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História Amor e outras drogas - Capítulo 9


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Notas do Autor


Oi meus amores. Queria antes de tudo, agradecer a todos os favoritos que essa fic recebeu e tem recebido nos últimos dias. Vocês são uns amores ❤❤❤❤❤❤ bom fim de semana e obrigada pelo carinho❤❤❤❤

Capítulo 9 - A adorada irmã mais velha - Parte 2


Fanfic / Fanfiction Amor e outras drogas - Capítulo 9 - A adorada irmã mais velha - Parte 2

Já se passaram dois anos. Dois longos e angustiantes anos longe de Jihyo. Depois de tudo que aconteceu entre nós duas, foi dificil manter aquela enorme distância. Ela em Washington e eu em Seul.

Eu não fiquei com ninguém durante todo esse tempo, porque eu achava que existia alguma coisa entre mim e ela. Por mais que eu soubesse que era quase impossível nós duas ficarmos juntas ou aquilo dar certo.

Quando nós conversávamos por ligação ou por mensagem, agiamos como se fôssemos namoradas. Ela me mandava aquelas figurinhas fofinhas e melosas de Whatsapp e nós ficávamos conversando coisas indevidas as vezes.

Mas...eu chamava ela de amor e ela não correspondia. Mesmo quando nós tínhamos conversas mais acaloradas ela só dizia no final:  Eu te amo, mana.

Era só isso que eu era, não é? Mana...
As coisas para mim só estavam indo  de mal a pior. Eu bebia e enchia a cara para tentar esquecer de Jihyo. Arrumei um estágio na faculdade que de ciências contábeis que eu tinha começado a fazer, mas eu não levava nada daquilo a sério.

Quando eu ia cheretar nas redes sociais de Jihyo, ela estava sempre rodeada de belas garotas. Isso me fazia pensar se ela não tinha arrumado alguém e me largado de mão.

Por isso, eu fiquei vários e vários dias sem falar com ela. Com muito custo, sofrimento, lágrimas e álcool, eu consegui. Fiquei mais de uma semana sem conversar com a mais velha. Foi a pior fase da minha vida. Só eu sei o quanto aquilo doeu e o quanto eu sofri com aquela distância.

Mas ela veio atrás de mim. Me ligou, mandou mensagem, pergunto de mim para nossa mãe...e eu inventei uma desculpa qualquer.

Eu queria perguntar para ela:
O que nós somos uma para a outra? O que eu sou pra você? Nós somos namoradas? Você irá ficar comigo ou eu já posso parar de me iludir?

Mas eu tinha medo da resposta. Tinha medo de pressioná-la e ela se afastar.

Foi quando o fim do ano chegou e mamãe me deu uma noticia para a qual eu não estava pronta.

— Querida...se você tinha alguma programação para a semana que vem, é melhor desmarcar, nós iremos visitar sua irmã nos Estados Unidos. — Quando ela terminou de falar, eu fiquei branca.

— N-Nós...iremos visitar Jihyo?

— Sim, vai ser ótimo. Iremos passar o Natal lá.

Eu mal podia acreditar. No ápice da minha ilusão em ficar com ela, eu até estava pretendendo juntar algumas economias para viajar para os EUA e ir ver a mais velha. Mas meu inglês era péssimo e meu estágio só servia para bancar os custos da faculdade.

Enquanto arrumava minhas malas para a viagem que seria na semana que vem, Jihyo voltou a ter presença marcante em meus pensamentos. Aquela noite chuvosa...o que nós fizemos...tudo voltou a estar vividamente presente na minha memória.

A mais velha comemorou a notícia da viagem. Ela estava feliz que nós iríamos visitá-la. Dizia sentir saudades de mim e que estava ansiosa para nos encontrar. Eu também estava, mas sabia que não da mesma maneira que ela.

Conforme os dias foram passando, minha ansiedade só aumentava. Filmes melosos e românticos se tornaram frequentes na minha lista da Netflix. Músicas românticas então...nem preciso falar.

Eu ficava olhando as nossas fotos juntas antes dela viajar e chorava de saudades. Me pergunto se ela fazia o mesmo, se sentia minha falta....ou se as suas novas companhias preenchiam o vazio que eu tinha deixado, se é que eu deixei algum.

Quando o dia da viagem finalmente chegou, eu estava em choque. Nenhuma roupa que eu vestia parecia ficar boa o suficiente. Eu nunca me sentia perfeita como eu queria estar. Não queria usar nada muito chamativo, mas ao mesmo tempo, queria ser capaz de surpeender a mais velha.

A viagem aos Estados Unidos foi longa e desgastante. Mais de oito horas dentro de um avião, presa naquela cadeira. A ansiedade e o nervosismo, impediam que o tempo passa-se. Mas quando o avião aterrissou, minha vontade foi se enfiar dentro dele e voltar para Seul. O medo me dominou, a ficha que eu estava próxima de Jihyo tinha caído.

Ela tinha falado para mamãe que estava nos aguardando no aeroporto. Eu procurei entre as milhares e milhares de pessoas aglomeradas com suas malas de viagem, até finalmente encontrá-la. E lá estava ela, Jihyo, acenando para nós.

Seus longos cabelos negros balançavam ao vento, ela vestia um sobretudo cinza meio esverdeado para tentar se proteger do frio e estava mais linda do que nunca.

A mais velha deu um abraço apertado em nossos pais e depois chegou a minha vez. Eu apertei ela forte, de maneira necessitada. Precisei segurar o choro. Seus braços envolveram meu corpo de maneira calorosa. Meu coração parecia querer saltar para fora do peito, mas não tivemos tempo para conversarmos.

Mamãe queria explorar cada parte da terra do tio Sam e Jihyo mostrou tudo para ela. Visitamos o National Mall, passamos perto o suficiente da Casa Branca para que pudéssemos tirar centenas de fotos, depois fomos até o Lincoln Memorial. Onde Jihyo nos contou a história de Abrahan Lincoln.

Depois do passeio, Jihyo falou sobre a faculdade, mostrou seus lugares favoritos em Washington e nos ensinou algumas palavras em inglês para que a gente pudesse se virar enquanto estivéssemos lá.

Nós fomos até a casa que ela tinha alugado, era linda, como tudo nos EUA. Jihyo morava com uma colega de quarto, com quem compartilhava as despesas. Ela preparou um almoço e nós almoçamos em família. A tal colega iria passar o Natal com a família, então, a casa era toda nossa.

Por vezes, eu e ela trocamos alguns olhares. Eu queria que nossos pais saíssem e nos deixassem a sós para que eu e ela pudéssemos conversar, a ansiedade estava tomando conta de mim. Eu esperei anos por aquele momento e os mais velhos estavam estragando tudo.

Jihyo fala com entusiasmo sobre as boas notas na faculdade e sobre os planos para o futuro. Queria que fôssemos morar com ela nos EUA e disse que queria que eu também terminasse os estudos lá. Devo admitir que minhas bochechas ficaram coradas quando ela fala aquilo e olha diretamente pra mim.
Então ela se importa?
Eu me pergunto e fico com aquela cara de idiota apaixonada.
[...]

Durante a tarde, uma breve oportunidade finalmente surgiu. Nós tinhamos ido até o Walmart fazer as compras de fim de ano e enquanto nossos pais foram para um lado pegar algumas coisas da lista de compras, eu e ela fomos para o outro.

— Você está bonita...— Ela diz e me olha sorrindo. Meu coração se derrete igual manteiga ao ouvir aquilo vindo da mais velha.

— Obrigada.... — É tudo que eu consigo dizer. É sério isso Chaeyoung? Um mero obrigada?

— Como estão as coisas lá na Coréia? Tem se saído bem na faculdade? — Ela pergunta enquanto pega a lasanha e o molho de tomate.

— Bem...poderiam estar melhores. — Falo parando ao lado dela.

Ela olha para mim, percebe a cara de de gatinho abandonado que eu faço. A vontade de beijá-la e abraçá-la é quase incontrolável. Existem tantos pensamentos simultâneos na minha cabeça. Aquele calor dentro de mim me faz imaginar diversas maneiras diferentes de tirar aquela roupa que Jihyo está usando, de puxar ela pra perto pela cintura e beijá-la pelas próximas horas.

— Não se preocupe, quando vocês vierem morar aqui comigo, eu vou te ajudar com a faculdade. — Ela fala com um brilho no olhar e ajeita o meu cabelo atrás da orelha.

— E existe algum motivo especial para você me querer por perto? — Pergunto tentando arrancar dela a resposta que eu tanto esperava.

— Claro que sim. — Ela diz com um largo sorriso. — Você é a minha irmãzinha que eu amo.

— Eu pensei que nós duas fôssemos mais que irmãs...

Eu deixo escapar e aguardo por uma resposta. Mas ela não diz nada. Simplesmente se aproxima de mim e beija minha testa.

Eu sabia...
Penso com um olhar entristecido. Daquele momento em diante, eu não quis participar das conversas em família e nem das atividades de fim de ano. Simplesmente me afastei de todos e não quis saber de mais nada.

[...]

— Chaeyoung...você não vai ajudar a fazer a ceia ? — Minha mãe pergunta.

— Eu já vou, mãe. — Falo emburrada tirando os fones do ouvido e levantando da cama.

Já se passaram alguns dias desde o ocorrido no Walmart e eu estive trancada no meu próprio mundo desde então. Já era véspera de Natal e as coisas naquela casa estavam bem agitadas. Eu ajudo mamãe a preparar a lasanha, preparamos também um bolo de chocolate e outras receitas igualmente calóricas que com toda certeza seriam de difícil digestão.

Enquanto eu ajudo mamãe, papai e  Jihyo enfeitam a árvore de Natal.

— Você não tem falado muito com a sua irmã nesses últimos dias. — Mamãe diz com um olhar preocupado.

— Ah...não é nada demais. — Eu falo tentando fugir da conversa.

— Tem certeza? Vocês duas sempre foram tão grudadas. Depois de tanto tempo longe uma da outra, pensei que aproveitariam para passar um tempo juntas.

— Talvez a minha TPM tenha vindo na época errada...— Dou a desculpa mais idiota que me vem na cabeça

Mamãe...apenas deixe isso pra lá, está bem? Se você souber a verdade, iremos por tudo a perder.

Depois de tudo preparado, algumas visitas começam a chegar. Eram amigos de Jihyo indo lhe dar alguns presentes. Eu fico trancada no quarto sem querer ver ninguém, já que eu já tinha ajudado nos preparativos da ceia. Jihyo conversa com eles, dá a atenção que eles tanto querem e logo eles vão embora.

[...]

Horas mais tarde, damos início as festividades. Já era Natal. Mamãe e papai estão pra lá de bêbados e eu também já estava de barriga cheia e já não podia comer mais nada. Optei por não beber. O álcool já não tinha mais nenhuma graça. Os enfeites de Natal, presentes, as comidas a mesa, tudo pareceu perder de alguma forma o sentido.

Eu ainda estou presa naquele corredor do Walmart e o que Jihyo me disse, ainda ecoa na minha cabeça. Eu não queria ser apenas A irmãzinha caçula eu queria...ser a sua namorada. Embora eu soubesse que isso jamais aconteceria.

Depois dos fogos de artifício, presentes, conversas aleatórias a mesa e aquele típico e tradicional ambiente famíliar, eu tento procurar qualquer desculpa esfarrapada para me trancafiar novamente no quarto.

Fico olhando para o Tablet que mamãe me deu, ele era lindo e admito que o mimo me arranca um sorriso. Jihyo me deu a coletânea completa dos livros do Harry Potter e eu dei a ela o último Álbum do Red Velvet. Tive que aguentar o surto que ela deu e os beijos molhados na bochecha.

— Você é a melhor. — Ela sussurra no meu ouvido e me abraça de lado.

Eu sorrio fraco. Logo, encontro um motivo para subir para o quarto. Mamãe e papai dormiram no sofá enquanto assistiam TV. Encheram a cara de vinho e roncavam em um ritmo perfeito.

Alguns momentos depois, quando eu já estava deitada, ouço batidas na porta. Quando abro a mesma, dou de cara com a mais velha.

— Aconteceu alguma coisa? — Eu pergunto.

— Aconteceu sim. — Ela diz e entra no quarto.

— O que houve?

— Eu sinto a sua falta. Você tem estado distante.

— Eu não estou distante...só estou na minha.

— Chaeyoung...você sabe que eu amo você, não sabe?  —Ela pergunta me puxando pela cintura e me abraçando apertado.

Eu fico muda, surpresa com aquele contato repentino. Me perguntando se aquilo era verdade ou se ela apenas tinha bebido o suficiente pra dizer que me ama.

Quando finalmente ensaio uma resposta, ela me beija. Nosso beijo é intenso e desajeitado. A boca da mais velha estava toda borrada de batom. Ela me joga sobre a cama e depois caminha até a porta a trancando. Eu fico olhando para ela com o coração acelerado, não acreditando que aquilo finalmente estava acontecendo.

Ela coloca uma música qualquer em seu celular, provavelmente para encobrir os nossos gemidos.

Eu vou até ela não aguentando mais esperar e a puxo pela cintura fazendo ela cair por cima de mim. Minhas mãos deslizam por debaixo da pesada roupa de frio que ela vestia. Sinto minhas mãos explorarem por cima da sua pele aveludada. Deixo um gemido escapar ao sentir seus beijos molhados no meu pescoço.

Eu tiro aquela blusa de frio da mais velha e jogo longe, puxando ela para um beijo necessitado. Faço ela se sentar em meu colo e a agarro  de maneira precisa, sem qualquer chance para ela escapar, mas pela maneira que Jihyo me beija, eu sabia que escapar era a última coisa que ela poderia querer.

Eu desabotou sua blusa a retirando e ajudo ela a tirar a minha. Jihyo me deita sobre a cama e se debruça sobre mim deixando selares por todo meu rosto até chegar em meus lábios. Ela entrelaça nossos dedos e começa a rebolar bem devagar.

Eu dou um leve gemido ao sentir a pressão gostosa que seu corpo faz contra o meu. Vou me deixando levar por aquele contato sentindo cada parte do meu corpo pedir por mais. Ela solta uma de suas mãos mantendo a outra ainda junto a minha e acaricia meu rosto voltando a me beijar, continuando a rebolar lentamente.

Seu toque em meu rosto é suave, me faz se desmanchar conforme seus dedos deslizam por ele. Eu aproveito a minha mão livre para tentar tirar aquela calça jeans que a mais velha estava usando. Ela sorri ao ver que não consigo e desce suas mãos pelo meu corpo começando a tirar o meu short e depois  me ajuda na difícil tarefa de tirar aquele jeans. Quando finalmente conseguimos, eu passo as mãos por suas coxas enquanto ela se acomoda novamente no meu colo e vou subindo as mãos até seus quadris.  Dou uma palmada de surpresa em sua bunda, sem saber se o gemido que se seguiu foi por ela ter sido pega de surpresa ou por prazer.

A mais velha se debruça sobre mim novamente se apoiando em meus ombros e rebola com vontade. Nossos gemidos e nossas respirações ofegantes se misturam uma a outra. Recebo um beijo selvagem, com direito a mordidas e chupões no pescoço.  Eu enfio a mão por dentro de sua calcinha e aperto sua bunda com vontade enquanto ela tira meu fôlego me fazendo ficar totalmente entregue em seus braços.

Jihyo empina sua bunda em meu colo ao sentir os meus toques e eu começo a distribuir palmadas sobre ela. A cada palmada ela solta um gemido que me deixa toda arrepiada. Eu mordo o meu lábio sentindo o desejo se apoderar do meu corpo, me fazendo bater com mais força e mais vontade apertando aquela região com força ao final de cada palmada.

— Aaaahsss! Chaeyoung. — Ela geme prendendo seus dedos em meus fios puxando meu cabelo antes de voltar a me beijar lentamente.

Eu passo a acariciar suavemente com as pontas dos dedos o local das palmadas sentindo o corpo dela se contrair contra o meu. Sua mão desce pelo meu corpo arranhando calmamente com as pontas dos dedos até adentrar por dentro da minha calcinha, começando a acariciar minha íntima que já estava mais que molhada. Primeiro, ela começa a acariciar a região suavemente, deixando seus dedos brincarem com os lábios da minha intima, mas logo, sinto ela começar a me penetrar com os dedos de maneira dominadora.

Eu começo a dar longos gemidos sentindo seus toques. Os barulhinhos molhados começam a ecoar pelo quarto conforme eu começo a me mexer contra seus dedos.

— Aaahss...assim...assim Jihyo.

— Shh! Quietinha...me deixa cuidar de você. — Ela diz me beijando, enfiando os dedos com força me fazendo gemer contra seus lábios.

Eu puxo os fios da mais velha me movendo cada vez mais contra seus dedos e não demoro muito para ter o meu primeiro orgasmo. Eu tenho espasmos violentos contra seus dedos e sinto ela diminuir o ritmo das estocadas conforme ela me vê se acabar contra seus toques.

Ela retira os seus dedos de dentro de mim bem devagar e volta a acariciar minha intima calmamente. Os barulhinhos molhados aumentam e os gemidos de tesão de Jihyo também. Eu arranco a calcinha da mais velha fora e também tiro seu sutiã.

Eu tenho a visão maravilhosa daqueles seios enormes. Eu pego neles sem cerimônia e os aperto com toda minha vontade mordendo meu lábio de desejo. Ela joga a cabeça pra trás e fecha os olhos enquanto eu massageio seus seios sentindo Jihyo voltar a se mexer no meu colo. Eu seguro um de seus seios firmemente e começo a chupar bem devagar, mas conforme eu vou chupando, acabo ficando cada vez mais excitada. Isso me faz aumentar a velocidade, eu acabo gemendo de maneira manhosa a cada mamada no seio da mais velha e faço o mesmo com o outro. Eu sinto ela puxar os meus fios com força e pressionar a minha cabeça enquanto ela tenta controlar seus gemidos, mas ela se rende quando eu começo a acariciar sua  intima enquanto eu chupo seu seio até ele ficar todo molhadinho na minha boca.

— Awn...aaahsss...caralho Chaeyoung!— Ela diz continuando a puxar os meus fios.

— Tá gostoso ta? — Eu pergunto ofegante voltando a chupar e olhar pra ela me deliciando com suas reações.

Ela me responde com gemidos intensos que me deixam arrepiada e começa a esfregar sua intima em meus dedos. Eu sinto a mais velha toda molhadinha na minha mão e começo a penetrá-la com os dedos. Jihyo começa a subir e descer neles de maneira gostosa deixando meus dedos encharcados. Eu capricho nos meus movimentos arqueando os dedos dentro da mais velha fazendo movimentos de "vem cá" tentando dar o máximo de prazer a ela.

Pelo que eu podia ver, estava dando mais que certo. Jihyo estava se contorcendo e tendo espasmos violentos  com meus toques. Quando percebo que ela estava prestes a gozar, eu paro de penetrar com os dedos jogando ela sobre a cama.

— N-Não! Não para, amor....— Ela diz. Minhas bochechas ficam coradas ao ouvir ela me chamar daquela maneira.

Eu abro as pernas da mais velha e beijo suavemente cada cantinho das suas coxas. Dessa vez, eu estou muito mais que motivada. Eu roço os lábios em sua virilha vendo ela ansiosa para ser chupada. O mínimo toque que eu dava já era o suficiente para arrancar gemidos da mais velha.

Assim que minha língua toca sua íntima ela geme puxando meu cabelo. Jihyo estava tão molhadinha...eu começo a chupá-la sentindo o gostinho de seu líquido na minha boca e sinto ela passar a mão em meu rosto enquanto joga a cabeça pra trás e se contorce na cama.

Eu começo a roçar a língua em sua íntima de forma generosa sentindo ela se abrir em minha língua e passo a chupá-la com toda a minha vontade fechando os olhos, sentindo ela se movimentar contra a minha boca.

A mais velha para de acariciar o meu rosto e passa a apertar seus próprios seios enquanto roça sua íntima com força contra minha boca. Eu coloco suas coxas sobre meus ombros facilitando o contato e logo sinto ela gozar gostoso. Isso me faz calmamente acariciar suas coxas sentindo ela se contrair tendo espasmos violentos. Eu fico dando beijinhos sobre a virilha da mais velha esperando seus espasmos pararem e ela se acalmar. Quando isso acontece, eu volto a chupar sua intima dando sugadas na sua parte sensivel e sobre os lábios dela, limpando os últimos resquícios de seu liquido.

— Meu Deus....você é tão gostosa Chaeyoung. — Ela fala pondo sua mão tremula na minha cabeça, descendo ela até minha nuca.

— Meu amor está gostando? — Eu pergunto arranhando as coxas dela com as pontinhas dos dedos começando a dar estocadas em sua íntima com a língua.

— E-Eu tô...eu to adorando. Me chupa amor...me chupa gostoso. — Ela pede puxando meu cabelo com tanta força que eu tombo a cabeça pra trás.

Ao invés de sentir dor, eu sinto um tesão e um desejo inexplicável. Começo a mover a cabeça pra frente e pra trás rapidamente aumentando a velocidade das estocadas e faço isso até a mais velha gozar denovo.

Eu viro ela de costas e faço ela empinar pra mim e distribuo beijos molhados em suas coxas e em sua bunda e distribuo palmadas sobre ela até deixar marquinhas avermelhadas sobre a bunda da mais velha, só para ouvir aqueles gemidos que me deixavam louca.

— Isso...bate! — Ela me pede dando uma olhadinha pra trás empinando ainda mais e morde o lábio ao sentir minha palmada.

Eu passo a lingua sobre o bumbum da mais velha e deixo uma mordidinha sexy sobre ele atendendo ao pedido de Jihyo. A cada palmada sua bunda estremecia todinha e eu a apertava ao final de cada uma delas.

Eu viro a mais velha pra mim e coloco uma de minhas pernas por debaixo da dela colocando nossas íntimas uma contra a outra e começo a esfregá-las bem devagar. Eu me mexo contra o corpo de Jihyo no mesmo ritmo que a mais velha e o contato de nossas íntimas vai aumentando até ambas se sugarem, ficando molhadinhas uma na outra.

Eu aumento a velocidade deixando o prazer me consumir e jogo a cabeça pra trás apoiando as mãos na cama me mexendo cada vez mais rápido fazendo nossas íntimas se esfregarem com força.

— Isso! Fode! — Eu acabo deixando escapar. A mais velha estava se mexendo tão gostoso que a cama estava rangendo.

Não demorou nada para que eu atingisse meu orgasmo. A mais velha acaricia meu rosto ao me ver ali, toda acabada e me puxa para um beijo intenso e demorado. Nossos corpos passam a se mover um contra o outro entre o beijo. Eu me entrego por completo aos toques de Jihyo. Aquilo para mim era muito mais do que sexo,  pertencer a ela era tudo que eu queria.

— Jihyo...nós somos namoradas não é? — Eu pergunto ofegante olhando para ela, acariciando seu rosto, necessitando  uma resposta.

Ela demora para responder, olha no fundo dos meus olhos e diz:

— Somos, claro que nós somos. — A mais velha fala e volta a me beijar.

Minha emoção é tanta que uma lágrima escapa entre o beijo. Jihyo me abraça pela cintura e nós ficamos se agarrando e se amando pelo resto de toda aquela madrugada natalina. Eu não me importava se nós duas iríamos ter que continuar com o nosso amor secreto. Ela me amava e admitia que o nosso relacionamento era muito mais doque um relacionamento entre irmãs. Sabendo disso, eu não me importava de ter que guardar aquele segredo.


Notas Finais


Espero que vocês tenham gostado ❤❤❤❤
É isso que eu chamo de "Noite feliz" e.e

Ah... Pra quem não entendeu, Tio Sam é o apelido dos Estados Unidos.
Por isso a frase " terra do Tio Sam"

Se vocês gostarem, comentem aí. Eu amo ler e responder os comentários de vocês. Aceito novas idéias para os próximos capítulos! Amo vocês e até a próxima.


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