História Amor e Tortura - Capítulo 4


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Categorias 50 Tons de Cinza
Personagens Personagens Originais
Tags Aluna, Amor, Drama, Medo, Professor, Romance
Visualizações 132
Palavras 1.970
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem desse capítulo e que ele possa lhe dar entretenimento, obrigado ❤️❤️

Capítulo 4 - Vontade Proibida


Fanfic / Fanfiction Amor e Tortura - Capítulo 4 - Vontade Proibida

(Powl G.)

-Deveria ter pedido uma cópia da pauta na direção, ou está tentando esconder isso do diretor? - Essas palavras vindas dessa menina me atingiram feito uma saraivada de flechas, o modo que falou, o tom que falou e a forma que me olhou quando falou, tudo isso me fez sentir uma tremedeira que atinge meu corpo todo.

-Pensa logo Powl...o que você vai falar pra essa menina não fazer nada.- Bom, não tem o porquê incomodar o diretor com uma coisa boba, eu posso resolver isso, obrigado novamente.

Imagino que seja o suficiente para ela desistir desse assunto, o que ela tem de bela tem de amedrontadora.

- Eu posso te emprestar meu caderno, assim você pode ver onde paramos. -Claro que seria bom me precaver que ela não iria relatar ao diretor, porém, a única forma de saber como dar a aula naquela sala no momento era o caderno dela.

- Jura? Isso me ajudaria muito, obrigado Srta.Ayrien. -Tudo foi bem até aqui, após agradecer começo a mexer na minha bolsa pegando papel e canetas pra anotar o que era preciso, foi então que meu coração quase parou após um grito, olho para o chão e percebo que a menina estava caída com as mãos nos pés.

- Srta.Ayrien!!! Está tudo bem? -Corro até ela e logo a escoro pelos ombros, o cheiro doce de seu cabelo invade minhas vias respiratórias e me deixa em transe, logo sinto suas costas tocarem meu peito e em seguida sinto seus cabelos caírem sobre meu braço.

- Acho que torci o tornozelo ou dei mal jeito sei lá...aí tá doendo muito. - Fico preocupado ao vê-la dizer isso, logo me debruço sobre seu ombro e tento ver como está o tornozelo da garota.

- Quer ir para a infermaria, eu te levo lá se você quiser. -Tento a levantar, porém, sem sucesso, a garota parece estar completamente incapacitada.

- Não professor, me deixa aqui, meu pé está doendo muito. - Cada palavra dela me deixa mais preocupado pois ela se feriu na minha frente e não havia ninguém que pudesse comprovar que foi um acidente, podem pensar que eu fiz alguma coisa a essa garota.

- Tudo bem, me avise quando se sentir confortável para andar ok? -Ela e eu ficamos parados ali e eu fiquei segurando seu corpo na posição que ela pediu, ela soltava pequenos suspiros de dor e isso me fazia sentir algo estranho, conseguia sentir uma ereção involuntária o cheiro que exalava de seus cabelos ainda me fazia delirar, a vontade que senti de beijar o  seu pescoço nu me dominava pouco a pouco, já se tornava quase impossível me segurar diante daquela pequena criatura em meus braços. Sinto o cotovelo de Julia tocar meu pau então e para evitar que aquilo se tornasse pior, resolvo rapidamente cortornar a situação com uma pergunta.

- Já está se sentindo apts a levantar Srta.Ayrien?

- Sim professor, pode me ajudar com isso? 

- Claro, vamos, se escore no meu ombro eu vou te segurar caso você não consiga se manter em pé. -Passo a mão em sua cintura e a levanto, quase perco o equilíbrio quando sinto a mão dela tocar meu ombro e em seguida meu peito, a situação se torna ainda pior quando sinto uma das mãos da garota descendo por meu corpo e parando próximas a minha cintura.

Uma troca de olhares acontece e o silêncio toma conta da sala, os olhos azuis de Julia me pegam completamente desprevenido, sem que perceba, começo a descer a mão pouco a pouco até conseguir chegar pouco acima da bunda de Julia.

- Professor? Está tudo bem? O que aconteceu?

- Srta.Ayrien...es..ta tudo bem? 

Sem que perceba já estou a ponto de tocar seus lábios avermelhados, nessa hora o sinal toca e como se despertasse de um sonho rapidamente afasto meu rosto do rosto dela, o olhar que ela me dá me hipnotiza mais uma vez, sinto suas mãos cruzarem meu pescoço e fico olhando imóvel, pois não sei o que fazer.

- Sr.Gryffmoon, poderia me levar para o jardim? Eu ligo para meu pai e ele me levará para a casa!

- Claro, vamos, se segure em mim.

Caminho devagar com Julia em meus braços e então a levo para o jardim e a deixo sentada no banco, sento ao seu lado e observo ela ligar para o pai dela.

- Não acredito... 

- O que aconteceu Srta.Ayrien? 

- Meu pai acaba de embarcar em um vôo de negócios.

- E agora? O que vai fazer?

- Não sei, mas ele disse que a chave da casa está com ele e que é pra ir para a casa da minha avó!

- Ligue para ela e avise pra vir te buscar.

- Não dá! Minha avó não pode andar e ir lá é algo completamente fora de cogitação...e agora professor? - Um olhar de súplica chega até mim e então por um impulso repentino solto minhas próximas palavras sem perceber em quanta merda eu fiz.

- Posso te pagar uma pousada, por essa noite e aí pela manhã eu te levo para a casa da sua avó, que tal?

- Não, imagina se eu lhe daria este trabalho, professor, minha casa tem a entrada dos fundos que normalmente não fica trancada por causa da empregada, pode me levar lá? Eu ainda posso passar a noite na minha casa.

- Claro, eu só vou lá encima buscar minha bolsa e...

- Pode pegar a minha também?

- Claro que posso, espere aqui e eu já volto.

Rapidamente subo para o segundo piso da escola onde fica a sala 2D e então quando chego na sala e abro a porta um susto inevitável toma conta quando percebo Ângela (Professora de português qual bati o carro) sentada na mesa virada de frente para a porta, ela está de braços cruzados e logo percebo um papel em sua mão.

- Powl, espero que tenha tempo para uma conversa.

- Ângela eu sinceramente gostaria mas preciso ir o mais rápido possível, eu...

- VOCÊ, irá pagar o concerto do meu carro como prometido, e claro que já liguei para o mecânico e ele já me deu o orçamento do concerto, aqui está.

Ela entrega o papel com um sorriso no rosto enquanto morde o canto do lábio observando a minha reação, eu esfrego a nuca demonstrando um certo incômodo então vejo o preço que havia ficado.

- O QUÊ 1.386 REAIS? EU SÓ QUEBREI O FAROL DO CARRO EU NÃO ARRANQUEI A PORTA DELE.

- Na verdade o preço alto é pra cobrir os danos que podem vir a acontecer devido a troca, como por exemplo, um amassado ou um risco na tintura ou a danificação alguma peça, mas podemos resolver isso Powl.

- E como pretende resolver isso Ângela?

- Powl, você é um rapaz bonito, acho que muitas alunas, professoras ou mulheres que estão por ai, cairiam a seus pés!

Ângela caminha em minha direção mordendo os lábios, sinto sua mão tocar meu ombro e então quando me dou conta já estou colado na professora de português, ela aparenta ter mais de 30 porém seu corpo ainda está em perfeitas medidas assim como seu rosto.

- O que quer dizer com isso?

Sua boca se aproxima de minha orelha e então um ar quente passa por minha orelha e meu pescoço, junto as mãos dela que agora deslizam até minha nuca.

- Quero dizer que você não precisa pagar o concerto, talvez você só precise transar comigo e eu mesma pago o carro, o que acha?

- O QUE?!

Sinto meu corpo tremer por completo após esse dito e então olho para Ângela sem saber o que falar, nesse momento ela me sorri e então começa a passar seu joelho em meus órgãos sexuais, mesmo tendo uma mulher como ela tocando meu pau e meu saco com carícias e provocações, consigo controlar minha ereção.

- Ângela, você está sendo pouco profissional aqui, eu preciso realmente ir, com ou sem sua licença.

Logo me desprendo dela e pego minha bolsa junto a de Julia, me viro para a porta e quando estou prestes a sair escuto a risada de Ângela que me faz ficar estático no lugar onde estou.

- Seria uma pena se um professor tão gostoso fosse demitido por andar embreagado no estacionamento e ainda colocar a vida de outro profissional em risco e principalmente a de um aluno.

- O...O que?!?! Eu não estava embreagado, não coloquei vida de ninguém em risco.

- Ah não? Bom, segundo você mesmo, nós temos uma aluna ferida lá embaixo e um carro quebrado, será a palavra de um rapaz que chegou agora, contra a de uma professora que está aqui a 6 anos.

- ...merda. - cochicho sentindo um aperto na barriga já que tudo que preciso é desse emprego.

- Sejamos flexíveis Powl, feche essa porta e vamos conversar, creio que...

Escuto um zíper abrir e ao olhar por cima do ombro, vejo Ângela sem a saia que acaba de tocar o chão.

- ... Não vai se arrepender, vamos, vai ser rápido.

Nesse momento mesmo tendo a opção de sair dali e levar Julia para a casa, também sabia que corria o risco de perder um emprego e isso poderia me custar uma carreira inteira, me viro e então coloco a minha bolsa e de Julia próxima a porta, tranco a mesma e logo começo a caminhar até Ângela.

- Se você quer assim, não quero ouvir reclamações depois Ângela.

Digo isso tirando minha camisa e junto a minha calça, com um movimento rápido puxo Ângela para perto de mim e consigo sentir sua respiração acelerar, desço minha mão pelas suas costas e consigo chegar a sua bunda, começo a sentir ficar duro então com a mão que estaria na bunda de Ângela, puxo seu quadril a apertando contra o meu membro já enrijecido, ela me olhar sorrindo e então um beijo de raiva e tesão se forma entre nossos lábios que procuram ardentemente pelo outro, ela sobe as mãos meu cabelo e consigo sentir suas unhas cravarem no meu couro.

- Vamos rápido com isso.

Puxo as pernas dela que se prendem a minha cintura e então a bato contra a lousa, ela solta um suspiro falhado e então nesse momento ela olha para meu rosto já assustada, imagino que não esperava tal reação vinda de mim, logo abaixo minha e puxo a calcinha dela para o lado, sem preparação prévia apenas sinto meu pau penetrar a buceta de Ângela enquanto ela geme entre suspiros falhados, meu quadril se movimenta aceleradamente enquanto sinto que consigo me empurrar cada vez mais fundo dentro dela, suas unhas começam a arranhar minhas costas e consigo sentir meu couro se roupendo sob suas unhas, meu rosto está em seu pescoço e consigo ouvir com clareza cada gemido dela, cada suspiro, cada reação, meu corpo grita por dentro por estar fazendo aquilo mas o tesão que sinto se mistura com essa raiva a cada vez que ela diz meu nome entre seus gemidos, o calor que estamos passando um para o outro faz com que minha pele sinta vontade de se romper.

O último suspiro é dado por ambos o meu sendo abafado por seu pescoço, o dela ecoa pela sala vazia enquanto gozamos juntos, ao final do ato, desço Ângela no chão e fico com a testa na lousa enquanto ela fica com o rosto em meu peito, permanecemos assim por um tempo e logo corto o clima.

- Agora eu vou embora, espero que essa tortura tenha te feito satisfeita. - Minha respiração acelerada faz com que minha fala seja completamente falhada, então me afasto de Ângela, ergo minhas calças e saio da sala vestindo a minha camisa enquanto carrego a minha bolsa e de Julia, desço as escadas lembrando do que aconteceu a pouco e minha mente se perde em um completo abismo, paro na escada, sento e fico pensando no que eu fiz enquanto meus olhos se enchem de lágrimas por não conseguir ter coragem pra enfrentar aquela mulher que acabará de me torturar da pior forma possível.



Notas Finais


Um capítulo grande eu suponho, mas é pra compensar os outros mais curtos, espero que vocês gostem assim e obrigado ❤️❤️


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