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História Amor e perdição - Capítulo 2


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Notas do Autor


𝐹𝑟𝑎𝑔𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑑𝑖𝑎𝑟𝑖𝑜

" 𝐸𝑠𝑠𝑎 𝑐𝑎𝑠𝑎 𝑛𝑎𝑜 𝑚𝑒 𝑎𝑔𝑟𝑎𝑑𝑎 𝑛𝑒𝑚 𝑢𝑚 𝑝𝑜𝑢𝑐𝑜, 𝑠𝑖𝑛𝑡𝑜 𝑠𝑎𝑢𝑑𝑎𝑑𝑒𝑠 𝑑𝑒 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑎 𝑎𝑛𝑡𝑖𝑔𝑎 𝑒𝑟𝑎 𝑎𝑐𝑜𝑛𝑐ℎ𝑒𝑔𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑒 𝑚𝑒𝑛𝑜𝑟. 𝑁𝑎𝑜 𝑒𝑥𝑖𝑠𝑡𝑒𝑚 𝑎𝑟𝑣𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑏𝑜𝑛𝑖𝑡𝑎𝑠 𝑛𝑜 𝑞𝑢𝑖𝑛𝑡𝑎𝑙 𝑜𝑢 𝑎𝑡𝑒 𝑚𝑒𝑠𝑚𝑜 𝑞𝑢𝑎𝑙𝑞𝑢𝑒𝑟 𝑐𝑜𝑖𝑠𝑎 𝑐𝑜𝑙𝑜𝑟𝑖𝑑𝑎, 𝑒𝑢 𝑚𝑒 𝑠𝑖𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑒𝑛𝑡𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑢𝑚 𝑓𝑖𝑙𝑚𝑒 𝑜𝑛𝑑𝑒 𝑎 𝑚𝑜𝑐𝑖𝑛ℎ𝑎 𝑒 𝑝𝑟𝑒𝑠𝑎 𝑐𝑜𝑚 𝑢𝑚 𝑣𝑎𝑚𝑝𝑖𝑟𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝑚𝑜𝑟𝑎 𝑒𝑚 𝑢𝑚𝑎 𝑐𝑎𝑠𝑎 𝑑𝑒 𝑠𝑒𝑐𝑢𝑙𝑜𝑠 𝑎𝑡𝑟𝑎𝑠.
𝑀𝑎𝑠, 𝑒𝑠𝑡𝑜𝑢 𝑙𝑜𝑛𝑔𝑒 𝑑𝑒 𝑠𝑒𝑟 𝑢𝑚 𝑝𝑟𝑖𝑠𝑖𝑜𝑛𝑒𝑖𝑟𝑜, 𝑒𝑢 𝑎𝑚𝑜 𝑚𝑒𝑢 𝑚𝑎𝑟𝑖𝑑𝑜 𝑒 𝑟𝑒𝑠𝑝𝑒𝑖𝑡𝑒𝑖 𝑎 𝑖𝑑𝑒𝑖𝑎 𝑑𝑒 𝑞𝑢𝑒 𝑖𝑟𝑖𝑎𝑚𝑜𝑠 𝑚𝑜𝑟𝑎𝑟 𝑛𝑎 𝑐𝑎𝑠𝑎 𝑜𝑛𝑑𝑒 𝑒𝑟𝑎 𝑑𝑒 𝑠𝑢𝑎 𝑓𝑎𝑚𝑖𝑙𝑖𝑎.
𝐷𝑜𝑐𝑢𝑟𝑎 𝑓𝑜𝑖 𝑞𝑢𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑒𝑙𝑒 𝑚𝑒 𝑑𝑒𝑢 𝑢𝑚𝑎 𝑟𝑜𝑠𝑎 𝑞𝑢𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑒𝑠𝑡𝑎𝑣𝑎𝑚𝑜𝑠 𝑎 𝑐𝑎𝑚𝑖𝑛ℎ𝑜 𝑑𝑎 𝑛𝑜𝑣𝑎 𝑐𝑎𝑠𝑎, 𝑡𝑜𝑑𝑎𝑠 𝑎𝑠 𝑣𝑒𝑧𝑒𝑠 𝑞𝑢𝑒 𝑒𝑙𝑒 𝑑𝑖𝑧 𝑞𝑢𝑒 𝑚𝑒 𝑎𝑚𝑎, 𝑜 𝑚𝑒𝑢 𝑐𝑜𝑟𝑎𝑐𝑎𝑜 𝑓𝑖𝑐𝑎 𝑞𝑢𝑒𝑛𝑡𝑖𝑛ℎ𝑜."

𝐸𝑠𝑐𝑟𝑖𝑡𝑜𝑠 𝑜𝑟𝑖𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑒𝑚 𝑗𝑎𝑝𝑜𝑛𝑒𝑠 𝑝𝑜𝑟 𝐿𝑒𝑒 𝑇𝑎𝑒𝑚𝑖𝑛.

Capítulo 2 - Cuidado e Perdição


O único ambiente que não era escuro era o banheiro, as paredes brancas e o grande espelho eram as coisas que mais se destacavam no lugar, apesar de mal iluminado o cômodo estava ameno. Pois, o brilho do luar invadia alí através da pequena janela. O garoto estava sentado na banheira com águas até próximos do seu abdômen, não sentia medo de estar sozinho apenas tinha em si um pouco de frustação por Jong-In não estar consigo no banho, gostava deveras quando o mais velho lhe ajudava a se lavar ou até mesmo pelo simples prazer de sua companhia. Suspirou baixinho e se encolheu ali, segurando algumas lágrimas que queriam sair, mesmo sempre acostumando com as situações em que eram colocado, não conseguia se acostumar nem um pouco com essa viagem, sentia em seu coração que coisas ruins estavam prestes a acontecer. 
ー 夜に閉じこめられた子は 無表情に息を止めた.... ♩ー _cantarolava tentando conter o sentimento de morbidez daquele ambiente._
 ー 変えられない世界で溺れている... ♫ ー fez uma pequena concha com as mãos e jogou água morna em seu próprio corpo, logo em seguida pegou o sabonete e deslizou pela pele pálida e pura 
 ー Open your eyes 沈む影♬ー A espuma fazia bolinhas de sabão que tinham uma furtacor, chamando atenção do menor. Pegou a espuma e começou a assoprar pelo banheiro, obsevando como flutuava e isso lhe arrancou um sorrisinho reconfortante,  criou mais espuma e soprou outra vez, outra, outra e outra. Porém, a porta do ambiente se abriu repentinamente e o maior surgiu ali. Lee assustou-se momentaneamente e levou uma das mãos até o próprio peito, ao sentir o coração acertado.

ーMeu amor, Já passou muito tempo desde que está aqui. ー disse o marido com uma expressão imparcial, segurava em uma das mãos uma toalha branca. ーNão quero que pegue um resfriado, vamos saia. ーordenou em um tom sereno.

ーMas a culpa é sua! ー disse o baixinho se levantando na banheira e cruzando os braços, saiu com cuidado e obsevou o maior com o cenho franzido e com um leve bico nos lábios cheinhos, retomando a palavra.ー Você não quis tomar banho comigo, me deixou sozinho aqui. ーKim revirou os olhos e se aproximou do amado, passou a toalha pelo seu corpo fragil com delicadeza.

ーNão seja manhoso, eu estava preparando o jantar. ー Taemin se encolheu no tecido felpudo da toalha e aproximou-se do marido, deitou cabeça no peito deste, o mais velho retomou a fala.ー Eu jamais te deixaria sozinho, você a minha eposa não é? ーO baixinho fechou os olhos por breves intantes e suspirou assentindo* com a cabeça, o mais velho tomou o menor pela mão e o levou para o quarto. Caminharam sem pressa e então o menor foi até as malas a procura de uma roupa confortável, o outro apenas sentou- se a beira da cama e o seu olhar vago pousou sobre alguns móveis antigos, relembrava da história da maioria destes, de como seu pai tinha os arrumado estrategicamente no cômodo e como o homem de caráter indomável era perfeccionista, o filho não tinha muitos traços como o pai, mais o admirava deveras e talvez esse teria sido o motivo por ter deixado tudo o jeito que estava.

ーEu trouxe meu pijama cor de rosa! ー exclamou o loirinho, pegando a peça e mostrando para o amado que estava próximo de si, o outro por sua vez analisou as roupas com um singelo olhar e apenas acenou com a cabeça. 
ーGosto de como essa cor contrasta com sua pele, você fica adorável. ー afirmou com um sorriso mínimo e levantou-se e caminhou em direção a porta, rapidamente o pequeno puxou o maior pelo braço e o encarou um tanto assustado.
ーPor favor não me deixe sozinho outra vez, por favor! ー suplicou com o olhar, acompanhado da voz trêmula, realmente odiava ficar só. ー Eu já vou me vestir, não vai embora. ー
Jong manteve-se calado e encarou o marido com um olhar analítico, o menor por sua vez se soltou do mais velho e se vestiu com pressa, nem sequer enxugou os fios dourados, Jongin puxou o outro bruscamente para si e lhe olhou fundo nas orbes, o olhar fora retribuído e sem que ambas as bocas se abrissem, o diálogo entre o casal começou. O medo era nítido no olhar do mais baixo, e aquele medo de certa forma alimentava o ego do mais velho, de repente as lágrimas correm do olhar suplicante, e o silêncio é quebrado.

ーPor que você não quer ficar perto de mim? Por que sempre está longe e quando eu preciso de você, nunca está ao meu lado. ー fez uma pequena pausa e deixou o choro segurado por tantas horas escoar por si. ーPor que você não me ama mais como antes? Por que me trouxe até aqui? Por que eu sinto que coisas ruins vão acontecer entre mim e você ? Sinto também que não vai me deixar sair daqui. ー encarou com os cílios húmidos a feição do outro, e esta estava como sempre serena e com um sorriso ladino no rosto. ー ...Eu não quero descer pra jantar, você pode trazer pra mim? ー Se afastou do maior e seguiu até a cama, onde se deitou de lado e abraçou forte um travesseiro.
JongIn simplemenre acatou o pedido e saiu do cômodo, descendo as escadas e seguindo em direção a cozinha. Lee apertava o travesseiro e sentia a respiração falhar, o choro insistia em sair dos lábios e sua mente estava nebulosa, estava em colapso e não sabia como se ajudar, apertou o máximo que pode o travesseiro a todo instante que o outro custava voltar, a respiração ficava cada vez mais densa e o corpo repleto de tesão, os lábios entreabertos soltavam o choro sôfrego e alto do garoto, e os olhos já avermelhados e húmidos lhe impediram de ver qualquer coisa clara, o cansaço do dia lhe pesou por extremo e lentamente desfaleceu alí, agarrado ao travesseiro e ainda soltando soluçõs, só desejava do fundo do âmago que Beliath estivesse consigo.

Despertou assim que ouviu a voz do companheiro, lhe chamando para comer algo, ainda estava nervoso em demasia e a cabeça doía por conta de tanto chorar, se colocou sentado na cama e abaixou a cabeça tentando manter-se calmo. A mão grande do marido lhe tocou o rosto e fez este erguer-se, com cuidado Jongin pegou uma porção daquela comida e levou a colher até os lábios do amado, e este por sua vez pensou em negar, mais acabou abrindo a boca e aceitando.
ーVocê sempre me faz muita perguntas quando tem suas crises de pânico. ー disse pegando o suco e entregando as mãos delicadas alheias. ーEu sempre as respondo quando você está mais calmo, não é? 
O pequeno apenas acenou com a cabeça enquanto mastigava com lerdeza. 
ーEu amo você, tu sabes disso. Eu estou com você a todo instante, tu também sabes. Eu o trouxe aqui porque precisamos enfrentar coisas que ficaram pendentes, e absolutamente nada vai acontecer comigo e com você. ー entegou mais uma colherada ao menor. ー Você só está um pouco aflito com a velocidade dos fatos. Porém, sabia que  eu jamais irei deixa-lo sozinho. ー disse simplista e com um sorriso no rosto. ー Você só precisa descansar um pouco. 

Taemin tomou a palavra e mesmo com a boca ainda cheia. ーEu só preciso de você. ー tomou um pouco daquele suco e suspirou voltando o olhar ao mais alto. 

ーE eu preciso que você entenda que eu não vou a lugar algum sem você. ー limpou o canto da boca alheia com o guardanapo e ofereceu mais uma porção de comida, Taemin rejeitou e levou as mãos até aquela bandeja que estava entre si e o marido e colocou e lado, o outro por sua vez apenas abriu os braços e o menozinho seguiu para um abraço apertado, ajeitou-se no colo e outro e fechou os olhos sentindo o calor do mesmo, ambos se mantiveram calados mais uma vez. As mãos do marido seguuram de encontro a cintura delicada de sua esposa e este por sua vez levou as mãozinhas até a lateral do rosto alheio, o encarando e mordendo o lábio inferior na tentativa de conter o choro mais uma vez. 
ーDiz que me ama, você sabe que eu gosto de ouvir isso. ー pediu o marido com um sorriso singelo no rosto e aproximando ambos os rostos.ー Se você me disser isso, eu nunca ire te deixar só.
Taemin apenas abriu um sorriso tristonho e deixou as lágrimas caírem por seu rosto, amava Jongin do fundo da sua alma, amava-o como nunca amou a ninguém, amava-o como nunca amaria a si mesmo, amava-o ao ponto de não enxergar vida sem a companhia do mesmo, tomou um pouco de ar, pois este fugia de seu peito e seu coração falhava sutilmente, talvez estivesse sofrendo tanto por só imaginar estar longe do outro. ーEu amo você, querido. ー afirmou com um fio de voz, e antes que sequer obtivesse uma resposta, sentiu os lábios serem tomados de forma brusca, em resposta fechou os olhos e retribuiu o ósculo de modo intenso e desejoso. E logo foi deitado na cama, O moreno  mantinha-se por cima do corpo frágil do amado e os lábios não se afastavam de forma alguma, pareciam pelejar incansavelmente,  e serenamente Lee rendeu-se e deixou que o mais velho chupasse sua língua, e entre o ato, gemidos escapavam dos lábios do menor, as mãos pequenas continuam no rosto do outro, acariciando com extrema ternura. Já o marido levou uma das mãos até os fios dourados alheios,  entregando um breve toque, em resposta, Tae gemeu de modo sôfrego, estava tão necessitado que qualquer toque vindo para si era prazeroso, o ósculo quebrou-se bruscamente quando um bocejo escapou de um dos lados, juntamente com uma leve espreguiçada. ー Cariño, promete que não vai sair do meu lado? ー Abriu os olhos com certa dificuldade e encolheu-se na cama, queria  ter certeza que não ficaria só mais uma vez. Kim sorriu e voltou a acariciar os cabelos longos e loiros do outro. ーEu não irei a lugar algum sem você, estou certo disso.

Não aguentando mais lutar contra contra o sono, e gemendo baixinho a cada toque que recebia em si, o olhar semi-cerrado se pôs como o sol, escondendo-se atrás das pálpebras e os lábios entreabertos paravam de emitir aqueles sons doces gradativamente, de involuntário os soluços ainda saiam por conta do choro de outrora e uma calmaria lhe tomou outra vez, seu subconsciente se pedia em pensamentos tênues e as carícias lhe deixavam envolvido ainda mais, adormeceu. O outro ao notar tal situação, saiu de cima do garoto sem fazer estardalhaço, pegou a bandeja que tinha trago com os alimentos para o jantar e caminhou a passos leves ate fora do quarto. ー "Taemin não comeu quase nada, e teve mais uma vez aqueles choros exaustivos. " ー pensou consigo mesmo enquanto descia as escadas  e seguia em direção a cozinha. ー" Você precisa  ser o pêndulo que manterá ele calmo, estável... por isso quando ele estiver em uma tempestade de emoções, incertezas e desespero, você será a âncora que manterá firme a situação, por isso seja firme." ー Soltou um longo suspiro e levou aquelas louças sujas até a pia, começando a lavar calmamente, novamente seus pensamentos vagaram. ー " Ver a pessoa que eu mais amo daquele jeito e não poder ajudar é um mártire. Sinto vontade de abraça-lo e pedir para não chorar mais, porém isso não ajudaria em nada." ー Guardou as louças e seguiu até o fogão, onde pegou a as panelas que estavam com alimentos e colocou tudo na geladeira. Jong não se lembrava de ser um bom dono de casa, mais estava esforçando-se para não dar trabalhos para o marido, e estava determinado a fazer tudo para que este se adaptasse a nova vida, seria difícil para ambos, pois tinha muita coisa a ser resolvida e enfrentada. 
De repente ouviu -se um som familiar da sala, uma melodia já conhecida ecoou dali. Calmante o moreno se dirigiu até o cômodo, e deparou -se com finado pai, sentado alí e dedilhando uma sonata no piano, pode ver também na cadeira de balanço a senhora sua mãe, lendo um de seus livros preferidos, e seu olhar também contemplou um pequeno garotinho correndo pelo ambiente. Todavia, em um piscar de olhos a imagem sumiu de sua vista, estava apenas o piano vazio e a cadeira ainda a balançar. Deu as costas sem esboçar reação alguma e seguiu de volta ao andar de cima, onde localiza-se o quarto do casal, adentrou sem fazer barulho e seguiu ao toalete da espécie de suíte onde estavam, lavou o rosto rapidamente e encarou-se no espelho, pode ver como estava tornando-se semelhante aquele velho pianista, e isso não o agradava nem um pouco.ー "Sentir admiração é uma coisa, ser como ele é totalmente diferente."ー Regressou até a cama e finalmente deitou-se com o amado, aconchegando o corpinho pálido ao seu, e não tardou muito para cair em sono profundo juntamente com o outro.
Um suspiro baixinho ecoou dos lábios de Taemin, e da profundidade do inconsciente brotou uma frase.

ー Eu amo você, meu Beliath.


Notas Finais


Sem experiência, sem ornamentos, sem revisões e sem vontade de viver... esta sou eu Satsukio.


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