Por que talvez eu e as pessoas ao meu redor na minha casa precisem dessas casas populares, eu moro em um casarão e o dono vai mandar destruir, ele quer construir um edifício, eu tô fazendo isso por que... Eu acredito no projeto e...é isso! - Rosa ficou olhando aqueles olhos escuros, ele estava tão perto que quase podia ouvir sua respiração, Claude com certeza era o homem mais atraente que Rosa já viu.

Claude estava sem palavras, não só pela atitude de Rosa, mas também por ver ela de perto de novo, ela não só deixava ele nervoso, como fazia ele esquecer completamente o que dizer, ela tinha os olhos mais lindos que ele já tinha visto. De repente a porta da sala abriu bruscamente.

* Posso saber o que tá acontecendo aqui Claude - Entra Nara na sala.

* Nara? Você non pode entrar assim na minha sala non - Claude voltou sua atenção a Nara.

* E desde quando pode ficar de chamego com secretaria? - Nara olhou Rosa de cima a baixo.

* Eu acho melhor eu ir doutor Claude, doutor Frazão, licença. - Rosa andou até a porta.

* É melhor ir mesmo...Hoje em dia não se pode mais confiar em ninguém, essas secretarias não podem ver um chefe bonitinho. - Nara olha com nojo para Rosa.

* Como é que é? - Rosa se vira de uma vez.

* Isso mesmo que você ouviu, pensa que eu não vi você colada no Claude - Nara estava falando alto.

* Rosa, fica calma, vai para sua mesa, daqui a pouco eu falo com você, e Nara, o que diabos você tá fazendo aqui? - Frazão começou a ficar irritado com a presença de Nara.

* Nara você non pode entrar assim na minha sala e nem falar desse jeito com a minha secretária! - Claude.

* Vai defender ela Claude, o que foi? Tá dormindo com ela? - Nara.

* Agora você passou dos limites, eu não vou admitir ser humilhada, ou ofendida, ainda mais por uma pirua sem noção. - Rosa queria seriamente dá uns bons tapas naquela pirua.

* Do que você me chamou? - Nara.

* Vamos parar! Dona Rosa, por favor calma, a gente se fala depois! - Frazão.

Rosa sai da sala, estava extremamente irritada com aquela mulher. Enquanto isso, Claude e Frazão convenceram Nara a ir embora, ela e Claude tiveram um caso por muito tempo e  Nara era filha de seu sócio Egídio, não poderia irrita-lá ou trata-lá mal, ela não aceitava o fim do caso e vivia atrás do Claude. Rosa passou o resto do expediente pensando em Claude, nele perto dela e quando a defendeu de Nara.

...

No outro dia, Serafina tomou café da manhã com a mãe, seu pai tinha ido mais cedo vender os doces. Antes de ir para o trabalho ela quis passar na casa de Sérgio, saber sobre o teste do amigo, a notícia foi boa, Sérgio conseguiu o papel e lá descobriu que ia trabalhar com a Roberta Vermon, era um sonho para ele. Rosa contou sobre os pais de Júlio serem os mesmos americanos que iriam investir os milhões no projeto. Depois Rosa foi direto para o trabalho.

Chegando na construtora ela foi chamada direto pra a sala da diretoria.


* buongiorno...Quer dizer... bom dia - Rosa as vezes falava em italiano e logo depois se corrigia, seus pais sempre fizeram questão de manter viva suas raízes italianas, ela notou que somente Claude estava na sala.

* bonjour dona Rosa, non sabia que a senhora falava italiano?! - Claude já tinha percebido que Rosa tinha traços diferentes das mulheres que já conheceu, não tinha como ele não notar já que passou a noite anterior pensando nela, isso o assustava e repreende o pensamento.

* Meus pais são italianos, vieram para o brasil quando minha mãe estava grávida de mim. - Rosa tinha muito orgulho de seus pais, eles batalharam muito para criar ela e os irmãos.

* Non me estranha suas raízes, as mulheres italianas são muito valentes e bonitas - Claude sorrir e ver o sorriso de Rosa, mas quando se deu conta do que disse um silêncio constrangedor tomou a sala.

De repente Frazão entra na sala, o que se tornou um alívio rompendo o silêncio, ele tinha acabado de falar com Freitas, o casamento aconteceria amanhã. Mais tarde Frazão teria que ir buscar Mrs Smith no aeroporto.

* Então amanhã é o casamento? - Rosa estava ansiosa.

* Sim, amanhã vocês se casam. - Frazão.

* E aonde vai ser? - Rosa.

* Eu conversei com o Freitas e pode ser aqui mesmo. - Frazão observa o amigo se levantar de sua cadeira.

* Como aqui Frazon? É muito perigoso! Ninguém pode ser que eu me casei non..ATHIM!

* A gente vai fazer isso no horário de almoço, não vai ter ninguém por aqui e vai ser só assinar os papéis. - Frazão.

* Você já providenciou tudo né Frazon? Juiz, testemunha?

* Já tá tudo certo frances! - Frazão dá um sorriso malicioso.

* Por mim tudo bem, bom, eu vou voltar para minha mesa, doutor Frazão, quando o senhor for buscar Mrs Smith o senhor pode pedir para me ligar, por favor?! - Rosa olhava para Frazão, mas sentiu Claude se aproximar dela com uma cara de desconfiança.

* Peço sim dona Rosa. - Frazão sorrir para Rosa e observa ela sair da sala.

* Ôu que issi? que issi? Vai ficar secando Rosa? - Claude senta de novo em sua mesa.

* hiii Claude..ela é sua esposa só a partir de amanhã tá! Tá com ciúmes já? - Frazão riu do amigo, mas estranha sua repreensão.

* Aaah Frazon vai ver se tô catando coquim na estrada. - Claude tentou voltar sua atenção para o trabalho.

Mais tarde Frazão buscou Mrs Smith no aeroporto, deu o recado de Rosa e o deixou em um hotel. Depois foi para o apartamento de Claude, ele estava achando que Rosa poderia ser uma espiã da concorrência, mas como Frazão é o amigo mais pé no chão que ele poderia ter, logo fez ele ver o quanto absurda essa ideia era. Naquele mesmo dia Rosa passou em uma loja que gostava, queria está bonita no outro dia, sem chamar muita atenção, ela não poderia se casar de vestido de noiva no escrito, mas queria estar e se sentir bonita naquele momento.

...

No dia seguinte, Rosa foi para a empresa nervosa, afinal ela ia se casar, mesmo sendo um casamento de mentira ela não poderia deixar de lembrar de Júlio, do que passou com ele, por alguns segundos se imaginou casando com Claude, um casamento de verdade, onde ela e ele se beijavam, mas logo a imaginação foi barrada por um sinal de alerta na sua cabeça, Claude era um enrolador mulherengo, e esse casamento era por uma boa causa, ela estava fazendo isso pelo projeto e tinha que admitir que por ele também.

Claude estava ansioso pois Mrs Smith tinha ligado cedo e disse que ia passar na agência de amanhã, o frances odiava acordar cedo, mas na noite passada mal conseguiu dormir, ele ia receber o americano de manhã e casar de tarde, era emoção demais para um fraces só.

* Bonjur dona Jannete - disse o frances.

* Bom dia doutor Claude. - ela responde e avista Frazão atrás de Claude.

* Olá, bom dia - Frazão.

* Dona Rosa já chegou?.. - Claude perguntou quando sua atenção foi interrompida pelo barulho do elevador.

Por alguns segundos Claude esqueceu como se respirava quando viu Rosa, estava em um vestido social vermelho, com um leve decote e uma fenda discreta atrás, valorizava todas as suas curvas, com o salto alto agulha e o cabelo totalmente solto, ela estava de tirar o fôlego.

* Bom dia - Rosa sorriu.

* bon..bonjur - Claude estava atordoado, sua voz ficou trêmula e seus olhos não poderiam olhar para outra coisa que não fosse aquela mulher.

* UAU Rosa você tá linda! - Jannete nunca tinha visto a amiga assim.

* Que isso Jannete?! - Ela olhou para amiga e em seguida para Claude.

* Isso tudo é para ver o Pai do Júlio? - Jannete.

* É..É sim! Achei melhor está mais apresentável - Rosa mentiu, não tinha se arrumado assim para isso, era para seu casamento, para o casamento com Claude.


Rosa sentou em sua mesa e tentou pensar em outra coisa que não fosse o casamento, enquanto isso Claude e Frazão foram para a sala da diretoria.


* Nossa a dona Rosa caprichou hoje hem! - Frazão.

* É...ela tá arrumadinha - ele engoliu seco.

* Aaaah menina tá um espetáculo, na verdade ela é né. - Frazão olha para o amigo.

* Tá bom Frazon, mas ela tá assim por causa do Mrs Smith.. - Claude diz com um tom de voz irritado.

* Claro que não Claude! Rosa é esperta! Você acha que ela ia falar que tava daquele jeito por causa do casamento? Se liga francês! Mas mesmo que ela tivesse assim por causa do americano, por que você tá incomodado? Queria que ela tivesse assim por sua causa? - Frazão cruza os braços intrigado.

* Claro que non! Eu non ligo pra essa secretária non.

Frazão riu do amigo, estava ficando intrigado com a implicância dele com rosa, mas seus pensamentos foram interrompidos pela ligação de Jannete, o americano tinha acabado de chegar na empresa, Jannete pediu para ele entrar.


* Ola ola doutor Claude, doutor Frazão. - Mrs Smith.

* Olá Mrs Smith, que prazer reve-lo - Frazão.

* Olá, Mrs Smith, sente-se por favor hã. - Claude.

Claude e Frazão conversaram com o americano por alguns minutos sobre os contratos, ele queria conhecer a empresa e falar com alguns funcionários. O americano lembrou Claude da importância de seu visto para os negócios e Claude disse isso já estava sendo resolvido. Não demorou que o americano toca-se no nome de Rosa.

* Ora doutor Claude, fiquei surprese de saber que Rosa trabalhava aqui! Ela está aqui? Poderia chama-lá? - quando Smith entrou no hall não viu Rosa.

* Oui vou chamar - Claude liga para rosa e pede que ela venha, poucos segundos depois ele observa ela entrar.

* Rosa, ora...que bom vê-la novamente, a senhora está mais linda do que eu me lembrava! - Mrs Smith se aproxima de Rosa apertando firme sua mão.

* Obrigada Mrs Smith, é muito bom ver o senhor, como está a senhora Smith? - Rosa olha ele nos olhos.

* Está bem, comentei com ela sobre você trabalha para dotor Claude! Ela está ansiosa para vê-la novamente, ora Rosa mil perdões por não ter ligado, meu celular ficou sem bateria. - Smith.

* Tudo bem Mrs Smith, sem problemas, e  me desculpe não está ali na frente para recebe-lo, tive que ir ao banheiro. - Rosa.

* tudo ok Rosa, no se preocupe. - ele sorrir.

Rosa trocou mais algumas palavras e depois se despediu de Smith, que a convidou para mostrar a cidade para ele antes dele retorna para os Estados Unidos. Enquanto conversavam, Frazão e Claude observavam a conversa. Claude estava muito curioso, como eles pareciam tão íntimos.

Depois que Smith foi embora e chegou o horário do almoço, Rosa estava na sala da diretoria andando de um lado para outro, ela e Claude, a espera de Freitas com os papeis, o juiz e as testemunhas, enquanto Frazão tentava convencer eles a se sentarem e se acalmarem, de repente alguém entra pela porta e não era Freitas.


Notas Finais


Vou fazer possível para postar todos os dias ❤ obrigada mais uma vez.


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